Além da fé: igrejas amparam fiéis na saúde

Templos oferecem médicos, nutricionistas e outros serviços
Muito mais do que um local para praticar a fé. É isso que as igrejas têm se tornado com o incremento de ações voltadas pelo bem da saúde de suas comunidades. Independentemente da religião e da crença, hoje é possível encontrar templos que ofereçam tratamento dentário, nutricionistas, farmácias e até mesmo acolhimento para dependentes químicos.
Esse é o exemplo da Igreja Evangélica Batista em Jardim da Penha, Vitória (ES). Há dez anos, o templo acolhe dependentes químicos. Eles são levados para uma comunidade terapêutica onde é feito um acompanhamento laboratorial e psiquiátrico de seis meses.
Nos consultórios médicos, presentes em muitas igrejas, há até orientação de nutricionistas, como ocorre na Primeira Igreja Batista de Vitória, no Centro.
Confira alguns serviços da igreja:
Nutricionista
O atendimento feito na Primeira Igreja Batista de Vitória conta com a orientação até mesmo de um nutricionista, além de um psicanalista que faz o acompanhamento periódico. Tudo é aberto à população carente.
Desintoxicação
A Igreja oferece acolhimento para usuários de drogas e álcool. Eles são encaminhados para uma comunidade terapêutica em Nova Carapina II e Jacaraípe, na Serra. Após o tratamento, que dura seis meses, o acompanhamento psiquiátrico é feito na própria igreja. O custo depende da condição financeira do interessado – pode chegar a R$ 900 por mês. A igreja também oferece o serviço de médicos, dentistas e enfermeiros, além de distribuição de medicamentos.

Fonte: Gazeta Online / Jornal Gospel News

Veja os efeitos do oxi no corpo humano, combustível e cal usados na produção pioram os efeitos da droga.

Cal afeta o sistema respiratório, enquanto combustível age no digestório.
O Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal  prepara um estudo para entender melhor as características de uma nova droga que chegou ao país em 2011: o oxi. Os resultados só devem ser divulgados no início de junho, mas por enquanto os médicos e químicos já sabem algumas coisas. Por exemplo: a droga é uma versão potente e perigosa da cocaína.
As primeiras apreensões aconteceram no Acre, mas o tóxico já chegou ao Rio Grande do Sul e passou por São Paulo.
A droga é um derivado da cocaína em forma de pedra, para ser fumado — como o crack. O psicofarmacologista Elisaldo Carlini explica que é preciso adicionar um solvente e uma substância de caráter básico (o contrário de ácido, neste sentido) à pasta base para fazer tanto o crack quanto o oxi.
A diferença entre as duas drogas está no quê exatamente é utilizado. No crack: éter, acetona e bicarbonato de sódio. No oxi, até onde se sabe, gasolina, querosene e cal virgem.
“Os compostos usados no crack são menos agressivos”, resume Carlini, que é professor titular de pós-graduação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid).
Os ingredientes mais tóxicos usados na fabricação do oxi são também mais baratos.
O dependente químico nem sempre tem escolha”
Ana Cristina Fulini, especialista em dependência química
“O dependente químico nem sempre tem escolha”, argumenta a especialista em dependência química Ana Cristina Fulini, coordenadora terapêutica da clínica Maia Prime.
Ela diz que, muitas vezes, o usuário aceita qualquer produto, e que o oxi normalmente é vendido mais para o fim da madrugada. Depois de consumir várias pedras de crack, os clientes ficam na “fissura” e compram o produto. Uma noite inteira de crack não só aumenta a necessidade do uso de mais drogas, como também acaba com o dinheiro dos dependentes. “Não duvido que alguém acabe escolhendo o oxi pelo preço”, afirma Fulini.
O G1 conversou também com a médica psiquiátrica Marta Jezierski, diretora do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), órgão ligado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que explicou o que a droga faz no organismo. Veja abaixo:
Como se pode perceber, alguns dos problemas são causados pelas substâncias adicionadas, e é por isso que o oxi é considerado mais tóxico e perigoso que o crack.
“Tanto a cal quanto o combustível são irritantes, não servem para o consumo humano. Eles descem assando tudo”, diz Jezierski.
Fulini, que trabalha com a reabilitação de usuários, destaca a dificuldade de superar tais problemas. “Quando a gente fala de crack e oxi, a questão não é só a morte, mas o tanto que a pessoa fica debilitada”, ressalta a especialista, que diz que muitos de seus pacientes desenvolveram problemas psicológicos.
É mais forte?
Até por se tratar de uma droga muito nova na maior parte do país, o oxi ainda gera relatos contraditórios. Fulini se baseia no que disseram alguns pacientes de sua clínica e acredita que o oxi tem efeito mais forte e mais rápido que o crack.
“Estão aparecendo usuários de crack que consumiram uma pedra diferente, oleada”, ela conta. “Alguns usuários relatam que o efeito é mais rápido, outros falam que deixa um gosto muito ruim na boca”, prossegue a especialista.
Por outro lado, Carlini, do Cebrid, não vê na composição química motivo para que o oxi tenha um efeito diferente em relação ao crack, e faz uma comparação. Segundo ele, há traficantes que adicionam fezes de animais à maconha, pela semelhança visual. “Às vezes, a pessoa fuma as fezes e chega a sentir o efeito da maconha, porque está condicionada”, explica o psicofarmacologista, buscando uma explicação psicológica.

Fonte: G1 /Jornal Gospel News

Estudo comprova relação entre obesidade e fé, cristãos são desafiados a dedicarem seus corpos a Deus e não apenas suas mentes e corações

Um estudo surpreendeu a comunidade cristã ao mostrar a relação entre a fé e a obesidade. O estudo realizado pelo autor Matthew J. Feinstein descobriu que jovens e adultos que assistiam regularmente cultos tinham 50% mais de chances de se tornarem obesas quando atingirem a idade média.
“Já tínhamos encontrado envolvimento da religião com as pessoas propensas a obesidade. Mas queríamos seguir as pessoas ao longo do tempo para certificar de que elas realmente têm mais probabilidade de se tornarem obesas. Mas isso não significa que as pessoas mais gordinhas são mais propensas a voltar para a religião”, afirmou Matthew.
No primeiro estudo que analisou o desenvolvimento da obesidade na comunidade religiosa, os pesquisadores acompanharam 2.433 homens e mulheres de 20 a 32 anos. O estudo mostrou que 41% dos participantes eram mulheres negras.
Depois de analisar fatores como idade, raça, sexo, escolaridade, renda e índice de massa corporal, 32% dos que assistiam os cultos se tornaram obesos na meia-idade, enquanto 22% das pessoas que frequentam menos a igreja se tornaram obesos.
Participar de uma função religiosa, pelo menos uma vez por semana foi definido como alta frequência de participação religiosa.
“Não sabemos por que a participação religiosa frequente é associada com o desenvolvimento da obesidade, mas o resultado é bom para ajudar na prevenção da obesidade”, recomendou Feinstein.
Autor principal do estudo, Donald Lloyd-Jones, disse que “a obesidade é a epidemia de grandes proporções que assusta a população dos EUA. Sabemos que as pessoas obesas apresentam riscos para desenvolver diabetes, doenças cardíacas e certos tipos de câncer, e consequentemente morrer muito mais jovem”.
“Precisamos usar todas as ferramentas à nossa disposição para identificar grupos de risco e fornecer treinamento e suporte para impedir o desenvolvimento da obesidade”, acrescentou Lloyd-Jones.
Jones advertiu que a descoberta não compara a saúde dos religiosos com os não-religiosos. No entanto, os autores ressaltam que os estudos anteriores também mostraram que pessoas religiosas tendem a viver mais, porque não fumam e não bebem.
Kenneth Ferraro, que realizou um estudo em 1998. Ele mostrou que os cristãos na América praticam a gula. “A vida religiosa tem sido considerada saudável, com suas restrições sobre a promiscuidade sexual, álcool e tabaco”, observou Ferreira. “No entanto, comer demais pode ser um pecado que os pastores têm negligenciado”.
“As igrejas americanas estão praticamente silenciosa sobre o excesso de peso dos seus membros, apesar da Bíblia recomendar moderação em todas as coisas”, disse o professor de sociologia.
Em Lucas 21.34, Jesus nos adverte a cerca da gula. “E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia”.
Podemos falar sobre todas as questões de pecado na igreja, mas não falamos sobre o pecado de não cuidar do templo que Deus nos deu, comentou o pastor da Primeira Igreja Batista em West Virginia Steve Willis.
Segundo pastor Steve Willis a Norma da igreja Batista encorajou os fiéis a considerar o exercício e alimentação saudável como um ato de adoração. “É importante que os cristãos zelem pelos seus corpos, pois eles pertencem a Deus”.
Na Colônia de Highland o pastor Jay Richardson também abordou a questão da obesidade, dentro da igreja através de sua série de sermões no atual programa de perda de peso tendo como base o livro Pastor Steve Reynolds.
“Acredito que, de alguma forma, a nossa saúde e comer tudo o que queremos – temos uma espécie de ‘divórcio’ a partir de nossa vida espiritual. Nós queremos honrar a Deus com nossos corpos. Eles não são para nossa satisfação e sim para a glória de Deus”, disse pastor Richardson.
O estudo desafia os cristãos a dedicarem seus corpos a Deus, e não apenas suas mentes e corações.

Fonte: Christina Post  / Jornal Gospel News

Esqueletos externos fazem paraplégicos andarem

Amanda Boxtel e Alysse Einbender têm pouca coisa comum. A primeira é uma professora de esqui australiana de 43 anos. A segunda, paisagista americana de 50 anos, é mãe de dois meninos.
Em comum, as duas dividem uma tragédia e um quase milagre. Ficaram paraplégicas durante anos, mas voltaram a andar recentemente, graças a aparelhos de duas empresas diferentes.
Amanda se beneficiou do eLegs, produzido na Califórnia e lançado em outubro, e Alysse usou o ReWalk, criado em Israel e presente numa clínica de reabilitação americana desde o ano passado. Ambos usam uma espécie de exoesqueleto ajustado ao corpo do cadeirante que, por meio de sensores, o faz andar com a ajuda de duas muletas.
“Consegui dobrar meus joelhos pela primeira vez após 18 anos”, disse Boxtel. “Consegui transferir meu peso, dar mais um passo. E foi tão natural.”
Não há data para a comercialização dos aparelhos, mas o ReWalk já é usado num hospital na Filadélfia, e o eLegs estará disponível para centros médicos em 2011.
Um terceiro foi apresentado em julho na Nova Zelândia, num evento que contou até com o primeiro-ministro. A empresa Rex Bionics promete colocá-lo a venda até o final do ano por R$ 255 mil.
Nos últimos dois anos e meio, oito pessoas com lesões na medula e uma com distrofia muscular já passaram por treinamento do Rex. Ao contrário dos dois primeiros aparelhos, o neozelandês é mais pesado, pouco maleável e possui um joystick no lugar de muletas.
“Acreditamos que o uso constante de muletas pode causar lesões nos ombros”, diz o diretor de marketing da empresa, Thomas Mitchell.
Assim como o eLegs e o ReWalk, o Rex não pretende substituir totalmente o uso da cadeira de rodas e sim ser uma ferramenta extra para os cadeirantes. “Os usuários dizem que notaram uma mudança no relacionamento com as pessoas, inclusive com crianças, já que elas não ficam mais altas do que eles”, diz Mitchell.
Dos três, o eLegs é o mais compacto e dá mais mobilidade ao usuário, que pode dobrar o joelho de forma mais natural e chegar a atingir até 3 km/h. Foi eleito, pela revista “Time”, uma das 50 melhores invenções de 2010.
O aparelho funciona com ajuda de sensores que traduzem os gestos do cadeirante para determinar suas intenções e agir de acordo com elas, como uma espécie de software, carregado numa mochila nas costas.
Para usá-lo, é preciso ter entre 1,58 e 1,95 m de altura, pesar até 100 quilos e conseguir se transferir da cadeira de rodas para uma normal.
A tecnologia foi desenvolvida a partir de exoesqueletos hoje usados por soldados -um deles permite que os militares carreguem até 90 quilos por terrenos irregulares, por horas, sem lesões.

Fonte: folha online

Escovar não BASTA!

A vida moderna tem oferecido boas condições para a conservação dos dentes. Hoje as águas são fluoretadas, existem dentistas nas escolas e nas grandes empresas, o poder aquisitivo aumentou, e os  planos de saúde oferecem acesso a tratamentos antes proibitivos. Por outro lado, a correria do dia a dia nos tira do sossego do lar, que acabou por se transformar em dormitório, e nos priva da higienização correta da boca. No máximo temos uma escovinha que levamos para o trabalho, para sossegar a consciência. Mas escovar não basta. Afaste a idéia de escovas tecnológicas que penetram entre os dentes e que fazem milagres. O exagero das propagandas é grande. Se você não puder ser perfeito, faça pelo menos uma sessão diária de  higiene perfeita. Prefira a noite, antes de dormir. Comece por usar o Fio Dental, único modo de limpar bem entre os dentes. Depois escove lentamente, no mínimo por dois minutos, atingindo todos os dentes em todas as suas faces. Não se esqueça de escovar a língua. Por fim faça um bom bochecho com qualquer solução encontrada em farmácias (prefira as que não contêm álcool).Agora durma com a certeza que seus dentes e sua boca estão protegidos.

Amanhã é outro dia.

Dr. Hélio Sérgio Silva

Coordenador Prevenir Odonto