Quando chega o Natal

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Quando ressoam os primeiros acordes

da festa do Natal,

uma saudade imensa

acorda os corações da humanidade,

parece que o livro da vida foi aberto

lá na introdução da história

que ficou bem longe;

vultos e personagens

desfilam na memória,

ressurgem

latentes, vivos,

num caminho

de luz;

muitos de nossos pais

já se foram,

mas deixaram

a data simbólica

do aniversário

e a doce missão

de abraçar

Jesus.

Ivone Boechat

Educadores no parque das controvérsias

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Geralmente o discurso é a negação do próprio exemplo. Não se resiste à vaidades e egoísmos.  Equilibram-se desculpas na roda gigante das controvérsias sociais e rodam-se mentiras na engrenagem da contradição.

 

Reclama-se do clima social e constroem-se cidadãos multiplicadores desta sociedade armada e triste. A estrutura celestial que nos sustenta se fragiliza nos esteios do corpo precocemente gasto e poluído. Memoriza-se o capítulo histórico da abolição da escravatura, como um chocalho para desviar a atenção de todo tipo de escravidão ao redor e no íntimo de cada um.

 

O parque de diversões da sociedade tem mais brinquedos e jogos de fazer chorar e simular a morte, porém, o preço é pago para a humanidade se divertir incessantemente com a dor e o extermínio próprio. É uma cavalgada que prossegue aos empurrões pelo esforço da sobrevivência. Andando, chorando, competindo, morrendo.

 

No mundo mágico das cavernas, o rosto das assombrações não assusta nem surpreende, a magia de sonhar nas curvas do desespero, faz os soldadinhos de chumbo desta guerra insana prosseguirem com a barriga estufada de ilusões.

 

Por onde andam os governantes obesos mentais que arrotam promessas de que tudo vai melhorar, desde que o contra-cheque dos funcionários continuem rodopiando para cobrir rombos do desperdício e da roubalheira?

 

Em que passarela desfilam correndo a família e os educadores que nem vêem o estrago da pedagogia que muito mais distorce e maltrata do que estrutura e constrói?

 

Nesse universo virtual estão confinados, abstratos e distraídos todos aqueles que outrora reclamavam das cavernas escuras dos primórdios e da aurora da vida. A humanidade brinca noite e dia com um brinquedinho que ela cria e sustenta, adoece e morre:  a informação.

 

É preciso entender que a juventude que chega, nada romântica, agredida pela violência pra todo lado, hiper informada do feio, do mau, do ruim, tem o direito de sonhar, de viver melhor, de se aconchegar. Essa juventude está sendo convencida de que fank é música, que promiscuidade é amor, que religião é lucro,.

 

Educadores, tem jeito sim, mãos à obra.

Ivone Boechat

Como educar netos na adversidade

 

Sociedade disciplinares Para Deleuze, a sociedade de disciplina é o sistema nos doutrinando em espaços onde as normas, e obrigações são passadas em lugares onde estejamos sempre confinados e vigiados dentro de uma instituição. Primeiro família, depois escola, depois emprego, cada um com sua forma de colocar disciplinas, e leis, colocando ordens, onde todos se submetem para não serem punidos, e assim se faz um sociedade civilizada. Uma família "tradicional" dos anos 50.

Quase ninguém se manifesta sobre a injustiça social que sobrecarrega os avós! E tudo é muito parecido: os filhos se casam, não perguntam a opinião dos pais na escolha do cônjuge, até porque empinam o nariz e dizem: “quem vai morar com ele sou eu”. Mas…morar onde, cada vez mais? Na casa dos pais!

 

E aí, quando começam a chegar os filhos dos filhos? Quem vai ter que ninar, levar à escola? Alguns pais por comodismo não se importam de ensinar uma religião, também são os avós que assumem o comando. Se o menino é educado foram os pais que souberam educar! Se, porventura, forem rebeldes? Culpa dos avós que deram “tudo”… Quando o casamento do filho que foi e voltou com as malas é equilibrado, harmônico e pacífico, fica menos penosa a tarefa de abrigar.  Se o motivo da volta for “somente” uma crise financeira, menos mal. Casa de pais, onde “come um comem dez”. Menos mal ainda, se quem voltou aceita as regras da casa! Mas…nem sempre aceita e começa a exigir e ocupar muito, mas muito ESPAÇO!

 

É preciso refletir sobre o peso que filhos descarregam sobre o ombro dos avós. Sei que os avós, se puderem e tiverem saúde, recursos, espaço, disponibilidade e VONTADE, ajudarão com a maior boa vontade. Caso contrário, ajudam também, com o maior sacrifício. Avós com aposentadoria minúscula e saúde precária são sacrificados com todas as armas do ABUSO.

 

O que fazer? Filhos devem ser educados para que haja uma grande expansão da consciência para torná-los capazes de distinguir entre o que é AJUDAR e o que é ABUSAR! Quem não gostaria de ajudar os filhos na hora da necessidade, na carência, na aflição, socorrendo? Portanto, está proposta uma reflexão sobre o assunto: educar filhos para administrar suas próprias crises, evitando transferir para seus pais as adversidades que lhe sobrevierem. Evidentemente aquelas que puderem ser evitadas. Há filhos que não respeitam os parâmetros da justiça e saem descarregando absolutamente TUDO nos ouvidos alheios e de pessoas idosas quem não podem dar a solução.

 

O ninho paterno estará sempre de portas abertas aos filhos. Os filhos devem se preparar cada vez melhor para administrar uma eventual situação de retorno ao antigo Lar. O respeito é o melhor caminho de volta! Vovô e vovó estão se divertindo com um programa na TV ? Ensine seu filho a ir brincar lá fora, em outro espaço, jamais chegar, meter a mão e mudar o canal. A criança educada entende. Os avós advertiram o neto? Nunca discordem em público, divergências não se discutem com plateia. Tudo pode ser resolvido, sim, com perspicácia.

 

Pense nisto!

Ivone Boechat

 

Brasil

Brasil

Ivone Boechat

Brasil, ó meu Brasil,

como você penou

a vida inteira

em mãos

impiedosas e sacrificantes!

seu povo se dispõe a trabalhar

e crer,

sempre confiante,

num milagre!

Se uma luz se acende

não falta quem se consagre

a permanecer lutando,

brigando, gritando

por você, Brasil!

O Senhor desenhou,

de próprio punho,

cada recanto, cada rio, cada flor,

dentro de um território,

jamais visto,

em riqueza e esplendor;

não existe nada igual,

ninguém tem

essa obra feita sem rascunho,

de beleza

magistral,

impossível não agradecer,

dizendo amém.

 

A mensagem das estrelas

A evolução da tecnologia e a expansão dos meios de comunicação deram ao homem o conforto do presente século e se não fora a corrupção institucionalizada, desenfreada, a sociedade estaria provida de recursos para implantar a educação, gerir a segurança e cuidar da  saúde.

As comemorações do Natal estão no ar, com sua força mágica! As luzes estão piscando para denunciar a miséria mascarada e as vitrines arrumadas para debochar da pobreza dos abandonados. O materialismo transformou o maior banquete espiritual do universo num encontro marcado por uma multidão de contrastes.

Soam os primeiros acordes, mistérios, sinfonias, frases pulverizadas, os homens se esbarram para ver tudo de perto, longe um do outro! Nunca, em toda a história da humanidade, o ser humano se abasteceu de tanta informação global. Continua carente de amor, solitária e afastada dos princípios divinos.

O Natal com sua mensagem tão simples é sempre uma surpresa embrulhada e guardada para gerações e gerações. Muitos na pressa mórbida se esqueceram de ler a mensagem das estrelas, o recado dos anjos e a lição da manjedoura.

O lar cristão tem a responsabilidade de preservar o verdadeiro significado do Natal! A cruz, outrora pena de tortura dos romanos, não é símbolo do cristianismo, o berço da estrebaria é um recado, mas o que representa tudo isto é o homem como out door do bem- comprometido com a missão de  levar adiante a mensagem do Evangelho. Estas boas novas somos nós: eu e você.

Publicado  no meu livro Por uma Escola humana, 1ª edição, Freitas Bastos, 1987-RJ

 

O Brasil que eu sonho

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Por que a intenção de abandonar o Brasil na vala do analfabetismo? Um povo que mal lê, mal vê, mal pensa, mal vive, mal forma seus profissionais, não se torna uma nação livre. A multidão inebriada pela informação que mal compreende, bebe o veneno da mentira.  E se vicia.  Aí é fácil manobrar.

Uma sociedade refém da escassez aceita o que lhe depositam no chapéu. O que recebe a esmola se encanta com a benevolência dos santos que os canonizam na eternidade de mandatos “legítimos”. Um país rico e uma nação pobre!

O Brasil que nós precisamos e estamos esperando desde o descobrimento é o Brasil que seja visto pelo mundo e por nós com respeito. Respeito ao tesouro da gente linda que habita essa natureza fantástica.

De que vale selecionar grupos e beneficiá-los em detrimento de outros? Ou discriminar raças, opções, ideias, embalando preconceitos em pacotes sociais querendo impor este ou aquele caminho como via única? O ser humano tem o ideal da liberdade no softwear original.

O Brasil que nós precisamos é aquele que pode confiar em deixar seus recursos financeiros na mão de quem só vai utilizá-los em benefício do povo. Não existe dinheiro público. TODO DINHEIRO QUE ROLA NOS COFRES é PRIVADO: NOSSO.

Queremos que a justiça se implante igual para todos, porque não temos visto assim. Sempre o rico se beneficiando dos recursos e recursos e recursos.

O Brasil que nós precisamos não exige a eleição de homens santos, sem pecado ou deslize. Todo mundo erra. Deslizar é uma coisa, mas escorregar, se atolar na sujeira e gostar é outra. Espirra lama na educação, na segurança, na assistência social e médica. Quem se acostuma na lama acha que é normal.

O texto abaixo é para a reflexão.

Primeiro levaram os negros,

mas não me importei com isso,

eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários,

mas não me importei com isso,

eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis,

mas não me importei com isso,

porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados,

mas como tenho meu emprego,

também não me importei,

agora estão me levando,

mas já é tarde.

Como eu não me importei com ninguém,

ninguém se importa comigo. Bertolt Brecht

Ivone Boechat

Qual é o perfil do presidente de uma Nação?

Resultado de imagem para povo heroico brado retumbanteQuem está apto a governar um país riquíssimo, com belezas naturais indescritíveis, com variedade de climas e culturas que o mundo inteiro admira, com um povo disposto a trabalhar 40 horas por semana, ganhando o mínimo para sustentar corruptos que despojam e são premiados a todo minuto com a mordomia da “prisão domiciliar”? É um povo  com uma paciência de ferro : de quatro em quatro anos paga a propaganda política dos caras de pau que prometem tudo…

Como governar um país que amarga os últimos lugares no rendimento da educação, e alguém ainda pergunta por quê? Como assim? Há quantos anos o professor não recebe um tostão de aumento salarial? E a qualidade da formação profissional? Políticos podem matricular os filhos nas melhores escolas do país! Vão se preocupar com quê?

Como governar um país que foi destroçado pela corrupção contínua, com detentores das chaves do cofre de empresas outrora deslumbrantes, ora se arrastando para não falir. Muitas e muitas não resistiram e aí está o resultado, desemprego desumano e um tapa na cara de toda esta geração.

Qual é o perfil de um estadista?

  • Um estadista com alto grau de conhecimento e cultura, apaixonado pelo país que vai governar, sensível e pronto a ser um humilde cumpridor de sua missão:
  • Um estadista com alto grau de credibilidade, um cidadão do bem;
  • Um estadista que jure formar cidadãos brasileiros que honrem a Pátria.
  • Um estadista que jamais permita que alguém toque de forma criminosa nos recursos suados que chegam aos cofres do país;
  • Um estadista que jamais nomeie alguém para o exercício de qualquer função sem que se comprove a sua experiência e
  • Um estadista que represente com honra a sua Pátria, cumprindo e fazendo cumprir a Lei.
  • Um estadista sentinela das potencialidades do território brasileiro.
  • Um estadista com o propósito de estancar a sangria da violência.
  • Um estadista que envie os recursos da educação, da saúde, da segurança, sob vigilância constante de sua aplicação.
  • Um estadista que o povo brasileiro tenha orgulho de citá-lo por sua lisura, sua vida ilibada, seu nome sem mácula.

Ivone Boechat

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Dia dos pais

 

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No desencontro diário, na corrida desenfreada pela sobrevivência, o que poderia substituir o calor do abraço amigo de um pai ?

Quando a humanidade se desorganiza, atônita na fumaça da poluição e na palidez de medos e violências, uma voz se firma no aconchego da prece: seu pai.

Você, papai, não está superado, quadrado, caduco ou fora de moda. Seu Autor o desenhou, detalhadamente, no figurino do Universo para o equilíbrio do Lar.

Pai, você tem sido atacado de todas as maneiras e tem sofrido os dissabores da ingratidão e do abandono. A tecnologia se especializou na guerra contra a família e, muitas vezes, você lutou, quase sozinho, porém os séculos não apagaram seu discurso de amor.

Você ajoelhou-se, diariamente, e clamou por seus filhos. No exemplo, fortaleceu-se como homem correto e jamais se deixou abater nos apertos financeiros. Sempre estendeu a mão amiga nas horas tristes e mesmo não tendo muito para oferecer, deu tudo o que possui.

No seu Dia, receba o sincero reconhecimento por tantas horas de renúncia, de perdão, de afeto. Os filhos crescem para o mundo, todavia, ao seu lado, são crianças frágeis, sem juízo, peraltas. Mesmo discordando de suas idéias, na vaidade de conceitos “atualizados” e modernos, a última palavra é a sua.

Antigamente, quando pequenos, os meninos olhavam para cima para escutá-lo, e hoje, mais altos do que você, continuam a olhar para cima, porque o exemplo ficou muito acima deles.

 Ivone Boechat

Dia dos pais

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O que se espera do pai numa sociedade massacrada por desorientações sobre a família? O que representa o pai no mundo atual? Quem é o pai?  Como preparar alguém para ser um pai de família?  A educação tem a resposta e os recursos para a formação e o aperfeiçoamento do ser humano. Sem educação, aliás, com a distorção dos fundamentos essenciais, o que se constrói é uma caricatura do projeto divino. O próprio homem não se reconhece.

 

Para ser pai é preciso estar disposto a ser companheiro com uma capacidade absurda de humildade. Sim, a educação dos filhos vai exigir compromisso em todos os desafios. Não adianta fazer de conta que a tarefa é da mãe e deixar pra lá, só tirando os atrasos da omissão nos dias de festas e passeios.

 

A imagem do pai é fundamental, mas ele tem que sair dos altares da homenagem, cair dentro da batalha do cotidiano e fazer de tudo para não perder seus filhos para o mundo das drogas. Os traficantes de idéias deturpantes trabalham o universo da criança desde a mais tenra idade.

 

O pai deve estar atento a todo tipo de comportamento e ser muito cuidadoso. Ele deve saber que a droga da informação equivocada intoxica e arrasta a conceitos errados, ideologias irreais. As pessoas são convencidas de que o errado é o certo: “rouba, mas faz”, “os meios justificam os fins”, “roubou para dar aos pobres”;  “corrupto mas competente”…

 

A informação se especializa em mentiras e violência e isto é usado para corromper valores, porque o menino nativo digital tem acesso a tudo quanto é lixo virtual. Como disse Joseph Pulitzer( 1847-1911): “Com o tempo, uma imprensa cínica mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma”.

 

Pai, compareça às reuniões da Escola do seu filho, confira os livros e tarefas, fique atento para não ter a decepção de estar educando seu filho em casa com preceitos e provérbios que você traçou para harmonizar a vida e a instituição paga com o seu próprio sacrifício esteja desarrumando tudo.

 

Ivone Boechat

Plágio

Há pessoas que se apossam da obra alheia, assinam, ilustram, postam, e se irritam, quando são deletadas, após a reclamação pelo direito autoral. Este crime horroriza. E não são adolescentes que fazem isto, porque alguém poderia dar o desconto pela imaturidade. Não. É gente cascuda, “madura”, “useira e vezeira” com as quais se perde um precioso tempo de vida para denunciar, deletar, bater boca. Ufa!

 

Alguns infratores dizem impropérios, mandam o autor amarrar uma melancia no pescoço…mesmo com a obra registrada, ainda leva-se um bom  tempo para o corrupto se mancar. Há casos de voltarem a cometer o mesmo crime passado algum tempo, usando o mesmo texto, com título diferente.

 

O que será que as famílias, escolas, igrejas estão ensinando? A modernidade abriu um espaço absurdo para a informação. Então é tudo a fazer! A educação precisa chegar junto e eu diria que tem que chegar na frente.

 

Autores que até já morreram estão com suas obras surrupiadas na mídia e deve-se colaborar denunciando. É triste demais.Para citar apenas um exemplo: a poetisa Myrtes Matias, falecida há pouco tempo, já tem vários textos postados com nomes de outros “autores”.

 

Há textos de grandes autores também plagiados!

 

Encontro na Internet e-boock contendo textos assinados por um “maluco” – só pode ser – quando se entra em contato, o cara de pau diz que na próxima edição vai corrigir o erro. Como assim? Outro faz um livro inclui texto dos outros, registra e diz que vai corrigir na próxima edição. Merecem o escárnio. Isto é imoral.

 

É uma maldade também postar o texto como anônimo. Tem que se pesquisar até encontrar o autor, porque as aspas caem rapidamente e circula anônimo.  Há casos de alguns que ao tomarem conhecimento do autor verdadeiro, preferem tirar a página do que reconhecer o autor. Vamos dar as mãos para resistir ao furto de obras. Vamos denunciar os ladrões! Vamos desmascará-los publicamente! Seja quem for.

 

Como vencer a endemia de corrupção neste assolado país, se não há um mínimo de escrúpulo ao assaltar a obra alheia? Olá, senhores pais, professores, pastores, padres e todo mundo que se dedica à educação. É preciso fazer um mutirão urgente para ensinar às pessoas que se apossar do que não é delas é crime previsto em lei.

 

Na lei existem algumas especificações sobre o crime de plágio. Crime de Violação aos Direitos Autorais no Art. 184 – Código Penal, que diz: “Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.

Ivone Boechat

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