Plágio

Há pessoas que se apossam da obra alheia, assinam, ilustram, postam, e se irritam, quando são deletadas, após a reclamação pelo direito autoral. Este crime horroriza. E não são adolescentes que fazem isto, porque alguém poderia dar o desconto pela imaturidade. Não. É gente cascuda, “madura”, “useira e vezeira” com as quais se perde um precioso tempo de vida para denunciar, deletar, bater boca. Ufa!

 

Alguns infratores dizem impropérios, mandam o autor amarrar uma melancia no pescoço…mesmo com a obra registrada, ainda leva-se um bom  tempo para o corrupto se mancar. Há casos de voltarem a cometer o mesmo crime passado algum tempo, usando o mesmo texto, com título diferente.

 

O que será que as famílias, escolas, igrejas estão ensinando? A modernidade abriu um espaço absurdo para a informação. Então é tudo a fazer! A educação precisa chegar junto e eu diria que tem que chegar na frente.

 

Autores que até já morreram estão com suas obras surrupiadas na mídia e deve-se colaborar denunciando. É triste demais.Para citar apenas um exemplo: a poetisa Myrtes Matias, falecida há pouco tempo, já tem vários textos postados com nomes de outros “autores”.

 

Há textos de grandes autores também plagiados!

 

Encontro na Internet e-boock contendo textos assinados por um “maluco” – só pode ser – quando se entra em contato, o cara de pau diz que na próxima edição vai corrigir o erro. Como assim? Outro faz um livro inclui texto dos outros, registra e diz que vai corrigir na próxima edição. Merecem o escárnio. Isto é imoral.

 

É uma maldade também postar o texto como anônimo. Tem que se pesquisar até encontrar o autor, porque as aspas caem rapidamente e circula anônimo.  Há casos de alguns que ao tomarem conhecimento do autor verdadeiro, preferem tirar a página do que reconhecer o autor. Vamos dar as mãos para resistir ao furto de obras. Vamos denunciar os ladrões! Vamos desmascará-los publicamente! Seja quem for.

 

Como vencer a endemia de corrupção neste assolado país, se não há um mínimo de escrúpulo ao assaltar a obra alheia? Olá, senhores pais, professores, pastores, padres e todo mundo que se dedica à educação. É preciso fazer um mutirão urgente para ensinar às pessoas que se apossar do que não é delas é crime previsto em lei.

 

Na lei existem algumas especificações sobre o crime de plágio. Crime de Violação aos Direitos Autorais no Art. 184 – Código Penal, que diz: “Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.

Ivone Boechat

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Círculo vicioso

Um dia, milhões de bebês choraram na liberdade uterina do milagre da vida: nasceram. Não vestiram seus corpos, não lhes calçaram sapatos nem lhes deram o conforto do seio materno, antes da posse do sonho infantil, foram rejeitados, ao rigor do abandono.
Um dia, mãozinhas trêmulas, inseguras, sem afeto, bateram na porta do vizinho, procurando abrigo. Não havia ninguém ali para oferecer afeto nem portas havia na pobreza do lado. O menino escorregou na direção da rua.
Um dia, a criança anêmica foi eleita à marginalidade da escura noite e disputava papelões e pães no lixo do depósito público. Aos tapas, cresceu como grão perdido no vão das pedras, sem a mínima possibilidade de sobreviver: sem teto, sem luz, sem chão.
Um dia, o adolescente esperto teve alucinações de vida e o desejo de conferir a sociedade: candidatou-se à luta amarga do subemprego. Alvejado pela falta de habilitação, foi condenado como vagabundo, recebendo etiqueta oficial de mendigo.
Um dia, o adulto desiludido, amargurado, sem emprego, sem referencial, saiu à procura do amor. No escuro, mas cheio de esperanças, foi colecionando portas fechadas pelo caminho. Sem Deus, sem nome, sem avalista, sem discurso, acreditou no “slogan”  das campanhas sociais.
Um dia, o menino mal nascido, mal amado, mal educado, não soube cuidar do filho que nem chegou a ver. Não ouviu seu choro. Imaginou apenas que, após nove meses de duríssima gestação, alguém brotara de um rápido encontro, irresponsável, assustado e vazio que sempre ouviu dizer que se chamava amor.

Ivone Boechat

SOS – misericórdia para as crianças

 

A sociedade vive sobressaltada, de cabelo em pé, com o resultado do seu próprio estilo de vida. É muito barulho pra todo lado. Aí, a própria família, essa que reclama tanto do incômodo, basta alguém comemorar o aniversário e o barulho é o primeiro convidado a chegar. Nas festas de casamento então, o barulho chega de fraque e cartola. Os convidados, coitados, que imaginavam rever amigos e botar o assunto em dia, nem pensar. Ninguém consegue falar, só se gritar para saber, pelo menos, como o outro vai. Também não ouve a resposta! Aliás, na primeira chance as pessoas vão saindo, estressadas e frustradas. É para economizar o consumo? É chic? É moda? É claro que um fundo musical na festa é maravilhoso! Mas, por que tanto volume? E não adianta pedir para baixar o som, o profissional contratado, o dj, tem poder; manda na festa e você pode morrer fuzilado com uma guitarra apontada para o seu ouvido que ninguém socorre ninguém.

Por onde anda a educação?

As crianças não escapam dessa maluquice de botar o som em último volume nas comemorações, pasmem, a partir de um ano de vida! Mas reparem como os pimpolhos homenageados se comportam na festa: desesperados, choram, querem tirar a roupa, os sapatos, os penduricalhos do cabelo, e geralmente os avós ou algum voluntário bom samaritano sai com a vítima aos farrapos, para dar uma volta lá fora, onde o aniversariante acaba dormindo, aliviado, longe dessa zoeira horrorosa! É um caos! Enquanto isso, uma nuvem de sofredores de tenra idade se esforçam para ficar na festa, anestesiados pela esperança de ganhar os brindes. Ufa! Que sacrifício! A maioria chega a casa e haja mecanismos para baixar a overdose de adrenalina.

A Escola não pode de maneira nenhuma se omitir na educação sobre o uso inteligente do som.

Os profissionais têm também que baixar o volume dos equipamentos utilizados nas aulas. É um horror!  Os professores devem reduzir o volume da voz. Por que gritar tanto assim? Numa conversa normal, com pessoas educadas falando, o decibelímetro marca 30, 35 decibeis! Imagina o incomodo de quem é obrigado a participar de uma aula com 60 decibéis ou mais dos professores que só gritam? O resultado é este que se registra: de cada cinco crianças, nas três primeiras séries do ensino fundamental, somente uma é capaz de ler e entender uma frase escrita! É só porque o professor grita? Não! Claro que não, mas que a gritaria interfere, ah! Interfere, sim.

“O excesso de ruído causa na massa cinzenta um estímulo desnecessário, que a deixa acelerada, sem motivo. Ficamos em alerta, como se estivéssemos em perigo”, explica Fernando Pimentel de Souza, neurofisiologista da Universidade Federal de Minas Gerais. Isso significa produção em excesso de cortisol, o  hormônio do estresse, em picos indiferente”.

.Excesso de som altera a química cerebral: barulho excessivo das indústrias, canteiros de obras, meios de transporte, áreas de recreação, recreio da escola, festas, reuniões, etc. estratosféricos, no organismo. “É uma estratégia de defesa, que o próprio cérebro, agredido, articula”, justifica o psicólogo Esdras Vasconcellos, da Universidade de São Paulo. Faz sentido, por se tratar de uma reação que prepara o corpo para se proteger de um possível problema”.

“O ouvido é o único sentido que jamais descansa, sequer durante o sono. Com isso, os ruídos urbanos são motivos a que, durante o sono, o cérebro não descanse como as leis da natureza exigem. Desta forma, o problema dos ruídos excessivos não é apenas de gostar ou não, é, nos dias que correm, uma questão de saúde, a que o Direito não pode ficar “A Escola localizada no centro nervoso das cidades tem o ensino prejudicado. Pesquisadores da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, ao avaliar os efeitos do som do trânsito diurno em alunos do 7º ano, chegaram à conclusão que alunos que estudam em escolas localizadas em áreas de tráfego intenso tiveram pior resultado nos testes de leitura – uma defasagem de sete meses – em relação às turmas de instituições situadas em áreas mais silenciosas”.

“Primeiramente, devemos educar a alma através da música e a seguir o corpo através da ginástica”   Platão.

Então, mãos à obra: família, escola, igrejas, amigos, todo mundo; baixem o volume do som! Use-o, com inteligência!

Ivone Boechat

O que é educar?

Extrair do interior da alma

a preciosa essência

que vai se descobrindo

na raiz do amor?

O que é educar?

ensinar, disciplinar, instruir,

aprimorar para o além?

Educar é

esculpir a rocha das vontades,

fazer resplandecer

o homem purificado,

refinado,

ser capaz de ajudar

a construir alguém ?

Educar é síntese

de tudo isto

harmonizado,

dar o visto

no advir,

ser avalista,

ajudar a prosseguir

no caminho do bem.

Ivone Boechat

Minha filha

Tanta ternura

guardada, acumulada,

na alegria,                 

na dor,

24 horas e sempre

para o amor;

uma filha é assim:

certeza de amparo,

de socorro,      

de favor,           

silenciosamente

confiável,           

filha é aquele ombro amigo,

aquela ajuda discreta,

aquela reserva de amor.

Ivone Boechat

Feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor

A felicidade de qualquer nação depende, fundamentalmente, do reconhecimento da soberania de Deus e a influência que Ele passa a exercer sobre as pessoas, sobre as famílias e todas as instituições. Quando se buscam deuses falsos ou quando não se cultua a nenhum deus, quando a Palavra de Deus e as suas Leis não têm lugar de adoração e destaque na vida da sociedade, ela perece entregue aos vícios, à depressão, à infelicidade. Uma nação se constrói no alicerce da fé. Cada cidadão bem orientado, com uma base sólida de educação, vai ajoelhar-se, aos pés de Cristo, buscando a comunhão com Deus. Porque “Os céus manifestam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos” Sl 19:1. Ninguém é insensível à majestade divina, quando lhe apontam para a grandeza do Seu poder.
Feliz é a nação que “instrui ao menino no caminho em que deve andar” Pv 22:6.
Feliz é a nação, onde a juventude “Lembra-se do Seu criador nos dias da sua mocidade. Ec.12:1.
Feliz é a nação, onde os “príncipes ensinam aos anciãos a sabedoria…” Sl 105:22.
Feliz é a nação que atende aos profetas de Deus, pois suas palavras são “…como uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações” II Pe 1:19. 
Feliz é o cidadão que reclina sua fronte nas sagradas escrituras, porque “seca-se a erva e murcha a flor, mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente” Is 40:8.
Feliz é o homem que “anda pelo caminho da retidão, no meio das veredas da justiça” Pv.8:20.

A humanidade clama pela presença do Deus vivo, fiel, justo, capaz de transformar as tristezas desta civilização decadente numa geração eleita, confiante.

Cada família pode se apresentar como agência do bem, responsável por seus filhos, vigilantes da paz. 
O homem foi criado para viver feliz, serenamente, entre as flores do imenso jardim do Universo – único verso divino, ritmado na cadência de vozes angelicais e nas bênçãos que o Pai das luzes derrama sobre seus filhos.
Feliz é a nação que se esforça para caminhar debaixo da potente mão do Senhor e reconhece que, desde a antiguidade, “O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz”. Is 9:2.

 Ivone Boechat

Escola sem partido

 

Tenho uma longa trajetória, por anos e anos na educação, com experiência na arte de ensinar. Atuei nas diversas classes sociais, em todos os níveis e graus de ensino. Em toda a minha vida defendi a liberdade religiosa e política. Jamais usei o sagrado espaço da sala de aula para imprimir o carimbo desta ou daquela opção de vida! Isto é fundamental na educação.

Quando foi aprovada a Lei tornando obrigatório o ensino religioso nas escolas do meu Estado, fiquei de cabelo em pé. Quem vai ensinar religião? Quem? Não se preparou ainda o professor pra ensinar religião. Pensei: pode ser um desastre!

Não compete à Escola ensinar religião nenhuma, exceto se a Escola é confessional. O grande desafio da educação é ensinar valores. Em todas as séries, desde as primeiras experiências na Escola, na teoria e na prática. Os educadores podem e devem ensinar os valores básicos da vida e que vão servir às religiões.   Que isto seja feito sem paixões!

Muito mais importante do que qualquer projeto de Escola, é preciso preparar-se para fazer um projeto de vida! Todavia, é bom lembrar que a educação tem que ser natural e livre, espontânea, feliz! A criança tem sonhos e um dos maiores é a sua Escola. Ela é encantada com o professor! Então é simples incluir temas relacionados com a felicidade, a paz, o amor, a amizade, fé, sem fazer um pacote com a verdade pronta, com doutrinação e ideologia. Esses conceitos surgem lindos e sem preconceitos no viver infantil. São valores que formam o cidadão global, independentemente de ser cristão ou não, daquele ou daquele outro partido.

É triste o resultado da educação em que o menino sai preparado para quebrar, pichar, incendiar. Pronto para o apartheid social. O cidadão tem que ser preparado para MUDAR e MUDAR-SE.  Vendo a si mesmo como sujeito e objeto de sua própria história. As Escolas devem ensinar o amor à Pátria, a comunhão, o respeito.

A criança pode discutir todos os modelos políticos, sem o educador apontar que esta sigla resolve todos os problemas da sociedade e aquela outra explora; A missão do educador é trabalhar pela paz. Sem entrar em detalhes partidários, o educador pode indicar, sim, os valores que devem nortear e caracterizar o gestor de uma nação. É impossível um analfabeto administrar uma potência. Quais as características de um gerente? Deve-se ensinar que, quem dirige um Estado, deve, antes de tudo, estar preparado para amá-lo.

Os desencantos do educador com este ou aquele político ou partido podem ser  defendidos, endeusados lá nos diretórios, em outros espaços, nos palanques, nas ruas de forma democrática e pacífica, mas nunca em sala de aula. Que o educador, se achar que deve, vá defender suas convicções políticas e religiosas somente fora do recinto que é igualmente de todos. Ali não é um curral, é sala de aula!

Ivone Boechat

 

 

O que é o amor

O amor humano

não sustenta união,

casamento,

amizade,

família,

o propósito o sustém;

ele cresce, evolui,

a comunhão e a fé

o mantém;

o amor se sustenta

na leveza e na seiva

da compaixão,

na gentileza admirável

da compreensão,

na sabedoria,

amiga inseparável

do perdão.

Ivone Boechat

Lugar Secreto

Depois de dar um boxe na tristeza , dor e dúvidas , o cantor Bruno Lee entra no Lugar Secreto,
Bruno Lee assinou a pouco contrato com a gravadora Central Gospel Music e já nos dá uma prévia dessa parceria de sucesso promissor, a música Lugar Secreto é título do novo álbum produzido por Wagner Carvalho no Rio de Janeiro, a canção retrata um momento de intimidade com Deus composta por Bruno em momento especial de sua vida;
Bruno Lee que já está no terceiro álbum da carreira vive uma intensa maratona de trabalho , casado e pai de duas meninas está sempre acompanhando da família nos cumprimento de agendas e nos momentos de buscar forças espiritual em sua congregação ,Igreja Evangelica Projeto Vida ;
Em Outubro esteve divulgando o novo projeto em Angola África do Sul, além de rádios , TVs e outras mídias em diversos estados brasileiros;
Bruno Lee presenteia seus fãs e amigos no dia 1° de Dezembro com o lançamento do novo álbum nas plataformas digitais , no YouTube o clip da música Lugar Secreto e o DVD Vou dar um Box produzidos pela Central Gospel Music , as fotos e filmagens foram feitas pela Line Filmes, tudo preparado com muito carinho para prestigiar o público que acompanha a trajetória do jovem cantor.
Acompanhe as notícias, agendas e toda novidade da carreira de Bruno Lee em suas redes sociais

http://brunoleeoficial.com.br

Email:brunolee@brunolee.com.br

contato@brunolee.com.br

 

Por:Gledson Vidal

  1. Assessor de Marketing

 

 

A revolução das flores


Num vale florido, o perfume envolvia as abelhas que trabalhavam, com muito entusiasmo, compondo um belo cenário com borboletas e beija-flores felizes.

Nesse paraíso, as flores estavam tristes e foram procurar as árvores mais velhas. Corria por ali a notícia que homens armados contra a Natureza estavam chegando. Convocaram a ousadia da espada de são jorge, a coragem de comigoninguémpode, os espinhos da coroadecristo e partiram determinadas.

Debaixo de uma frondosa árvore, pediram um conselho: o que fazer para convencer ao homem que gosta de destruir a vida, para que se arrependa e comece a reconstruir e a preservar… Aquela senhora árvore centenária, com mil folhas de serviços prestados, pelos muitos outonos da vida, indignada, desabafou:

– A nossa expectativa de vida pode chegar a centenas de anos de vida útil, sem esclerose, osteoporose, lordose… que tanto afligem os humanos. O maior perigo que enfrentamos é a serra elétrica, o machado, o fogo.

A rosa concordou e acrescentou:

– O maior perigo de todos é o homem sem educação.

Então as flores deram-se as mãos e decidiram propor que todo homem destruidor e vil fosse educado, desde menino, para plantar o amor-perfeito em volta as casas, das escolas, das empresas, das igrejas…Quanto mais cedo a criança aprender a amar o planeta Terra, maior é a chance de começar a prevenir e a preservar a Natureza.

Aí, animação geral! Veio o copo de leite e se ofereceu, sem contaminação, puro e fresquinho. Boca de lobo prometeu pensar melhor antes de criticar por criticar. Hortência preferiu plantar-se melhor para não ficar por aí, sem se cuidar, desbotada e feia. A dama da noite, tão sumida ultimamente, disse que a noite é uma criança e quer voltar a marcar presença, perfumando o ambiente.

A noite foi chegando e as flores se recolheram com a promessa de juntar-se aos homens não só nas horas tristes e dolorosas da coroa de rosas.  Elas querem voltar com todo o esplendor e formosura, espalhando graça e perfume na vida, mas não se negaram a espetar os seus fiéis destruidores.

Ivone Boechat