SBB promove encontros de Comunidades Terapêuticas

SBB Realiza Seminário Sobre Dependência Química em RecifeCom o objetivo de capacitar lideranças e disseminar informações entre instituições interessadas em integrar a rede COMTER, o evento ganha três edições em 2013. A primeira delas acontece no dia 01/04, em São Paulo.

No dia 1 de abril será realizado o Encontro de Comunidades Terapêuticas, promovido pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Visando capacitar lideranças e conhecer as práticas desenvolvidas por estas instituições, a programação terá como destaques a apresentação do programa A Bíblia na Recuperação da Dependência Química, da SBB, e a palestra “Orientação para Instalação e Funcionamento das Comunidades Terapêuticas no Estado de São Paulo”, a cargo da especialista em dependência química, Laura Fracasso. O evento acontece das 8h30 às 15h00, na Secretaria Regional da SBB (Av. Tiradentes, 1.441 – Ponte Pequena), em São Paulo. A capital paulista terá, ainda neste ano, mais duas edições do evento, a serem realizadas nos dias 26 de agosto e 28 de outubro.

Os participantes também terão a oportunidade de se filiar à COMTER – Comunidades Terapêuticas em Rede, criada a partir da união de entidades voltadas à recuperação de dependentes químicos, que têm na Palavra de Deus a orientação para seus trabalhos. “É importante voltarmos nossa atenção aos líderes, monitores e técnicos destas comunidades. Para isto, são promovidos encontros específicos e capacitações constantes, que visam o aprimoramento de suas instituições”, afirma o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert.

Sobre a palestrante

Laura Fracasso: Formada em Psicologia, é especialista em Dependência Química e presta assessoria sobre assuntos relacionados à dependência química e comunidades terapêuticas para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, assim como para outras instituições de renome.

A SBB – Fundada em 1948, no Rio de Janeiro, a Sociedade Bíblica do Brasil tem como missão “promover a difusão da Bíblia e sua mensagem como instrumento de transformação e desenvolvimento integral do ser humano”. É uma entidade sem fins lucrativos, de natureza religiosa, social e cultural. Sua finalidade é traduzir, produzir e distribuir a Bíblia, um bem de valor inestimável, que deve ser disponibilizado a todas as pessoas. Por seu caráter social, desenvolve programas com o objetivo de promover o desenvolvimento espiritual, ético e social da população brasileira.

O programa A Bíblia na Recuperação da Dependência Química tem o objetivo de contribuir para a recuperação dos dependentes químicos e prevenir o uso de drogas. É desenvolvido em parceria com organizações especializadas no tratamento terapêutico desse público. Em parceria com essas organizações, a SBB criou a Comter (Comunidades Terapêuticas em Rede), a fim de estimular a troca de experiências e a utilização da Bíblia no processo de recuperação.

Encontro de Comunidades Terapêuticas

Data: 1 de abril de 2013

Horário: Das 8h30 às 15h00

Endereço: Av. Tiradentes, 1.441 – Ponte Pequena – São Paulo – SP.

Confirmação de presença: 0800-727-8888 e (11) 3248-8981 / 3245-8985

 Fonte: Jornal Gospel News

Sociedade Show


A humanidade é pressionada por estridentes sons, êxtase, luzes, euforia, avisos, banners, promoções, fotos, pichações, ilustrações, slides, tatuagens, comerciais, filmes, roupas personalizadas capazes até de convencer que é moda, que é chique, que é moral. O processo de coerção, antes lento, sem imagens, nas cavernas, se escancarou aos olhos do mundo, ao vivo, em tempo real, sem autoria, anônimo. É aí que se grita pela falta do educador orientando, moderando, selecionando, criticando. É preciso ensinar a ouvir e a ver! Esse clamor se torna emergência, porque os analfabetismos se atropelam na estrada do avanço tecnológico e da informação. Que se implante a educação audiovisual.
Nos Estados Unidos surgiu nos últimos anos a media literacy, ou, “alfabetização para a mídia“ – “educação pela e para a comunicação”. Aliás, não é novidade, Adão tinha essa orientação divina lá no paraíso…
A educação está desafiada a acelerar seu ritmo na olimpíada pedagógica, chegar primeiro e, competentemente, preparar as emoções da sociedade, ajudando-a a tomar posse das conquistas, a decifrar mistérios e prosseguir.
A sociedade exige a presença de “alfabetizadores” capazes de ajudá-la a ler e a interpretar não somente o código de redes, senhas, sites, twiter, msn, e-mail, facebook, blogs, orkut, mas, sobretudo, que ajude o cidadão a tornar-se alfabetizado social, ou seja, um letrado cultural para interpretar a cultura das épocas, e, principalmente, produzir ciência, ser feliz, transcender.
A educação deve contribuir para que o homem desta Era da metainformação e da interface selecione sites, se interesse pela diversidade cultural, saiba apreciar um som e identificá-lo, compartilhe ritmos, tenha olhos e ouvidos educados para perceber os excessos.
Há muito tempo e, principalmente no Século XIX, quando já se discutia sobre a sociedade da sensação, profetizou-se a supervalorização das aparências e transparências do universo eletrônico que se expandia no mundo imaginário.

Fernando Hernández, professor da Faculdade de Belas Artes de Barcelona, na Espanha diz que “Estamos imersos numa avalanche de imagens e é preciso aprender a lê-las e interpretá-las para compreender e dar sentido ao mundo em que vivemos”.

Andrew Oitke, professor da Universidade de Harward, autor do livro Obesidade Mental, denunciou que “profissionais da informação vendem gordura trans em excesso” e concluiu: “Com uma ‘alimentação intelectual’ tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é possível supor que esses jovens jamais conseguirão viver uma vida saudável e regular”.
Afirma Oitke: “O jornalista alimenta-se, hoje, quase que exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos e de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular”.
Esse jornalismo da sociedade do espetáculo não se importa com os estragos emocionais que provocam na família. “O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades. Todos sabem que o Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy”.

Oitke é otimista e conclui: “Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam. É só uma questão de obesidade. O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos. O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos. Precisa, sobretudo de uma dieta mental”.

No espetáculo show da religião seria diferente? Todos sabem que luzes, shows e o estrondoso som eletrônico invadiram o território sagrado dos templos e, sem pedir licença à capacidade emocional auditiva e visual, sacudiram as estruturas do espaço reservado para a oração, a meditação e a comunhão.
Rosane Borges, professora do Departamento de Comunicação da Universidade de Londrina-Pr diz que “essa tendência de espetacularização de tudo é prejudicial, porque não está em consonância com a contemplação, com a reflexão”.
Ivone Boechat

Infográfico: Estudo mostra que 75% das mulheres são felizes na igreja

imrarrrrgesAs mulheres são a espinha dorsal de um número crescente de igrejas evangélicas. Elas são mais propensas que os homens a serem vistas nos bancos, servindo como voluntárias e professoras de diferentes grupos, incluindo na escola dominical. No entanto, o que elas pensam sobre ocupar esses papéis na igreja? Será que elas se sentem valorizadas? Elas estão satisfeitas com seu nível de envolvimento e oportunidades para liderar?
O fato é que as mulheres evangélicas de hoje em dia podem fazer nas suas igrejas quase tudo o que os “líderes” homens fazem. A pesquisa recém-divulgada do Grupo Barna, especializado em coletar dados junto aos cristãos evangélicos, tenta responder algumas das perguntas propostas acima.
O Instituto Barna de Pesquisas aponta em um novo estudo que apenas 24% das entrevistadas dizem que sua igreja não permite mulheres na equipe pastoral, enquanto 62% dizem que todas as funções pastorais estão disponíveis para as mulheres.
Quatro em cada cinco mulheres entrevistadas concordam que a sua igreja “valoriza a liderança de mulheres, tanto quanto a dos homens”. Mais de 70% disseram que estão “realizando um ministério significativo” em sua igreja, e 55% “espera que sua influência aumente”.
No entanto, mais de 30% das mulheres sentem-se “conformadas” com suas baixas expectativas em relação à igreja e 20% se sentem “subutilizadas”.
O dado mais intrigante é que quase 75% das mulheres entrevistadas acreditam que “podem e devem fazer mais para servir a Deus”.
O presidente do Grupo Barna, David Kinnaman, diz que este estudo ajuda a gerar um debate mais profundo sobre o papel das mulheres nas igrejas. Enquanto muitas mulheres estão satisfeitas com suas igrejas, um número crescente evita a igreja, disse ele.
“A pesquisa mostra que há uma enorme pluralidade de experiências para as mulheres nas igrejas de hoje, desde as que estão muito satisfeitas até as que acreditam que a igreja é um dos lugares menos agradáveis para elas estarem”, disse Kinnaman.
O estudo constituiu de uma série de perguntas feitas por telefone, com mulheres acima dos 18 anos que se identificaram como evangélicas e assistiram a pelo menos um culto em igreja cristã nos últimos meses. A margem de erro é estimada em +/- 4,1 pontos percentuais.
O portal Gospel Prime produziu um infográfico com os resultados da pesquisa. Também disponibilizamos um código para você copiar o infográfico em seu site ou blog.
Infográfico

Infográfico sobre mulheres cristãs
Infográfico produzido por Gospel Prime

Por: Jarbas Aragão

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

Abigail: sabedoria e equilíbrio para um lar abençoado

53ee94133b427d9991d43a8e6470643aA Graça Editorial prioriza a literatura voltada para o crescimento espiritual e, agora, acaba de lançar mais um DVD da série Recados do Coração de Deus, quadro apresentado por Andrea Rocha no programa Clip Rit, exibido na Rit TV.
Abigail era uma mulher dócil, sábia e temente a Deus, mas seu marido, Nabal, não tinha essas qualidades, muito pelo contrário! A própria Bíblia relata sua personalidade: “homem duro e maligno em todo o seu trato” (1 Sm 25.3).
Mas esta mulher, mesmo diante de tal dureza de coração, cuidava de sua casa no Senhor. E, por causa de suas sábias palavras, livrou o seu lar de um terrível mal.
No DVD “Abigail: sabedoria e equilíbrio para um lar abençoado”, você vai aprender, com o exemplo de Abigail, a ser uma mulher mais sábia, sensata e equilibrada, e, com a sua mente transformada, poderá tornar seu lar em um verdadeiro pedacinho do céu.
Por: Alessandra Lemos
Comunicação Graça Editorial

Fonte: Jornal Gospel News

No mês das mulheres, Graça Editorial lança livro que ensina a conviver com a TPM e a menopausa

Mochup_a-flor-da-peleCom exemplos reais, Dr. J. Ron Eaker explica a relação dos temas com a Bíblia e estimula as mulheres a fazerem suas escolhas para um estilo de vida saudável
A TPM e a menopausa são alguns dos momentos mais desconfortáveis para uma mulher. Essas fases, no entanto, podem deixar de ser um pesadelo para se tornar motivo de celebração. Isso é o que o Dr. J. Ron Eaker explica no livro À flor da pele – Espante a irritação “daqueles dias” e aprenda a conviver com a TPM e a menopausa.
A obra, anteriormente intitulada Benditos Hormônios, está sendo relançada pela Graça Editorial, em celebração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março. Além de novo título e identidade visual reformulada, o livro apresenta um conteúdo ampliado, o que torna a leitura ainda mais agradável e explicativa para a mulher de hoje.
“Há muito tempo, compreendi que o melhor Guia para a vida é a Bíblia. É o Manual do usuário que podemos aplicar desde o nosso nascimento até a morte. Entendi esse conceito perfeitamente, mas fui lento em traduzir isso para a maneira de cuidar de minhas pacientes. Enquanto preparava uma palestra sobre o poder de cura da oração, uma antiga informação de um seminário que eu havia assistido sobre menopausa veio à minha memória de alguma maneira (algumas pessoas dizem que a coincidência é só o jeito de Deus permanecer anônimo). O Senhor é Deus de cura, e eu lidava com incontáveis mulheres que precisavam da cura da mente, do corpo e do espírito. Que combinação! Estou convencido de que é a única maneira de todas as peças se encaixarem”, explica o Dr. Eaker.
Na literatura, são apresentados fatos, exemplos reais, sabedoria bíblica, desafios e recursos para estimular as mulheres a fazerem suas escolhas para um estilo de vida saudável. Deus graciosamente concedeu a cada uma as ferramentas para controlar seus pensamentos e sentimentos, e o Dr. Eaker ilustra como os sintomas físicos podem ser vencidos com o uso de hormônios, ervas, vitaminas, dieta e oração.
Alguns dos assuntos de destaque são: o plano de Deus para o controle do estresse; como prevenir a osteoporose; alimentos saudáveis e ervas curativas; o poder da oração de cura; opções para o tratamento da depressão e ansiedade; a novidade sobre os hormônios; uma solução garantida para os fogachos, usando alternativas naturais, e como 30 minutos diários de exercícios físicos podem ser uma fonte de juventude.
Sobre o autor
O Dr. J. Ron Eaker é um médico obstetra e ginecologista credenciado, com vasta experiência trabalhando com TPM e menopausa. Há muito tempo, tem sido um advogado da educação da saúde das mulheres, ministrando palestras a numerosos grupos tanto em seu país como em outras nações. Além disso, tem participado de programas de televisão e rádio.
Por meio de sua empresa, a Healing Triad Talks [Palestras sobre a Tríade da Cura], ele e sua esposa, Susan, ensinam em seminários a respeito de cura e oração, bem como sobre abordagens complementares para a saúde.
Por: Alessandra Lemos
Comunicação Graça Editorial

Fonte: Jornal Gospel News

Problemas de saúde mental é mais comum entre pessoas espirituais mas que não são religiosas

esquizofrenia2Estudo britânico diz que as pessoas que têm um entendimento espiritual da vida, na ausência de uma estrutura religiosa, ficam vulneráveis à doença mental.
De acordo com um estudo publicado no British Journal of Psychiatry, as pessoas que se identificam como “espirituais mas não religiosas” são mais propensos a sofrer de transtornos mentais ou aqueles que empregam um tipo religioso ou aqueles que não são nem religiosos, nem espirituais.
O estudo britânico examinou 7.403 indivíduos, 19% disseram que eles eram “espirituais mas não eram religiosos”. Outros 35% disseram que são religiosos, mas 46% disseram que não eram nem religiosos, nem espirituais.
Segundo a CNN, o novo estudo apoia a pesquisa americana sobre o tema feito anteriormente, incluindo estudos no passado feitos por Tanya Luhrmann, uma psicológica antropóloga da Universidade Stanford que descobriu que “a religião organizada oferece três saídas que são bons benefícios para bem-estar: o apoio social, um apego ao amoroso Deus, e a prática organizada de oração “.
“Quando você se torna espiritual, mas não religioso, você está perdendo os dois primeiros pontos e mais ainda a área espiritual, mas as pessoas não religiosas não estão participando do terceiro'”, disse Luhrmann à CNN. “”Não é apenas uma crença genérica em Deus que trabalha, são as práticas específicas de trabalho'”.
Em 2003, a Christianity Today informou que 33% dos americanos disseram que estavam espirituais, mas não religiosos. Mas esse percentual pode estar diminuindo: a Christianity Today informou, em novembro de 2012, que apenas 18% das pessoas descreveram-se dessa forma (incluindo 12% dos evangélicos). A revista também relatou extensivamente sobre questões de saúde mental, incluindo o suicídio, esquizofrenia e depressão.

Fonte: Cristianismo Hoje / Jornal Gospel News

Entrevista completa com Pr. Silas Malafaia em de frente com Gabi

400021-630x495Na noite deste domingo (3) foi ao ar o programa ‘De Frente com Gabi’, uma conversa franca e aberta entre a jornalista Marília Gabriela e o pastor Silas Malafaia, líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Sempre polêmico, o pastor condenou abertamente o homossexualismo e a tentativa de ridicularizar os pastores em relação a finanças. Ele também negou os dados veiculados pela revista Forbes sobre sua renda e mostrou a declaração de Imposto de Renda provando que seu patrimônio é de R$4 milhões.
O debate teve três blocos com assuntos distintos e gerou muitos comentários nas redes sociais. Enquanto o programa era exibido, a hashtag #MalafaiaDeFrenteComGabi liderou os Top Trending do Twitter.
Outras duas palavras que também entraram no Top 10 dos assuntos mais comentados do Twitter foram: “Silas Malafaia” e “Marília Gabriela”.
Nesta segunda-feira (4) a produção do “De Frente Com Gabi” informou que este programa superou todas as marcas anteriores, sendo o mais assistido em toda história da atração.
Pr. Silas comenta:
Quero ser bem sucinto.
Obrigado pelo apoio de todos e pela oração. Tenho convicção que minha ida ao programa da Gabi tem haver não comigo, mas sim com o povo de Deus que durante muito tempo sempre foi motivo de deboche, preconceito, e zombaria de grande parte da imprensa. Como Deus sempre usa alguém, na verdade é como se todo o povo evangélico estivesse ali debatendo com a Gabi.
O produtor do “De Frente Com Gabi” nos informou que este foi o programa de maior audiência em toda a história. Batemos o recorde! A Deus seja a honra e a glória!
Creio que apesar das minhas limitações, e nem tudo respondemos de maneira 100% como devia, tenho convicção que o evangelho não foi envergonhado, e o mais importante: Deus foi glorificado! Que venham outros!
Assista a entrevista e deixe o seu comentário:

Fonte: Verdade Gospel / Jornal Gospel News

Incêndio em boate em Santa Maria: líderes cristãos expressam consternação e pedem orações nas redes sociais

fotos_kiss_diario_2A tragédia na boate Kiss, em Santa Maria, RS, onde mais de 230 jovens morreram num incêndio, causou comoção nacional e levou a manifestações emocionadas de diversos líderes evangélicos.
O pastor Marco Feliciano usou o Twitter para expressar sua consternação e dor: “Oremos pelas famílias das vítimas da cidade de Santa Maria-RS. Meus sentimentos aos gaúchos. Mais de 230 mortes, tragédia estúpida!”.
O pastor Ciro Zibordi usou seu perfil no Facebook para expressar sua “profunda tristeza na alma” devido à dor dos familiares das vítimas, e pedir que além de “orarmos por elas, sejamos cristãos de verdade, que pregam o Evangelho, aconselham, socorrem os necessitados, confortam os que sofrem, etc”.
Zibordi pontuou que a igreja pode mais: “Podemos fazer mais do que temos feito. Mas não caiamos no erro de propagandear nossas realizações em prol dos necessitados. O nosso galardão vem do Senhor”.
O reverendo Hernandes Dias Lopes também usou o Facebook para externar seus sentimentos a respeito da tragédia: “É hora de chorar com os que choram e rogar a Deus o consolo do seu Espírito a essas famílias enlutadas”.
Lopes afirmou que a tragédia que “ceifou a vida de jovens e adolescentes, deixando as famílias dessas pessoas de luto e o Brasil com o rosto banhado de lágrimas”.
A necessidade de agir com base nos princípios cristãos para socorrer os aflitos também foi destacada pelo reverendo: “Essa dor que lateja no peito dos familiares dói também no peito de todos nós […]É tempo de orarmos em favor das famílias enlutadas e nos colocarmos como instrumentos nas mãos de Deus para levarmos o Evangelho de Cristo, a única mensagem que preenche o vazio do coração humano e consola os aflitos”, convocou.
O editor do Púlpito Cristão, Antognoni Misael, usou o espaço no site para externar sua consternação pelo fato: “Não conseguiria dormir esta noite sem que antes expressasse minha tristeza em relação a tragédia de Santa Maria-RS […] Creio que o que importa nesse instante de luto é apenas se permitir a se sentir o mais humano possível. Fica a dor e a tarefa de chorar com estas famílias. Orar por cada parente. E rogar a Deus pelos que estão hospitalizados. Que Deus refrigere cada coração despedaçado”.
O pastor batista Fabricio Cunha publicou em seu site um relato em que compara o dia cinza, em São Paulo, com a tristeza e o choque pela notícia da tragédia: “Abri a janela e vi o dia escuro, cinza e chuvoso. Não imaginava que ele era a expressão do coração de nosso Pai e de outros tantos pais, mães, irmãos e amigos que derramavam suas lágrimas doídas por seus jovens, ‘adormecidos’ em Santa Maria. Liguei a TV e vi a notícia. Parei, chocado, atônito com tamanha tragédia”, escreveu, sintetizando o sentimento da maioria das pessoas. “Quando alguém morre sem ‘precisar’ morrer, todos nós morremos um pouco”, finalizou.
A psicóloga Marisa Lobo usou o Twitter para enviar uma mensagem de apoio aos familiares e conterrâneos das vítimas: “Nesta horas de angustia e sofrimento ,o que podemos fazer é nos unir em amor e Fé. Nestes momentos de tragédias é quando percebemos como somos frágeis e precisamos da força e do amor de Deus. Não podemos estar aí para dar um abraço pessoalmente, mas estamos aqui pedindo a Deus que os console”.
A repercussão internacional do incêndio na boate Kiss em Santa Maria motivou manifestações de solidariedade por parte de artistas, como a cantora Lady Gaga, que publicou uma mensagem de apoio aos familiares: “Minhas orações vão para os familiares e amigos que perderam seus amados no fogo no Brasil. Estou pensando em vocês hoje durante essa tragédia”. Logo depois, a cantora publicou uma foto em que aparentemente fazia uma prece.
A solidariedade aos familiares fez com que um pai e uma filha comparecessem ao ginásio onde está sendo feito o velório para manifestar seu apoio. José e Raissa Silva percorreram um a um os caixões, e depois de abraçarem os familiares, cantaram uma música gospel. De acordo com informações do G1, são “poucos os que não se emocionam com a melodia em memória às vítimas da tragédia”.
A iniciativa, foi motivada pelo sentimento de dor compartilhado pelo país: “Alguns jovens que morreram eram conhecidos, outros não. Mas somos todos irmãos, criaturas de Deus. Viemos mostrar nossa compaixão, solidariedade. A música penetra na alma para serenar”, explicou José Silva.
Embora muitos tenham usado as redes sociais para externar sua dor com o ocorrido, uma reflexão foi compartilhada por muitos usuários do Facebook. No texto, o autor afirma que a tragédia foi “uma grande ceifa”. Confira a íntegra abaixo:
Kiss, o beijo do diabo.
Essa madrugada perdemos 245 jovens em Sta. Maria, foi uma grande ceifa, e quem foi o ceifeiro? A verdade é que o campo estava florido e onde estavam os verdadeiros ceifeiros? Permitiram a ceifa do ladrão, o nome é proporcional a sedução, kiss ou beijo. A pergunta que não quer calar é: Será que havia alguém desviado? Um filho de um cristão? Amigo de um servo do Senhor? Como o jovial pensamento de sermos intocáveis 245 jovens seduzidos foram beijados, famílias desfalcadas e a pergunta é: como ouviram se não há quem pregue? Como se salvarão se ninguém se dispõe a ir?
Poderia ser uma grande ceifa mais o ladrão roubou nossa colheita. Que se levante a geração de Gideão que toma das mãos dos ladroes a colheita que é do povo de Deus. Talvez jovens vão ler esse texto e pensarem que estou radicalizando mais poderia ter sido você, e lá estaria morto(a) o ex adorador, pregador ou cristão. Beijados por satanás, estamos diariamente perdendo inúmeros jovens, e por quê? Os campos estão floridos mais não há ceifeiros.
O socorro às vítimas segue em Santa Maria e cidades vizinhas, além de Porto Alegre, capital do estado. A Defesa Civil pede ajuda de voluntários e a Secretaria de Saúde gaúcha solicita que doadores de sangue compareçam aos hemocentros. Saiba como ajudar clicando aqui.
Por Tiago Chagas

Fonte: Gospel+ / Jornal Gospel News

Pesquisa mostra que pastores não estão preparados para morrer

Igrejas e pastores sofrem consequências da perseguição na ÁsiaUma pesquisa realizada recentemente pela LifeWay Research indica que 37% dos pastores não possuem nenhum tipo de planejamento para suas famílias após a sua morte.
Isso significa que não deixariam nenhum testamento, seguro de vida, plano de prevenção, ou assemelhado. “Os pastores sabem que não podem controlar o que acontece com seus familiares quando eles morrem, mas falta planejamento”, acredita Warren Peek, presidente da Fundação que encomendou a pesquisa. “Um planejamento básico economiza muita dor de cabeça e garante tranquilidade para a família.”
A pesquisa foi realizada com pastores ligados à convenção batista, mas a Lifeway acredita que não é muito diferente entre as demais denominações. Scott McConnell, diretor da LifeWay Research, disse que um número significativo dos pastores simplesmente não estão preparados para morrer.
Os pastores mais jovens (até 44 anos) são os menos propensos a deixar a família preparada. Quase dois terços dos pastores pesquisados ​​concordam que seria melhor o pai deixar um testamento.
McConnell disse que deve ser uma questão preocupante o fato de muitos pastores não conversarem com sua família sobre o que pode acontecer quando eles morrerem. O objetivo da Fundação Batista do Sul, criada em 1947, é ajudar instituições e indivíduos a se planejarem para todo o tipo de situação adversa. Os resultados desta pesquisa serão usados para uma campanha visando ajudar pastores e suas famílias a planejarem melhor o futuro.

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

Feminismo no mundo e a influência em nossas igrejas

resized_sonho_mulherQuando falamos em feminismo devemos ter conhecimento deste movimento e suas raízes e analisarmos até que ponto essa luta por direitos da mulher não está se tornando, ou já se tornou em algumas vertentes, uma militância de confronto com o sexo masculino podendo, fora do contexto e ideal original, estar fazendo mais “mal” do que “bem” para a sociedade a que pertencemos e, principalmente, para nós mulheres.
A mulher tem espírito competitivo, inteligência e sabedoria, e tem buscado cada vez mais conhecimentos. Estatísticas mostram como a mulher tem se destacado no mercado de trabalho e na política em todo mundo, conquistado seu espaço e seu direito como cidadã, e como pessoa humana. Mas muito ainda temos que caminhar. A violência existe. A cada 15 segundos uma mulher é agredida e/ou morta no mundo. A violência contra a mulher ainda é um problema mundial e deve ser combatida. No Brasil, no ano de 2012, uma pesquisa mostrou que 6 em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de violência doméstica. Mulheres têm sido brutalmente assassinadas e agredidas, é fato, e a principal causa ainda é o machismo.
Quando falamos em feminismo no sentido de luta das mulheres por direitos humanos de não serem discriminadas e agredidas e/ou tratadas como um ser inferior aos homens, seja no lar, no mercado de trabalho, na igreja ou na política, abrimos caminhos para um movimento e uma discussão justa onde o sexo masculino também tem feito parte, pois se trata de direitos humanos. O movimento feminista neste contexto tem conseguido mexer com o mundo lançando um olhar de maturidade e humanidade sobre esta mulher, que é o esteio do nosso lar, e da nossa sociedade.
Dito essa verdade e mostrando que sim, essa vertente do feminismo é essencialmente importante nessa luta, quero pontuar algumas questões que creio estarem desfocada do ideal e chamar a atenção para este fato: o de não perdemos o objetivo inicial e principal, ou estaremos extinguindo papeis social, sexual e familiar tão importantes para a restruturação familiar.
Lutar por direitos, muitas vezes em meio à competição, pode se tornar uma luta com argumentos perdedores, onde está em jogo um direito tão importante para nossa estrutura emocional: o de ser amada valorizada e protegida exatamente por ser mulher.
Como uma profissional que não tem vergonha e exerce seu direito de mulher de crer em Deus, digo que Deus tem usado igualmente mulheres e homens. Mulheres têm conquistado espaço dentro de ministérios e os mesmo direitos a cargos, títulos e posições de liderança, realizando tudo em igualdade.
Nós mulheres temos conquistado o mundo, isso é fato (estamos preenchendo o lugar desocupado pelo sexo masculino talvez). Porém, não podemos de forma alguma perder o nosso referencial e o respeito pelo sexo oposto, desrespeitando seus direitos e o nosso direito de cultivar a nossa feminilidade e preservar nosso desejo de amar e ser amada e respeitada em todas as áreas como mulher, esposa, filha, mãe e/ou amiga. Isso em qualquer situação e/ou condição. Nosso maior direito, o de ser mulher, não pode ser violado. Nossa identidade e papel sexual, social, papel de ajudadora, deve ser exercitado e valorizado por nós mesmas. Podemos querer ter igualdade de direitos, mas nunca assumir a personalidade do sexo oposto ou entraremos em conflito com nossa personalidade, que é única.
Explicando sobre o movimento feminista
O movimento feminista mundial vem se organizando e atuando em diferentes frentes de luta e em diferentes formas, tendo como consequência uma diversidade de vertentes que variaram ao longo da história e do contexto social, por meio da igualdade, da diferença e da separação. Há porém, no feminismo, um compromisso comum de por fim a dominação masculina e à estrutura patriarcal. As diferenças situam-se na identidade, no adversário, e em quais os focos de luta, bem como metas, se quer alcançar. As divergências vão da análise das raízes do patriarcalismo, à possibilidade de combater e reformar o estado patriarcal e/ou capitalismo patriarcal, a heterossexualidade patriarcal, ou ainda a dominação cultural.
Tudo hoje gira no campo do relativismo social, da busca do prazer. E essa busca, se for descontrolada, pode gerar problemas de pertencimento, sociais, emocionais, familiares e conflitos de direitos, pois todos nós temos direitos e de certa forma lutamos por eles. Temos que tomar muito cuidado para não sermos, nós mulheres, usadas por esse movimento extremista como idiotas úteis e/ou massa de manobra apenas e, ao invés de lutarmos pelo direito da mulher no trabalho, pelo tratamento igualitário enquanto ser humano, pelo salario justo à nossa competência e pela não violência, nos envolvermos e engrossar as agendas mundiais de ações contrárias aos nossos princípios e a nossa fé como, por exemplo, aborto, prostituição, desconstrução da família tradicional natural biológica, etc.. Coisas que para nós, cristãos, é incompatível. Porém, a opressão sexual e a violência contra a mulher devem ser desmascaradas e extinguidas da sociedade cristã e, principalmente, de dentro das igrejas.
O maior perigo para nós, mulheres cristãs, é o de estar contribuindo com o movimento de desconstrução familiar e de nosso papel social.
Durante o desenvolvimento de frentes, aparentemente por direitos, elas incorporam outras frentes de luta, e começam a forjar o conceito de gênero e da hierarquia mascarada pela diferenciação de papéis que tem origens no feminismo radical. É o feminismo desconstrutivista que acredita ser o sexo (tanto no sentido biológico quanto social) uma construção social, que deve ser rejeitada enquanto unidade de classificação. Para esse tipo de feminismo o paradigma de dois sexos deve ser substituído por outro, que considere diversas sexualidades. Ou seja, este movimento feminista por ideias há muito tempo deixou de ser legítimo e passou a ser uma guerra não por direitos, mas sim uma guerra de sexos, e com essa luta não devemos compactuar.
E onde estamos nós mulheres cristãs nesse movimento
A luta contra a violência, a discriminação e pela liberdade da mulher como pessoa humana é muito bem vinda e deve ser apoiada e divulgada por todas as mulheres em todo mundo. O exagero é o fanatismo desses movimentos desfocados, onde mulheres confundem luta contra o preconceito e discriminação com uma luta pessoal e ou de gênero contra o sexo masculino, destilando preconceito generalizado contra o sexo oposto e querendo se igualar a ele, não aceitando que, embora lutemos por igualdade de direitos, somos sim muito diferentes.
Um mundo dominado por homens.
A luta contra o estado patriarcal é bem vinda no sentido de que nós mulheres temos competência e direitos de assumir cargos e posições sociais, politicas ou ministeriais tanto quanto o sexo oposto, e de que temos a liberdade de expressão e de direitos. Porém, a meu ver, é exatamente nessa interpretação de direitos de cada sexo que mora a controvérsia e toda a preocupação, pois nessa luta de conquistar direitos podemos estar perdendo nosso maior direito: o de ser feminina, mulher amada e protegida pelo sexo masculino. A guerra de egos pode estar destruindo os relacionamentos e os papeis sexuais e sociais de cada sexo. Vejo essa desconstrução como uma doença social imposta por grupos militantes de gênero, e não como uma luta legítima contra a violência e direito da mulher enquanto sexo feminino.
Podemos ser femininas, idealistas e militantes por direitos. Porém, não podemos perder nossa identidade de sexo oposto, nossa feminilidade. Podemos conquistar o mundo e ser melhores que os homens em muitas coisas, mas preservando a nossa qualidade de sexo frágil fisicamente e emocionalmente, pois, por mais que conquistemos espaços, nossos hormônios, nossos afetos e nossa fragilidade mostram que temos um limite para nossas conquistas, e que não podemos confundir conquistas por direitos com inveja do sexo oposto.
A mulher na Igreja
Cada qual tem sua importância e seu papel na família, na igreja e na sociedade. A perda desta identidade pode e está gerando muitos conflitos, muitas vezes desencadeando uma confusão de papéis, desestruturando nossas emoções e nossa personalidade, influenciando assim nossa família e nosso ministério de forma negativa.
Na igreja não é diferente, não somente pastoras estão crescendo entre denominações liberais em todo mundo, mas também entre igrejas e denominações evangélicas conservadoras.  Nós mulheres temos conquistado nosso espaço, nosso direito de ministrar e pregar. Os papeis têm se igualado, mulheres têm estado à frente  de ministérios brilhantemente. A mulher tem sido importante na condução, principalmente, nos ministérios social e missionário. Ou seja, tudo que um homem pode fazer em termos ministeriais a mulher também tem conquistado e de forma brilhante.
Entretanto, algumas não têm se contentado em ser a costela, o que muitas querem é ser o Adão. Muitas vezes a responsabilidade é do próprio homem, que não tem cumprido seu papel de verdadeiro líder espiritual, e tem usado desse poder para subjugar a mulher como ser inferior. Muitas mulheres tem se revoltado e não aceitado mais serem ofendidas e magoadas por aquele que prometeu amá-la e protege-la todos os dias de sua vida.
Essa frustração e confusão de papeis, além da falta de honra masculina em sustentar emocionalmente e espiritualmente em amor (não em violência, discriminação, desrespeito e desvalorização), tem levado essa mulher a uma busca incessante por realizações pessoais, como que para preencher o vazio deixado por uma ilusão de que seria cumprido nela pessoalmente as promessas de Deus quanto ao seu relacionamento. Assim ela segue tomando atitudes de comando como defesa, e muitas vezes vai destruído sua família e seu ministério, pois está, sem perceber, destituindo o poder espiritual protetor sobre sua vida, que é função espiritual do sexo oposto.
Por outro lado se, o homem só tem a função de humilhação e não de provedor espiritual, afetivo e financeiro, não tem sido o modelo para ela e seus filhos, e a mulher percebe que pode fazer tudo sozinha, porque deste homem? O perigo está exatamente neste ponto. Se o homem não faz a diferença e não cumpre seu papel nessa relação, há um desequilíbrio e uma busca incessante da mulher por direitos de pessoa humana. Nesse caminho ela pode confundir seu papel e até mesmo seus direitos, e colocar em risco sua espiritualidade. Essa é a triste realidade.
Entretanto, temos que fechar a questão em um ponto: não temos espaço hoje no mundo, e tão pouco na igreja para discriminação, preconceito e maus tratos contra a mulher. Deus, em Genesis 1:28, deu uma ordem: “Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes”. Note que Deus fala no plural, dando ordem aos dois de conquistas e dominação sobre as coisas do mundo, querendo exatamente mostrar a importância dessa parceria. Isso quer dizer que Deus deu poder de igualdade a bens materiais, posições sociais, direitos civis… Enfim, igualdade de direitos no mundo. Porém, ao homem foi dada a função de líder espiritual. Não de cabeça, pois o cabeça do corpo é somente Cristo. Alguns homens, por falta de entendimento e estrutura psicológica, tem confundido a milênios este ministério por machismo e preconceito, e a mulher tem lutado contra essa falsa interpretação bíblica e tem buscado seu direito de ser aceita, amada, respeitada e protegida, ao mesmo tempo em que busca ser útil, podendo desenvolver seus dons e talentos.
O perigo está, porém, no desequilíbrio e na falta de sabedoria e conhecimento da mulher, pois nessa busca incessante por direitos muitas têm se perdido em sua ideologia e tirando o direito ao sexo oposto de desempenhar seu papel dentro do ministério de Jesus Cristo.
As grandes conquistas da mulher dentro da igreja são influências, de certa forma positiva, de vertentes das gerações mais recentes do movimento feminista. Sendo essas a liberdade de exercer seu ministério, sendo aceita e respeitada socialmente pelo homem Cristão e a não aceitação da opressão sexual. Temos tido mais abertura para cooperar com os movimentos sociais masculinos, isso vemos dentro da igreja com bons olhos.
Mas é de fundamental importância que a mulher, mesmo que seja no comandando, procure ser sábia a ponto de não descaracterizar seu papel feminino e não assumir mais responsabilidade do que realmente tem dom, unção e capacidade de exercer. É importante esclarecer que essa mulher, no desespero, de querer “ser” e pertencer a este mundo, antes de propriedade exclusivamente masculina, dê um passo maior que a perna a atraia para si apenas stress desnecessário e uma luta espiritual para a qual não tem capacidade e não está preparada para assumir, ou mesmo não tenha sido chamada por Deus para cumprir.
Somos capazes e podemos fazer muito mais do que imaginamos, porém temos que ter senso crítico e não acompanhar a moda, haja vista que o modismo mundial para nossa fé só tem atrapalhado nossas conquistas.
Se cumpríssemos os dois maiores mandamentos e ensinamentos de Jesus, “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” (Marcos 12:30-31), jamais precisaríamos lutar por direitos de sermos respeitadas e não discriminadas, pois o amor de Deus deveria garantir esses direitos. Se isso não está acontecendo é porque o ego do homem não tem permitido.
Para meditar com compreensão
“Se alguém aceita a inerrância e a exatidão histórica da Escritura e interpretar corretamente 1 Timóteo 2:9-15, então todas as porções do Novo Testamento que falam sobre o papel da mulher na assembleia local se encaixará no seu devido lugar. Por exemplo, alguém compreenderá o que Paulo tencionava quando ele ordenou que as mulheres “permanecessem em silêncio” na igreja local (1Co 14:33-34). Alguém também compreenderá por que a natureza proscrita das Epístolas pastorais declara que um pastor/bispo/ancião tem que ser ‘o marido de uma só mulher’ (1Ti 3:2). O leitor das Epístolas Pastorais tem que entender que Paulo está dando uma direta e divina revelação concernente aos papéis e comportamentos de homens e mulheres na igreja local, e ambos, mulheres e homens possuem certos ministérios e responsabilidades para preencher. No entanto, a mulher é proibida de ensinar, ou proclamar com autoridade a verdade da Palavra de Deus a homens numa assembleia local de crentes. Hoje, esta proclamação autoritária da Palavra de Deus inclui alguma forma de ministério pastoral ou sustentação de algum ofício de ordenação. As razões para esta proibição divina se origina na ordem prescrita na criação, na família e na igreja local.” Valdenira N.M. Silva, 2006
E é fácil entender essa verdade, pois, por mais que as mulheres façam, cresçam e tenham seu ministério, preguem, e seja vitoriosas (e devem buscar ser), na igreja local a autoridade espiritual é do homem. Ele pode exercer com menor frequência esta função de pregador na igreja se não quiser, mas deve ser respeitado por toda congregação, sua família, sua esposa, e por ele mesmo como líder espiritual. Se essa liderança for exercida em amor e em respeito, será entendida e aceita por toda e qualquer mulher, por mais liberal que seja.
Podemos ser feministas sem ferir princípios, mas sendo femininas precisamos saber que é muito bom ser mulher, saber que temos um homem para nos amar e proteger espiritualmente e emocionalmente. No entanto, nossa felicidade nunca deve depender do outro, deve depender de nós mesma e de Deus. Mas, confessa que o sonho de toda mulher é um retorno ao paraíso “ser amada e respeitada por quem a gente ela ama”. Isso é e tem sido nossa maior luta e conquista, essa verdade emocional prova que Deus criou o homem e a mulher para completarem um ao outro (Genesis 1:30), e viu Deus que era muito bom.
Referências:
Bíblia Sagrada
O Papel Das Mulheres Na Igreja Local Valdenira N.M. Silva, 2006
Foundation Magazine, Jul-Ago 2001 (The Role of Women in the Local Church)
http://www.agenciapatriciagalvao.org.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo
Por: Marisa Lobo
Psicóloga e Colunista do Jornal Gospel News

Fonte:  Jornal Gospel News