Camila Campos lança clipe “Deus da Salvação”

O pop rock, identidade musical da cantora mineira Camila Campos, ganha uma versão mais melódica e suave na canção “Deus da Salvação”, que compõe o clipe lançado neste mês de julho.

A letra é de autoria de Camila Campos e a melodia foi produzida em parceria com o produtor Fernando Prado. “Deus da Salvação” é a 11ª faixa do CD “Deus está Vivo” (2015).

A mensagem, de muita fé, força, alegria e adoração mesmo nos momentos difíceis, é declarada com a interpretação genuína de intimidade com Deus que a cantora transmite em todos os seus trabalhos.

Camila conta que esta composição nasceu durante um tempo difícil, quando ela enfrentava uma crise em sua saúde: “Eu estava doente há muitos meses, e os médicos não sabiam dizer que tipo de enfermidade era. Eu precisava compor uma música nova para o CD, mas estava sentindo muitas dores nesse dia. Então, o Espírito Santo me conduziu até o Salmo 139, pelo qual Deus me dizia carinhosamente que estaria comigo mesmo que eu estivesse em um vale bem profundo. Em seguida, pelo Espírito Santo, o Senhor me disse: ‘Ainda que você ande pelo vale da sombra da morte, sentindo dores e uma tristeza profunda, EU, O SENHOR, serei com você’. Assim nasceu ‘Deus da Salvação’.”

O clipe foi gravado na Estalagem do Mirante, na cidade mineira de Brumadinho, pela equipe da agência Quartel Design.

Tudo foi planejado para que letra, melodia e paisagem expressassem a verdade da canção.

Escrevi essa letra, declarando a soberania de Deus sobre tudo e todas as coisas e declarando que é dEle que vem o meu socorro”, finaliza Camila Campos.

Confira o videoclipe da canção “Deus da Salvação”: www.youtube.com/watch?v=-y3uPMP533s.

Serviço de música “Deus da Salvação”:
iTunes:
http://tinyurl.com/yb9lowuw.
ONErpm: http://tinyurl.com/y8s6hv5w.
Spotify: http://tinyurl.com/y7o4gdo7.
Deezer: http://tinyurl.com/y7tf5zwl.

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Por Ana Paula Costa
Assessoria Camila Campos
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Willy Gregory lança single “Naquela Cruz” pela Warner Music

 Confira o videoclipe “Naquela Cruz”: https://www.youtube.com/watch?v=9FA-WRSRZCg.

O adorador Willy Gregory lança o seu segundo single pela Warner Music Brasil. Intitulada, “Naquela Cruz”, a canção é composta pelo produtor Josué Godói em parceria com Douglas Albuquerque. A mensagem central é a redenção dos pecados por meio do sofrimento e da morte de Jesus na cruz do Calvário.

Esta canção é o trunfo de Deus que aguardávamos. A Bíblia diz que Deus fez convergir todas as coisas em Cristo Jesus, por isso, meu coração ansiava por cantar sobre a cruz de Cristo. Eu sempre chorava ao ler nos Evangelhos o que os homens fizeram com Jesus e me perguntava: ‘Como Deus pode me amar tanto para passar por isso por mim?’ A canção ‘Naquela Cruz’ representa o texto messiânico de Isaías 53, que mostra tudo o que Cristo decidiu passar na cruz por nós. Essa canção declara a expressão mais maravilhosa do amor de Deus por nós e fala da Salvação. Ela é a síntese da mensagem da Palavra de Deus”, compartilha Willy.

A cruz é um dos símbolos do cristianismo, pois foi mediante a morte de Jesus na cruz e a sua ressurreição que todo aquele que nEle crê pode obter a Salvação e a vida eterna. Neste sentido, Willy ressalta o significado da cruz: “Cristo se fez maldição na cruz tomando sobre si a nossa merecida morte. O que aconteceu na cruz nos trouxe paz com Deus e a Salvação eterna para todos que creem em Cristo no coração e o confessam como único Senhor e Salvador.”

Naquela Cruz” é a união de letra e sonoridade excelentes, além da intensa interpretação de Willy. Um dos versos da canção diz: “Sarou minhas feridas / e as enfermidades / levou as minhas dores / e minha humanidade / não consegue compreender o valor daquele sangue derramado lá na cruz / Por amor se entregou por mim, Jesus / Naquela cruz / Meus pecados foram perdoados / Naquela cruz / Morreu por mim, Jesus.”

O single foi lançado na sexta-feira, 29 de junho de 2018, nas plataformas digitais e também no YouTube com o videoclipe.

Willy deixa para o público a mensagem central do evangelho, descrita em João, capítulo 3, versos 16 a 18. Emocionado, ele diz que a mensagem fala por si só, revelando o amor sacrificial de Jesus pela humanidade: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.”

 

Serviço de Música / Willy Gregory – “Naquela Cruz”: https://lnk.to/WGnqlcruz.

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Por Ana Paula Costa
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Plágio

Há pessoas que se apossam da obra alheia, assinam, ilustram, postam, e se irritam, quando são deletadas, após a reclamação pelo direito autoral. Este crime horroriza. E não são adolescentes que fazem isto, porque alguém poderia dar o desconto pela imaturidade. Não. É gente cascuda, “madura”, “useira e vezeira” com as quais se perde um precioso tempo de vida para denunciar, deletar, bater boca. Ufa!

 

Alguns infratores dizem impropérios, mandam o autor amarrar uma melancia no pescoço…mesmo com a obra registrada, ainda leva-se um bom  tempo para o corrupto se mancar. Há casos de voltarem a cometer o mesmo crime passado algum tempo, usando o mesmo texto, com título diferente.

 

O que será que as famílias, escolas, igrejas estão ensinando? A modernidade abriu um espaço absurdo para a informação. Então é tudo a fazer! A educação precisa chegar junto e eu diria que tem que chegar na frente.

 

Autores que até já morreram estão com suas obras surrupiadas na mídia e deve-se colaborar denunciando. É triste demais.Para citar apenas um exemplo: a poetisa Myrtes Matias, falecida há pouco tempo, já tem vários textos postados com nomes de outros “autores”.

 

Há textos de grandes autores também plagiados!

 

Encontro na Internet e-boock contendo textos assinados por um “maluco” – só pode ser – quando se entra em contato, o cara de pau diz que na próxima edição vai corrigir o erro. Como assim? Outro faz um livro inclui texto dos outros, registra e diz que vai corrigir na próxima edição. Merecem o escárnio. Isto é imoral.

 

É uma maldade também postar o texto como anônimo. Tem que se pesquisar até encontrar o autor, porque as aspas caem rapidamente e circula anônimo.  Há casos de alguns que ao tomarem conhecimento do autor verdadeiro, preferem tirar a página do que reconhecer o autor. Vamos dar as mãos para resistir ao furto de obras. Vamos denunciar os ladrões! Vamos desmascará-los publicamente! Seja quem for.

 

Como vencer a endemia de corrupção neste assolado país, se não há um mínimo de escrúpulo ao assaltar a obra alheia? Olá, senhores pais, professores, pastores, padres e todo mundo que se dedica à educação. É preciso fazer um mutirão urgente para ensinar às pessoas que se apossar do que não é delas é crime previsto em lei.

 

Na lei existem algumas especificações sobre o crime de plágio. Crime de Violação aos Direitos Autorais no Art. 184 – Código Penal, que diz: “Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.

Ivone Boechat

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Willy Gregory segue em divulgação do seu primeiro single “Aleluia, Pai do Céu”

Adorador celebra repercussão do seu primeiro trabalho pela Warner

Em março deste ano, o adorador Willy Gregory lançou nas plataformas digitais, pela Warner Music, o seu primeiro single autoral, intitulado “Aleluia, Pai do Céu”. O videoclipe da canção já ultrapassou a marca de 60 mil visualizações: www.youtube.com/watch?v=U0juZortpYw. Desde então, Willy segue com a turnê de divulgação. Os meses de fevereiro, março, abril e maio marcam a participação do cantor em igrejas e vários programas de rádio e TV.

Por onde passa, Willy recebe muitos testemunhos. Ele compartilha um em especial. “Depois da ministração na Igreja Apostólica Gileade, em Poá, São Paulo, uma jovem me contou que Deus me usara muito, pois tudo que eu havia falado ali era idêntico à sua vida. Ela não conhecia Jesus, mas, naquele dia, decidira se entregar verdadeiramente a Cristo com inteireza de coração. Muitas outras pessoas já foram alcançadas, outras voltaram para Cristo, ainda outras se firmaram mais no Evangelho. O Espírito Santo tem tocado muitas vidas e criado bons frutos, que permanecerão.”

Em fevereiro, Gregory esteve no programa da cantora Sandra Lima (“Em Casa com Sandra Lima”). Em março, Willy marcou presença nos programas: Rádio Feliz FM, em São Paulo, com a apresentadora Bianca Pagliarin. A rádio tem uma das maiores audiências no segmento gospel. Foram quase 2 horas de programação ao vivo, com entrevista e a parte musical.

Em abril, participou dos programas de TV: “Patrícia Marta entre Amigos” e “Super Feliz”, momentos em que falou especialmente da sua conversão a Cristo. O adorador ainda esteve ao vivo, no Programa Renascer, apresentado pelo apóstolo Estevam, na Rede Gospel TV. Willy ainda concedeu entrevista às mídias: Programa Conexão Jovem, da Sara Brasil FM; Programa Câmera Bee, da TV Rede Super, com a jornalista Cléris Cardoso; Programa Esquenta Marcha, na Rede Gospel de TV; Programa Marcelo Aguiar, na Rede Gospel de TV; Nosso Programa, com Rinaldi na TV Gazeta; Programa Movimento Jovem, da RIT TV; Rádio Adore FM; Programa Mulheres da TV Gazeta.

O adorador ministrou o louvor e a Palavra de Deus nas denominações: Igreja Paz e Vida (Sede), em São Paulo; Conferência de Homens e Mulheres, promovida pelo Ministério Aliança do Tabernáculo, no município de Conceição da Barra, norte do Espírito Santo; Igreja Vida e Paz em Conceição da Barra, Espírito Santo; Igreja Gileade, Poá, São Paulo; Igreja Sara Nossa Terra (Sede) e Igreja Brasil para Cristo, em Itaim Bibi (SP).

Willy fala da sua convicção de que foi chamado por Deus para ser um ministro de Louvor. Ele diz que as suas características ministeriais mais marcantes são as de ensino e cuidado de pessoas: “Deus usa as características que Ele me deu para tratar os ‘sem esperança’ os ‘desacreditados’, além disso, para ensinar, formar e amadurecer ‘trabalhadores da última hora’. Eu tenho certeza que verei um grande avivamento na Igreja de Cristo e que terei parte nele. Quero ser um arauto do Senhor.”

Mais recentemente, no dia 7 de maio, Willy lançou o acústico exclusivo da música “Então Louve” no seu canal oficial no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=906bv7iM9E8.

No dia 31 de maio, Willy Gregory participou da Marcha para Jesus em São Paulo. O adorador se apresentou no palco principal do evento. A Marcha para Jesus na capital paulista é uma das maiores do mundo. Mais de 1 milhão de pessoas estiverem presentes.

 

Serviço de Música / Willy Gregory – “Aleluia, Pai do Céu”: https://lnk.to/AleluiaPaiDoCeu.

Spotify: https://spoti.fi/2wXlMhO.
Deezer: https://bit.ly/2khQgSx.    

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Por Ana Paula Costa
Jornalista / Divulgação Warner Music Brasil – Gospel
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Círculo vicioso

Um dia, milhões de bebês choraram na liberdade uterina do milagre da vida: nasceram. Não vestiram seus corpos, não lhes calçaram sapatos nem lhes deram o conforto do seio materno, antes da posse do sonho infantil, foram rejeitados, ao rigor do abandono.
Um dia, mãozinhas trêmulas, inseguras, sem afeto, bateram na porta do vizinho, procurando abrigo. Não havia ninguém ali para oferecer afeto nem portas havia na pobreza do lado. O menino escorregou na direção da rua.
Um dia, a criança anêmica foi eleita à marginalidade da escura noite e disputava papelões e pães no lixo do depósito público. Aos tapas, cresceu como grão perdido no vão das pedras, sem a mínima possibilidade de sobreviver: sem teto, sem luz, sem chão.
Um dia, o adolescente esperto teve alucinações de vida e o desejo de conferir a sociedade: candidatou-se à luta amarga do subemprego. Alvejado pela falta de habilitação, foi condenado como vagabundo, recebendo etiqueta oficial de mendigo.
Um dia, o adulto desiludido, amargurado, sem emprego, sem referencial, saiu à procura do amor. No escuro, mas cheio de esperanças, foi colecionando portas fechadas pelo caminho. Sem Deus, sem nome, sem avalista, sem discurso, acreditou no “slogan”  das campanhas sociais.
Um dia, o menino mal nascido, mal amado, mal educado, não soube cuidar do filho que nem chegou a ver. Não ouviu seu choro. Imaginou apenas que, após nove meses de duríssima gestação, alguém brotara de um rápido encontro, irresponsável, assustado e vazio que sempre ouviu dizer que se chamava amor.

Ivone Boechat

SOS – misericórdia para as crianças

 

A sociedade vive sobressaltada, de cabelo em pé, com o resultado do seu próprio estilo de vida. É muito barulho pra todo lado. Aí, a própria família, essa que reclama tanto do incômodo, basta alguém comemorar o aniversário e o barulho é o primeiro convidado a chegar. Nas festas de casamento então, o barulho chega de fraque e cartola. Os convidados, coitados, que imaginavam rever amigos e botar o assunto em dia, nem pensar. Ninguém consegue falar, só se gritar para saber, pelo menos, como o outro vai. Também não ouve a resposta! Aliás, na primeira chance as pessoas vão saindo, estressadas e frustradas. É para economizar o consumo? É chic? É moda? É claro que um fundo musical na festa é maravilhoso! Mas, por que tanto volume? E não adianta pedir para baixar o som, o profissional contratado, o dj, tem poder; manda na festa e você pode morrer fuzilado com uma guitarra apontada para o seu ouvido que ninguém socorre ninguém.

Por onde anda a educação?

As crianças não escapam dessa maluquice de botar o som em último volume nas comemorações, pasmem, a partir de um ano de vida! Mas reparem como os pimpolhos homenageados se comportam na festa: desesperados, choram, querem tirar a roupa, os sapatos, os penduricalhos do cabelo, e geralmente os avós ou algum voluntário bom samaritano sai com a vítima aos farrapos, para dar uma volta lá fora, onde o aniversariante acaba dormindo, aliviado, longe dessa zoeira horrorosa! É um caos! Enquanto isso, uma nuvem de sofredores de tenra idade se esforçam para ficar na festa, anestesiados pela esperança de ganhar os brindes. Ufa! Que sacrifício! A maioria chega a casa e haja mecanismos para baixar a overdose de adrenalina.

A Escola não pode de maneira nenhuma se omitir na educação sobre o uso inteligente do som.

Os profissionais têm também que baixar o volume dos equipamentos utilizados nas aulas. É um horror!  Os professores devem reduzir o volume da voz. Por que gritar tanto assim? Numa conversa normal, com pessoas educadas falando, o decibelímetro marca 30, 35 decibeis! Imagina o incomodo de quem é obrigado a participar de uma aula com 60 decibéis ou mais dos professores que só gritam? O resultado é este que se registra: de cada cinco crianças, nas três primeiras séries do ensino fundamental, somente uma é capaz de ler e entender uma frase escrita! É só porque o professor grita? Não! Claro que não, mas que a gritaria interfere, ah! Interfere, sim.

“O excesso de ruído causa na massa cinzenta um estímulo desnecessário, que a deixa acelerada, sem motivo. Ficamos em alerta, como se estivéssemos em perigo”, explica Fernando Pimentel de Souza, neurofisiologista da Universidade Federal de Minas Gerais. Isso significa produção em excesso de cortisol, o  hormônio do estresse, em picos indiferente”.

.Excesso de som altera a química cerebral: barulho excessivo das indústrias, canteiros de obras, meios de transporte, áreas de recreação, recreio da escola, festas, reuniões, etc. estratosféricos, no organismo. “É uma estratégia de defesa, que o próprio cérebro, agredido, articula”, justifica o psicólogo Esdras Vasconcellos, da Universidade de São Paulo. Faz sentido, por se tratar de uma reação que prepara o corpo para se proteger de um possível problema”.

“O ouvido é o único sentido que jamais descansa, sequer durante o sono. Com isso, os ruídos urbanos são motivos a que, durante o sono, o cérebro não descanse como as leis da natureza exigem. Desta forma, o problema dos ruídos excessivos não é apenas de gostar ou não, é, nos dias que correm, uma questão de saúde, a que o Direito não pode ficar “A Escola localizada no centro nervoso das cidades tem o ensino prejudicado. Pesquisadores da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, ao avaliar os efeitos do som do trânsito diurno em alunos do 7º ano, chegaram à conclusão que alunos que estudam em escolas localizadas em áreas de tráfego intenso tiveram pior resultado nos testes de leitura – uma defasagem de sete meses – em relação às turmas de instituições situadas em áreas mais silenciosas”.

“Primeiramente, devemos educar a alma através da música e a seguir o corpo através da ginástica”   Platão.

Então, mãos à obra: família, escola, igrejas, amigos, todo mundo; baixem o volume do som! Use-o, com inteligência!

Ivone Boechat

O que é educar?

Extrair do interior da alma

a preciosa essência

que vai se descobrindo

na raiz do amor?

O que é educar?

ensinar, disciplinar, instruir,

aprimorar para o além?

Educar é

esculpir a rocha das vontades,

fazer resplandecer

o homem purificado,

refinado,

ser capaz de ajudar

a construir alguém ?

Educar é síntese

de tudo isto

harmonizado,

dar o visto

no advir,

ser avalista,

ajudar a prosseguir

no caminho do bem.

Ivone Boechat

Minha filha

Tanta ternura

guardada, acumulada,

na alegria,                 

na dor,

24 horas e sempre

para o amor;

uma filha é assim:

certeza de amparo,

de socorro,      

de favor,           

silenciosamente

confiável,           

filha é aquele ombro amigo,

aquela ajuda discreta,

aquela reserva de amor.

Ivone Boechat

Feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor

A felicidade de qualquer nação depende, fundamentalmente, do reconhecimento da soberania de Deus e a influência que Ele passa a exercer sobre as pessoas, sobre as famílias e todas as instituições. Quando se buscam deuses falsos ou quando não se cultua a nenhum deus, quando a Palavra de Deus e as suas Leis não têm lugar de adoração e destaque na vida da sociedade, ela perece entregue aos vícios, à depressão, à infelicidade. Uma nação se constrói no alicerce da fé. Cada cidadão bem orientado, com uma base sólida de educação, vai ajoelhar-se, aos pés de Cristo, buscando a comunhão com Deus. Porque “Os céus manifestam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos” Sl 19:1. Ninguém é insensível à majestade divina, quando lhe apontam para a grandeza do Seu poder.
Feliz é a nação que “instrui ao menino no caminho em que deve andar” Pv 22:6.
Feliz é a nação, onde a juventude “Lembra-se do Seu criador nos dias da sua mocidade. Ec.12:1.
Feliz é a nação, onde os “príncipes ensinam aos anciãos a sabedoria…” Sl 105:22.
Feliz é a nação que atende aos profetas de Deus, pois suas palavras são “…como uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações” II Pe 1:19. 
Feliz é o cidadão que reclina sua fronte nas sagradas escrituras, porque “seca-se a erva e murcha a flor, mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente” Is 40:8.
Feliz é o homem que “anda pelo caminho da retidão, no meio das veredas da justiça” Pv.8:20.

A humanidade clama pela presença do Deus vivo, fiel, justo, capaz de transformar as tristezas desta civilização decadente numa geração eleita, confiante.

Cada família pode se apresentar como agência do bem, responsável por seus filhos, vigilantes da paz. 
O homem foi criado para viver feliz, serenamente, entre as flores do imenso jardim do Universo – único verso divino, ritmado na cadência de vozes angelicais e nas bênçãos que o Pai das luzes derrama sobre seus filhos.
Feliz é a nação que se esforça para caminhar debaixo da potente mão do Senhor e reconhece que, desde a antiguidade, “O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz”. Is 9:2.

 Ivone Boechat

Escola sem partido

 

Tenho uma longa trajetória, por anos e anos na educação, com experiência na arte de ensinar. Atuei nas diversas classes sociais, em todos os níveis e graus de ensino. Em toda a minha vida defendi a liberdade religiosa e política. Jamais usei o sagrado espaço da sala de aula para imprimir o carimbo desta ou daquela opção de vida! Isto é fundamental na educação.

Quando foi aprovada a Lei tornando obrigatório o ensino religioso nas escolas do meu Estado, fiquei de cabelo em pé. Quem vai ensinar religião? Quem? Não se preparou ainda o professor pra ensinar religião. Pensei: pode ser um desastre!

Não compete à Escola ensinar religião nenhuma, exceto se a Escola é confessional. O grande desafio da educação é ensinar valores. Em todas as séries, desde as primeiras experiências na Escola, na teoria e na prática. Os educadores podem e devem ensinar os valores básicos da vida e que vão servir às religiões.   Que isto seja feito sem paixões!

Muito mais importante do que qualquer projeto de Escola, é preciso preparar-se para fazer um projeto de vida! Todavia, é bom lembrar que a educação tem que ser natural e livre, espontânea, feliz! A criança tem sonhos e um dos maiores é a sua Escola. Ela é encantada com o professor! Então é simples incluir temas relacionados com a felicidade, a paz, o amor, a amizade, fé, sem fazer um pacote com a verdade pronta, com doutrinação e ideologia. Esses conceitos surgem lindos e sem preconceitos no viver infantil. São valores que formam o cidadão global, independentemente de ser cristão ou não, daquele ou daquele outro partido.

É triste o resultado da educação em que o menino sai preparado para quebrar, pichar, incendiar. Pronto para o apartheid social. O cidadão tem que ser preparado para MUDAR e MUDAR-SE.  Vendo a si mesmo como sujeito e objeto de sua própria história. As Escolas devem ensinar o amor à Pátria, a comunhão, o respeito.

A criança pode discutir todos os modelos políticos, sem o educador apontar que esta sigla resolve todos os problemas da sociedade e aquela outra explora; A missão do educador é trabalhar pela paz. Sem entrar em detalhes partidários, o educador pode indicar, sim, os valores que devem nortear e caracterizar o gestor de uma nação. É impossível um analfabeto administrar uma potência. Quais as características de um gerente? Deve-se ensinar que, quem dirige um Estado, deve, antes de tudo, estar preparado para amá-lo.

Os desencantos do educador com este ou aquele político ou partido podem ser  defendidos, endeusados lá nos diretórios, em outros espaços, nos palanques, nas ruas de forma democrática e pacífica, mas nunca em sala de aula. Que o educador, se achar que deve, vá defender suas convicções políticas e religiosas somente fora do recinto que é igualmente de todos. Ali não é um curral, é sala de aula!

Ivone Boechat