Prisão domiciliar do Pastor Cubano Mario Barroso é revogada. Veja o Vídeo que ele enviou à ANAJURE contando detalhes sobre o caso.

bandeira-de-cubaNo dia 30 de janeiro, fomos informados de que os agentes do governo cubano receberam ordens para sair da casa do pastor Mario Felix Lleronart Barroso, que teve sua prisão domiciliar revogada. Ele foi detido no dia 25 de janeiro, retornando para sua casa um dia depois, sob vigilância do governo. O líder religioso e sua esposa, Yoaxis Marcheco, fizeram contato com nossa redação através do twitter por meio de um sistema via SMS, após o telefone dela ser liberado e desbloqueado. Na noite de ontem, (03/02), recebemos um vídeo em que o pastor Mario comenta o caso, e outro vídeo mostrando parte do tratamento que recebeu dos agentes do governo.


Não são poucos os casos de violação à liberdade de expressão e religião em Cuba. Quem não lembra o caso do Pastor Gude Perez? Um líder do Movimento Apostólico que teve grande crescimento em Cuba, e foi preso por acusações fabricadas em maio de 2008, passando 18 meses impedido de sair da Ilha?

Em 2013, o Pr. Mario junto com sua esposa e com o Pr. Gude Perez lançaram um documento intitulado de ’30 questões para o governo cubano’, divulgado no Brasil por vários sites cristãos, como o da ANAJURE e o da Missão Portas Abertas, cuja elaboração visava demonstrar que a liberdade de religião e crença não é respeitada pelo governo de Cuba.

Em abril do ano passado, a ANAJURE também publicou em parceria com a CSW um relatório sobre restrições à liberdade religiosa em Cuba, disponível em “ANAJURE Report Cuba”, onde entre tantos outros casos, a situação de Mario Barroso já era apontada.

O Presidente da ANAJURE, Dr. Uziel Santana, agradece pelas orações e apoio da igreja no Brasil. “Cremos que por conta das constantes orações e da pressão internacional após a detenção do líder cubano, ocorrida sem nenhuma razão justificável, Mario Barroso também foi dispensado de uma intimação vinda da Segurança do Estado cubano. Estamos certos de que a oração do justo pode muito em seus efeitos.”

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Por: Assessoria de Imprensa – ANAJURE

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