PEQUEI… de novo!

pequei de novoVivemos num mundo complicado, rodeados por nuvens de tentações de todos os tipos, onde precisamos estar em guarda permanente das entradas de nossa alma. Mas precisamos reconhecer que, mesmo sendo cristãos, às vezes caímos, ficamos desanimados, decepcionados e até deprimidos pelos erros que cometemos. O pecado nos separa de Deus, e o inimigo se aproveita de nossas fraquezas e quedas para nos manter no solo. Mas não precisamos ficar no chão!  Jesus Cristo sempre toma a iniciativa e estende Sua mão em nossa direção,  nos oferecendo o Seu gracioso perdão. As duas naturezas que recebemos ao nascer continuará em luta ferrenha pela supremacia, vencendo aquela que for mais alimentada; e assim será até a volta do Senhor, quando Sua igreja passará da categoria de militante para a de triunfante, e nós receberemos uma eterna natureza glorificada. Portanto, não devemos focalizar a atenção em nossos erros e fracassos. Em vez disso, devemos olhar para a cruz de Cristo e nunca desanimar da fé,  porque foi Ele mesmo Quem prometeu: “…e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.” João 6:37. Podemos perder algumas batalhas, mas temos a certeza de que a guerra já foi ganha na cruz do calvário! Em nome de Jesus podemos ser mais do que vencedores e nunca desistir,  porque “aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo.” Mateus 24:13.  Amigo, jamais permita que suas fraquezas te afastem dos caminhos de Deus.
Fazendo um balanço no final do dia, comecei a enumerar todas as minhas ações. Fiz coisas boas como orar, escrever, ler a Bíblia, dei uma esmola na cidade, ajudei meu vizinho da frente, fiz caminhada, mas a lista logo chegou ao fim. Então vieram as coisas más, como xingar escondido, pensamentos ruins, *#$%!@, falar mal de alguém, kyrbgyrpxm, comi demais, 6HÜ&*Ln, senti inveja, utmw#&)@, raiva no trânsito, ft&$m¨8b,… – desisti de contar. Sentado ali no sofá da sala, vi minha sombra projetada na parede e confesso que fiquei com vergonha da sombra. Fiquei bem chateado comigo mesmo; pensei em orar mas não tive coragem – que vergonha! Eu estava sozinho em casa. Levantei-me dali pedindo desculpas em voz alta e fui para a cama. Me virava de um lado para outro, por horas, incomodado com aquela lista indesejável – simplesmente não conseguia dormir com aquele constante peso pela culpa que me torturava a mente. De repente, ouvi uma voz suave, como se fosse meu anjo falando comigo – e um diálogo se seguiu:
ANJO: eu vi tudo o que você fez, mas durma tranquilo… sua oração foi atendida;
RUBENS: mas eu nem orei!;
ANJO: quando você fazia a lista das coisas boas, eu fiquei preocupado porque percebi certo orgulho da sua parte, mas quando
você começou a enumerar seus erros, pude ver no seu semblante e no coração, o seu pesar, a sua tristeza… vi que você
estava realmente arrependido;
RUBENS: mas eu estava com tanta vergonha de Deus que não tive coragem nem de orar;
ANJO: eu lia o seu coração naquele momento. Sentei do seu lado e te abracei ao ver a sua intensa luta – por isso estou
aqui, vim te acalmar…;
RUBENS: eu não deveria ter feito aquilo… vou pedir perdão agora mesmo!;
ANJO: Meu filho, quando você se levantou do sofá, eu ouvi aquele seu brado e te perdoei naquele momento! Durma tranquilo…
já apaguei a sua lista, sou Jesus Cristo.
RUBENS: Obrigado Senhzzzzz…

Por: Rubens Silva

VITÓRIA DA FRAQUEZA

vitoriaVivemos numa sociedade perversa, mas que rotula maus cidadãos. Esse fenômeno está dentro de uma normalidade previsível, porque mesmo uma sociedade inimiga de Deus necessita de um código moral e de conduta para manter o bom andamento das comunidades. Na igreja  não é diferente. São necessárias normas e regras para manter o bem estar dos fiéis, que devem ser baseadas na única regra de fé, a palavra de Deus. Bom seria se a sociedade secular adotasse o código moral do decálogo; assim teríamos menos hospitais, prisões e empregos para os aplicadores da lei. O problema surge quando a igreja começa a absorver a proposta secular de justiça. É lamentável que em alguns casos, no exercício da aplicação disciplinar, a balança da justiça pende para o lado legalista onde a compaixão, a misericórdia e a restauração são deixadas de lado, em nome do “zelo”. Há casos em que o crente pecador é rotulado e tirado de circulação e o inimigo sai vitorioso. Dessa forma, muitos abandonam a fé, sentindo a maldição de um Deus que supostamente seria ilimitado em perdoar, sendo-o de fato. Deixam de ir à igreja porque mantém algum vício, algum pecado ou mesmo não possuem roupas adequadas – tudo por vergonha, medo da rejeição, críticas ou mesmo receio de serem marginalizadas. É claro que é preciso admoestar e aplicar a disciplina, afinal, vivemos numa coletividade; mas até para isso, Jesus já deixou toda a orientação por escrito para evitar qualquer confusão ou caprichos pessoais, sendo a regra para tal, o amor e a restauração. Jesus Cristo disse: “Os sãos não necessitam de médico, e sim os doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento.” Marcos 2:17  Se a igreja é um hospital, por que os bem “doentes” devem ficar fora dela, principalmente aqueles que estão em “estado terminal”? O evangelho de Cristo não se contradiz e tem o objetivo de receber e salvar o pecador. “O que vem a Mim, de maneira nenhuma o lançarei fora.” João 6:37  é o próprio Jesus Cristo afirmando. Todos erram, mas alguns erram mais não é? E para esses que erram muito, dou o meu recado de hoje.
Deus tinha um grande projeto para José, mas ele era um ser arrogante. Como resultado, sofreu humilhação e a dura vingança dos irmãos. Finalmente aprendeu a lição e ficou apto para assumir o governo egípcio e trazer a família de Israel para o Egito.
Deus tinha um grande projeto para Moisés, mas ele era um ser violento, chegando mesmo a cometer um assassinato. Sofreu um castigo de 40 anos no deserto, até que ficou manso e apto para assumir a solene missão de tirar o povo de Israel do Egito.
Paulo  executava pessoas friamente, mas caiu do cavalo e foi humilhado até aprender a lição da misericórdia e humildade. Finalmente foi escolhido como o grande apóstolo aos gentios.
Pedro era violento e genioso. Traiu o Mestre e chorou amargamente. Mas com apenas um penetrante olhar de Jesus, teve sua vida transformada. Finalmente estava apto para ser o apóstolo aos Judeus e líder da igreja primitiva.
O rei Davi era mulherengo e sanguinário; sofreu muito, mas arrependeu-se até o pó. Foi o grande rei de Israel e considerado o homem segundo o coração de Deus.
Amigo, se você tem muitos defeitos ou aquele defeito enorme e por ele sofre alguma consequência, não desanime. Aceite humildemente a repreensão de Deus; pode ser que através dela é que Deus esteja preparando-o para um grande projeto que somente você poderá realizar. Quando somos humildes diante de Deus e buscamos o Seu perdão, não há defeito que nos desqualifique para cumprirmos Seus projetos.

Por: Rubens Silva

NO FUNDO DO POÇO

depressionAlguém me disse: às vezes me sinto no fundo do poço – e a conversa tomou esse rumo… Mas o que será realmente esse fundo do poço? É justo que alguém saudável, com comida e um teto para morar sinta-se no fundo do poço? Então, o que é poço? o que significa estar no fundo dele? A postura diante de um mesmo problema pode variar dependendo da estrutura emocional ou o temperamento do sujeito que o carrega; o que é poço para um pode ser poça para outro. Na verdade, estar no fundo do poço é quando se perde o chão e permanece num profundo sentimento de fragilidade, tendo a estrutura emocional abalada por erros repetidos ou pelas vicissitudes da vida que pegam de surpresa; por ex. perda patrimonial, vícios, doença, divórcio, prisão, etc… É quando se perde o respeito e  também a dignidade; quando os amigos fogem, familiares desprezam e sente-se até o abandono de Deus. Essas perdas progressivas comprometem a autoestima e põe o indivíduo diante de um muro intransponível de descrença e ausência de solução. Como sair dessa situação é algo que envolve muita paciência e perspicácia. O  melhor a fazer com alguém que está no fundo do poço é o silêncio amigo e compreensivo ou uma ponderação razoável de quem passou por problema similar. Fuja dos argumentos simplórios e da impulsiva inconveniência. Mesmo ao falar sobre Deus é preciso usar de prudência e aguardar em silêncio pelo momento oportuno de receptividade. É preciso entender que existe uma força superior que sustenta o ser, mesmo nos momentos que este se encontra no fundo do poço. É sóbrio compreender que Deus não é apenas tema de religião entre adoradores saudáveis. Ele é uma realidade sustentável e concreta. Deus não é o responsável pelas misérias da vida, mas respeita as escolhas individuais.  Ainda assim, Deus jamais nos deixa a mercê das circunstâncias, nos abandonando na hora que mais precisamos Dele, mesmo culpados. É preciso admitir nossas fragilidades e não abandonar a Deus só porque nos encontramos vulneráveis. Minhas fraquezas não significam necessariamente que eu não ame a Deus, assim como um conflito no casamento também não significa necessariamente a ausência de amor. Essa atitude humilde e sincera diante de Deus me manterá mais próximo dEle. Não se incomode com aqueles que, sem conhecer suas lutas, se dão ao trabalho de julgar, acusar e condenar com o único objetivo de destruir em nome de um zelo equivocado; alguns o fazem apenas por cruel entretenimento. Assim é a vida. Desanimar e não aceitar os problemas da vida significa negar a própria humanidade. O Mestre do perdão disse: “No mundo tereis aflições, tende bom ânimo…”(João 16:33). 

Amigo, você está no fundo do poço não é? Pois foi do fundo do poço que José do Egito renasceu para o brilho e mudou a história de Israel. Foi do fundo de uma cova cheia de leões famintos que Daniel viu o seu anjo, e dali saiu para ser o grande porta-voz  de Deus. Interessante que Deus não impediu que esses homens passassem por essas horríveis experiências, mas foi exatamente lá do fundo que Ele manifestou-Se a eles. Saiba que mesmo se você for o culpado pela sua situação atual, algo maravilhoso poderá acontecer para tirá-lo de onde você se encontra neste exato momento, porque “Ele veio salvar o que se havia perdido”(Mat. 18:11). Ele mesmo disse: “Aquele que vem a Mim, de maneira nenhuma o lançarei fora.”(João 6:37) Pense nisso…

Por: Rubens Silva

O MISTÉRIO DO MILAGRE

cegoO assunto a seguir é um tanto delicado, portanto leia com muita atenção para se obter a correta interpretação. Existe uma tênue linha de diferença entre cura e milagre; lembrando que ambos os casos são ações exclusivas da Providência divina, exceto casos de charlatanismo e curandeirismo. Geralmente se fazem correntes de oração para curar alguém que está em estado terminal de câncer ou outra doença, por alguma proteção, livramento e outros milhares de casos impossíveis. Mas você já viu alguma corrente de oração para restaurar um amputado, cego de nascença, mudo ou tetraplégico, ou mesmo pela ressurreição de um corpo que está sendo velado? Seja honesto, isso simplesmente não acontece! Deus pode curar o corpo de qualquer enfermidade convencional, pode curar a alma através da conversão, libertação ou restaurar um casamento falido; Sua Providência pode livrar da morte em acidentes que seriam fatais, como conhecemos tantos casos. Sim, Ele cura e Sua Providência é ativa, mas não faz o milagre de restaurar um amputado ou deficiente físico ou mental. Você já viu alguém que foi curado 100% da síndrome de Down ou um paraplégico que voltou a andar? É porque não temos fé? Não. É porque o poder de Deus é limitado? Também não; Ele faz se desejar, tanto que quando Jesus esteve entre nós, Ele realizou milhares de milagres, e continua sendo o mesmo hoje e eternamente. Então, por que Ele não realiza mais tais milagres em nossos dias? Não sei. É um mistério que não nos compete, mas tenho algumas considerações interessantes a fazer. Penso que para evitar a idolatria a um humano, Deus não delegou esse poder a um homem. Agora, pense um pouco, isso é importante: Atualmente Deus cura o que causa a dor e a morte, porque o Seu objetivo é preservar a vida, visto que cada novo dia é uma oportunidade de salvação. Mesmo o coma profundo, pode ser a última oportunidade do Espírito Santo em apelar a um coração moribundo. Agora, preste muita atenção: perceba que Deus mudou a estratégia do milagre. Isso aconteceu porque o inimigo usurpou desse meio para desviar os homens do assunto da salvação. Veja que existem centenas de religiões em nossos dias que exploram os milagres(falsos) e a prosperidade(falsa), desviando a atenção do principal objetivo do evangelho que é o reino de Deus e a salvação da alma – simplesmente não pregam a salvação! Veja que no Seu próprio tempo, Jesus Cristo chegou a irritar-se com a imensa multidão de interesseiros que O seguia, mesmo os discípulos, até então, eram meros interesseiros(veja o contexto de João 6:68). O povo ia em busca dos Seus milagres e ao conseguirem o que queriam, sumiam, à semelhança dos nove leprosos curados. Hoje Deus mudou de estratégia. Mas veja que interessante: todos os que foram diretamente beneficiados pelos milagres de Jesus, morreram, inclusive o ressuscitado Lázaro. Mas no final de todas as coisas,  Deus promete uma restauração total, não somente temporária, mas para a eternidade. O texto a seguir é de extrema importância: “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas TRANSFORMADOS seremos TODOS,  num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão INCORRUPTÍVEIS(perfeitos), e nós seremos TRANSFORMADOS…” I Cor. 15:51-55. E o texto segue falando sobre essa transformação, onde todos os que obedeceram a luz de Deus que tinham e morreram com alguma deformação, defeito físico ou mental já irão ressuscitar PERFEITOS para receberem a eternidade. Aqueles que nessa ocasião estiverem vivos, com alguma deformação física ou mental, serão transformados, “num abrir e fechar de olhos” em perfeição total para entrarem na eternidade. Gente, que consolo!!! Aí está o sonho de Deus. Ele Se importa com sua felicidade na terra, mas está muito mais interessado na sua salvação, com a sua felicidade eterna, ainda que passe pelo sofrimento temporário que o maligno impõe. O apóstolo Paulo tinha um “espinho na carne”, algo que o incomodava; então ele orou três vezes pedindo pela remoção. Deus atendeu, negando o seu pedido ao dizer: “a Minha graça te basta porque o Meu poder se aperfeiçoa na sua fraqueza.” Posteriormente o apóstolo percebeu que a salvação dele dependia daquele “espinho”; aceitou humildemente e morreu na esperança do milagre da ressurreição. Não que Deus fez parceria com o maligno, mas que o tiro saiu pela culatra do inimigo ao tentar destruir o servo de Deus.

Amigo, se você tem um filho ou amigo que é especial, seja mental ou físico, tenha a certeza de que os dias com essa limitação estão chegando ao fim. Breve todos seremos transformados para vivermos em perfeita e eterna felicidade ao lado do nosso Criador. Amém!

“E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá mais luto, nem pranto nem dor, porque as primeiras coisas passaram.” Apoc. 21:4

Por: Rubens Silva

Problemas de saúde mental é mais comum entre pessoas espirituais mas que não são religiosas

esquizofrenia2Estudo britânico diz que as pessoas que têm um entendimento espiritual da vida, na ausência de uma estrutura religiosa, ficam vulneráveis à doença mental.
De acordo com um estudo publicado no British Journal of Psychiatry, as pessoas que se identificam como “espirituais mas não religiosas” são mais propensos a sofrer de transtornos mentais ou aqueles que empregam um tipo religioso ou aqueles que não são nem religiosos, nem espirituais.
O estudo britânico examinou 7.403 indivíduos, 19% disseram que eles eram “espirituais mas não eram religiosos”. Outros 35% disseram que são religiosos, mas 46% disseram que não eram nem religiosos, nem espirituais.
Segundo a CNN, o novo estudo apoia a pesquisa americana sobre o tema feito anteriormente, incluindo estudos no passado feitos por Tanya Luhrmann, uma psicológica antropóloga da Universidade Stanford que descobriu que “a religião organizada oferece três saídas que são bons benefícios para bem-estar: o apoio social, um apego ao amoroso Deus, e a prática organizada de oração “.
“Quando você se torna espiritual, mas não religioso, você está perdendo os dois primeiros pontos e mais ainda a área espiritual, mas as pessoas não religiosas não estão participando do terceiro'”, disse Luhrmann à CNN. “”Não é apenas uma crença genérica em Deus que trabalha, são as práticas específicas de trabalho'”.
Em 2003, a Christianity Today informou que 33% dos americanos disseram que estavam espirituais, mas não religiosos. Mas esse percentual pode estar diminuindo: a Christianity Today informou, em novembro de 2012, que apenas 18% das pessoas descreveram-se dessa forma (incluindo 12% dos evangélicos). A revista também relatou extensivamente sobre questões de saúde mental, incluindo o suicídio, esquizofrenia e depressão.

Fonte: Cristianismo Hoje / Jornal Gospel News

Pesquisa mostra que pastores não estão preparados para morrer

Igrejas e pastores sofrem consequências da perseguição na ÁsiaUma pesquisa realizada recentemente pela LifeWay Research indica que 37% dos pastores não possuem nenhum tipo de planejamento para suas famílias após a sua morte.
Isso significa que não deixariam nenhum testamento, seguro de vida, plano de prevenção, ou assemelhado. “Os pastores sabem que não podem controlar o que acontece com seus familiares quando eles morrem, mas falta planejamento”, acredita Warren Peek, presidente da Fundação que encomendou a pesquisa. “Um planejamento básico economiza muita dor de cabeça e garante tranquilidade para a família.”
A pesquisa foi realizada com pastores ligados à convenção batista, mas a Lifeway acredita que não é muito diferente entre as demais denominações. Scott McConnell, diretor da LifeWay Research, disse que um número significativo dos pastores simplesmente não estão preparados para morrer.
Os pastores mais jovens (até 44 anos) são os menos propensos a deixar a família preparada. Quase dois terços dos pastores pesquisados ​​concordam que seria melhor o pai deixar um testamento.
McConnell disse que deve ser uma questão preocupante o fato de muitos pastores não conversarem com sua família sobre o que pode acontecer quando eles morrerem. O objetivo da Fundação Batista do Sul, criada em 1947, é ajudar instituições e indivíduos a se planejarem para todo o tipo de situação adversa. Os resultados desta pesquisa serão usados para uma campanha visando ajudar pastores e suas famílias a planejarem melhor o futuro.

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

Série ‘Os Simpsons’ é multada por zombar de Deus

simpsons_bibliaO canal televisivo turco CNBC-E recebeu uma multa de 22.600 euros do Alto Conselho do Audiovisual (RTUK) turco por exibir um episódio da série animada ‘Os Simpsons’ em que Deus é mostrado sob o comando do Diabo.
Série’Os Simpsons’ é multada por zombar de DeusNuma das cenas da série, Deus aparece servindo uma xícara de café ao diabo. De acordo com o Daily News, o RTUK justificou sua decisão alegando que o episódio “ultraja Deus”.
Ainda no episódio, a figura de Deus incita alguns jovens à violência, mostrando os assassínios como ordens divinas, além de encorajar os jovens a consumir álcool por ocasião do Ano Novo.
“A Bíblia é publicamente queimada e Deus e o diabo são mostrados sob a forma de humanos”.
O RTURK já tomou decisões parecidas – numa outra ocasião, um outro canal de televisão que mostrou o capitão Haddock, um dos principais personagens do desenho Tintin, fumando um cachimbo também foram multados pelo órgão.
‘Os Simpsons’ é uma sitcom animada norte-americana criada por Matt Groening para a Fox Broadcasting Company. A série é uma paródia satírica do estilo de vida da classe média dos Estados Unidos.

Fonte: Christianpost / Jornal Gospel News

A fé em Cristo é o melhor remédio para depressão?

Já virou lugar-comum dizer que a depressão é o mal do século. Aliás, ela já o foi no século passado, e adentrou no terceiro milênio com força total, alavancada por uma série de fatores típicos da modernidade, como o estresse da vida moderna, a falência dos relacionamentos interpessoais e, mais recentemente, o agravamento da crise econômica global. A Organização Mundial da Saúde considera a depressão como a segunda maior causa de deficiência no mundo, depois apenas das doenças cardiovasculares, e a expectativa é que se torne a número um nos próximos dez anos. Nos Estados Unidos, de cinco a 10% dos adultos experimentam os sintomas da depressão. Mais de 25% das pessoas enfrentarão a depressão em algum momento de suas vidas, e quinze por cento dos adultos americanos fazem uso constante de medicamentos antidepressivos.
Como explicar esses números? Em parte, eles são resultado de uma dupla mudança nas atitudes culturais sobre depressão. Grupos como a Aliança Nacional em Doenças Mentais e companhias farmacêuticas têm agressivamente promovido a idéia de que ela não é uma falha característica, mas um problema biológico – doença, mesmo – e precisa de uma solução biológica, ou seja, terapia medicamentosa. E, de tão disseminada, já não é algo a ser escondido. Consequentemente, a depressão saiu do armário. Alguns críticos argumentam que, junto com a epidemia de depressão, vem um baixo diagnóstico limiar. Os professores Allan Horwitz e Jerome Wakefield, autores de A perda da tristeza, alertam que os psiquiatras deixaram de fornecer espaço para as agruras emocionais de seus clientes ou aqueles altos e baixos usuais da vida, rotulando até flutuações de humor como sintoma depressivo.
Críticos como Horwitz e Wakefield  estão certos em parte. É verdade que profissionais e instituições de saúde mental tenham baixado o limiar para o reconhecimento da enfermidade, o que faz com que outros sintomas, muitos deles passageiros e circunstanciais, sejam diagnosticados como depressão. Por outro lado, ainda que se trace o quadro da depressão nos Estados Unidos ao longo dos últimos 20 anos usando um critério fixo, será notado um crescimento significativo na ocorrência de novos casos. Então, apesar de os números poderem estar inflados, esse solavanco inquestionavelmente serve para as margens de lucro das empresas farmacêuticas, que têm um substancial e documentado crescimento para tentar explicar.
Sofrimento emocional – Depressão é geralmente diagnosticada quando o paciente exibe um ou ambos dos dois sintomas principais – humor depressivo e falta de interesse nas atividades do dia a dia, junto com quatro ou mais sintomas como sentimentos de inutilidade ou culpa inapropriada, diminuição da habilidade de se concentrar ou tomar decisões, fadiga além do normal ou do razoável em face da própria rotina e agitação psicomotora (caracterizada quando a pessoa não consegue se aquietar), insônia ou excesso de sono. Pode haver também queda ou aumento significativo de peso ou apetite, além de, nos casos mais extremos, pensamentos recorrentes de morte ou suicídio.
A definição clínica é estéril, entretanto, é falha em capturar a principal característica da pessoa que sofre severamente de depressão: o sofrimento emocional. Não se trata simplesmente de um estado da mente ou um modo negativo de ver a vida, mas de algo que afeta o corpo físico também. Sinais de um episódio significativo de depressão incluem avaliações negativas e sem razão de amigos, da família e de si mesmos, dor emocional e problemas físicos. A nossa sociedade colheu benefícios consideráveis da fusão como ampla rede e assumindo que tudo que é adquirido é uma doença.
Agora, doentes e seus familiares estão mais sintonizados com a carga emocional do sofrimento da depressão, e contam com medicações que combatem esses fatores. É um ganho significativo. Por outro lado, a definição ampla como uma doença também traz consequências desfavoráveis. Esse modelo reconhece certamente o aspecto biológico da natureza humana e a possibilidade de que seja inteiramente desordenado; porém, falha em considerar outras dimensões no jogo. Por exemplo, o modelo da doença ignora ambientes sociais como possíveis contribuintes para o desencadeamento do processo depressivo, visualizando as pessoas deprimidas como indivíduos isolados com uma forte fronteira entre o limite de seu corpo e tudo do lado de fora. Pessoas depressivas são reduzidas a corpos quebrados e cérebros que precisam de conserto.  Ainda que o aspecto biológico da depressão seja mais complexo que um simples desequilíbrio químico, a enfermidade é associada, não obstante, como regulação insignificante dos mensageiros químicos do cérebro, como a serotonina.
Hospital de Deus – A igreja é o hospital de Deus. Sempre foi cheia de pessoas “no conserto”, já que o próprio Cristo enfatizou que não veio para os que se consideram sãos, mas para os doentes. Não deve ser surpresa, então, que os depressivos estejam não somente nos hospitais e clínicas, mas nas igrejas também. Contudo, a depressão permanece tanto familiar quanto misteriosa para pastores e líderes, para não mencionar aqueles que dividem o banco de igreja com pessoas depressivas – quando não são os próprios a experimentá-la. É claro que todo mundo já experimentou um dia “para baixo”, frequentemente por nenhuma razão clara. Mas a profundidade de uma depressão severa permanece um mistério – e já atormentava gente como Davi, que no Salmo 31 traça acerca de si mesmo uma descrição típica de um deprimido: “Seja misericordioso comigo, ó Senhor, pois estou em aflição; meus olhos se consomem de tristeza, e minha alma e meu corpo, de desgosto. Minha vida é consumida pela angústia e meus anos pelos gemidos. Minha força falha por causa da minha aflição, e meus ossos estão fracos.”
Depressão severa é frequentemente um mal além de qualquer descrição. E quando tais profundos e dolorosos sentimentos não podem ser explanados, eles cortam o coração de um ser espiritual. Se as igrejas querem efetivamente ministrar a pessoas nesta condição, elas devem contar com toda a complexidade do ser humano. Estudos de grupos religiosos – de judeus ortodoxos a cristãos evangélicos – revelam evidências de que a fé não os imuniza contra seus sintomas, embora muitos pensem o contrário. Em uma típica congregação de 200 adultos, 50 vão experimentar depressão em algum momento de suas vidas, e no mínimo trinta fazem uso de algum antidepressivo.
O problema é que, além das causas tipicamente biológicas, pensamentos distorcidos contribuem para o desencadeamento da depressão. Aqueles que são depressivos não se avaliam rigorosamente – ou seja, tendem a pensar simplesmente que não são tão bons quanto os outros –, e constantemente depreciam o próprio valor. Aaron Beck, o pai da mais popular psicoterapia de hoje, a Terapia Cognitiva Comportamental (TCC), propõe que a depressão deriva em grande parte dessas distorções cognitivas. Quando usados sensatamente, antidepressivos e terapia comportamental cognitiva podem restaurar a estabilidade nos indivíduos de negociar melhor os desafios do dia-a-dia.
Para aqueles que estão no auge da depressão paralisante, os efeitos dos remédios e da TCC podem levar à gratidão pela graça comum. Eles deveriam agradecer. Essas aproximações nem providenciam muita ajuda em entender o mais fundamental e intratável problema do qual a epidemia da depressão é um sintoma. Essa aproximação provê alívio necessário, mas não respostas ou prevenção. Os modelos médicos fizeram sucesso rápido porque eles podem somente ir tão longe quanto sua compreensão do tema do problema irá levá-los. E tratam do mesmo assunto: o ser humano.
As instituições culturais e autoridades podem até algumas vezes tratar o ser humano como se fossem apenas cérebros em corpos, mas isso não faz com que pessoas de fato limitem-se a esta equação. Para aqueles com olhos para ver, a epidemia da depressão é uma testemunha da complexa natureza humana. Em particular, ela nos lembra que somos criaturas sociais e espirituais, assim como físicas, e que as aflições da sociedade caída estão frequentemente gravadas nos corpos dos seus membros. Na verdade, algumas vezes um episódio que parece com quadro depressivo não indica que o corpo humano esteja funcionado mal – a dor emocional pode ser uma resposta apropriada para o sofrimento em um mundo errado.
Chorar com os que choram – O autor do livro bíblico das Lamentações pode ter sentido dor quando contemplou a destruição de Jerusalém, por volta do ano 588 a.C. “ Já se consumiram os meus olhos com lágrimas; turbada está a minha alma; o meu coração se derramou pela terra por causa do quebrantamento da filha do meu povo, pois desfalecem os meninos e as crianças de peito pelas ruas da cidade.”
Os cristãos são chamados para chorar com os que choram e receber sua dor emocional como resultado da empatia. Se a Igreja crescer adormecida para a dor e sofrimento que a cerca, perderá sua humanidade. O ensinamento de cristão sobre o pecado e seus efeitos liberta a Igreja da surpresa sobre o estado desordenado do assunto humano. Ela pode reconhecer os efeitos do pecado tanto dentro quanto fora e apontar para Deus, que ressuscitou o único que entrou completamente na condição humana e foi capaz de quebrar o poder do pecado, da morte e do inferno.
Aqueles que suportam as marcas da perda da esperança em seus corpos precisam de uma comunidade que lhes aponte o caminho. Eles precisam de comunidades que exercitem a esperança novamente e se deliciar nas promessas de Deus para o mundo vindouro. Eles precisam ver que essa grande promessa, assegurada pela ressurreição de Cristo, compele o ser humano a trabalhar no meio dos destroços na esperança. E fazendo isso, a Igreja provê aos seus membros depressivos uma esperança plausível e lembrança tangível da mensagem que eles mais precisam ouvir: Esse pecado, cravado na realidade, não tem a última palavra. Cristo, consagrado na sua Igreja, é a solução final.

MINHA VIDA COM OS ANTI-DEPRESSIVOS
“Comecei a tomar antidepressivos há oito anos. Eu era solteiro e bastante envolvido com a vida religiosa e PhD em Teologia. A combinação do estresse da academia, o estilo de vida solitário e um ambiente espiritualmente tóxico me enviou para uma severa depressão. Felizmente, havia ganhado bastante experiência no assunto com outras crises ao longo da vida, já que o problema também era hereditário, e reconheci o que estava acontecendo em tempo de buscar ajuda profissional. Dentro de poucas sessões, meu terapeuta cristão me recomendou antidepressivos. Eu nunca os tinha tomado antes e tive resistência inicialmente, mas minha depressão era tão intensa que eu logo concordei em tentar.
“Os resultados não foram rápidos ou miraculosos. Dentro de semanas, minha depressão piorou. Eu já não me sentia sobrecarregado ou que Deus estava longe de ser encontrado. Eu estava isento de confusão e paralisia mental para tomar decisões importantes em minha vida que levaram, entre outras coisas, ao casamento e família que hoje eu tenho. Os remédios, combinados com aconselhamento, melhoraram sensivelmente a minha vida. Meu terapeuta recomendou que eu continuasse os tomando – definitivamente, se necessário –, o que fiz pelos seis anos seguintes. Mas, lentamente, percebi que a medicação estava me afetando de uma maneira que não me agradava. Comecei a ficar realista e impaciente, insensível e espiritualmente complacente. Os antidepressivos faziam com que me sentisse bem mesmo quando eu não deveria. Parecia que eu flutuava sobre as circunstâncias da vida, envolvido numa esfera farmacêutica de impenetrabilidade emocional.
“E então, pouco menos de dois anos atrás, eu parei de tomar medicamentos para depressão. Sou grato a Deus pelo modo como eles me ajudaram quando eu estava em crise e os recomendaria a outras pessoas em situação semelhante. Mas estou desconfiado do modo com que os antidepressivos podem nos acostumar a sentimentos como compaixão, aflição, culpa e arrependimento – emoções que são essenciais para a maturidade espiritual. E o pior é que a sociedade vê essas drogas como uma espécie de saída mágica. Antidepressivos são uma vantagem para quem verdadeiramente precisa deles, mas não são uma panacéia para a condição humana.”
Luz na escuridão
“Eu tenho uma doença crônica mental, uma desordem cerebral que costumava ser chamada de depressão maníaca, mas agora é denominada, menos ofensivamente, de desvio bipolar. Comecei minha jornada no mundo da doença mental com uma depressão pós-parto depois do nascimento do meu segundo filho. Procurei ajuda de psiquiatras, assistentes sociais e profissionais de saúde mental. Submeti-me a terapia ativa com sucessivos profissionais por muitos anos e recebi prescrições de muitos medicamentos psiquiátricos, que pouco aliviaram meus sintomas. Cheguei a ser hospitalizada e recebi até tratamentos terapêuticos eletroconvulsivos. Tudo isso ajudou, eu devo dizer, apesar da minha repugnância a remédios e hospitais. Esse processo todo ajudou-me a reconstruir algo de mim mesma, e pude continuar a ser a mãe, sacerdotisa e escritora que acredito que Deus quer que eu seja.
“O problema era que, durante esse período de doença, eu me perguntava frequentemente o porquê de tudo aquilo, ou seja, como uma cristã de fé poderia ser submetida àquela tortura da alma? E como eu poderia dizer que aquilo não tinha nada a ver com Deus, que é o pressuposto dos psiquiatras em geral, para quem a fé é geralmente encarada como uma muleta, ou, pior ainda, sintoma de doença? E ainda como eu poderia confessar minha fé nesse Senhor que era “socorro bem presente na tribulação”? E se minha depressão tivesse alguma coisa a ver com pecado, punição ou castigo divino? E se eu fosse, para usar uma frase de Jonathan Edwards, simplesmente um “pecador nas mãos de um Deus irado”?
“Mas depressão não é só tristeza ou aflição. Depressão não é somente pensamento negativo, ou simplesmente ‘estar para baixo’, como se diz. Depressão é como estar andando descalço no vidro quebrado, sentindo o peso do corpo moer ainda mais os fragmentos que nos ferem. Quando eu estou depressiva, todo pensamento, toda respiração, todo momento consciente machuca. E, com o meu problema de bipolaridade, muitas vezes acontece o oposto – sinto-me cintilante, tanto para mim mesma, e em minha imaginação, como para o mundo todo. Mas mania é mais que velocidade mental, euforia ou gênio criativo no trabalho. Algumas vezes, quando aponta para uma psicose desabrochada, pode ser aterrador. A doença mental não nos permite simplesmente tirar o corpo fora: não há como se salvar pelos próprios esforços.
“No meu caso, a fé oferece um mundo de esperança real, encontrada no Cristo crucificado. Nos meus cantos de doença mental, o entendimento da esperança cristã me dá conforto e encorajamento, mesmo se não houver alívio dos sintomas. A ressurreição de Cristo mata até o poder da morte, e promete que Deus irá tirar toda lágrima no último dia. O sofrimento não é eliminado pela ressurreição, mas transformado por ela – mas nós ainda temos lágrimas no presente. Nós ainda morremos. Mas toda a Criação será redimida da dor e da aflição. A aflição e tristeza não existirão mais. As lágrimas acabarão. Até cérebros doentes como o meu serão restaurados.”

Kathryn Greene-McCreight
Fonte: Cristianismo Hoje / Jornal Gospel News

Cristão, não duvides de si mesmo !

deus-nc3a3o-usa-pessoas-capacitadas-mas-sim-disponiveis“… fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.” Efésios 6:10
Não te surpreendas quando Deus pedir a você um passo de fé, e faça algo para que não te sintas apto. Assim é o operar do Senhor; e Ele age assim para que se apoie mais nEle e menos em você mesmo. Isso quer dizer que não vai errar nunca? Não, pois certamente você errará em algum momento, mas no lugar de desanimar-te, verás tuas falhas como parte de aprendizagem e elas te ajudaram a alcançar coisas maiores. Estamos acostumados a pensar: ” Eu nunca vou conseguir cumprir essa tarefa”, o problema ao pensar tal coisa, é que está olhando para si mesmo, no lugar de Deus. Quando Deus chamou a Josué para ser sucessor de Moíses, lhe prometeu: “…Como estive com Moíses, estarei contigo…” ( Josué 1:5)
Assim também é em sua vida, Deus prometeu está contigo todos os dias de tua vida, e isso é tudo que precisa. Sua força se manifesta em suas fraquezas (2 Coríntios 12:9). Lembre-se que você poderá extrair qualquer característica que te falte no âmbito natural, da conta que você tem no âmbito espiritual. “…fortalecei-vos no Senhor (receberá poder em tua união com Ele)e na força do seu poder (essa força que provê o Todo poderoso)…” Efésios 6:10
De que tipo de força falamos? De uma sem limites ! E onde a obtenho? Da fonte original: Deus !!! Ao trabalhar com Ele, estará equipado e cheio de poder, assim que não te veja díminuido. Armado com sua fortaleza, você têm muita capacidade do que acredita, e poderá fazer muito mais coisas do que você tem feito até agora. Por tanto deposita sua confiança em Deus e deixe de dúvidar de você mesmo !!!

Fonte: Estudos Cristãos / Jornal Gospel News

Mensagem Cristã: Divulgue a Paz de Deus nesse Natal

paz-alegria-jesus-deus-cordeiro-israel-natalE, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens.  (Lucas 2:13-14)
O Natal é uma temporada muito importante do ano, é quando o mundo inteiro ouve a mensagem do nascimento de Jesus, e as pessoas ficam mais bondosa. É o tempo perfeito para semear sementes de amor na vida das pessoas que encontramos pelo nosso caminho.
Essas sementes as vezes podem ser na forma de uma palavra amável a alguém em meio da multidão das comprar. Outras vezes, podem tomar a forma de uma oportunidade de orar por alguém e ministra-lo. Não importa onde você se encontre, esteja preparado para aproveitar qualquer oportunidade para ajudar aos demais.
Eu tive algumas experiências lindas quando fui semear alguns dólares a alguém em necessidade. Ao entregar-lhe o dinheiro a pessoa lhe disse: “ Esse dinheiro é do Senhor Jesus Cristo. Eu sirvo a Ele e Ele me indicou  que ajude a você “.
É maravilhoso ver como as pessoas está mais disposta a ouvir quando dizemos as coisas com amor. Muitas pessoas nunca conhecerão a ninguém que de verdade lhe mostre interesse e amor por ela.
Nesse tempo de Natal , seja essa classe de pessoa com os demais. Divulgue a mensagem de paz que é possível sim em Jesus Cristo, e sua boa vontade para com os homens.
Quem sabe quantas dessas sementes formem raízes um dia e faça entrar em alguém o glorioso reino de Deus
Por: Kenneth Copeland

Fonte: Estudos Cristãos / Jornal Gospel News