Boa estreia de ‘Três Histórias, Um Destino’ é destacada por colunista da Veja

Na última sexta-feira, 2 de novembro, aconteceu a estreia de ‘Três Histórias, Um Destino’, nos cinemas de todo o Brasil.
O filme, baseado no livro do missionário R.R. Soares, conta as histórias de Frank, Elizabeth e Jeremias, três personagens que conhecem a Deus, mas em determinado ponto de suas vidas se esquecem dEle.
Lauro Jardim, colunista do Radar On Line, da veja.com, destaca o bom alcance de público que o filme já teve nos primeiros dias de exibição nas telonas. O título da nota escrita por Jardim é ‘Melhor que 007’:
“Três Histórias, um Destino, filme baseado em romance do missionário R.R. Soares, teve uma estreia excelente se levada em consideração a quantidade de salas em que foi exibido.
Em 52 salas pelo Brasil, o filme produzido pela Graça Filmes, de Soares, teve público de 50 180 pessoas.
A média de 965 espectadores por sala de cinema foi superior, por exemplo, ao de 007 – Operação Skyfall, campeão de bilheteria do fim de semana com 936 espectadores por sala”, escreveu.
Em entrevista ao GUIAME, no pré-lançamento do filme, Ygor Siqueira, produtor da Graça Filmes, afirmou que “esse filme é o pontapé para colocar o cinema a serviço de Deus”.

Fonte: GUIAME / Jornal Gospel News

Uma nova era de milagres

Nunca antes, na história da Igreja Evangélica, milagres e curas estiveram tanto em evidência. Relatos de sinais e prodígios operados por Deus surgem a cada dia, mas o que eles realmente significam?
Vivemos em uma era pentecostal, e onde quer que existam igrejas crescendo, relatos de maravilhas operadas por Jesus são cada vez mais frequentes. Diversos grupos cristãos, inclusive, constroem suas plataformas teológicas e litúrgias justamente sobre as promessas de que os milagres não apenas continuam acontecendo hoje, como estão à disposição de todo aquele que crer. Para inúmeros crentes, os milagres são extremamente importantes – mas, mesmo entre o povo de Deus, há aqueles que veem a suposta repetição dos sinais relatados no Novo Testamento com desconfiança. Os médicos cristãos, particularmente, costumam se dividir entre a crença na ação divina e o ceticismo típico de quem costuma ver muitos doentes e sabe que o que acontece com eles é difícil de prever e explicar. Alguns pioram inesperadamente e morrem. Outros apresentam surpreendente melhora. E não se sabe exatamente o porquê.
Para muitos profissionais de saúde, este é realmente um paradoxo difícil de explicar. Médicos de fé piedosa não negam que, por vezes, certas reabilitações seriam melhor explicadas como resultado da intervenção divina. Contudo, têm a certeza, comprovada pela ciência, de que a ligação entre mente e corpo é incrivelmente forte. Por isso, nenhum deles aposta totalmente no argumento de que a cura é proveniente de um milagre. Gente assim representa uma tradição no protestantismo que pode ser encontrada desde a Reforma. Eles creem no poder de Deus para realizar milagres, mas não os veem acontecer muito nos dias de hoje – e nem os consideram tão importantes assim, quer aconteçam ou não.
Bíblia não usa exatamente a palavra milagre. Em vez disso, o termo mais comumente empregado nas Escrituras em relação a esses acontecimentos espetaculares é “sinal”. Existe todo um mundo dentro dessa única palavra. Crentes modernos costumam pensar em milagres como “prova” – uma prova de que Deus é real e poderoso, de que ele pode invadir o mundo natural com poder sobrenatural. Mas o sinal aponta para outra direção. Numa comparação simplória, eles são semelhantes às placas que, na estrada, indicam a direção dos destinos. Elas são importantes quando estamos perdidos ou, pelo menos, inseguros quanto o rumo a tomar. Quando nos deparamos com uma placa indicando nosso rumo, sentimo-nos imediatamente aliviados e mais seguros – afinal, sabemos onde estamos e para onde vamos. Curiosamente, depois, nem nos lembramos mais da placa que nos ajudou. Ela apenas serviu para nos indicar o caminho, e nada mais.
O teólogo Colin Brown compara os milagres a esses sinais de aviso. “Eles mostram a presença de uma ordem de realidade diferente da que está presente em nossa vida cotidiana”, ele diz. Sinais nunca são um fim em si mesmos. Eles não apontam em sua própria direção, nem são prova de nada neles mesmos. Tampouco existem para nos fazer pensar que já chegamos a determinado lugar, mas para nos guiar para um novo lugar.
SINALIZAÇÃO
Entender os milagres como sinais ajuda a suavizar as incongruências do Novo Testamento a respeito deles. Jesus era, sem dúvida, um operador de milagres, mas à primeira vista ele parecia ter ideias contraditórias sobre eles. O Filho de Deus criticou, por exemplo, os fariseus e saduceus quando exigiram que ele provasse quem era fazendo milagres. “Uma geração má e adúltera pede um sinal”, disse Jesus a eles. (Mateus 12.39). As multidões também queriam ver um sinal para que cressem no Messias, e lembraram a Jesus que Moisés havia provido o maná. Cristo, certamente, poderia ter feito isso também; porém, como resposta, falou que Deus dava a eles “o verdadeiro pão do céu”. Quando lhe inquiriram mais a respeito, ele disse com todas as letras: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome” (João 6.35). O Salvador não lhes daria o maná milagroso, apesar de poder fazer isso. Ele preferiu dar a si mesmo. E, no entanto, quando confrontou os líderes religiosos a respeito de sua relutância em crer, Jesus falou de milagres, dizendo que as obras que faziam em nome do Pai testificavam a seu respeito. E, diante da iminência de ser apedrejado por blasfêmia, limitou-se a questionar seus algozes: “Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte do Pai; por qual delas me apedrejais?” (João 10.32). João comentou: “E, embora tivesse feito tantos sinais na sua presença, não creram nele.”
O próprio Jesus, muitas vezes, também tentou abafar seus milagres, dizendo àqueles a quem havia curado para que não contassem a ninguém a respeito. Como entender essa postura aparentemente tão estranha? A resposta diz respeito à natureza dos sinais. Os milagres de Jesus apontavam para o anúncio do Reino de Deus. Qualquer um (como os fariseus) que visse isso e fingisse não entender a mensagem era hipócrita. Eles podiam dizer que procuravam pela luz, mas a verdade é que não queriam vê-la. Simplesmente, viram a sinalização indicando o caminho, a verdade e a vida e decidiram tomar outro rumo.
O apóstolo Paulo demonstra a mesma incongruência de maneira diferente. Assim como Jesus, ele era conhecido por seus milagres. Depois de sua conversão milagrosa, ele começou a viajar com Barnabás. Atos 14.3 diz que Deus “confirmava a palavra da sua graça, concedendo que, por mão deles, se fizessem sinais e prodígios”. Paulo e Barnabás foram até Jerusalém para defender seu ministério perante um conselho da igreja, e lá contaram “os sinais e pródigos que Deus fizera por meio deles entre os gentios”, conforme o relato de Lucas. Ele ainda registra que, em Éfeso, “Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários, a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam das suas vítimas, e os espíritos malignos se retiravam” (Atos 19.11-12).
Paulo escreveu aos Coríntios que eles haviam visto em seu ministério as credenciais do apostolado, com toda a persistência, por sinais, prodígios e poderes miraculosos, conforme II Coríntios 12.12. Ele escreveu aos romanos a respeito do que Cristo fizera por seu intermédio para conduzir os gentios à obediência, “por palavras e por obras, por força de sinais e prodígios, pelo poder do Espírito Santo”. É evidente que, para Paulo, assim como para Jesus, a obra do Evangelho era acompanhada por sinais e maravilhas – ainda assim, suas cartas às igrejas nunca mostram que ele esperava que os cristãos curassem enfermos e expulsassem demônios. Ele instrui sobre casamento e família, sobre comunidade e oração, sobre vários aspectos práticos da vida; mas nunca oferece instrução a respeito do ministério de milagres.
Argumentos a respeito de seu silêncio sobre essa questão não são confiáveis. Só porque ele não lhes disse para fazer não é prova de que não queria que fizessem. É impressionante, no entanto, como suas prioridades eram diferentes das prioridades das pessoas que praticam a cura e o exorcismo nos dias de hoje. Elas falam sobre realizar milagres a cada oportunidade que têm. Já Paulo não fazia isso.
O Novo Testamento certamente nos conta fatos cruciais a respeito dos milagres. O ministério cristão é marcado por eles, mas não coloca seu foco neles. Trata-se de um equilíbrio delicado, que muitas pessoas não conseguem encontrar. Muitas não abrem espaço algum em suas vidas para milagres. Outras agem como se estivessem mais interessadas nos milagres do que em Jesus. Os sinais do Reino, que ele exibiu ao longo de sua vida entre os homens, prepararam o caminho para aqueles que o viram ser ressuscitado dos mortos. O mesmo acontece conosco. Os sinais que vemos preparam o caminho para a plenitude desse Reino, quando teremos uma vida ressurreta.
É nossa responsabilidade estarmos abertos para os sinais da maravilhosa presença de Deus, e orarmos por eles. É nossa responsabilidade louvarmos ao Senhor quando vemos milagres acontecerem, e meditarmos a respeito da mensagem que ele tem para nos dar através deles. Da mesma forma, é de nossa responsabilidade não corrermos atrás de sinais e maravilhas, como se fossem o bem supremo planejado por Deus. Somos responsáveis por não exigir milagres como prova de que o Todo-poderoso está presente. Eles não são o conteúdo do Reino; são sintomas do Reino. O conteúdo desse Reino é Jesus, que sofreu, morreu e foi sepultado, sendo depois trazido de volta à vida.
FASCÍNIO x CETICISMO
Muito da confusão a respeito de milagres – tanto o fascínio exagerado quanto o ceticismo – vem de um pensamento desenvolvido durante o Iluminismo e que agora está profundamente enraizado nas mentes ocidentais. A confusão está na separação entre natural e sobrenatural.
No final do século 17, um cristão devoto, Isaac Newton, aplicou sua mente brilhante em desvendar os segredos do universo. Sua descoberta da gravidade e das leis do movimento o ajudou a analisar as órbitas planetárias. O gênio inventou um cálculo capaz de tornar as contas mais precisas, permitindo que os astrônomos acompanhassem cada planeta com tanta precisão que é possível sabermos com exatidão, por exemplo, quando uma das muitas luas de Júpiter estará em seu equinócio. Tudo estava perfeitamente colocado em seu lugar, e era totalmente previsível. A imagem de um universo mecânico e silencioso cresceu – o cosmos passou a ser visto como uma máquina.
Mais tarde, outras ciências fizeram suas contribuições ao acúmulo de saber humano. A biologia, em particular, com a descoberta da genética. Agora, não apenas o sistema solar e as galáxias, mas também uma simples árvore podia ser completamente estudada através das “leis da natureza”, que explicavam como seu mecanismo funcionava – e tinha que funcionar. As doenças, antes consideradas obra de espíritos malignos, podiam ser explicadas como resultado de falências naturais de órgãos ou resultado de infecções por organismos minúsculos e nocivos. E, o melhor de tudo – podiam ser tratadas! Naturalmente, muitas pessoas que passam a acreditar em um universo tão mecânico acabam se tornando céticas em relação a Deus. Ficou célebre uma frase atribuída ao astrônomo francês Pierre-Simon Laplace quando questionado pelo general Napoleão Bonaparte a respeito do lugar do Criador em seu trabalho: “Eu não precisava dessa hipótese.”
Ainda assim, muitos ainda mantêm sua crença em um Deus ativo. Eles reconhecem o aspecto maquinal da criação, mas insistem que o Criador intervém ocasionalmente no mundo, de maneira sobrenatural.
Eles dividem o mundo em “natural” e “sobrenatural” – um universo girando por conta própria, como uma máquina, sofrendo intervenções ocasionais do Todo-poderoso. Newton, por exemplo, achava que Deus tinha que, de vez em quando, intervir para ajustar os planetas em suas órbitas, a fim de que não saíssem de sincronia. Eventos sobrenaturais, por esse modo de pensar, são momentos em que Deus interfere na máquina natural. Ele entra em cena e transforma água em vinho. De outra feita, ergue um aleijado, ou restitui a vista a um cego. Enfim, o Senhor se permite colocar, vez por outra, seu dedo em uma engrenagem do “equipamento” da natureza, fazendo-o funcionar de outra maneira. As pessoas que separam o natural do sobrenatural chamam essas intervenções de Deus de “milagres”.
AVANÇO DO REINO
Ao pensarmos um pouco, no entanto, podemos perceber que essa separação entre natural e sobrenatural é antibíblica. Não é Deus o Criador e sustentador de tudo o que existe? O clima, por exemplo – as Escrituras falam sobre como as nuvens são as carruagens de Deus e que fenômenos naturais são atos de seu poder. A chuva, por exemplo, que segundo as Escrituras cai sobre justos e injustos. Esses fatos não estão em conflito com a ciência da meteorologia. De fato, tudo o que acontece na criação está cheio do poder e da presença de Deus. Não existe nenhum lugar para onde possamos ir a fim de escapar de sua presença. Nada do que acontece ocorre fora de sua vontade. Tudo é natural e sobrenatural ao mesmo tempo.
Seria recomendável que retornássemos à sabedoria de Agostinho, que entendia os milagres não como uma violação da lei natural, mas como momentos em que o Senhor anda por caminhos incomuns. Eles não são mais inspirados por Deus do que o nascer do sol todas as manhãs; são apenas um rompimento incomum da maneira como o Senhor costuma operar – e, portanto, constituem um sinal de algo importante. A questão é que milagres são tão incomuns que ficamos perplexos. Por serem raros, chamam nossa atenção. É isso que os sinais fazem: eles sobressaem em seu ambiente e, então, nós os notamos. Caso contrário, poderíamos percebê-los?
O evento em que Jesus alimentou aqueles milhares de pessoas foi, de certa forma, bem menos significativo do que um fato corriqueiro que quase ninguém comenta: a colheita do trigo. Ano após ano, sementes de trigo se transformam nas plantas que vão proporcionar um grão que é a base da alimentação da humanidade. Ou seja, é o poder de Deus que faz germinar aquelas sementes, nutrindo geração após geração, e ninguém se maravilha com isso. Mas deixe Jesus multiplicar o almoço de alguém uma única vez, para uma pequena multidão, e todos irão se maravilhar. Não que isso seja mais significativo ou sinalize mais o poder de Deus do que a colheita do trigo: o espanto acontece porque aquela situação foi algo jamais visto. Mas tanto um como outro milagre são sinais de que Jesus – através de quem o trigo foi feito, e é quem sustenta e permite seu crescimento – está se movendo de maneira incomum, e que seu Reino, há muito prometido, está avançando.

Fonte: Cristianismo Hoje / Jornal Gospel News

Desvendando Milagres: série sobre religiosos e busca por curas apresenta histórias do apóstolo Valdemiro Santiago. Assista na íntegra

O canal de documentários History Channel, veiculado em operadoras de TV por assinatura, produziu uma série sobre religião, denominada “Desvendando Milagres” e acompanhou o apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, em suas ministrações.
O produtor da série, Ignacio Oruezabala, se mostrou surpreso com a capacidade do apóstolo em atrair fiéis: “Ele mobiliza milhares de pessoas de um dia para o outro. É incrível”, declarou ao jornal O Dia.
A série não é baseada apenas em Valdemiro Santiago, e retrata diversos outros casos de religiosos que chamam atenção em países como Argentina, México e Colômbia.
Oruezabala afirmou que a intenção da série é trazer holofotes sobre casos peculiares, não confusão: “Não vamos criar revolta, mas talvez uma certa polêmica. O público vai perceber que abordamos os assuntos com total seriedade. Nosso papel é apresentar pontos de vista sobre milagres, para que cada espectador tire sua própria conclusão”, explicou o produtor.
Sobre religiosos brasileiros, serão mostrados também os casos do professor Hirota, um “guru espiritual” e curandeiro que há 35 anos mantém uma casa de tratamento em Atibaia, interior de São Paulo, e de João de Deus, o médium de Abadiânia, no interior de Goiás, que atrai milhares de pessoas e já foi tema de diversas reportagens e visitado até pela apresentadora norte-americana Oprah Winfrey: “Buscamos personagens com alta popularidade no Brasil. A religião na América Latina ainda desperta curiosidade nas pessoas”, disse.
O programa contará com participações da psicoterapeuta Francesca Carregnato, que explica a importância da religião na busca pela cura: “Podemos utilizar a fé como ferramenta de cura. A fé representa esperança. O sistema imunológico de um doente responde melhor quando ele crê numa força maior”, afirmou.
Assista abaixo, a íntegra do primeiro episódio da série “Desvendando Milagres”, com reportagem sobre o apóstolo Valdemiro Santiago:

Por Tiago Chagas

Fonte: Gospel+ / Jornal Gospel News

Lei “anti-conversão” na Índia perde força e os cristãos/evangélicos comemoram e pedem oração

Os que professam a fé em Jesus Cristo na Índia tem por parte da população composta de seguidores de milhares de “deuses” uma perseguição dura a ponto de matar os cristãos/evangélicos por crer no evangelho do Senhor. Mas Deus está trabalhando nesta nação, uma lei “anti-conversão” está sendo enfraquecida no país.
Uma lei “anti-conversão” sancionada no Estado de Himachal Pradesh, comumente usada por extremistas hindus para impedir que pessoas se convertessem ao cristianismo, foi parcialmente derrubada, após uma contestação legal promovida pelos cristãos.
A Associação Evangélica da Índia alegou que as disposições da Lei Religiosa de Himachal Pradesh, de 2006, são desiguais. Por exemplo, aqueles que querem se converter ao cristianismo são listados em um registro público. Esses dados foram verificados por extremistas hindus, que rastreiam, perseguem e até assassinam novos cristãos. Mas, se outros cidadãos querem se tornar hindus não precisam, no entanto, divulgar sua escolha.
Evangelistas também enfrentaram falsas acusações conversões forçadas de hindus e que, devido às alegações foram presos e brutalmente agredidos.
Agradeça a Deus pela decisão da alta corte do Estado que, considerando tais aspectos da lei, julgou-a inconstitucional. O caso agora vai para o Supremo Tribunal indiano, onde se espera que extremistas hindus exerçam forte pressão para que a ação seja anulada. Ore para que isso não aconteça, e para que os direitos dos novos cristãos na Índia prevaleçam. Interceda pela liberdade de cada servo do Senhor, em meio à perseguição.
-Veja um dos milhares de testemunhos do que Deus através do seu filho e amado Jesus já operou e continua operando na vida dos cristãos e no país da Índia e comente…

Com informação Portas Abertas

Fonte: Jornal Gospel News

PMs de Cristo convidam a imprensa para o lançamento da campanha “Ore Pela sua Polícia”

Solenidade acontecerá nesta quinta-feira, dia 25 de outubro, no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar em São Paulo
A Associação PMs de Cristo, entidade que há 20 anos reúne voluntários a fim de compartilhar a mensagem, princípios e valores cristãos com a família policial militar, sensível e solidária aos sentimentos de dor causados pelos traumáticos eventos de violência que têm abalado São Paulo, promove o lançamento da campanha ‘ORE PELA SUA POLÍCIA’, que consiste na mobilização da comunidade cristã evangélica para, durante 52 dias, se unir em jejum e oração em favor da Polícia e pela Paz social.
A campanha terá inicio em 25 de outubro, com encerramento previsto para 15 de dezembro – dia do aniversário de 181 anos da Polícia Militar de São Paulo – e é baseada na história bíblica de Neemias, que em 52 dias liderou as famílias de Jerusalém no incrível desafio de reconstruir os muros de proteção da cidade. O lançamento do projeto ocorrerá, nesta quinta-feria, no 3º andar do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar (Praça Cel Fernando Prestes, 115 – Bom Retiro – São Paulo), às 17h30, com presença de líderes evangélicos, membros da diretoria PMs de Cristo e do Comando Geral da PM.
Promovido e coordenado pelos PMs de Cristo, o projeto será dinâmico e interativo, com cadastramento via web de voluntários e igrejas por meio do site www.pmsdecristo.org.br. Serão desenvolvidos ‘relógios’ de oração de 24 horas ininterruptas. Durante o período as igrejas receberão informações sobre motivos de oração e terão oportunidades de conhecer melhor a atividade policial, reconhecer e valorizar a figura humana do policial militar e de seus familiares.
Informações: 2203-7777.
orepelasuapolicia@pmsdecristo.org.br
www.pmsdecristo.org.br

Fonte: Jornal Gospel News

´Estou vivo por um milagre`, diz sobrevivente do Carandiru

Preso como suspeito, ele entrou com ação contra o Estado
Jacy Lima de Oliveira diz lembrar todos os detalhes daquele 2 de outubro de 1992. As imagens, o cheiro, e, principalmente, os gritos. “Foi um inferno na Terra, estou vivo por um milagre”, conta o ex-presidiário da antiga Casa de Detenção e sobrevivente do massacre que deixou 111 mortos, quando há 20 anos a polícia de São Paulo invadiu o pavilhão 9 da penitenciária após um início de rebelião.
“Eu sobrevivi, eu vi a história, eu pisei em sangue que dava quase na canela, e isso não é exagero, não! Ouvi gritos que até hoje ecoam na minha mente”, disse Jacy ao G1, em uma entrevista feita no Parque da Juventude, construído após a implosão dos pavilhões do Carandiru e inaugurado em 2003. “Quando venho aqui eu me sinto livre, feliz de estar vivo. E me sinto também muito triste por saber que aqui morreu muita gente, e que os crimes estão impunes. Na verdade isso aqui é um tapete em cima de um grande montão de sujeira.”
O massacre ficou conhecido internacionalmente, e até agora nenhum réu foi preso. Todos respondem ao processo em liberdade – e nenhum ficou ferido na ação. Alguns se aposentaram e outros morreram antes mesmo de serem julgados.
Jacy foi para o maior presídio da América Latina aos 27 anos, suspeito de um roubo a uma mansão no Morumbi – que alega não ter participado. “Eu vivia uma vida de criminalidade, muita droga, era um desespero, mesmo. Mas quando eu estava no auge do crime e da droga, achei por bem procurar um trabalho.”
Segundo ele, um irmão achou um bico de auxiliar de pedreiro e ele aceitou. Quando chegou lá, viu que um outro ajudante era da mesma quadrilha que ele participava. Segundo Jacy, que na época era conhecido como “mineirinho” pela origem do estado vizinho, o companheiro de gangue organizou o assalto, mas sem chamá-lo. “Fiquei 11 meses e quatro dias preso. Nesse tempo fui seis vezes ao Fórum. Nunca provaram nada contra mim nesse caso.”
Jacy entrou com uma ação contra o Estado na Justiça por ter ficado preso sem condenação e, segundo ele, ganhou em primeira e segunda instâncias, e agora aguarda a liberação da indenização. O atual pastor evangélico, e pai de dez filhos, publica neste mês um livro com seu relato do massacre. O título será exatamente esse: “Eu sobrevivi para testemunhar o massacre do Carandiru”.
O começo: rebelião no Pavilhão 9
Jacy conta que naquele 2 de outubro era o seu dia de fazer a comida na cela. Ele saiu para procurar óleo antes do fim do período de banho de sol e, quando descia as escadas, viu uma aglomeração estranha no segundo andar, uma briga entre presos.
“Quando decretaram a rebelião, a gente estava esperando a hora, porque automaticamente o Choque ia entrar. Aí começaram a quebrar tudo. Tocaram fogo em toda papelada da justiciária, quebraram os espelhos da barbearia, quebraram os canos de esgoto e aquela água de fezes começou a desaguar dentro do pavilhão”, disse ele.
“Quando foi 18h, se viu pela televisão as aglomerações no portão. Só que não só entrou o Choque, entrou o Gate [Grupo de Ações Táticas Especiais] e a Rota [Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar]. Na minha concepção, eles entraram para matar, não para apaziguar, acabar com a rebelião.”
‘Matança’
“Eu tive um privilégio, que tenho pra mim como um milagre, porque muitos que passaram ali, como eu, morreram a facada, a tiro a queima roupa na cabeça. Eu passei no corredor da morte duas vezes. Descendo em direção ao patio e voltando. Subiram na minha frente umas 80 pessoas e eu ouvi o grito da morte delas.”
Jacy acredita que os mortos foram muito mais do que os oficiais 111. “Até hoje tem família procurando os filhos no sistema carcerário”, diz ele.
Outro sobrevivente concorda com Jacy: os números reais de mortos seriam bem maiores. Sidney Sales estava no quinto andar do Pavilhão 9 quando começou a rebelião, e conta que na hora que os policiais chegaram, ele estava abaixado, rezando junto com outros presos.
“Policial invadiu e pediu para todos nós tirarmos a roupa e, quando saímos, já existiam diversas pessoas estiradas no chão. Descemos até o primeiro andar e pediram para ficar com a cabeça entre as pernas. Ali, por volta de umas duas ou três horas, os policiais mandaram que os detentos retornassem a suas celas. E, quando eu estava nessa fila, um policial bateu no meu ombro. Eu pensei que ele tirar a minha vida, mas foi justamente quando ele me pediu para carregar alguns cadáveres.”
Sidney disse, num depoimento dado na última sexta-feira (28) em um encontro de movimentos sociais em São Paulo, que carregou cerca de 35 cadáveres. Quando percebeu que um dos corpos que carregava era justamente de um preso que fazia o mesmo que ele, entendeu que aquilo se tratava de “queima de arquivo” e fugiu para dois andares superiores. Lá, conta que encontrou mais três policiais que lhe mostraram um molho de chave e disseram que ele teria uma única chance de sobreviver: se a chave que escolhessem abrisse a cela à sua frente. “Quando ele cata aquela chave, eu recito o salmo 91, e quando ele bate a chave e torce, o cadeado abre, e milagrosamente eu entro pra dentro daquela cela.”
Emocionado, Sidney contou que voltou para a criminalidade e para as drogas depois do massacre, quando foi transferido para a penitenciária de Mirandópolis e depois liberto. Anos depois, em uma troca de tiros com uma gangue rival, foi baleado e ficou paraplégico. Na cadeira de rodas, foi preso novamente em um assalto e convertido à igreja evangélica dentro da cadeia. Hoje, Sidney é coordenador de um centro de reabilitação de jovens viciados em drogas. Autor do livro “Paraíso Carandiru”, ele ajuda no tratamento de 120 pessoas em uma chácara, em Jundiaí. “O sistema carcerário me fez uma pessoa qualificada para o mundo. Tento reverter a sequela que o Estado me deixou, fazendo o que o Estado não fez.”

Fonte: G1 / Jornal Gospel News

Quando Deus intervém, o milagre acontece

O testemunho dos cristãos que vivem no Uzbequistão.
Ser cristão no Uzbequistão não é fácil. A perseguição já atingiu níveis bastante graves; se pegos com uma Bíblia ou outros materiais cristãos, irmãos são presos, torturados e até mortos. Pela graça do Senhor, porém, a Portas Abertas tem recebido testemunhos de gratidão a Deus. Conheça um deles:
Em maio desse ano, a Portas Abertas publicou notícia de que a cristã Lena, de 60 anos, e seus parentes Ayoub e Latife tiveram problemas no Uzbequistão quando oficiais encontraram materiais cristãos na casa do pai de Ayoub.  A polícia o prendeu, assim como o irmão de Ayoub, e levou Lena para a delegacia, onde todos foram interrogados.  Depois disso, policiais saíram à procura de Ayoub, para prendê-lo também.
A tensão e o estresse dos encaminhamentos jurídicos do caso afetaram seriamente a saúde de Lena. Correram o mundo, diversos pedidos de oração por Ayoub, Latife e Lena, por todas estas dificuldades que eles enfrentaram. Pedidos de intercessão pelo advogado dos cristãos; sabedoria, saúde e força para a família e intervenção de Deus sobre o caso.
Ayoub recentemente enviou uma nota à Portas Abertas, com ótimas notícias:
“Em primeiro lugar, eu gostaria de expressar nossa gratidão a todos aqueles que oraram por nós durante este tempo de perseguições graves. Gostaria de compartilhar a boa notícia com vocês: Deus ouviu nossas orações!
Durante o primeiro processo que enfrentamos fomos multados por nossas atividades e tivemos de pagar cinco salários mínimos, o que equivale a cerca de 160 dólares americanos. Preocupamo-nos com o segundo processo judicial porque este seria baseado no direito penal e, portanto, muito mais grave e difícil para nós.
Nós ficamos totalmente maravilhados com a intervenção do Senhor, quando ouvimos que o segundo processo judicial tinha sido cancelado. Deus tinha amolecido o coração das pessoas que estavam no comando do nosso caso e, por algum motivo, eles decidiram encerrá-lo. Um dos parentes dos oficiais ficou gravemente doente, o que retardou significativamente o processo. Esse foi o motivo mais provável de terem cancelado o processo judicial.
Nós acreditamos que Deus estava no controle de cada dia. O que aconteceu foi um verdadeiro milagre para nós! Nunca ouvi falar de um caso como o nosso, onde os investigadores apenas pediram uma tradicional refeição de plov para ser servida, e encerraram o caso. Deus encorajou muito a nossa família e sentimos o seu apoio em oração.”

Fonte: Portas Abertas / Jornal Gospel News

Cura divina: médicos e acadêmicos se unem para documentar milagres

A Global Medical Research Institute (GMRI), uma organização formada por médicos e acadêmicos, está estudando práticas de cura por meio da oração em nome de Jesus e pela atuação do Espírito Santo.
Com a utlização de rigorosos métodos científicos baseados em evidências o grupo que reunir uma documentação com fatos médicos e verdades espirituais sobre cura.
A ideia do estudo é do avivalista Randy Clark. Segundo a enfermeira Brenda Jones, membro do conselho do GMRI, a maioria das pessoas e mesmo os profissionais de medicina acreditam no poder curativo da oração. Ela conta que mesmo pessoas não religiosas aceitam que orem por elas. “Queremos provar que Deus está realmente curando pessoas  por meio da oração”, diz Randy.
Segundo reportagem da Time, 82% dos americanos acreditam no poder da oração pessoal e 64% dos pacientes acreditam que os médicos deveriam orar com aqueles que pedirem por isso.
Acima da explicação humana
O site do GMRI disponibiliza documentação médica para revisão. Os dados são checados por assistentes sociais e  enviados a peritos médicos em Boston, muitos deles filiados à Escola de Medicina de Harvard.
A conclusão dos pesquisadores é que muitos casos vão além da explicação médica. Alguns profissionais sugerem que o poder de cura divina realmente se manifesta.
O professor da Universidade de Indiana Candy Gunther Brown, que estuda há anos o assunto e lançou o livro Testando a Oração: Ciência e Cura,  o assunto está em alta, com um grande número de médicos interessados em saber sobre a oração e seus efeitos. Segundo o site Charisma, “se o GMRI conseguir um bom número de casos positivos, isso irá motivar outras pessoas a se envolver”, diz Brown.
Uma dessas pessoas é Cal Pierce, diretor da Associação Internacional de Quartos de Cura. Seu ministério, focado no poder e presença do Espírito Santo, tem o objetivo de levar ministros  aos doentes em todo o mundo. Os resultados seriam enviados ao GMRI.
“Podemos fornecer informações sobre o que é cientificamente inexplicável”, diz Pierce.   A intenção é também providenciar registros médicos que forneçam dados que mostrem a atuação do Espírito Santo.
Ele acredita que “mais pessoas vão colocar sua fé na cura pois  milagres serão reconhecidos por Deus e pelo homem. ”
Por Jussara Teixeira

Fonte:  Gospel+ / Jornal Gospel News

Thalles estrela clipe da canção tema do filme “Três histórias, um destino”

O dia 02 de novembro (sexta-feira) é aguardado com grande expectativa por parte do público evangélico e entusiasta de cinema quando chegará às telas o filme Três histórias, um destino, baseado no livro homônimo escrito pelo Missionário R. R. Soares e lançado em 2004 pela Graça Editorial. Oito anos depois, a Graça Filmes transporta as páginas para as telas dos principais cinemas do Brasil e promete impactar multidões através da história de três pessoas comuns, iguais a nós, que terão seus destinos cruzados em um momento crucial dessa trama.
Para ampliar a divulgação, foi lançado nesta quinta-feira (13), às 21h30, o clipe da canção tema do filme. Escrita pelo Missionário R. R. Soares, Maravilha é interpretada por Thalles Roberto (co-autor da música). Segundo o diretor-executivo da Graça Filmes, Ygor Siqueira, a escolha do cantor veio para ajudar ainda mais na divulgação da película. “Escolhemos o Thalles primeiramente pelo o que Deus tem feito por meio de sua vida no Brasil e precisávamos refletir na música a mensagem do clímax do filme que combinou perfeitamente com o estilo de música do Thalles”.
Dirigido por PC Junior, que já trabalhou com o cantor no clipe Deus da minha vida, a base do vídeo foi feita em um hotel em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro, e representou um verdadeiro desafio para a equipe. “O Thalles anda com a agenda muito corrida e, na ocasião, ele ia fazer um show na região e tivemos apenas dez minutos para fazer toda a filmagem”, relata o diretor que já roteirizou um novo clipe do cantor que promete ser uma superprodução.
Com produção de André Bastos e edição de Rafa Hernandes, o clipe de Maravilha mescla imagens do cantor com cenas do filme que breve estreará nos cinemas. E a Graça Filmes ainda prepara mais uma surpresa para quem marcar presença na ExpoCristã que acontece de 25 a 30 de setembro no Anhembi (SP): o relançamento do livro Três histórias, um destino totalmente repaginado. Para ter mais informações sobre esse lançamento que irá marcar a história do cinema cristão nacional, acesse: www.treshistoriasumdestino.com.br.

Rafael Ramos
Assessoria de Imprensa – PC Junior

Fonte: Jornal Gospel News

URGENTE! Pastor Yousef Nadarkhani é solto da prisão!

Após permanecer na prisão por quase três anos, sob a ameaça de ser executado por causa de sua fé, o Pastor Yousef Nadarkhani foi liberto da prisão e inocentado da acusação de apostasia
O pastor Yousef foi convocado a se apresentar no tribunal esta manhã. Sua audiência durou seis horas, mas ao final, ele pôde voltar para sua casa e sua família.
Algumas das fontes próximas ao caso relatam que o tribunal o inocentou das acusações de apostasia (as quais poderiam levá-lo à execução), mas foi considerado culpado na acusação de evangelizar muçulmanos e sentenciado a três anos de prisão por isso. Como ele já estava na prisão durante esse período, ser ser julgado, o tribunal considerou que sua sentença já havia sido cumprida.
Louvamos a Deus pela libertação de Yousef Nadarkhani e agradecemos a você, querido irmão em Cristo, que sofreu junto com essa parte do Corpo que estava sendo afligida.
Vamos orar pela readaptação de Yousef e sua família e por sua proteção. Que Deus seja honrado através do testemunho e vida deste cristão.

Fonte: CSW e ACLJ / Jornal Gospel News