Vascaíno evangélico faz plantão no Flamengo para orar por Adriano, ‘Deus me enviou aqui’

Um fiel evangélico e torcedor do Flamengo se comoveu com a situação de Adriano e fez plantão no Centro de Treinamento (CT) do Flamengo na manhã desta terça-feira para orar por ele.
Segurando a Bíblia na mão, Rafael Batista Gomes, 27 anos, chegou um pouco depois que o atacante e disse que vai fazer plantão no Ninho do Urubu para orar pelo Imperador.
Open in new window“Deus me enviou aqui, oro por ele sempre, mesmo sendo torcedor do Vasco. Quero ver Adriano na Copa do Mundo. Sou profeta”, disse Rafael, segundo o G1.
Rafael não pôde entrar no CT mas prometeu que assim mesmo vai cumprir a sua missão.
Adriano acumulou três faltas no clube em pouco mais de um mês. Ele foi advertido e multado pela diretoria e se ausentou de treinamentos na sexta-feira e também no fim de semana.
Adriano também tem mostrado um comportamento de levantar críticas. Recentemente, ele faltou ao seu treino depois de ser visto em uma boate na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
O jogador que vem tentando se recuperar dos seus momentos de caída em sua carreira e emocionalmente, diz que tem consciência de seus erros e de que uma “terceira pisada na bola” pode provocar sua saída do clube.

Fonte: The Christian Post / Jornal Gospel News

Torcidas gospel dão exemplo em clássico entre Botafogo e Flamengo

 Eles não falam palavrão e pregam a paz nos estádios, criando assim torcidas organizadas formadas por pessoas que são contra a violência.
Torcidas organizadas evangélicas continuam fazendo a diferença nos estádios, até mesmo em dias de clássicos como Flamengo x Botafogo, já que o Fla Gospel e o Fogospel torcem pelos seus times sem promover a violência.
Os grupos procuram atrair não só quem é evangélico e gosta de futebol como torcedores em geral que não concordam com a violência dos estádios. “É algo que não é lógico olhar para alguém e sentir um ódio de querer matar só porque está com uma camisa diferente”, disse Mickael Ferreira presidente da Fla Gospel.
Ele que é aspirante a pastor tem como objetivo passar a mensagem bíblica de amor ao próximo com seu próprio exemplo e inspira seus amigos torcedores a terem atitudes diferentes dentro do estádio.
Segundo o fundador da Fogospel, Hércules Martins, essas atitudes já estão atraindo outras pessoas. “Muitas pessoas, no estádio, manifestam o desejo de deixar de lado essa coisa da violência. São elas que a gente tenta tocar”, explica ele para o Jornal Extra.
Os torcedores conhecem o trabalho desses grupos através de panfletos distribuídos nos jogos contendo o hino dos clubes, o escudo e salmos ou citações bíblicas que falam sobre a paz. Tudo isso diagramado com as cores respectivas ao clube, atraindo assim os fãs dos times.
“Gostamos de futebol, mas valorizamos a vida acima de tudo. O ser humano está em primeiro lugar”, diz Bruno Bahiense que é líder do Fogospel de Irajá.

Fonte: Jornal Gospel News

Deus pode ajudar um atleta a conquistar a vitória? veja exemplos olímpicos

Nos Jogos Olímpicos de Londres muitos atletas testemunharam sua fé ao se consagrarem os melhores em sua modalidade esportiva. As meninas do vôlei brasileiro, que foram campeãs olímpicas pediram orações em favor da vitória antes da partida final contra os EUA e depois oraram o Pai Nosso de joelhos na quadra, junto com toda a equipe.
Outros episódios de fé se sucederam nesses jogos Olímpicos, como a da ginasta norte-americana Gabrielle Douglas, a primeira atleta negra na modalidade de ginástica olímpica a ganhar o título individual olímpico, vencendo o favoritismo de Jordyn Wieber. Pelo Twitter, ela afirmou que “Deus era o segredo de seu sucesso”, citando Mateus 6:33.
Mas seria verdade que realmente Deus ajudaria os atletas a conquistarem campeonatos esportivos? “Se isso faz parte de seu propósito, e Ele tem uma razão para que isso aconteça, acredito que Ele possa dar uma ajudinha”, brinca Alex Dias Ribeiro, que atuou como capelão dos atletas cristãos na Olimpíada de Londres no Multi-Faith Centre, o local na Vila Olímpica preparado para receber pessoas de todas as religiões.
Ribeiro atuou na capela cristã, dividindo os horários entre cultos evangélicos e missas católicas no mesmo local. Convivendo junto com os atletas, ele aconselhou e ajudou os esportistas no momento específico em que todos tiveram que lidar com muita pressão por bons resultados. “É um momento de muita cobrança, pois ali é o local onde eles tem de desempenhar melhor suas habilidades. É um evento esporádico e que representa o ponto alto de sua carreira”, explica Ribeiro.
Com a bandeira americana e a Bíblia, Claye faz história
Segundo ele, as Olimpíadas são um momento único em que só os que competem sabem o que enfrentam em termos de desafios físicos, mentais, emocionais e espirituais.
Para Ribeiro, o atleta firme em suas convicções, que tem um bom testemunho e uma vida limpa diante de Deus pode se tornar um exemplo e até um ícone. “É a chance que ele tem de se tornar um referencial de comportamento positivo em um mundo cheio de heróis e vilões”, diz Ribeiro.
Ribeiro, que atuou no automobilismo chegando a ser campeão na Fórmula 3 inglesa, e na Formula Ford no Brasil, atuando também na F-1, ficou conhecido por levar a inscrição “Cristo Salva” pelas pistas do mundo.
Segundo o ex-piloto, que foi diretor executivo dos Atletas de Cristo por 22 anos e já há quatro Jogos Olímpicos trabalha como voluntário na área de capelania, servindo ao atleta, o intenso desgaste físico e emocional sofrido por eles pode ser vencido com a ajuda de Deus.
“Para enfrentar tudo isso, só estando bem com o Criador do Universo”, conclui.

Fonte: Jornal Gospel News

Jon Jones x Vitor Belfort: dois cristãos no octógono do UFC 152

“Estou honrado de lutar com Vitor Belfort. Ele é cristão como eu”, explica Jones
Jon Jones x Vitor Belfort: dois cristãos no octógono do UFC 152 Jon Jones x Vitor Belfort: dois cristãos no octógono do UFC 152
O UFC 152 terá no seu card principal Jon Jones x Vitor Belfort no dia 22 de setembro, em Toronto, no Canadá. O lutador brasileiro fará um duelo pelo cinturão dos meio-pesados.
Na mesma noite haverá a disputa do primeiro cinturão peso-mosca da organização entre Joseph Benavidez e Demetrious Johnson.
Belfort mostrou uma postura mais agressiva nas entrevistas e provocou o adversário: “Eu vou nocauteá-lo. É bom que ele esteja preparado para mim. Estou lá para lutar, estou lá para vencer. Vai ser leão contra leão. Vou vencer a luta, vou ditar o ritmo. O plano é derrotá-lo”.
Em entrevista ao programa de TV “UFC Tonight”, o presidente do Ultimate, Dana White, voltou a elogiar o brasileiro e previu uma grande luta contra o americano Jones. Ele classificou o embate como “uma luta insana”.
Jon Jones esteve recentemente envolvido em muitas polêmicas depois do cancelamento do UFC 151, pois se recusou a ter Chael Sonnen como seu oponente. Numa entrevista ao programa ‘MMA Hour’, o atual campeão dos meio-pesados comentou que não considerava o brasileiro o mais indicado para o desafio. Ele só foi confirmado após Dan Henderson se lesionar e Lyoto Machida e Maurício Shogun recusarem a encarar o campeão.
Esse realmente não tem sido um ano fácil para o lutador americano. Em maio deste ano ele foi detido pela polícia de Binghamton, Estado de Nova York, após bater seu carro. O atleta apresentava sinais de embriaguez, e foi levado para a chefia de polícia local para esclarecimentos. Quando compareceu diante do juiz, declarou-se culpado da acusação, mas fez um acordo com a promotoria do estado americano.
A pena de Jones foi uma multa de mil dólares e liberdade condicional por um ano, suspensão de sua carteira de motorista para dirigir, e ser incluído em um programa de prevenção do abuso de drogas, restituir o prejuízo das vítimas envolvidas. Também ficou determinado que precisaria instalar um mecanismo de bloqueio da ignição em seus automóveis. O aparelho só permite que o condutor ligue seu carro após um teste numa espécie de bafômetro e ainda repete o exame em horários aleatórios.
Jones disse que se sente “honrado” em duelar com um lutador de seu calibre: “As pessoas que torcem para que eu perca o título, devem estar animadas. Acho que Vitor tem mais chance que Dan Henderson… Eu o respeito muito… Estou honrado de lutar com Vitor Belfort. Ele é cristão como eu, um homem de honra. Lutar com Chael Sonnen? Ele é um idiota”.
As críticas de Jon Jones a Sonnen são um reflexo dos comentários racistas que este fez antes de lutar com Anderson Silva em julho deste ano, quando Sonnen acabou perdendo e foi forçado a mudar de categoria. “Eu disse que achava Chael Sonnen um racista pela forma que tratou os brasileiros. Tenho zero respeito por ele”, finalizou Jones.
Jon “Bones” Jones tem 25 anos, pesa 93 kg e mede 1m95 de altura. Apesar do episódio recente de dirigir alcoolizado, ele faz o estilo tranqüilo, é casado e tem três filhos. Sempre usa versículos bíblicos e agradece a Deus pelas suas vitórias, algo que tem em comum com Belfort, também um pai de família que dá testemunho de fé constantemente. As informações são do Sport TV e R7.
Vídeo promocional:

Fonte: Jornal Gospel News

Lettersvitae entrevista a capitã do time Nacional de futebol feminino da Palestina, Honey Thaljieh

Name:  Honey Micheal Thaljieh
Idade:  27
Reside: Palestina
Ela foi a primeira mulher árabe Palestina a praticar futebol profissional, é capitã da seleção nacional de futebol, ajudou a criar a Universidade de Belém, em 2003 e foi a primeira mulher árabe palestina a trabalhar na FIFA.
O New York Times publicou seu encontro com a Hillary Clinton, já apareceu nos canais ESPM e CNN. Tem colocado meninas Muçulmanas e Cristãs juntas em um só propósito.
Esse mês tive a grande oportunidade de entrevistar essa pessoa que além de ser minha amiga é também uma humanitária e uma grande heroína.

 

LV: Honey, obrigado por essa entrevista é uma grande honra. Em junho de 2011 o Departamento de Estado e a Embaixada América em Jerusalém, escolheu você para participar de um pronunciamento da secretária de Estado Hillary Clinton em USA. O quanto isso foi importante para o crescimento do esporte em seu país?
Claro que eu estava extremamente feliz com este convite, especialmente porque foi a minha primeira vez visitando os Estados Unidos, porém foi muito importante para mim a maneira que apresentei a Palestina, sem mencionar que muitos dos americanos não sabem o que está acontecendo em meu país e como as pessoas vivem lá, e quão bons eles podem representar seu país e deixarem uma grande mensagem para o mundo através do esporte.
 Que é tudo sobre trabalho em equipe, paixão, responsabilidade, se preocupar com os outros e com o espírito de união apesar de toda a diferenças de religião, raça, cor, etnia, nacionalidade, sexo e os partidos políticos. Por outro lado a reunião com Hillary Clinton e a visita a Casa Branca adicionou à viagem um grande valor, especialmente ouvir seu discurso sobre o futebol feminino e desenvolvimento ao redor do mundo inteiro. Outra coisa especial sobre esta visita é que eu conheci a equipe feminina de futebol americano nacional e tive a oportunidade de assistir a uma sessão de treino inteiro com eles na preparação para o mundial, então, eu estou muito grata por essa grande oportunidade e espero que os americanos comecem a mudar seu ponto de vista sobre os árabes palestinos, especialmente, depois que me conheceram [risadas].

 

LV: Com a busca pelo Estado palestino, Estados Unidos e Israel se opõem à empreitada. O Quanto isso prejudica o andamento do esporte em seu país?
Definitivamente a recusa em reconhecer a Palestina como um Estado nas Nações Unidas não afeta só o esporte, mas também afeta nossas vidas diárias, a nossa independência e nossa liberdade, especialmente a liberdade de movimentos no meu país sob a ocupação israelense e o apartheid de oito metros de parede, por isso os atletas não podem viajar facilmente ao exterior para torneios ou campeonatos internacionais, nem podem viajar localmente entre cidades por causa das fronteiras e postos de controle, as equipes nacionais não podem se reunir com facilidade em um só lugar e conseguir fazer um jogo justo em um país pacífico como a Palestina com as três religiões monoteístas cheios de azevinho e muitos sítios arqueológicos.

 

LV: Como você fundou a primeira liga nacional feminino de futebol? E como o povo Palestino enxerga isso, mulheres praticando esporte.
Eu ajudei a fundar o futebol das primeiras mulheres da liga nacional desde o início, como eu era a capitã naquele momento, fui a primeira menina a começar a jogar na Palestina no final de 2003. No início, foi muito difícil para o povo na Palestina para aceitar a idéia de ter um time de futebol feminino, devido a restrições culturais e religião o homem dominou a sociedade que obriga as mulheres a fazerem coisas e outras não, mas agora as coisas estão mudando e muitas pessoas começaram a ter consciência de que o poder das mulheres pode fazer e alcançar.
 Minha sociedade quer dar o primeiro passo, o que torna a mudança com grande honra e coragem, eu era aquela que as pessoas tinham orgulho, e naquele momento, especialmente depois que eu comecei a representar localmente e internacionalmente por jogar futebol e falar sobre o poder deste jogo e como ele pode mudar as nações, porque é uma linguagem que todo mundo entende.

 

LV: Você é coordenadora de esportes para o Diyar Consortium e também ajudou a criar a Bethlehem University in 2003, qual foi sua participação e como surgiram essas duas oportunidades?
Sendo a primeira é sempre um desafio, mas isso sempre me dá uma sensação muito boa, eu fui a primeira a jogar futebol, a primeira a trabalhar no esporte nos campos de refugiados e áreas marginalizadas, a primeira no mundo árabe que estudou gerenciamento de esportes na Fifa e, finalmente, a primeira mulher árabe palestina começar a trabalhar na FIFA.
 Meu envolvimento foi para colocar a consciência deste jogo, e fazer as pessoas entenderem o que significa para elas quando deixam sua filha, irmã e amigos jogarem futebol e tentar envolver muitas mulheres, tanto quanto possível e ser um grande exemplo para elas e suas famílias, por isso eu tinha que agir como um modelo para a próxima geração poder seguir a minha escola para jogar, ter treinamento e gestão. Então, eu tinha somente que jogar, também treinei e consegui quatro meninas no começo, agora temos centenas de palestinas que praticam este esporte e 16 equipes jogando em ligas.

 

LV: Você é diretora da Palestine Association for Children’s Encouragement of Sports. Conte-nos o quanto isso tem ajudado as crianças.
Essa associação já ajudou muitas crianças, uma vez que a missão era para os meninos que de outra forma estariam nas ruas e expostos ao extremismo da violência, e para as meninas, como forma de tirá-las de suas casas.
 Os programas fornecem um escape para as crianças da Palestina, uma fuga para deixar de ficarem ociosos nas ruas, ou em suas casas, uma fuga que é divertido, saudável e estimula a excelência em uma área de longe ignorado pela nossa cultura. Criamos programas que incentivem à equipe de trabalho e salientar a importância da ética no trabalho através do compromisso ao esporte e à prática. os programas estão abertos igualmente a meninas e meninos e estou extremamente orgulhosa de ter atingido a meta de taxa de matrícula de 50% somente de meninas.
 Embora ajude as crianças muitíssimo, e deu-lhes a esperança de que eles tenham vida e a tenham em abundância, apesar de todas as circunstâncias difíceis que eles passam a cada minuto, hora, dia, mês e ano.

 

LV: Honey, essa é uma pergunta da qual preciso fazer. A população de cristãos na Palestina é de apenas 2%, os mesmos estão sofrendo abusos da população muçulmana. Essa perseguição religiosa atingiu algum conhecido seu? Como o Governo está lidando com isso?
Não existe nenhum abuso entre cristãos e muçulmanos na Palestina, vivemos como irmãos e irmãs, talvez poucos casos surgem em Gaza, mas não na Cisjordânia, o presidente Mammod Abbas sempre quis ter a certeza de que vivemos juntos em paz, sem problemas, e seu governo apóia este ponto de vista, o nosso objetivo é um só, enfrentar a ocupação e não voltado para outros, por isso, o nosso objetivo é a independência e reconhecimento e não a distinção entre um povo.

 

LV: Realmente Honey, você é munida de muitas atribuições, tem feito uma grande diferença para seu país e até para pessoas em outros países, sua contribuição é muito significativa. Qual recado você deixa para todos aqueles que estão batalhando por algum ideal ou algum sonho?
Minha mensagem para todos é por favor, acreditem em Deus e em si mesmo, nunca parem de acreditar, trabalhe duro, lute por seus sonhos, desafios criam grandes pessoas, e claro, nunca perca a esperança, mantenha-se em curso apesar das dificuldades, ninguém pode realizar seus próprios sonhos você é o único que pode fazê-lo, e tudo isso pode acontecer se você confiar em Deus e confiança em si mesmo.

 

 

Bethlehem University

Meeting with Hilary Clinton

Honey as capitan

 
 

Escolha de fé: jogador de futebol abandona os campos para seguir sua religião

Por ser adventista ele não poderia treinar e jogar aos sábados e por isso optou por outra carreira jogando apenas em times amadores
Erik Lima Santana poderia ter tido uma carreira brilhante no futebol ao lado de seus amigos Kaká e Júlio Batista, com quem jogou nas categorias de base do São Paulo. Mas a vida tinha outros caminhos para esse ex-jogador que enfrentava um dilema: por ser adventista ele não podia jogar aos sábados.
Na época em que jogava, Erik acabou deixando a religião de lado, até que em certo momento de sua vida ele precisou escolher, optando em continuar com sua fé. “Eu sempre fui adventista. Mas quando comecei no futebol, deixei a religião um pouco de lado. O problema era aos sábados. No futebol, temos de trabalhar. Mas na religião, era proibido”, conta o ex-jogador.
Em entrevista para o canal de Esporte do portal UOL ele conta que ao se distanciar do futebol pode estudar, se formou em matemática e agora está terminando o curso de engenharia civil.
“Vou me formar nesse ano em engenharia civil, mas não quero para lecionar. É uma paixão. É uma vida puxada. Dou 54 aulas por semana, mas vale muito a pena”, conta ele.
Mesmo com tantos compromissos, Erik não deixou de praticar o esporte que tanto gosta e agora está jogando no Ajax, da Vila Rica, um grupo amador que está disputando a Copa Kaiser.
“No futebol de várzea, também é complicado conciliar a religião, mas é possível. Eu tenho sempre convites para jogar aos sábados, às vezes o time tem reuniões marcadas. Mas todos já sabem e não preciso comparecer”, diz.

Fonte:  Gospel Prime / Jornal Gospel News

Atleta olímpico comemora medalha mostrando uma Bíblia

O atleta americano ganhou a medalha de ouro no salto triplo no Mundial Indoor de Istambul (Turquia) , em março. Ele era um dos favoritos a repetir o feito durante as Olimpíadas.
Mas nessa quinta-feira Claye garantiu apenas a medalha de prata no salto em distância. O americano Christian Taylor ficou a medalha de ouro após saltar 17m81. A prata foi para Will Claye após um salto de 17m62. O italiano Fabrizio Donato conseguiu a marca de 17m48 e levou a medalha de bronze.
Will Claye já havia ganho um bronze no triplo no último sábado e volta para casa sem sentir o gostinho de subir ao lugar mais alto do pódio.
Porém, quem o vê comemorando percebe que ele tem outros motivos para se alegrar.  Claye fez história nos Jogos Olímpicos deste ano por ser o primeiro atleta negro a ganhar medalhas nas duas modalidades de salto. O feito não era repetido desde a Olimpíada do Japão, em 1936.
Enquanto seu companheiro de equipe, Christian Taylor, sorria e acenava para as câmeras, Claye repetiu um gesto pouco comum nos dias de hoje. Ele foi até sua bolsa, retirou uma bandeira americana, a colocou sobre os ombros como uma capa. Sim, isso outros atletas fazem, mas ele surge diante das câmeras sorrindo e segurando uma Bíblia. Alguns órgãos de imprensa o chamam de “homem Bíblia”.
Antes dos Jogos ele deu uma entrevista ao site Sports Spectrum e mostrou que não é apenas uma simpatia, sua fé é real.
Com a bandeira americana e a Bíblia, Claye faz história
Sports Spectrum. Fale-me sobre a sua fé.
Wll Claye. Eu cresci em um lar cristão, mas só aceitei Jesus no segundo ano do Ensino Médio. Meu irmão me trouxe para mais perto de Deus e desde então eu sinto que esse é o caminho que Deus me deu, a fim de ser uma bênção para outras pessoas… Eu sinto que cada um tem um caminho a percorrer e é isso o que Ele tem para mim neste momento de minha vida.
Que diferença faz ter Jesus em sua vida?
Will.  Eu não me preocupo com nada pois sei que Deus está comigo. Faço minhas orações, e tenho minha fé, e com isso sigo em frente. Eu não precisa se preocupar com nada … nem com as críticas. Eu apenas vivo livre de preocupações e faço o que tenho de fazer.
Qual o papel da oração em sua vida?
Will.  A oração tem um grande papel. Basta abrir a boca e falar com Deus… Na minha mente, eu faço uma oração antes de cada salto… e isso é uma coisa muito importante no que eu faço.
O que a Bíblia significa para você?
Will. Significa muito. É a maneira que você pode se aproximar de Deus. É a maneira de derrotar o inimigo, pois ele está sempre tentando nos atacar.
Você tem uma passagem da Bíblia predileta, que te inspira?
Will. Eu leio o Salmo 91. E I Coríntios 15. Há um monte de passagens. Minha mãe sempre me manda uma passagem antes de eu competir, por isso estou sempre lendo diversas passagens, mas o Salmo 91 é o principal.
Fale-me sobre isso. O que o Salmo 91 diz a você?
Will. Ajuda a lembrar que Deus lhe dá forças … Pode haver coisas que estão indo mal ao meu redor, mas tudo vai ficar bem se eu mantiver a fé em Deus. Isso só mostra que Ele nos fortalece por isso é só ir em frente e fazer o que você tem que fazer.
Com informações NBC Olympics e Sports Spectrum

Fonte:  Gospel Prime / Jornal Gospel News

De próteses a recordes, Daniel Dias destroi barreiras Com seis ouros e cinco recordes em Londres, nadador grava o nome na história do esporte paralímpico brasileiro

Daniel Dias cresceu no interior de Minas Gerais com uma “mania” que enlouquecia os pais: quebrar próteses. A má formação congênita dos membros nunca foi problema para a criança que se metia no meio dos amigos em peladas pelas ruas. O tempo passou, e a bola deu lugar a piscina. A rotina de “destruidor”, entretanto, permanece intacta. No lugar das pernas mecânicas, Daniel quebra recordes. Um atrás do outro. Mundiais, paralímpicos, de medalhas… Vencer é um verbo que ele conjuga diariamente. Em Londres foi assim. Literalmente. Com seis ouros em seis provas individuais (passou em branco nos dois revezamentos), o nadador volta ao Brasil como maior atleta paralímpico da história do país. Consagração de quem riscou ainda na infância uma palavra do dicionário: limitação.
“Sempre aceitei (a deficiência) e fui feliz assim. É questão de escolha. E eu escolhi ser feliz. O resto nós buscamos com determinação e fé”.
Daniel Dias buscou e escreveu, com apenas 24 anos, uma história impressionante. Há apenas sete anos no esporte – começou após ver Clodoaldo Silva brilhar em Atenas-2004 – o paulista de Campinas já coleciona 15 medalhas em duas Paralimpíadas: 10 ouros, quatro pratas e um bronze. O currículo tem ainda 19 ouros em Parapans, outros oito em Campeonatos do Mundo, dez recordes mundiais e um prêmio Laureus, o “Oscar do Esporte”.
Conquistas suficientes para colocar o nadador entre os maiores do esporte brasileiro. A divisão entre olímpicos e paralímpicos não cabe mais. E o próprio Daniel é claro ao definir: “Eu sou um atleta. Ponto final”.
Com o Parque Aquático de Londres já completamente vazio, Daniel Dias recebeu o GLOBOESPORTE.COM para entrevista exclusiva minutos após nadar sua última prova. Um filme passou por sua cabeça, a sensação de dever cumprido era evidente, mas muita coisa ainda está por vir. Na conversa, o brasileiro confessou as noites em claro na Vila Olímpica de Londres, lembrou o momento exato onde o esporte competitivo entrou em sua vida e revelou que, apesar da vontade de descansar, comer hambúrguer e tomar refrigerante, os Jogos do Rio já ocupam sua mente. Confira todo o bate-papo abaixo:
Oito provas, seis ouros, quatro novos recordes mundiais e um paralímpico. Tudo ocorreu dentro do esperado? A sensação é de meta cumprida?
Se eu falar que não foi dentro do esperado, vou estar de brincadeira (risos). Os Jogos foram fantásticos. Marcaram a minha carreira para sempre. Saio com o objetivo cumprido. Sem dúvidas. Seis provas individuais, seis ouros. Estou muito feliz e grato a Deus.
Esse resultado o coloca em outro patamar a nível mundial? Você já se vê como um dos maiores nomes do esporte paralímpico?
Acho que o pessoal passa a respeitar mais não somente a mim, mas o Brasil. Passam a saber que também somos potência e estamos investindo no esporte, que 2016 promete. Não seremos só Daniel e André. Muita gente está chegando aí. Espero que as pessoas vejam o esporte paralímpico de outra maneira no Brasil. Esse negócio de respeito eu deixo para os adversários. Acho que eu já era reconhecido. Essas conquistas são excelentes para o país.
Você evitou comentar muito o recorde durante a competição. Agora acabou. Você já é o maior atleta paralímpico da história do Brasil. A ficha já caiu?
Antes dos Jogos, eu confesso que não tinha parado para pensar nisso. Mas com o tempo eu fui ganhando as medalhas, vocês (jornalistas) foram perguntando, aí começou a passar pela cabeça. Hoje posso dizer que as duas últimas noites eu não dormi, dormi muito pouco. Fiquei pensando em tudo que tem acontecido, que eu estava entrando para história do esporte brasileiro… Saio de Londres completamente feliz, honrado por ganhar tantas medalhas em tão pouco tempo. Posso dizer que Deus está comigo. Isso não é para qualquer atleta. Em duas Paralimpíadas, estou entrando para história. Tenho pelo menos mais duas e espero carimbar de vez o meu nome.
Qual a primeira coisa que passa na cabeça quando você bate na borda, olha o placar e vê seu nome no primeiro lugar, recorde mundial?
Primeiro, é muita gratidão a Deus por essa oportunidade de bater recordes, melhorar minhas marcas, ganhar medalha. Depois, logo busco os meus pais nas arquibancadas. No sábado, não consegui achá-los (risos). Mas sempre procuro logo e quando acho é uma satisfação incrível ver a comemoração e a alegria deles. Além disso, esse público de Londres foi incrível. Todos os dias estavam lotados. O pessoal gostou bastante de mim, foram grandes momentos.
Você diria que estes Jogos mudaram definitivamente a visão externa do esporte paralímpico? Acabou aquela história de se falar muito em superação e as Paralimpíadas estão consolidadas como competição, alto rendimento?
Sem dúvidas. Londres vai ficar marcado na história do movimento paralímpico por conta dessa mudança. É algo que sempre buscamos, fazer com que as pessoas possam, sim, ver a superação dos atletas, é até legal, mas ver também que a galera rala, treina muito. Muitos recordes mundiais foram batidos. Estamos em um momento onde se o cara não se dedicar 100% a isso, não vai chegar a lugar nenhum. O que pedimos agora é investimento. É algo que tem aumentado muito.
Então, pensamos: imagina se investissem mais, onde poderíamos chegar?
Podemos dizer que hoje quem vem para as Paralimpíadas é visto como atleta, assim como qualquer outro? Acabou aquela visão de uma pessoa com deficiência que se supera no esporte?
Sem dúvidas. Podemos definir assim: eu sou um atleta. Ponto final.
Queria que você voltasse um pouco no tempo, lá em 2004, quando você descobriu o esporte paralímpico e decidiu fazer parte disso. Há algum momento marcante dos Jogos de Atenas que acabou mudando sua vida?
Foi um dia em que eu estava assistindo ao Jornal Nacional e passou uma chamada de que o Clodoaldo tinha conseguido mais uma medalha para o Brasil nas Paralimpíadas. A partir daquele momento, eu pensei: “Poxa, eu posso praticar um esporte”. Sempre gostei muito. Em 2005, já comecei a nadar e hoje estou aqui, com seis medalhas.
Você não fazia nada? Sua relação com o esporte era somente de torcedor?
Profissionalismo nenhum. Era só da escola. Na educação física ou depois da aula, quando ficava jogando futebol. Tudo que tinha para fazer, eu fazia. Vivia jogando futebol, basquete, vôlei… Ficava no meio dos amigos. Até que conheci o esporte paralímpico e comecei a treinar natação.
É nítido para quem te acompanha no dia a dia que você é um cara muito despojado, independente. Sempre foi assim ou mudou depois do esporte?
Sempre, sempre. Sempre fui uma pessoa muito feliz, ativa. Era de quebrar muitas próteses. Chegava em casa e até apanhava às vezes (risos). Minha mãe falava: “Você quebrou a prótese de novo?”. Mas eu não aguentava. Ela dizia: “Hoje você não vai jogar porque sua prótese não aguenta”. Eu sentava, ficava vendo meus amigos e não conseguia ficar ali parado. Não tinha essa. Acabava tendo que ir para São Paulo arrumar a prótese. Era sempre assim. Eu morava em Camanducaia, Minas. Posso dizer que fui uma criança como qualquer outra, independentemente da deficiência. Meus pais sempre me trataram como qualquer outra criança. Sou grato a eles por hoje ter essa independência, por ser assim.
Nunca teve nenhum tipo de trauma ou preocupação por conta da deficiência? A cabeça sempre foi boa, tranquila?
Sempre tive em mente que se Deus me fez assim foi por algum propósito. Sempre aceitei e fui feliz assim. É questão de escolha. E eu escolhi ser feliz. O resto nós buscamos com determinação e fé.
São duas Paralimpíadas, 15 medalhas, 10 ouros… Qual é seu próximo sonho? O Alex Zanardi depois de ganhar o ouro disse que precisava de uma coisa nova, um outro desafio, porque a missão estava cumprida. E você?
No momento, meu desafio é descansar (risos). Vai ser difícil. Mas no esporte sempre temos o que melhorar. No caso da natação, é uma briga contra o relógio constante. Quero melhorar meus estilos, acrescentar ainda mais ao esporte paralímpico brasileiro. Podemos chegar mais longe ainda. E quero fazer história. Mostrar o valor do ser humano para as pessoas, seja deficiente ou não. Somos capazes de realizar nossos sonhos, sem colocar limites para realização e capacitação.
Você tem a consciência de que, assim como o Clodoaldo te inspirou, muitas crianças te vêem pela televisão e também vão começar a praticar esportes, buscar uma nova realidade?
É como foi dito em Londres: “Inspirando gerações” (a frase foi o lema da competição no Reino Unido). Sei da minha responsabilidade e espero um dia, quem sabe, estar dando uma entrevista ao lado de uma pessoa que me assistiu e estará me superando. Seria fantástico. Torço para que isso aconteça. Para que consigamos melhorar ainda mais o esporte em geral no Brasil.
Aos 24 anos, você já disse que deve ter no mínimo mais dois Jogos Paralímpicos pela frente. A maior vencedora da história tem 46 medalhas e 32 ouros. Dá para buscar essa marca?
Caramba (risos)! Aí é muita coisa. É bem difícil. Quanto mais velho vamos ficando, temos que passar a priorizar uma prova ou outra. Até o Rio dá para nadar tudo isso novamente, depois não. Mas é algo que não penso agora. De repente, no futuro posso querer superar, mas no momento só quero ajudar o crescimento do esporte paralímpico brasileiro.
Por falar em Rio, Londres ainda nem acabou, mas já bate a ansiedade para competir em casa?
Sem dúvidas. Na última prova (revezamento 4 x 100m medley) quando a Grã-Bretanha foi anunciada o Centro Aquático veio a baixo. Fiquei imaginando como vai ser no Rio. O local lotado, todo mundo torcendo. Vai ser incrível para o esporte em geral no Brasil com Copa, Paralimpíadas, Olimpíadas…. Temos que aproveitar e curtir esse momento para entrar para história do mundo.
Depois de um ciclo com tantas vitórias, o que você planeja agora para as férias? Algo em especial que você quer fazer, comer, curtir?
Vou comer muito hambúrguer, tomar refrigerante… São coisas que tem na Vila e eu fiquei longe! Vou aproveitar agora. Também vou me casar em novembro, curtir um pouco a família, o casamento e treinar só ano que vem (Daniel dá uma gargalhada e olha para o treinador Marcos Rojo).
Para encerrar, nós sabemos que você é corintiano fanático. Uma viagem para o Japão para torcer no Mundial faz parte dos planos?
Vai, Corinthians (risos)! É difícil. Esse ano tem sido único. Como torcedor, ver o título da Libertadores foi fantástico. Posso dizer que foi o ano do Timão. Eu com seis medalhas, o Corinthians campeão… Espero que possamos ganhar o Mundial para fechar 2012 com chave de ouro.

Fonte: Globo Esporte / Jornal Gospel News

Atleta de Cristo Daniel Dias conquista seu quarto ouro: “agradeço a Deus por esse dom”

O atleta paralímpico evangélico Daniel Dias se tronou o maior medalhista brasileiro da categoria garantindo seu quarto ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres ao deixar para trás seu maior rival,  o chinês Junquan He. Em 34s99 ele completou a prova dos 50m costas da classe S5.

Foi a oitava vez que Dias subiu ao degrau mais alto do pódio, fazendo história como o maior atleta paralímpico do Brasil em todos os tempos.

O atleta de Cristo deixou as comemorações para depois de sábado, depois do termino dos Jogos de Londres, visando manter a concentração para as próximas provas.

“Volto a dizer: ainda não (quero pensar nisso). No momento, vou deixar para vocês (jornalistas). Mas depois vou falar disso com clareza. Ainda tenho mais três provas e estou com o foco nisso. Está dando certo. Então, vou continuar assim. No final, vamos comemorar todos juntos. Tudo foi muito rápido. Tenho que agradecer a Deus por esse dom que me deu. Estou apenas aprimorando”, falou aos jornalistas presentes.

Segundo o Globo Esporte, o brasileiro garantiu que se tornar o maior de todos os tempos nunca foi sua prioridade. “Passa pela cabeça (o recorde), mas estou aqui com o objetivo de ajudar o Brasil. Nunca vim pensando em medalhas, mas em melhorar minhas marcas. Graças a Deus, isso tem dado certo. Procuro pensar no conjunto.”

Ele diz que sua inspiração foi Clodoaldo Silva, e que hoje ele mesmo é inspiração para as novas gerações. “Esse é o ciclo da vida. É uma grande honra. O Brasil está carente disso. Fico orgulhoso de crianças sem nenhum tipo de deficiência chegarem para falar: ‘Você é um exemplo para mim’. Nunca imaginei isso na vida”, disse emocionado o atleta.

Daniel, em sua segunda edição das Paralimpíadas, ainda está distante norte-americana Trischa Zorn. Zorn alcançou 46 pódios (32 ouros) e se tornou a maior medalhista da história.

Além de deter dez recordes mundiais, Daniel conquistou 13 medalhas em Paralimpíadas e 19 títulos em Jogos Pan-Americanos e oito em Mundiais. Conquistou também o Prêmio Laureus, o “Oscar do Esporte”, em lista que conta ainda com Pelé, Ronaldo Fenômeno e Bob Burnquist.

Confira abaixo a coleção de medalhas paralímpicas de Daniel Dias:

Pequim 2008
Ouro – 200m medley SM5
Ouro – 50m costas S5
Ouro – 100m livre S5
Ouro – 200m livre S5
Prata – 50m borboleta S5
Prata – 100m peito SB5
Prata – 50m livre S5
Prata – 4 x 50m medley 20 pontos
Bronze – 4 x 50m livre 20 pontos

Londres 2012
Ouro – 100m peito SB4
Ouro – 50m livre S5
Ouro – 50m costas S5
Ouro – 200m livre

Fonte Gospel +

Luciano Costa Jornal Gospel News

Vencedores da Etapa Nacional do Concurso “A Chance”, promovida pela Nike e Globo, são Evangélicos

Na final do concurso “A Chance” promovido pela Nike dois jogadores brasileiros conseguiram entrar para a final desse programa em busca de novos talentos do futebol mundial.
A reportagem do programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, mostrou o dia decisivo. Foram 48 horas de treinos e jogos para que 40 jovens pudessem mostrar sua qualidade física e talento para o futebol.Wallace Camillo e Jamerson Neves são evangélicos e participaram das etapas e com muita fé e perseverança foram os escolhidos para irem à Barcelona onde 100 escolhidos, de 50 países, vão participar de treinos e jogos ao lado de grandes atletas do esporte.
Evangélicos, eles escolheram músicas de Thalles Roberto e Aline Barros para coroar a premiação
A emoção foi grande na hora divulgação dos resultados, já que os 40 meninos brigavam por apenas duas vagas. Para deixar o clima ainda mais emotivo cada participante escolheu uma música para ser tocada caso ele fosse escolhido.
O primeiro a ser chamado foi Wallace, que até então trabalhava como estoquista de uma empresa, a música escolhida por ele foi “Mesmo sem entender” do cantor Thalles Roberto. Em lágrimas o jogador agradeceu a Deus e cantou trechos da música.
Jamerson também escolheu uma canção evangélica, “Sonda-me”, da cantora Aline Barros. De igual modo emocionado o jovem ligou para sua mãe para contar a novidade e assim sonhar com dias melhores, já que sua família passou e ainda passa por grandes problemas.
Confira abaixo esta emocionante reportagem e como Deus foi glorificado através da vida desses dois novos talentos do futebol mundial:

Fonte: Atletas de Cristo / Jornal Gospel News