Crise. Já que o assunto é esse…

Crise

Desde os mais remotos tempos, a civilização conhece e vivencia momentos de crise.

Com a criação do mundo, também foi criado o primeiro homem, Adão, que segundo a Bíblia, levava uma vida tranquila, sem problemas, contemplando a natureza, nomeando os animais, cultivando e cuidando o Jardim.

Em harmonia com tudo que Deus fez. Porém, ele vivia só. E Vendo que estar só não era bom para ele, Deus criou a mulher, para ser sua companheira e ajudadora. E tudo era bom.

Num certo dia, Eva contemplava uma árvore, que segundo o compromisso que o casal tinha com seu criador, era a única que não deveriam comer do fruto, pois se o fizessem seriam sentenciados a morte. Mas, sendo tentada por Satanás em forma de serpente, cedeu e comeu do fruto. Adão vendo que o pacto tinha sido quebrado, com medo de ficar sem sua companheira também comeu do fruto e foram destituídos da vida que levavam.

Enfrentaram a primeira crise relatada na história humana e sofreram a punição, sendo expulsos do Jardim e passado o tempo, morreram.

Essa história encontra-se nos primeiros capítulos de Gênesis e é tão moderna quanto o Ipod, banda larga pela rede elétrica, carros biocombustíveis, aquecimento ou crise Global.

Estamos vivendo as conseqüências da desobediência do homem, que mesmo com consciência que não deve comer “determinados frutos de determinadas árvores”, continua provocando sua própria desgraça com os desmatamentos para exploração do plantio, minérios, madeira e produção de drogas; o consumismo desenfreado de produtos e subprodutos; a insatisfação coletiva pelo anseio de novas aquisições; o apoio maçante dos gigantes da mídia apelando para sensualidade, sexualidade e banalidade através
dos padrões contemporâneos de beleza e sucesso.

Embora o homo sapiens saiba das conseqüências de tais absurdos, não usa a sua sapiência para realizar uma mudança radical nos conceitos adquiridos pelas massas. É mais fácil, quando vem o castigo, culpar a serpente (crise).

Entretanto, compete a nós, como indivíduos, recusar comer dos frutos que não edificam e desfrutar dos bons frutos compartilhando-os com os outros.

Afinal, nós temos o poder de escolha: Comermos os frutos que aos olhos parecem bons e agradáveis, sendo influenciados pelos outros e pelo sistema que rege este mundo, sofrendo suas conseqüências ou comemos os frutos gerados por Deus e seus bons costumes na certeza de que no mínimo, não provocarão uma reação indigesta.

…faça a sua Escolha.

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