Entrevista com Eliane Silva

12X12 CAPA Eliane Silva ok01 – Os primeiros comentários e críticas do disco “Senhor do Tempo” estão extremamente positivos. A música está sendo executada nas rádios, o público começa a conhecer as canções, tudo extremamente seguindo bem. Você tem acompanhado estas críticas e como tem recebido o feed back do público e da mídia ao seu novo trabalho?

 

Vou começar dizendo que felicidade demais pode tirar até o sono rs…  agora são exatamente 03:13 da madrugada e eu aqui respondendo as 5 perguntas para a equipe da Sony Music. Os  comentários não poderiam ser melhores. A recepção do público  me animou muito, na verdade, Deus falou comigo por várias vezes que seria um divisor de águas em meu ministério este CD. Disse que muitas coisas Ele faria, então o que estou vivendo nestes dias são cumprimento de suas  promessas. Me dediquei ao máximo em busca de um repertório com canções sólidas que pudessem transformar corações ou no mínimo arrancar uma lágrima de um olhar, e o que tenho recebido de mensagens de pessoas crentes e afastadas é forte demais!! Estou tão agradecida ao meu amigo Espírito Santo por me capacitar mais uma vez. Estou feliz demais por tantos comentários positivos em blogs, twitter,  instagram…. Posso afirmar que Deus tem colocado o CD “Senhor do Tempo” no coração do seu povo. Glórias a Deus!

 02 – A escolha de repertório sempre foi um dos pontos fortes de sua carreira e isso fica evidenciado ao ouvirmos as canções que fazem parte de “Senhor do Tempo”. Como foi esse processo de escolha e decisão pelas músicas que fazem parte deste CD?

 

A escolha do meu repertório nunca foi fácil pois, meu público sempre espera algo forte tocante, sempre me empenho noites e dias à procura da profecia para tal tempo. Muita busca, este é  o meu “segredo”. Sempre observo  o conteúdo da mensagem, se tem fundamento na Palavra. Eu exijo muito de mim, sou perfeccionista em tudo que faço, em média é um ano e meio pra finalizar o mesmo, mas no final a gente comemora dando glória! Oh glória!! Este CD “Senhor do Tempo” tem algo muito especial, pois desta vez eu fui mais profundo buscar essas profecias, eu me esvaziei totalmente de mim, quando decidi a fazer desta maneira as coisas fluíram! O repertório, produção, … , entendi que Deus queria isso! Menos de mim e mais dEle.

 

 03 – Como foi o processo de produção deste trabalho? Você teve a oportunidade de trabalhar com dois produtores, esteve mais presente a todo o processo de produção. Conte-nos como foram estas experiências.

 

Esta  produção é um presente de Deus, pois eu tive o privilégio de ter dois grandes profissionais vivendo junto comigo este sonho, Melk e Baruk. Também quero destacar meu fotógrafo, o amigo Marcello Michel que  se empenhou em fazer um lindo trabalho. Este projeto no geral  foi marcado de grandes experiências.  Meu Deus!! De arrepiar. Em estúdio cada arranjo que vinha, a gente se emocionava muito,  Deus usou cada maestro de uma forma surpreendente!!   Eu jamais vou esquecer de cada detalhe, foram momentos de alegrias, outros  de choro, pois não há vitórias sem batalhas espirituais, confesso!! Amadureci muito nesta fase, posso afirmar de todo meu coração, valeu a pena. Aproveito paraagradecer a todos que se doaram nesta produção.

 

 04 – Sua agenda é uma das mais intensas no meio gospel. Com o lançamento de “Senhor do Tempo” você ainda pensa em intensificar suas viagens e apresentações?

 

Graças a Deus tenho uma agenda enorme, parece que tenho rodinhas  no pé rsrs, de um lado pro outro neste Brasilzão!! Eu amo o que faço, estar nos palcos nos púlpitos é meu prazer, abraçando sempre a todos na medida do possível. Na verdade, eu fui chamada pra isso e claro que com um novo lançamento isso tende a aumentar, estou animadíssima!! Quero divulgar bastante este CD e como o nosso diretor Mauricio Soares comentou há três anos sem lançar um inédito, eu estou com força total!! Realmente quero muito que estas canções cheguem o quanto antes nos lugares mais longínquos desta nação. Levando refrigério, alegria, levantando o caído. Este é o meu desejo.

 

05 – Quais os seus desejos, sonhos, objetivos para 2014 e aproveite para deixar uma mensagem aos nossos leitores.

 

2014 será mais um ano da colheita no meu ministério, Deus falou ao meu coração. E claro, tomei posse, tenho muitos projetos em andamento.Temos este CD novo pra divulgar, além disso, Deus me presenteou com uma carreta-palco onde faremos um grande trabalho pelo Brasil começando pela minha terra amada de Minas Gerais, coisa de Deus! Meu propósito é alcançar mil  vidas para Cristo, muita coisa nova creio que esta por vir! Vamos gravar um novo clipe, site renovado, tudo novo!!! Hum … No decorrer do tempo vocês serão informados. E deixo claro que só vai acontecer aquilo que Deus permitir, faço planos diversos, mas a resposta certa vem do Senhor. Abro meu coração para agradecer à minha gravadora Sony Music, na pessoa do diretor Mauricio Soares, por esta bela produção, a toda sua equipe que tem  se empenhado em fazer o melhor em prol do meu ministério! Vamos seguindo em frente! Agradeço aos meus amigos, irmãos e fica  aqui minha gratidão pela vida de cada um. Vocês fazem parte da minha  história. Peço que continuem  intercedendo pela minha vida. E eu profetizo muito mais de Deus sobre vocês, tenham um feliz Natal! E 2014 com uma grande colheita. E pra finalizar, conheçam o meu CD “Senhor do Tempo” e se possível adquiram e dêem de presente aos amigos e familiares neste fim de ano. Deus os abençoe!

Por: Tatiane Silva

Gospel Sony Music

Sony Music Entertainment Brasil | Day 1 Entertainment Brasil 

Empreendedorismo Pioneiro Emílio Magnago, sócio-diretor da ‘Um entretenimento”- primeira agência brasileira focada no segmento musical cristão

Emílio Magnago, sócio-diretor da ‘Um entretenimento”- primeira agência brasileira focada no segmento musical cristão – fala sobre as tendências do mercado fonográfico e a parceria de sua empresa com a gravadora Universal Music.


(Foto: Arquivo Pessoal)

Ele tem 18 anos de carreira, já trabalhou em grandes majors do mercado fonográfico nacional e comandou o departamento comercial da Som Livre por 12 anos. À frente da gerência de vendas desta empresa, ele foi responsável responsável por idealizar a coletânea Promessas – produto pioneiro da gravadora neste segmento – e por apoiar a transformação dessa marca em Festival Promessas e Troféu Promesas – a maior premiação da música cristã brasileira.

Carioca, formado em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, ele e seu sócio, Leo Ganem (ex-presidente da Som Livre e Geo Eventos), uniram forças, expertises e fundaram a primeira agência brasileira focada no segmento musical cristão. A empresa, pioneira no país, foi criada com o objetivo de promover eventos e gerenciar, integralmente, a carreira artística de cantores, bandas e grupos cristãos. Além disso, a agência funcionará como um departamento de A&R e marketing da Universal Music – maior gravadora do mundo – sendo responsável pela apresentação de artistas que serão contratados e distribuídos pelo selo Universal Music Christian Group (o mesmo label utilizado nos Estados Unidos), que em breve será lançado no Brasil.
Neste rápido bate-papo, Emílio fala sobre as características do mercado fonográfico dentro do segmento evangélico; das tendências de mercado para os  próximos anos e sua percepção acerca do crescimento do consumo digital.
ENTREVISTA:
Por que a Um Entretenimento decidiu focar seus negócios no mercado cristão/religioso?
EMÍLIO – Após nossa experiência com o segmento que Léo e eu tivemos na Som Livre, fizemos grandes amizades e passamos a nos envolver cada vez mais, com o que ocorria no cenário cristão, rompendo vários paradigmas, hoje, bem conhecidos. Esse trabalho, que foi pioneiro e, certamente, foi um divisor de águas no mercado fonográfico, teve como consequência uma aceleração intensa na produção musical cristã e a qualidade desta produção nos impressionou muito.
Qual é o principal diferencial do segmento cristão, quando o assunto é mercado fonográfico?
EMÍLIO – Eu diria que o principal diferencial é que o público responde ao conteúdo, por isso temos tantos cantores e ministérios atuando por tanto tempo de forma sólida. O público espera e exige que a música seja mais que mero entretenimento.
O que mudou no mercado da distribuição fonográfica nestes 18 anos de experiência à frente do departamento comercial da Som Livre? Quais os desafios, demandas e oportunidades que estão por vir?
EMÍLIO – De lá pra cá, obviamente, tudo recai sobre o digital. É a grande mudança, o grande desafio e aonde temos as oportunidades. Acrescento aí também o desafio docrossover da música cristã, o fim das barreiras preconceituosas, tanto para as rádios seculares quanto para marcas patrocinadoras.
Segundo a Revista The Economist, sete anos atrás, 2/3 do faturamento dos artistas era proveniente da venda de CDs e outros produtos. O restante, era proveniente de shows, merchandise, endorsements etc. Hoje, esta proporção está completamente alterada. Diante deste cenário, você considera que o contrato 360º –  aquele em que a agência ou gravadora, administra a carreira do artista e tem participação não só nos produtos, mas nos shows, merchandise, endorsements etc – será uma tendência, também, aqui no Brasil? 
EMÍLIO – É o que esperamos como Agência. Entretanto, algumas gravadoras vêm tendo dificuldade para implantar esse modelo no Brasil. Afinal, para se pedir 360º de controle, deve-se oferecer algo mais do que o marketing tradicional e esse algo ninguém conseguiu implantar de forma satisfatória. È só olhar para os exemplos do mercado.
Como você enxerga o mercado atual frente às discussões jurídicas sobre downloads livres? Quais serão as estratégias para lidar com isso?
EMÍLIO – A questão vai além da esfera judicial. O download pode se livre e legal, esta é uma prerrogativa do dono do conteúdo. Qualquer coisa fora disso e portanto ilegal, deve ser coibido.
Quais serão os diferenciais na distribuição advinda da parceria entre Um/ Universal?
EMÍLIO – Uniremos o melhor dos dois mundos. A expertise e capilaridade da maior gravadora do mundo com o conhecimento da UM sobre as peculiaridades do segmento.
Qual a sua percepção atual e previsão futura acerca do mercado fonográfico digital no segmento cristão?
EMÍLIO – Irreversivelmente será de crescimento avassalador. As mídias físicas são hoje, facilmente lideradas pelo segmento religioso com raríssimas exceções. O crescimento da taxa de conversão religiosa também cresce em proporções parecidas – leia-se jovens – e estes colocarão o segmento na ponta do mercado digital amanhã a exemplo do que acontece, hoje, no físico.

‘Como é ser um Cristão em Cuba?’ – Confira a resposta numa entrevista exclusiva e reveladora com o Pastor cubano Mario Barroso.

O líder cubano está em visita aos EUA atendendo ao convite da CSW para falar sobre Liberdade Religiosa.

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Imagem referente à Igreja Batista na Comunidade de Rosalía, onde Pr. Mario pastoreia.

Pr. MarioAutor do blog cubanoconfesante.com e pastor da Igreja Batista em Cuba, Mario Felix Lleonart Barroso está nos Estados Unidos desde setembro para participar de uma série de eventos sobre Liberdade Religiosa agendados pela Christian Solidarity Worldwide (CSW). Em sua estadia nos EUA, o líder cubano apresentou o documento “Trinta questões para o Governo Cubano”, que questiona e confronta o Governo nas situações que envolvem a liberdade de religião e de expressão em Cuba.

Em abril deste ano, a ANAJURE – com base em relatório aprofundado e conclusivo da CSW – denunciou no Brasil os graves problemas que acontecem na Ilha de Cuba no tocante às restrições de liberdade religiosa impostas pelo governo, mesmo com Fidel Castro institucionalmente fora do poder. Tal publicação da ANAJURE inclusive foi objeto de análise e discussão na Câmara dos Deputados no âmbito da Comissão de Relações Exteriores.

O fato é que o Partido Comunista Cubano, numa forma mais velada de perseguição religiosa aos cristãos, tem buscado, através de todas as formas de cooptação possíveis, apoio político de líderes religiosos para realizar seus intentos, nada democráticos, como se sabe. Porém, normalmente, os líderes não cedem a este tipo de relacionamento que foge aos padrões bíblicos da ética, assim como também aos valores de um Estado Democrático de Direito, o que de fato Cuba não o é. O resultado desta recusa à cooptação é a perseguição violenta a esses mesmos líderes e igrejas, conforme descreve detalhadamente na entrevista o Pr. Mario Barroso.

CUBA 1Condição de uma das estradas de acesso às congregações que o Pr.Mario pastoreia.

Para o presidente da ANAJURE, Dr. Uziel Santana, ‘’o relato do Pr. Barroso é muito ilustrativo e elucidativo da real situação cubana em termos de liberdades civis fundamentais, em especial a liberdade religiosa. Desde nossa publicação de abril, já tínhamos amplo conhecimento disso. O que nos surpreende, por certo, negativamente, é o fato de Open Doors ter retirado Cuba da lista de países que mais perseguem ao cristianismo. Alguma análise precisa ser reconsiderada pelos nossos irmãos e parceiros dessa instituição, porque os dados concretos infelizmente têm nos mostrado uma situação ainda muito difícil. O exemplo do Pr. Barroso é um entre muitos outros. Neste sentido, a ANAJURE estará anos próximos dias oficiando a Portas Abertas Brasil para discutir a questão e ver como podemos ajudar a igreja de Cuba a partir do Brasil, por termos exatamente um governo alinhado, ideologicamente, com o da Ilha. No mais, continuamos a incentivar a igreja a orar pelos nossos irmãos e irmãs que tanto sofrem por amor ao Evangelho de Cristo’’.

Em entrevista à ANAJURE, o Pr. Mario falou sobre as duas missões que ele recebeu de Cristo – DENUNCIAR E ANUNCIAR – e sobre as dificuldades enfrentadas no cotidiano dos cristãos, pedindo aos brasileiros que: “não sejam indiferentes ante o clamor de liberdade de um povo que sofre, e cujos direitos são pisoteados por uma família que se apropriou do país há mais de 50 anos e ainda o usa como um feudo.”

Confira:

ANAJURE – Como é ser cristão em Cuba, e como é o trabalho que o senhor desenvolve na Igreja Batista?

Mario Barroso – Ser cristão em si já é um grande privilégio. E neste país, onde vivemos num regime totalitário por mais de 50 anos é um privilégio ainda maior, pois apesar das dificuldades os princípios do Reino de Deus se destacam neste tipo de governo opressor.

CUBA 3Devido à necessidade de obreiros, ensino Novo Testamento no Seminário Teológico da Primeira Igreja Batista, na cidade de Santa Clara, e em três filiais do Seminário Teológico Batista de Havana, nas três congregações situadas em Vueltas, Remedios e Cruces. O meu trabalho como pastor batista de duas congregações no centro de Cuba, nas comunidades de Taguayabón e Rosalía, onde há muita limitação e carência econômica, é bastante difícil. Sou um pastor sem carro, sem telefone fixo, sem internet, sem biblioteca onde eu possa conseguir literatura atualizada, e o teto de um dos templos que tem quase dois séculos (o de Taguayabón *na foto acima) está quase caindo. Mas sabemos que vale a pena tentar imitar a Cristo, que também viveu essas tensões e privações num contexto muito parecido, mas sem vacilar.

Além do Evangelho eterno que salva das conseqüências do pecado, nós espalhamos os valores e a ética do Reino de Deus, tão carentes em Cuba. Princípios que não fazem parte, por exemplo, da única educação legalizada da ilha, que é controlada pelo regime. E por assim ser, a educação é desenhada para doutrinar nossas crianças através de um programa educacional totalmente ideologizado e formatado pra semear ateísmo e violência nas mentes.

CUBA 2Cristãos da Comunidade de Taguayabón.

A – Qual o maior desafio da igreja cubana na atualidade?

MB – A igreja cubana enfrenta grandes desafios desde o passado. Nos anos 60, por exemplo, o regime político vigente declarou guerra ao cristianismo, se filiou às doutrinas leninistas, e literalmente declarou que a religião era a coisa mais danosa que podia existir debaixo do céu. O governo colocou ainda muitos cristãos em campos de concentração, denominados de Unidades Militares de Apoyo a la Producción (UMAP). Em 1965, nós batistas vivemos uma das maiores crises da nossa história porque a maioria dos nossos pastores foram presos. Uma das igrejas que pastoreio, a de Taguayabón, durante mais de ano teve um selo em sua porta, após ter todos os seus móveis confiscados. Um juiz chegou ao ponto de declarar ao pastor Luis Manuel González Peña, que na época era líder dos batistas cubanos, que em 30 anos não haveria mais nenhuma igreja em Cuba. O pastor respondeu: – “Senhor magistrado, o Cristianismo existe a quase dois mil anos e nada, e nem ninguém, conseguiu destruí-lo. Em 30 anos teremos o dobro de igrejas em Cuba!”. E assim foi.

Desde a crise na qual caiu o regime nos anos 90, sem o amparo da antiga União Soviética que ajudou Cuba a cometer tantos desatinos, as igrejas se multiplicaram num autêntico avivamento.

Hoje, o debilitado regime político de Cuba está obrigado a buscar pilares sobre os quais possa se apoiar para tentar sobreviver. A mesma igreja que se pretendeu destruir antes, agora se pretende usá-la. O desafio maior para a igreja cubana na atualidade está no fato dela conseguir não escutar as falsas adulações, nem cair nos enganos e chantagens do governo.

Para uma sociedade moralmente desolada, depois de cinco décadas de destruição generalizada, na qual o dano antropológico é grande, uma igreja disposta a condenar os responsáveis e a sarar as vítimas, representa nosso maior desafio.

No meio de comportamentos tão vis, onde o mal age ferozmente, servir a Cristo passa a ser uma grande responsabilidade. Mas quem deseja viver às custas de Cristo encontrará um bom lugar, pois o Regime pede a gritos “sacerdotes e profetas” que segundo o modelo oferecido em Apocalipse 13, entreguem sua boa visão ao poder político e adormeçam a massa.

A – Como tem sido o trabalho do senhor com relação à Liberdade de religião e de expressão em Cuba?

MB – O evangelho de Cristo, nas palavras de Dietrich Bonhoeffer, “libera-nos de tudo o que nos oprime…”. Uma pregação equilibrada das boas novas de Cristo não está separada da defesa das liberdades que todos os seres humanos têm direito.

Embora o regime tenha feitos esforços para me isolar nas comunidades rurais no centro de Cuba, pelas quais tenho muito amor, os púlpitos nos quais proclamo o evangelho e a ética do sermão da montanha estão ganhando mais espaço com o auxílio das novas tecnologias, mesmo com o fato de não possuirmos internet em casa e nos sacrificarmos bastante para tal.

Em novembro de 2010 nasceu o meu blog, cubanoconfesante.com, que completa agora três anos. E em janeiro de 2012 a minha conta no twitter @maritovoz, que logo se uniu ao de minha esposa @yoaxism, aumentou ainda mais o nosso alcance. Esses meios estão sendo usados por Deus para salvar nossas próprias vidas, e também como um meio de Graça, para cumprir a dupla missão que está entranhada em nós que é DENUNCIAR E ANUNCIAR. Sem a ajuda de Deus isto seria humanamente impossível.

O Regime cubano tem resistido em sua maldade com o passar dos anos. Diferente de sua melhor aliada, a Coreia do Norte – a quem não interessa cuidar de sua própria imagem – os que governam Cuba se preocupam com isto, fato que os fazem mais perigosos, porque já não fuzilam abertamente, como ocorre na Coreia. Em Cuba, se gloriam de uma moratória da Pena de Morte desde 2003, no entanto assassinam extrajudicialmente, e as mortes de Juan Wilfredo Soto (maio de 2011), Laura Pollan (outubro de 2011) e Oswaldo Paya (julho de 2012) são a prova disto.

A – Qual é o objetivo desta visita que o senhor está fazendo aos EUA, junto aos parceiros da CSW?

MB – Antes de qualquer coisa, preciso ressaltar que, coerente ao seu próprio nome, a CSW tem sido solidária à nossa missão em Cuba. Além de nos dar sua voz, a CSW fez um convite a mim e a minha esposa e facilitou os recursos financeiros que tornaram possível nossa visita aos EUA. Suas denúncias e relatórios a respeito das violações à liberdade religiosa em Cuba tem sido vitais no nosso caso e em muitos outros.

No ano passado recebemos com dor a notícia de que outra organização que se dedica a monitorar as violações de liberdade religiosa no mundo, a Open Doors, retirou Cuba da lista de países onde continua havendo violações à liberdade religiosa. O informe da CSW publicado em abril, inclusive com versão em português traduzida pela ANAJURE, com mais de 30 páginas dedicadas a Cuba, foi contundente e demonstra que a Open Doors precipitou-se demasiadamente.

No início de nossa viagem, a CSW preparou uma importante agenda que cumprimos em Washington e que nos permitiu atualizar importantes instituições governamentais e não-governamentais a respeito da situação real em matéria de liberdade religiosa na ilha. Um dos momentos mais emotivos para nós dentro da agenda foi sermos recebidos por um brasileiro muito especial em Washington, Raimundo Barreto, que realiza um trabalho muito importante dirigindo a comissão de liberdade e justiça da Aliança Batista Mundial. Nunca esqueceremos o carinho com o qual nós fomos recebidos.

Fomos também acolhidos pelas igrejas, imprensa secular e imprensa cristã na Flórida. Tem sido emocionante pregar à Cuba do exílio nos EUA, que é tão cubana quanto a da ilha. O fato de que algumas emissoras em que temos pregado podem ser ouvidas na ilha nos permite falar o que lá não é permitido. E isto faz comque aquilo que falamos chegue a milhões de cubanos.

Durante nossa viagem divulgamos 30 perguntas que temos lançado ao regime de Havana, questionando as supostas liberdades religiosas na ilha, as quais alardeiam argumentos que pretendem enganar a muitos, como parece que aconteceu com a Open Doors.

Estas 30 perguntas se converteram em um forte documento de denúncia divulgado em vários meios de comunicação, e que deixam o regime sem respostas lógicas, pois o desmascara. O regime político de Cuba é: inimigo da fé e amante dos deuses, aos que verdadeiramente serve, que são o poder e o dinheiro, embora disfarçando-se com aparência de piedade, mas negando sua eficácia com fatos.

Temos a esperança de que no próximo ano a Open Doors devolva Cuba à sua lista de países que violam a liberdade religiosa, levando em consideração as 30 perguntas divulgadas com apoio da CSW. Seria ótimo se não precisássemos estar nesta e em nenhuma outra lista, mas, não nos colocando nela não se faz nenhum favor a quem sofre dentro deste enorme campo de concentração rodeado de mar que é a nossa ilha, passando por seus altos e reais pesadelos, mas passa a favorecer os responsáveis pelas violações às liberdades civis fundamentais que se mantém no poder a todo custo.

A – Por favor, deixe uma reflexão para a Igreja Brasileira acerca das oportunidades e orar e ajudar a igreja perseguida em Cuba.

MB – Em 3 de novembro, diversas organizações cristãs a nível mundial, incluindo a CSW e a Open Doors, convocaram um dia mundial de oração pela igreja perseguida. Mas não basta apenas um dia de oração para interceder por nossos irmãos em tribulação pelo mundo. Hebreus 13.3 deve converter-se em um imperativo enquanto houver sofrimento no mundo.

Em nome da igreja de Cuba, que se encontra diante do enorme desafio de não ser cúmplice de um regime que a cada dia é desmascarado pela história, pedimos muita oração pelos nossos irmãos, na Igreja brasileira.

Gestos como o de Raimundo Barreto, da Aliança Batista Nacional, são exemplos do que o Brasil pode fazer, não sendo indiferente ante o clamor de liberdade de um povo que sofre e cujos direitos são pisoteados por uma família que se apropriou do país há mais de 50 anos e ainda o usa como um feudo.

Não posso perder esta oportunidade para colocar como exemplo no Brasil o Ministério Luz para o Caminho, da Igreja Presbiteriana do Brasil, dirigido pelo pastor Hernandes Dias Lopes, com sede em Campinas- SP. Eles têm investido com orações e finanças para que literatura cristã impressa e multimídia chegue a Cuba, com uma mensagem edificante que nos inspira em nossa missão. O devocional ‘Cada Dia’ que eles enviam para ser distribuído gratuitamente dentro da ilha transformou-se no devocional diário de milhares de cubanos. Em nossas igrejas temos sido beneficiados por sua solidariedade.

Outras igrejas e ministérios no Brasil também podem fazer o mesmo, além de orar, claro.

Uma mensagem muito importante para o Brasil: o debilitado regime que desgoverna a ilha por mais de 50 anos não tenta encontrar só na igreja um punhal para ferir sua cambaleante estrutura, mas também o faz no Brasil – O gigante do sul.

É importante que o Brasil receba sabedoria de Deus e não se deixe enganar, mas entenda que uma coisa é o regime que se apoderou da ilha, e outra coisa é o povo cubano.

A prosperidade econômica do Brasil constitui um ponto de observação para o regime no continente. Tratando de buscar ajuda para manter-se no poder.

Que o Brasil, e em especial a igreja brasileira, passe pela história como um povo que ajudou os cubanos a se libertarem do jugo do atual regime, e não o contrário.

A propaganda do regime de Havana é habilidosa e confunde a muitos, tal como, demonstra o caso da Open Doors, embora estejamos seguros que eles irão reavaliar a lista com base em nossos argumentos.

Não se enganem. Agradecemos ao Brasil pelos investimentos milionários realizados no porto de Mariel, em Havana, que isto será algo muito importante para a futura Cuba democrática que sonhamos, onde os direitos humanos são respeitados. Ressaltamos que é importante que o dinheiro deste porto não fique com uma elite que a cada dia enriquece mais, enquanto oprime um povo cada vez mais empobrecido. Esses recursos não devem servir para que o povo seja ainda mais maltratado.

Se a igreja brasileira puder incentivar seu governo para que ele priorize os direitos humanos em sua política exterior acima dos interesses econômicos, não ficará dúvida de que o fizeram por se alinhar aos interesses de Cristo em nossa sofrida ilha…

Por fim, nossa oração é que Deus continue abençoando o Brasil!

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Por: ANAJURE l Wanda Galvão – Jornalista e Secretária Administrativa

KAMAL CHUGHTAI, jurista e pastor paquistanês, fala à ANAJURE sobre a vida dos cristãos em seu país

Depois de contabilizar um número aproximado de 70 pessoas mortas no Shopping Center de Nairobi, no Quênia (sábado, dia 21); mais de 80 pessoas foram mortas em um duplo ataque à uma igreja histórica, em Peshawar, no Paquistão (domingo, dia 22); além de uma extensa lista de perdas e danos aos cristãos no Egito, (nos últimos três meses); os cristãos do Oriente Médio se depararam com uma situação ainda mais crítica do que já viviam, com ataques constantes e pouca, ou nenhuma, ajuda exterior para reduzir a extrema discriminação.

Kamal

Em entrevista exclusiva à ANAJURE, o pastor e jurista cristão Kamal Chughtal, (foto acima), fala sobre como vivem os cristãos paquistaneses diante das discriminações, e como estão agora, após o ataque à maior igreja da região, onde mais de 80 pessoas foram mortas.

Como alguém que conhece bem a situação vivida por cristãos e outras minorias em seu país, Kamal Chughtai trabalha no Paquistão há 25 anos, e, em especial, há 10 anos prega o evangelho de Cristo.

Segundo o pastor Kamal, os ataques não têm nenhuma ligação política, como muitos acreditam. Para ele, o que existe na realidade é uma motivação religiosa. E alerta: “O próprio código penal paquistanês permite que sejamos perseguidos, nos acusando de blasfêmia. Além disso, não são apenas os muçulmanos que atacam os cristãos, há também pessoas com extremismos contrários à liberdade religiosa.”

kamal - protestosPr. Kamal em recente protesto contra os atentados

O presidente da ANAJURE, Dr. Uziel Santana, convoca igrejas e aliados para oração, e também informa que está enviando Moção de repúdio aos embaixadores do Quênia e do Paquistão no Brasil. É o mínino que podemos fazer para que esta onda de perseguição anticristã seja contida. Os recentes ataques em Nairobi e Peshawar demonstram que, realmente, vivemos hoje num crescente ‘cristeinfrein’, isto é, num momento em que ser cristão é ser como os judeus da época nazista: estigmatizados, discriminados e condenados à morte. O mais interessante no depoimento que o Dr. Kamal nos deu é a alegação, já sabida por nós e ignorada e silenciada pela grande mídia internacional, de que não se trata de uma simples questão de conflitos políticos locais, mas de perseguição religiosa no seu mais alto grau de crueldade.”, afirmou o Dr. Uziel.

CONFIRA A ENTREVISTA:

ANAJURE – Como é o trabalho que o senhor desenvolve no Paquistão?
KAMAL CHUGHTAI – Trabalho há mais de 25 anos em favor das minorias não muçulmanas, e pela garantia e consolidação de seus direitos essenciais. Comecei este trabalho auxiliando o Bispo John Joseph. Como pastor, são mais de 10 anos de ministério pregando a Palavra de Deus aqui no Paquistão.

A – Qual é o ponto de vista do senhor sobre os recentes ataques em Nairobi e Peshawar?
KC – Foi um ataque à Igreja! Este atentado que matou mais de 100 pessoas foi motivado por um grupo extremista e terrorista que não possui ligações políticas, mas motivações religiosas. Estamos sendo vítimas da ação violenta do Talibã em nossa região. Mais uma vez afirmo, o que ocorreu não tem cunho político, mas apenas reflete uma acirrada perseguição religiosa.

A – Quem são os membros do Talibã e qual o seu papel na perseguição aos Cristãos no Paquistão?
KC – Eles não são apenas muçulmanos; há alguns membros deste grupo terrorista que não têm ligação com o Islamismo, mas compartilham de uma posição de extremismo religioso e são contrários ao pluralismo e liberdade religiosa plena. No mês de março eles queimaram mais de 100 casas de Cristãos em Lahore, e desde dezembro passado muitos incidentes têm sido provocados por eles no país. Geralmente, usam as leis para perseguir os Cristãos (a exemplo das seções 295-B e 295-C do Código Penal Paquistanês), acusando-os de blasfêmia, para legitimar os atos de violência e as restrições impostas.

A – Um dos ramos do Talibã Paquistanês é a Al-Qaeda. O que podemos esperar como próximo ato deles no país? 
KC – O governo está tentando diálogo com eles, contatos de paz, a fim de parar com esta violência. De fato, os líderes do país estão tentando trazer paz ao ambiente, porém o povo ainda não se sente confiante e seguro, pois acredita que o governo está temeroso quanto às próximas ações destes grupos terroristas. 

A – Como é a vida de um Cristão no Paquistão?
KC – Existem leis por meio das quais somos perseguidos, temos restrições para ingressar no sistema educacional e discriminação quando tentamos nos inserir no mercado de trabalho. É fato que as pessoas Cristãs que possuem bons recursos financeiros terão a qualificação desejada dentro do país, mas encontrarão muitas dificuldades para exercer sua profissão, pois não haverá lugar para a sua colocação. Geralmente, o que sobra para muitos dos Cristãos é fazer serviços de limpeza em empresas privadas e nas ruas.

A – Há real liberdade religiosa no Paquistão? 
KC – Podemos considerar que sim, mas o problema é que não podemos pregar livremente nas ruas nem evangelizar  os ‘não Cristãos’. No último censo, 5% da população se declarou Cristã, e isto reflete um pouco estas nossas limitações. Fora isso, há o problema de algumas restrições impostas por leis e/ou o mau uso delas.

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Por: ANAJURE – Angélica Brito l International Press Office

Lettersvitae entrevista Jerry B. Jenkins sobre o filme, Deixados para Trás

left-behind-remake-movie-posterNome: Jerry B. Jenkins
Idade: 63
Reside: Colorado Springs, EUA
A importância do apelo à salvação está sempre em seus livros, Jerry B. Jenkins é autor de mais de 180 livros, atualmente, presidente do conselho de administração para o Moody Bible Institute de Chicago.
As filmagens para o remake de temática cristã Left Behind começaram, estrelando Nicolas Cage. No filme, passageiros de um 747 desaparecem misteriosamente, terror e caos se espalharam, eventos incomuns continuam a acontecer. Para aqueles que foram deixados para trás, o apocalipse acabou de começar. Jerry fala sobre esse assunto muito importante que muitos estão desvirtuando ou quase não é mais falado.

 

LV: Você crê que o impacto na mudança de vida aos que assistirem ao filme terá o mesmo efeito produzido pelos livros? Porque a serie; “Deixados para Trás” foi a que mais trouxe almas para a redenção do que qualquer outro tipo de mensagem.
Essa é a nossa oração que a qualquer momento a mensagem da profecia seja passada adiante.

 

LV: Essa pergunta milhares de pessoas gostaria de fazer, em suas pesquisas você acha que em breve estaremos vivendo o tempo da pré-tribulação?
Muitas pessoas acreditam que tudo o que está acontecendo agora aponta para algo grande em breve, mas Jesus disse aos discípulos que nem mesmo ele sabia o dia nem a hora, mas somente o Pai sabe. Deus, em Sua misericórdia pode esperar mais um dia, e em Sua economia de tempo, que poderia ser em torno de 1.000 de nossos anos, porque a Escritura diz que para Ele um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. No entanto, também são orientados a observar e esperar para o Seu retorno iminente, para que ele pudesse ser hoje.

 

LV: O filme Left Behind mostra um grupo de pessoas que lutam para sobreviver no rescaldo do arrebatamento que retirou verdadeiros cristãos da terra. Poucas pessoas estão pregando sobre esse tema extremamente importante nesse novo século, o porquê disso?
A profecia prevê que nos últimos tempos as pessoas vão querer ouvir apenas o que agrada seus ouvidos ou que eles querem ouvir, não o que os assusta.

 

LV: O personagem Rayford Steele (estrelado pelo ator Nicolas Cage) consegue enxergar a verdade e começa a buscar a face do Senhor, torna-se um grande soldado do exército de Deus. O que falta para muitos começarem hoje a terem a mesma atitude e conseguirem enxergar a vida eterna?
Infelizmente isso pode levar o próprio êxtase para as pessoas perceberem a verdade.

 

LV: Jerry, você tem inspirado muitos a fazer sempre o melhor com todos os seus trabalhos e o filme Left Behind mostra sobre os tempos vindouros. Tive a oportunidade de ver alguns comentários no Facebook oficial do filme e muitos estão aprendendo sobre o tema “arrebatamento” e que “muitos não se preocupam com isso”. Em sua concepção à falta de uma Escola bíblia dominical é a razão ou um dos motivos para muitos não conhecem alguns temas importantes?
Muitas pessoas consideram a bíblia desatualizada ou cheia de contos de fadas. Eles são livres para acreditar ou não acreditar no que quiser. Meu medo é que eles permaneçam no erro e eu quero que eles entendam o que estão rejeitando, assim pelo menos eles não ficarão na ignorância.

 

LV: Jerry, preciso fazer essa pergunta. Nicolae Carpathia um dos personagens do filme da qual é retratado como o Anticristo que irá tornar o mundo em algo global, trazendo a Nova Ordem Mundial. Em suas pesquisas com tudo o que está acontecendo, você acha que essa pessoa já nasceu?
Ninguém sabe, nem mesmo Jesus (como Ele disse aos Seus discípulos, veja acima). Ele nascerá cerca de 30 anos mais ou menos antes do arrebatamento.

 

LV: Deus tem honrado seus trabalhos e tem transformado a vida de muitos, tem lutado para que muitos compreendam o incompreensível. Qual é a lição de vidas que todos irão aprender ao assistir esse filme?
Esteja preparado para que você não seja deixado para trás.

 

Para aqueles que querer saber mais sobre os livros que originaram o filme ou sobre o próprio filme, podem acessar os sites:
 
https://www.facebook.com/leftbehindreboot?fref=ts
http://www.jerryjenkins.com

 Fonte: www.lettersvitae.com

Saiba mais sobre Weferson Gaspar ex – Toque no Altar

549427_10150837405775042_582268466_nDesde criança Weferson Gaspar reconhece a soberania e o chamado de Deus para sua vida na área do louvor. Já na adolescência consolidou-se no meio evangélico como baterista tocando para vários cantores do meio Gospel, como: Marcos Gós, Pr. Ludmila Ferber, Marquinhos Gomes e outros.

Ao final do ano de 2004 Weferson Gaspar chegou ao Ministério Apascentar de Nova Iguaçu e foi aí que seu ministério começou a se expandir e a partir daí começou sua trajetória junto ao ministério Toque no Altar.

Como baterista Weferson Gaspar participou de varias turnês com o ministério, entre elas a Turnê do CD Deus de Promessas e do CD Olha pra mim. Em agosto de 2006 como back vocal atuou na gravação do DVD Deus de Promessas no Citibank Hall na Barra da Tijuca.

No Final do ano de 2006 com a saída de alguns integrantes, Weferson Gaspar foi levantado como ministro principal do Ministério Toque no Altar. Começava mais um etapa em sua vida espiritual e ministerial.

Com o Ministério Toque no Altar ele viajou por todo Brasil e Exterior levando a palavra do Senhor a milhares de pessoas através de canções e ministrações.

Em 2007 Weferson Gaspar gravou o CD e DVD, É Impossível mais Deus pode, tendo em sua voz a canção título do Álbum, Album esse que em 2008 concorreu ao Grammy Latino(Latin Grammy), na categoria melhor Álbum Gospel.

No primeiro semestre de 2007 Weferson Gaspar foi convidado a apresentar o programa da gravadora Toque no Altar Music, da qual fazia parte. O programa era exibido nos canais abertos CNT e BAND (Rede Bandeirantes de Comunicação).

Nesse mesmo ano ele participou da gravação do DVD da gravadora Top Gospel na Casa de Shows Via Show, com vários artistas já consagrados no meio evangélico. Participou também em São Paulo da gravação do DVD do cantor Joe Vasconcelos, ministrando junto com outros ícones da musica Gospel Nacional e Internacional, como David Quilan, Mara Maravilha, Carlinhos Felix e Ron Kenoly,também da canção do lc 21 música no deserto.

Entendendo o chamado de Deus para sua vida e ministério, (com a benção de Deus e do Pr. Marcus Gregório), no início do ano de 2008 Weferson se lança em carreira solo, viajando pelo Brasil divulgando seu 1º trabalho solo que tem por título DEPENDÊNCIA, que antes mesmo de ser lançado, já tem abençoado milhares de vidas. O álbum Dependência que foi lançado no final de 2009, traz 10 canções que vão abençoar a sua vida! Com seu estilo e voz inconfundível Weferson Gaspar fala de seu amor e reconhecimento na dependência que temos no Senhor Jesus, com letras simples e ao mesmo tempo impactantes, esse novo álbum mostra a vontade do coração de Deus para um ministério levantado por ele, para abençoar e levar em forma de canção a sua palavra

Contatos:21 8324-9452

Gospelassessoria1@gmail.com

Clip´s Ministrando pelo toque no altar
http://www.youtube.com/watch?v=-P6jqg7oZyg

http://www.youtube.com/watch?v=XJjrLPLBw_g

http://www.youtube.com/watch?v=89qET6bhgzc

http://www.youtube.com/watch?v=5zAZt1Nan_I

http://www.youtube.com/watch?v=-P6jqg7oZyg

Entrevista exclusiva com Weferson gaspar

http://www.dihitt.com/barra/entrevista-ex-vocalista-do-toque-no-altar-fala-sobre-sua-carreira-solo

Por: Gospel assessoria

Fonte: Jornal Gospel News

Lettersvitae entrevista Hillsong Africa Foundation

HAF-LogoName: Willem Britz
Idade: 36
Reside: Cidade do Cabo, África do Sul
A Fundação Hillsong África é uma organização sem fins lucrativos que nasceu fora do braço de caridade da Igreja Hillsong em Cape Town, África do Sul. A fundação começou com um grupo de voluntários que queriam ajudar os mais pobres de suas comunidades, fornecendo ajuda as suas necessidades básicas, como comida e abrigo.
Ao longo dos anos, a fundação cresceu na missão e no espaço, agora está envolvida em muitos projetos da comunidade, incluindo programas de alimentação, cuidados de órfãos, abrigos para mulheres, distribuição de cadeiras de rodas, centro de competências de formação profissional, programas de prisão, e o projeto Escola Tembaletu.
LettersVitae foi a primeira mídia na América Latina a entrevistá-los e mostrar como esses cidadãos do céu muito tem feito para ajudar ao próximo.

 

LV: É uma grande honra entrevistá-los. A fundação começou com um grupo de voluntários que queriam ajudar os mais pobres de suas comunidades, fornecendo para as suas necessidades básicas, como comida e abrigo. No começo eram quantas pessoas?
Inicialmente começamos com um centro de nutrição, que decorreu no domingo depois de nossos cultos matinais. Tínhamos uma equipe com cerca de 20 voluntários e servíamos cerca de 350 pessoas por semana. Este trabalho ramificou em envolvimento com os abrigos na Cidade do Cabo, onde foram implementadas habilidades nos voluntários para ajudar as vidas semanais e grupos de conexão.

 

LV: A simplicidade, união e humildade tem se mostrado o forte da fundação que agora é conhecida no mundo inteiro. Quais são as maiores dificuldades que vocês tem enfrentado atualmente?
O trabalhando em comunidades carentes é sempre um desafio constante.

 

LV: Willen, os projetos da fundação Hillsong têm ajudado os povos mais pobres e vulneráveis do mundo. Quais são os planos futuros para intensificar todo esse grandioso trabalho?
Um dos principais impulsionadores dos nossos projetos é a comunidade. Uma das definições de comunidade são “apropriação e participação comum“, isso significa que onde quer que a implantação de um projeto esteja; com o tempo a comunidade local vai assumir a gestão / administração do projeto. Quando isso acontece, a sustentabilidade e a mudança a longo prazo é possível.

 

LV: Existe algum projeto para vocês atuarem em algum país da América do Sul?
Atualmente, a fundação está focada na África do Sul, movendo-se para a África como um todo. Não existem planos para os projetos na América do Sul ainda.

 

LV: Além de todos os projetos, a missão de vocês é dar esperança aos desamparados, restaurar famílias, a dignidade, o término do ciclo da pobreza, trazer a justiça, restauração, etc. Willen, em todos esses anos, qual foi à história que presenciou que mais te emocionou?
Fundação Hillsong África tem sido, em parceria com a Free Wheelchair Mission (http://www.freewheelchairmission.org/) (Missão para cadeira de rodas) e já distribuiu mais de 650 cadeiras de rodas nos últimos 2 anos. Neste tempo em que HAF vem distribuindo cadeiras de rodas, raramente tivemos uma cadeira de rodas devolvidas para nós. Esta é a história de nossa cadeira que só voltou com a carta que o acompanhava:
 
“Para todos da equipe Hillsong África,
Em nome de Josh Humber, eu Sarah Jordan gostaria de lhe agradecer pela cadeira de rodas. Josh faleceu ontem. A cadeira de rodas fez muita diferença na vida de Josh. Ele pode participar de clínicas e consultas no hospital, ele pode ir para muitos lugares. Como ir para a praia e sentir a brisa fresca eu seu rosto. Após a equipe Hillsong dar a cadeira de rodas, ele não se sentiu mais miserável e ele podia fazer algumas coisas que ele queria fazer por conta própria. E isso o deixou muito feliz. E eu também pude fazer outras coisas, como cuidar dos meus filhos, porque eu lhes dava pouca atenção, porque eu tinha que cuidar de Josh.
Obrigado muitíssimo pela sua ajuda Hillsong.
Sarah”.
 
Sarah devolveu à cadeira de rodas para que pudesse trazer felicidade à outra pessoa.

 

LV: Um colapso no lar pode desestrutura uma família e até comprometer o futuro daquela pessoa. Como é a aproximação com essas pessoas e qual o grau de dificuldade para reconstruir o coração delas?
A esperança é crucial para a reconstrução de uma vida. Como tal, nós encorajamos as pessoas a se envolver em uma igreja, o que lhes dá o fundamento da esperança e apoio para assumir a responsabilidade por sua vida e começar a tomar os passos necessários para seguir em frente. Tendo dito que a única solução real é uma relação pessoal com Jesus para que haja plena e total restauração do coração de qualquer pessoa.

 

LV: O trabalho de vocês tem inspirado e encorajado a muitos. O esforço e contribuição oferecidos têm feito à diferença no mundo. Willen, qual recado você deixa para todos que querem ajudar e fazer a diferença, mas não sabem por onde começar?
Desejos convertidos em ação levam a mudança. Apenas agir e se envolver com alguma organização ou igreja que já está ativo em sua comunidade. Isto irá abrir todo um mundo de oportunidades para você. Não se deixe intimidar por aquilo que acha que falta em você, mas sim usar as habilidades que Deus colocou em sua mão e amar as pessoas.

 

Para todos que querem conhecer a Fundação Hillsong África, podem visitar o site: www.hillsongafrica.com
Informações Gerais  info@hillsongafrica.com
Voluntários       volunteer@hillsongafrica.com
Photo 02
Postal Address:
PO Box 216
Cape Town
Western Cape, 8000
South Africa

 

Movimento contra corrupção Exposed 2013 é lançado no Brasil

anajureLançamento oficial da campanha é feito na Igreja Congregacional Zona Sul, em Campina Grande (PB), onde cristãos são exortados a viverem a prática de atitudes honestas em seu dia-dia.

campanha Exposed 2013 foi oficialmente lançada no Brasil, no último sábado (15), durante culto especial realizado na Igreja Congregacional Zona Sul, em Campina Grande, no estado da Paraíba. A cidade e o Estado foram escolhidos propositalmente pela organização do evento por ser a região Nordeste do Brasil uma das mais vitimadas pela corrupção. Na ocasião, foi explicitado o objetivo da mobilização de colocar em prática atitudes concretas contra a corrupção e exortar o povo cristão para que vivam a prática de atitudes honestas em seu dia-dia.

Coordenada no Brasil pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos – ANAJURE -, a mobilização tem caráter global, sendo conduzida em diversos países por organizações cristãs que trabalham simultaneamente para levar adiante ações em favor desse tema tão atual e urgente.

Com a presença de membros de mais de seis denominações evangélicas, a programação incluiu a representação de uma grande multidão clamando em favor de atitudes concretas contra a corrupção e a favor da honestidade. A campanha se baseou na mensagem do livro de Isaías 54:1: “A minha justiça será luz para as nações”.

O preletor convidado, pastor Jorge Noda, fez exemplificações esclarecedoras relacionadas ao tema ‘corrupção’ e enfatizou como os cristãos devem distanciar-se dela. “Esse tema deve ser trabalhado e vivido em nossas igrejas e lares, pois se não for assim, quando os cristãos saírem para cobrar honestidade e transparência dos governantes, a mídia terá tudo documentado e vai dizer que a igreja é falsa e hipócrita, pois cobra da sociedade, o que ainda não vive”, disse Noda, durante reflexão.

Um dos instrumentos utilizados na campanha foi o  abaixo-assinado, que pretende reunir um milhão de assinaturas, além ações em redes sociais e divulgações por toda a internet, iniciadas antes mesmo do lançamento oficial.

A ANAJURE realizou ainda na sexta-feira (14) um ato simbólico em frente o Fórum Afonso Campos de Campina Grande, onde foi realizada uma oração em favor da classe política brasileira, em favor dos cristãos no mundo e para que a campanha alcance seus objetivos.

A Campanha Exposed 2013 foi tema de uma edição especial do Programa de Rádio da ANAJURE, quando uma das líderes do movimento no mundo, Amanda Jackson, falou  diretamente de Sidney – Austrália para os ouvintes brasileiros. “Não é só no Brasil que pessoas são acusadas e condenadas por causa da corrupção. Queremos conscientizar a população que precisamos mudar o cenário e elas não podem corroborar com suborno e evasão de divisas. A corrupção está em todo lugar e em todas as nações e muito dinheiro é desperdiçado com ela. Dinheiro que poderia ser investido em alimentação, educação e  serviços básicos para a população”, disse Amanda. Acompanhe a entrevista completa no texto anexo ou ouça o programa na íntegra.

Números da Corrupção

A corrupção não envolve apenas perdas monetárias: ela é responsável por inúmeras mortes de cidadãos em todo o mundo, direta ou indiretamente afetados pelo problema. Estima-se que, entre os anos 2000 e 2015, somente por causa da sonegação de impostos, poderá haver a morte de 5,6 milhões de crianças nos países em desenvolvimento.

Sobre a Exposed 2013

A Exposed é um movimento contra a corrupção pessoal e institucional levado a cabo por entidades cristãs de todo o mundo e que pretende ser a voz do clamor da população global contra líderes e governantes que não administram em favor do bem comum.  O slogan da campanha é “Corrupção Mata! Exponha-a! Denuncie! Ponha um foco de luz na Corrupção”.

O movimento, encabeçado por cristãos, tem como objetivo gerar atitudes de não conformidade com a continuidade de ações corruptas, seja no meio governamental e institucional, seja através das diversas outras formas de corrupção existentes na sociedade, incluindo o próprio meio eclesiástico cristão.

As assinaturas recolhidas no abaixo-assinado serão apresentadas aos líderes das maiores economias do mundo para que entendam que pessoas em todo o mundo desejam maior transparência e honestidades nas ações de sua liderança.

Sobre a ANAJURE

A Associação Nacional dos Juristas Evangélicos – ANAJURE foi fundada com a missão de constituir-se uma entidade de promoção e defesa das liberdades civis fundamentais – em especial a liberdade religiosa e de expressão. Empenhada na defesa dos deveres e direitos humanos fundamentais, em especial o princípio da dignidade da pessoa humana, sua atuação está pautada nos pilares do Cristianismo e do Estado Democrático de Direito.

Em seu corpo diretivo constam nomes do mais alto gabarito da cena jurídica nacional. Cada região brasileira está representada por meio de juristas, procuradores, juízes e desembargadores, entre outros, que integram o Conselho Diretivo e Consultivo da associação.

Com domicílio na cidade de Campina Grande, Paraíba, possui seu escritório de representação em Brasília – DF.

 ANAJURE Rádio entrevista líder da Exposed na Inglaterra

Antes mesmo do lançamento oficial do Exposed no Brasil, a ANAJURE entrevistou  a Líder do Micah Challenge International, Amanda Jackson, que é uma das grandes cabeças da campanha no mundo.

Amanda é professora e escritora, treina e encoraja campanhas em mais de 40 países. Durante a entrevista, realizada durante o programa de Rádio da ANAJURE, abordou o tema da corrupção, objetivos da campanha Exposed 2013, como também, os cristãos podem fazer a diferença em relação a esse tema.

Acompanhe abaixo a entrevista com a líder.

ANAJURE: O que é o Exposed e de onde surgiu a idéia de unir pessoas cristãs em todo o mundo em torno deste projeto?

Amanda Jackson: Pensamos acerca da corrupção e da pobreza, e como cristãos começamos a entender que a pobreza é causada em grande parte pela corrupção, +

mas, poucas pessoas querem discutir acerca desta questão. Acreditamos que devemos estar conscientes de qual é a nossa responsabilidade e como estamos envolvidos com a corrupção.

Vejo que muitas pessoas olham para o assunto e se perguntam: O que eu posso fazer a esse respeito? Esse projeto envolve vários grupos que decidiram fazer algumas coisa, entre eles estão a ANAJURE, Aliança Global Cristã, World Evangelical Alliance (WEA), Bible Society e outras entidades.

Não é só no Brasil que pessoas são acusadas e condenadas por este motivo. Queremos conscientizar a população que precisamos mudar o cenário e elas não podem corroborar com suborno e evasão de divisas. A corrupção está em todo lugar e em todas as nações e muito dinheiro é desperdiçado com ela. Dinheiro que poderia ser investido em alimentação, educação e  serviços básicos para a população.

A: Porque a igreja tem se envolvido em tantos escândalos e o que ela deve fazer para evitar isso,  além do arrependimento pelos pecados?

AJ: A igreja deve se arrepender dos atos corruptos e examinar-se para depois poder pregar sobre isso ou apontar o dedo para outras pessoas e pedir integridade. O Exposed convoca a todas as pessoas a avaliarem como agem nas organizações cristãs, como elas gastam o seu dinheiro, como se envolvem com partidos políticos e como agem diante de outras áreas onde há corrupção.

Em muitos países o nosso foco será orientar as pessoas para que elas não recebam, nem paguem suborno e a igreja não deve receber recursos de nenhum político para depois não ficar refém dele e se calar diante de erros que ele venha a cometer. Ela não pode aceitar valores que a impeça de falar a verdade.

Como cristãos transformados por Deus, muitas vezes vivemos uma vida que não se diferencia de quem vive fora dos caminhos cristãos e essa campanha serve para  que a pessoa possa assumir um compromisso pessoal de ser mais honesto e agir justamente em suas atitudes.

A: Quais as ferramentas que estão sendo utilizadas na campanha Exposed 2013?

 AJ: A primeira ferramenta é a oração pois, como cristãos, devemos estimular outras pessoas a pedir a Deus para trabalhar essa questão em nossa sociedade e também, estimular as igrejas a debater o assunto, e para isso temos materiais de auxílio.

Sabemos que, em alguns lugares é perigoso fazer culto em público, então pedimos que as pessoas trabalhem a questão da corrupção com sabedoria, e nós vamos realizar cultos especiais e exibir vídeos em lugares públicos para atingir a conscientização e dar um basta na corrupção e engano. Para isso, conclamamos cristãos em todo o mundo para juntar as suas vozes e impactar os líderes das economias mais poderosas do mundo que estarão reunidos no próximo encontro do G20, o qual o Brasil faz parte, para que os líderes parem com atitudes de roubarem recursos dos mais pobres em favor dos mais ricos.

Pedimos que as pessoas assinem o que chamamos de ‘Chamado Global’ contra a corrupção para que consigamos o número de assinaturas necessárias.

A: Como o abaixo assinado poderia impactar o grupo de líderes no G20?

AJ: É necessário que se tenha leis e regulamentação em um nível mais elevado, para que pessoas comuns coloquem essas leis em prática para que tanto pessoas de alto nível, quanto pessoas simples entendam que a corrupção é algo inaceitável.

Os líderes vão tomar decisões por seus próprios países e irão trabalhar a conscientização acerca de práticas menos corruptas. O objetivo é que haja um impacto mais do que na legislação, queremos que haja um impacto moral em toda a sociedade.

Se conseguirmos, apenas no Brasil, uma média de 50 mil assinaturas, será mais fácil pressionar os líderes à uma mudança, mostrando que a população não está satisfeita e essa visão deve ser levada a todos os países onde a Exposed puder chegar.

A: O tema é favorável neste momento em que o Brasil está prestes a sediar dois grandes eventos esportivos. O que podemos fazer para ficarmos mais atentos ao uso do dinheiro com relação às obras que devem ser feitas para esses eventos?

AJ: Em eventos de grande magnitude, é comum essa questão da corrupção, mas cabe a igreja e a ANAJURE pressionar a mídia para que as ações do governo sejam as mais limpas e transparentes possíveis, principalmente no que se relaciona às licitações e contratos ligados ao evento.

O Brasil é um dos países com maior número de cristãos no mundo e é possível ser  encarado com clareza e dispor de eventos livres de tanta corrupção.

Mais informações:

Jussara TeixeiraAssessora de Imprensa – (11) 9 5256-6182 / imprensa@anajure.com.br

Angélica BritoInternational Press Officer / press.officer@anajure.org.br – (83) 8758-4988

Wanda Galvão – Secretária Administrativa – (83) 8899-3771 / secretaria@anajure.org.br

Curta a fanpage da ANAJURE e acompanhe o desenvolvimento dos trabalhos

https://www.facebook.com/anajure.oficial?ref=ts&fref=ts

Siga-nos no Twitter: @anajure_oficial

Fonte: Jornal Gospel News

Confira nossa conversa com a banda Efeito Fé que falou sobre o novo CD – Valore$

efeito_feComo surgiu a banda Efeito Fé? 
A banda Efeito Fé surgiu com união de 5 amigos que tinham algo em comum. A paixão pela música e o amor por Deus.

Qual o significado do nome do ministério?

O nome faz referência aquele pensamento conhecido como Efeito Borboleta, ou Efeito Dominó… que são pensamentos que demonstram que uma pequena ação pode desencadear uma série de reações. O efeito da Fé pode ser incrível quando usado. E nós temos vivido os efeitos da nossa Fé dia após dia.

O que mais marcou vocês durante a gravação do seu primeiro álbum – “Valore$?” 

Na verdade Valore$ é o nosso segundo álbum, o primeiro é intitulado “Quanto tempo” e foi nossa primeira experiência em estúdio.

Algo que nos marcou bastante foi o fato de gravar com um produtor de altíssima qualidade e que pra nós era algo muito difícil de acontecer. O Leandro Rodrigues além de ser uma baita profissional é um cara muito gente boa.

Ficou claro pra nós que Deus sempre esteve no controle das nossas vidas, porque esse era um sonho distante. Não tínhamos condições financeiras para gravar esse cd, mas Deus proveu tudo.

Qual o estilo e a sonoridade do disco? 

Essa pergunta é boa! Rs

Podemos definir como Pop. De Popular mesmo… o disco tem rock, tem rap, tem reggae ou seja… tem de tudo. Somos 5 cabeças, cada um com suas preferencias, então o que fazemos é dar lugar ao novo, gostamos de experimentar.

Não temos o menor medo do desconhecido, não temos medo da critica, do publico… Nossa música é feita em primeiro lugar para Deus e depois para nós mesmo. Não tocaríamos algo só para vender, temos que curtir o som.

E quanto às canções? Como foi o processo de seleção do repertório? 

Todo o repertório foi escolhido com um cuidado gigante e extrema tranquilidade. Estamos tristes com nossos representantes denominados “cantores e bandas gospel” pois não trazem mais em suas músicas a essência do evangelho. Estão preocupados em vender, em fazer sucesso e assim acabaram fazendo músicas sem nenhum critério, muitas com diversas heresias.

Gostamos muito de compor, de cantar o que pensamos. Por esse motivo 12 das 15 faixas são de nossa autoria.

A canção “Jesus” do Thiago Grulha é uma que nos persegue a muito tempo, não conseguimos mais fugir dela.

Fizermos também duas versões de músicas de fora.

Qual ou quais músicas vocês destacam neste trabalho?

Esse é um dos nossos pesadelos, quando nos perguntam: “qual é sua música de trabalho?” nós não temos resposta.

Uma vez recebemos um conselho “quando fizerem mais de uma música que considerem boa, deixe guardada para um próximo cd. Nós não conseguimos fazer isso. Sempre escolhemos nossas melhores músicas. Como se todo cd que gravamos fosse o ultimo.

Talvez a canção “Seguir pelo que é” seja a primeira que vamos gravar um clip desse álbum, então podemos destaca-la dessa forma.

Qual(is) canção(ões) o público tem se identificado mais? E porque essa identificação ocorre? 

“Seguir Pelo que é” é um grande grito de alerta ao nosso povo cristão e muitos tem se identificado com as criticas e reflexões que essa canção trás.

Vivemos um momento critico do evangelho no país onde podemos separar os cristãos em alguns grupos “os que querem a benção, o milagre”, “os que querem a cura”, ”os que querem a prosperidade”, “os que vão as igrejas aos domingos”… e por ai vai…

Vocês pretendem investir em vídeo clipes? Como vocês enxergam esta ferramenta dentro do seu ministério? 

Com certeza, hoje nosso canal no Youtube é algo que temos investido. Já estamos conversando com alguns produtores e empresas para filmar nosso segundo clipe. Provavelmente da música “Seguir pelo que é”

Como vocês estão tratando sua identidade visual na web e nos meios de divulgação em geral? 

Não temos ninguém nos assessorando nessa parte.

O que você têm ouvido hoje em dia? 

Oficina G3. Leeland. Palavra antiga e muitos outros.

Qual a sua opinião em relação a esta abertura que a mídia secular está dando para os evangélicos? 

Vemos isso com ótimos olhos. Não queremos cantar só para pessoas que já conhece a Ele (Jesus). Quanto mais pessoas forem atingidas por essa palavra, melhor!

A cada dia vemos crescer o uso de meios eletrônicos, como o Twitter, o MySpace, Orkut, Youtube, entre outros, para divulgação do trabalho. O que vocês acham dessas novas opções de mídia? 

Nós somos uma banda que desde o inicio entendemos o poder das redes sociais para nosso trabalho. Uma banda independente ter mais de 166 mil curtidas no Facebook chega a ser surreal. Temos mais curtidas do que muitos dos artistas que admiramos a muito tempo.

No twitter começamos tarde, mas estamos chegando agora também!

Qual os seus planos para 2013? 

Viver um dia de cada vez. Sem pressa. Sem pegar atalhos. “o amanhã só existe no calendário dos insensatos”

Poderiam deixar um recado para nossos leitores? 

Um grande a braço a todos vocês que estão descobrindo o Efeito Fé e a vocês que já curtem nosso trabalho. Deus abençoe a todos!

Deixe aqui os seus Contatos:
contato@efeitofe.com.br
(11) 7268-3302 Bruna
(11) 7209-6000 Marcelo
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Twitter: @efeitofe

 

 

Pastor Léo Medeiros, líder do ministério Reino do Filho, fala sobre seu 1º CD – Por todos os lados

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Quem é Léo Medeiros? 

Léo Medeiros, 33 anos, bem casado com Edilene Medeiros, pai de duas meninas lindas, Valentina e Olívia. Pastor e líder do Ministério Reino do Filho. Com um ardente desejo no coração de espalhar as boas novas.

Como foi seu início na música, mais especificamente na área de louvor e adoração?

Nasci em uma família repleta de músicos e me lembro de que nossas reuniões familiares sempre aconteceram em volta de um violão e da sanfona do meu Avô. Não havia como escapar desse legado. Aos Oito anos minha mãe me colocou para estudar piano e canto, onde meu gosto pela musica foi instigado.

Me converti aos quinze anos e me lembro que naquela época aprendi a tocar duas musicas no violão “Tributo a Yehovah” e “Bom estarmos aqui” e em nossa igreja havia um grupo de louvor onde eu não tinha grandes oportunidades, mas percebi que nos cultos de escola bíblica dominical e os cultos nos lares faltavam músicos e cantores, foi onde consegui a oportunidade de ministrar.

Para muitos parecia pouco, mas para mim era uma grande oportunidade. Claro que sempre eu tocava as mesmas duas músicas (risos), mas hoje percebo e reconheço que naquele tempo de serviço não só minha vida musical estava sendo aperfeiçoada, mas também o caráter de Cristo em mim.

Daquele tempo em diante o meu chamado foi tomando forma, na medida em que eu abraçava as oportunidades que me eram dadas e graças ao apoio e cobertura dos meus pastores pais na fé, que sempre proporcionaram meu crescimento.

A grande experiência da minha vida, que determinou meu rumo ministerial, aconteceu no evento Som da Chuva em 2001.

Qual a visão do Ministério Reino do Filho?

O Reino do Filho possui uma visão que transcende a música. Em nosso caso, a música é apenas um meio para que possamos transferir à Igreja a mensagem que Deus tem queimado em nosso coração.

Nessa mensagem temos abordado temas como a fé, a prática das boas obras, a importância da palavra de Deus, da comunhão e da vida congregacional.

Não apenas cantamos sobre isso, não apenas pregamos sobre isso, mas temos buscado viver aquilo que anunciamos motivar outros a viverem.

Dessa forma eu definiria nossa visão.

O que mais marcou você durante a gravação do seu primeiro álbum – “Por todos os lados”? 

Apesar de já ter tido algumas experiências em estúdio no passado, produzir este trabalho para mim foi como conceber o primeiro filho, e olha que já sou pai de gêmeas.

Tudo aconteceu muito rápido. Mas realmente o que mais marcou minha vida foi a manifestação de Deus a partir de uma decisão ministerial que tomei no meu coração.

Lembro-me que um dia eu e minha esposa estávamos orando em nosso quarto e decidimos assumir a responsabilidade do chamado que Deus nos fez, e em alguns dias as canções estavam surgindo, fluindo naturalmente. Pouco tempo depois, Deus estava enviando os recursos para realização das gravações.

E Isso é impactante, saber que esse disco é resultado da fé e da decisão de crer e assumir responsabilidades.

Qual o estilo e a sonoridade do disco? 

Sempre escutei de tudo e sou apaixonado por boa musica, cresci escutando e escuto até hoje Grupo Logos, Josué Rodrigues (esse eu quero ver quem conhece), João Alexandre, Oficina G3, Switchfoot, Third Day, DC Talk, entre outros. Com tanta referência assim é difícil definir um estilo pra mim, pois “música é momento”.

Nesse disco “abandonei” por um instante a utilização do violão como meu instrumento base e abracei a utilização da guitarra. Transição difícil, pois foram 10 anos ministrando ao som do violão.

Encontrei-me com Jordan Macedo no estúdio e disse que gostaria de produzir um disco que fosse congregacional e refletisse minha visão ministerial, mas que fugisse dos padrões que já conhecemos e que abracei durante anos.

Pra quem conhece o Jordan sabe que ele é um gênio, e logo me respondeu: “vamos gravar duas guitarras, com timbres bem brasileiros, sem exagerar nos Drivers.”

O resultado é esse: Um disco com canções congregacionais e letras de impacto espiritual, com influências do pop rock nacional e com guitarras bem dosadas para agradar tanto aqueles que gostam de uma musica para meditação e adoração como aquele que gosta de um bom e velho rock and roll.

E quanto às canções? Como foi o processo de seleção do repertório? 

O processo foi simples, mas muito delicado.

Por ser também um ministro da Palavra sempre me importei com a coerência bíblica e a originalidade das letras que escrevo. Não me preocupo em rimar “amor” com “dor” ou pegar os jargões que estão sendo cantados no momento. Música é vida e arte e não um produto forjado a ser vendido.

Sempre que prego uma palavra ou escuto algo que considero marcante, escrevo e guardo a informação.

O repertório desse disco é resultado dos últimos três anos da minha vida como pastor auxiliar.

Tudo que foi cantado no disco é o que temos recebido de Deus e ensinado as nossas ovelhas em nosso dia a dia.

Quando falamos sobre elevar os níveis de fé, ou sobre levantar e brilhar, ou sobre ser colocado de pé, é exatamente isso que estamos vivendo e clamando.

O interessante desse processo é que as pessoas se identificam facilmente com o que estão ouvindo, pois muitos se encontram na mesma condição.

Esse é o meu processo de composição e escolha.

Qual ou quais músicas vocês destacam neste trabalho?

Ai ficou difícil, né? É como perguntar de qual filho você gosta mais.

Cada uma tem sua particularidade, mas se tivesse que escolher, eu destacaria três:

– Promessa do Pai, por abordar um tema tão importante na vida do cristão, que é a manifestação do Espirito Santo, não como um vulto produtor de arrepios, mas como Deus, como a porção de Deus acessível aos homens.

– Me levantar e Brilhar, por ser uma canção desafiadora para nossa geração, que permanece acomodada e calada diante da missão evangelística que Jesus nos deixou em Marcos 16. “ide por todo mundo e pregai…”

– Por Todos os Lados, ultima canção composta e que se tornou tema do disco pela beleza e profundidade como descreve o cuidado de Deus sobre a vida daqueles que o aceitam como Senhor.

Qual(is) canção(ões) o público tem se identificado mais? E porque essa identificação ocorre? 

Com certeza duas canções tem mexido com grande parte do público:

Promessa do Pai, pois como descrevi acima, a canção aborda a tão esperada promessa de Jesus, que é o derramar do Espírito Santo, o envio do consolador. Acredito que não só a profundidade da letra como o tratamento dado pelo Jordan na finalização da canção proporciona ao ouvinte um ambiente compatível com o que a letra busca transferir.

Herois da Fé é uma canção que faz um paralelo entre os heróis da fé do passado que deram suas vidas pela obra, que renunciaram a fama, o dinheiro e que naquele tempo nem eram tão populares e os heróis da fé da atualidade, que movem as massas, mas muitas vezes possuem uma fé e obras inexpressivas. Tem que ouvir pra entender. Não é uma critica a ninguém, mas um alerta a todos nós, “até mesmo eu!”

Você pretende investir em vídeo clipes? Como você enxerga esta ferramenta dentro do seu ministério? 

Claro! Confesso que durante muito tempo fui relutante com essa questão. Talvez por não ser muito narcisista. Acho que herdei essa velha visão do termo “Adorador sem face”.

Mas sabe de uma coisa? As pessoas precisam de boas referências. O Apostolo Paulo disse: “Sejam meus imitadores como tenho imitado a Cristo”. E da mesma forma que o mundo está bombardeando diariamente as pessoas de imagens vazias, precisamos trazer e oferecer aos de Cristo e aos que O querem conhecer a imagem da vida.

Não criando um personagem daquilo que deveríamos ser, mas sendo e transparecendo.

Como você esta tratando sua identidade visual na web e nos meios de divulgação em geral? 

Estamos iniciando esse processo agora junto com o lançamento do disco. Nosso projeto foi gravado de maneira independente e nos últimos meses por causa dos compromissos do ministério ficou muito difícil projetar e idealizar essa estratégia.

Graças a Deus conseguimos este apoio do Portal Super Gospel que tem divulgado de maneira gratuita os novos trabalhos do Brasil e, além disso, temos feito um trabalho de mídia no facebook e twitter.

Estamos nos preparando para gravação do primeiro clipe, que em breve terá lançamento anunciado.

Qual a sua opinião em relação a esta abertura que a mídia secular está dando para os evangélicos? 

Acho válida e interessante desde que não negociemos nossos valores.

Por um lado acredito que estão reconhecendo o quão expressiva é a Igreja na terra, isso é bom, mas por outro lado temos que ter cautela de não permitir a colonização ou o engarrafamento da nossa fé.

Não podem pegar toda história da Igreja e simplificá-la em um gênero musical e a oferecer como um produto, ou mais um produto na prateleira.

Somos a noiva do Cordeiro!

A cada dia vemos crescer o uso de meios eletrônicos, como o Twitter, o MySpace, Orkut, Youtube, entre outros, para divulgação do trabalho. O que você acha dessas novas opções de mídia? 

Vejo como ferramentas poderosas do nosso tempo e que precisam ser consideradas.

A igreja perde muito por não se contextualizar com seu tempo na história.

Os valores precisam permanecer, mas os formatos estão sempre mudando e nós precisamos nos adaptar.

Lembro-me que a uns anos atrás diziam que a internet era do Diabo e o Tio Bill o Anticristo. Meu Deus, quem será o Jobs então? (risos).

Penso que nos tempos de Jesus já existia um modelo de mídia e publicidade que funcionava, tanto é que a Bíblia nos diz que a fama de Jesus percorria por todas as cidades. Quem fazia esse trabalho?

Só uma observação sobre as ferramentas atuais. Elas são rápidas, tem vida curta assim como suas informações. O que é manchete ou top trends hoje, amanhã já não aparece mais.

Nosso desafio é lutar para que as verdades eternas não se percam no meio dessas informações.

Qual os seus planos para 2013? 

Além da divulgação do disco meu foco principal é planejar um seminário, onde queremos trabalhar na vida da Igreja os fundamentos do Reino de Cristo.

Temos ministrado e tocado em muitos eventos esporádicos e percebemos a carência do Corpo em receber um ensinamento mais sólido e continuo, percebemos que a Igreja tem recebido mais entretenimento do que ensinamento.

Hoje quando falamos sobre fé, Espirito Santo, vida na palavra e obra social as pessoas se espantam como se estivéssemos pregando uma utopia, mas essas são questões primarias da vida cristã.

Queremos reverter isso e o Senhor tem nos direcionado a planejar este seminário.

Fora isso, nos preparar para gravar ao vivo no próximo ano.

Poderia deixar um recado para nossos leitores? 

Deus não mudou e Ele sempre terá seus homens na terra. Se nós nos posicionamos, Ele nos usa.

Lembrando que tudo é possível ao que crê e que os sinais de Deus são para os que creem.

Deus abençoe!

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Pastor Léo Medeiros / Ministério Reino do Filho
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