Pesquisador diz que encontrou novas evidências do Dilúvio bíblico

ff_diluvioRobert Ballard é um dos exploradores subaquáticos mais famosos do mundo. Foi ele o arqueólogo que descobriu onde estavam os destroços do naufrágio do Titanic, em 1985. Também encontrou no fundo mar do navio de guerra Bismarck, e uma frota dos EUA naufragada perto de Guadalcanal, no Pacífico.
Agora, ele está usando sua equipe e a mais avançada tecnologia robótica para provar a existência de uma das histórias mais conhecidas da Bíblia: o Dilúvio.
Em uma entrevista para a rede ABC ele apresentou os resultados de sua pesquisa na Turquia que mostraria evidências de uma civilização varrida da face da Terra por uma enchente monstruosa.
“Nós fomos lá para procurar o Dilúvio”, disse Ballard. “Não apenas um movimento lento, e gradativo de avanço do nível do mar, mas um dilúvio realmente grande… A terra que foi soterrada permaneceu embaixo do mar”.
Muitos afirmaram ter descoberto evidências da Arca de Noé, o enorme navio que Noé encheu, segundo o relato bíblico, com diversos casais de animais, visando repovoar o planeta.
Na década de 1990, os geólogos William Ryan e Walter Pitman reuniram evidências científicas de que uma inundação enorme ocorreu na região do Oriente Médio, cerca de 7.500 anos atrás. Sua teoria, segundo os relatórios, é que uma elevação sem precedentes do que hoje é o mar Mediterrâneo, empurrou uma porção de terra através do Bósforo, submergindo a costa original do Mar Negro. Esse dilúvio antigo teria coberto uma área de mais 35.000 quilômetros quadrados.
Ballard afirma ter investigado esta teoria por mais de uma década. Segundo os relatórios da National Geographic, a primeira descoberta de evidências da costa submersa surgiram em 1999. Embora Ballard ainda não estivesse convencido de que se tratava do dilúvio bíblico, no ano passado mudou de opinião. Sua equipe encontrou no fundo do Mar Negro pilhas de cerâmica antiga, uma embarcação e um dos membros da tripulação. Também há vestígios do que ele acredita ser um antigo porto, mãos de 150 metros abaixo da superfície.
“Isso é um naufrágio perfeitamente preservado. Dá pra ver toda a madeira antiga, parece um depósito de madeira”, disse ele. “Mas se você olhar de perto, poderá ver um fêmur e um molar.” E acrescenta: ”O mais antigo naufrágio descoberto até agora naquela área data de cerca de 500 a.C.”.
Agora, usando tecnologia avançada ele tenta descobrir o que ocorreu no planeta cerca de 12.000 anos atrás, uma época em grande parte da Terra estava coberta de gelo. Quando esse gelo começou a derreter, grandes inundações poderiam ter atingido várias partes do globo, submergindo tudo que estivesse em seu caminho.
Usando o método de datação de carbono em objetos recolhidos na expedição, Ballard disse acreditar que esse evento catastrófico aconteceu em torno do ano 5.000 aC. Alguns especialistas acreditam que este foi aproximadamente nesse período que ocorreu o dilúvio de Noé.
O pesquisador disse estar ciente de que nem todos concordam com suas conclusões sobre o período e o tamanho do dilúvio, mas está confiante que em breve encontrará algo do período bíblico. “Começamos a encontrar estruturas que pareciam feitas pelo homem”, disse Ballard. “É nisso que estamos focando nossa atenção agora.”
Os restou do naufrágio estão bem preservados porque o Mar Negro quase não tem oxigênio, o que retarda o processo de decomposição. Para Ballard “o fundo do mar é o maior museu da Terra”.
Ele não tem expectativas de encontrar a Arca de Noé, mas acredita que pode encontrar evidências de um povo que vivia ali quando o mundo foi inundado, cerca de 7.000 anos atrás.
Com muita confiança de que poderá encontrar as provas que procura, Ballard planeja voltar para a Turquia no próximo ano. Suas descobertas serão apresentadas em um programa especial que vai ao ar em dezembro nos Estados Unidos. Com informações de Huffington Post e ABC News.

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

Uma em cada seis pessoas não possui religião, revela estudo

ateismoCristianismo continua sendo o maior grupo religioso
Um estudo global sobre religião divulgado nesta terça-feira pelo jornal New York Times traz os resultados da pesquisa realizada pelo Pew Research Center. Segundo ele, cerca de uma em cada seis pessoas do mundo não tem nenhuma afiliação religiosa. Isso faz com que o “não-afiliados”, como o estudo os chama, seja o terceiro maior grupo do mundo, com 16% da população mundial.
O estudo também descobriu uma grande disparidade entre a média de idade das populações religiosas, com os muçulmanos e hindus sendo mais jovens e budistas e judeus os mais idosos. O grupo mais jovem, muçulmanos, teve média de 23 anos, enquanto os judeus tem 36 anos.
Os cristãos, incluindo católicos, ortodoxos e evangélicos, ainda são o maior grupo religioso, com 2,2 bilhões de pessoas, cerca de 32% da população do mundo. Eles são seguidos por muçulmanos, com 1,6 bilhão, cerca de 23%. Há cerca de um bilhão de hindus, quase 15% por cento da população global, e quase meio bilhão de budistas, ou 7%.
O estudo, intitulado “Panorama religioso global”, analisa o tamanho e a distribuição dos grupos religiosos a partir de 2010.
O principal pesquisador deste relatório, Conrad  Hackett, afirmou: “Algo que pode surpreender muita gente é que o terceiro maior grupo são os sem filiação religiosa. Já havia indicações disso em pesquisas regionais, mas é a primeira vez que temos números com base em dados de pesquisa analisados de forma científica rigorosa”.
Mais de 75% destes “não afiliados” religiosamente vivem na Ásia, a maioria na China. Muitas das pessoas deste grupo possuem crenças religiosas ou espirituais, mas não se identificam com uma fé em particular.
Adeptos das chamadas religiões folclóricas ou tribais, como as crenças tradicionais africanas, chinesas, indígenas americanas e aborígenes australianas, perfazem 6% da população do mundo. Grupos religiosos menores, como bahais, jainistas, sikhs, xintoístas, taoístas, wiccans e zoroastristas, ao todo representam menos de um por cento da população.
Os judeus, com cerca de 14 milhões de adeptos, representam apenas 0,2% dos habitantes do planeta.
O estudo se baseia na análise de 2.500 diferentes fontes de dados, incluindo os censos e pesquisas demográficas de 232 países. Foi levada em consideração a auto-identificação, por isso leva em conta a religião que a pessoa declara pertencer, não os números oficiais das denominações ou associações religiosas.
Jack A. Goldstone, diretor do Centro de Política Global da Universidade George Mason, da Virgínia, destaca que os grupos religiosos com os membros mais jovens têm mais filhos, vivem em maior pobreza e têm os níveis mais baixos de educação feminina. Ele observa que, em países de maioria muçulmana onde o governo apóia a educação de mulheres e meninas, como Tunísia, Irã e Indonésia, a idade média é maior que os muçulmanos da África e do Oriente Médio.
O estudo também mostra que cerca de um quarto da população mundial vive em países onde eles são uma minoria religiosa. Porém, 97% dos hindus e 87% dos cristãos vivem em países onde são a fé da maioria, disse Alan Cooperman , diretor associado de pesquisa do Pew Forum. “Os cristãos estão mais uniformemente dispersos, exceto por um lugar, no Oriente Médio e norte da África. Eles são minoria absoluta justamente no lugar onde o cristianismo se originou”, conclui. Traduzido de New York Times.

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

Emissora carioca liderou Ibope durante a exibição do Festival Promessas

Globo anuncia as apresentações musicais do Festival PromessasO programa ‘TV Xuxa’ foi substituído, excepcionalmente, na tarde deste sábado (15), pelo Festival Promessas, reunindo grandes nomes da música gospel nacional. Resultado? Um Ibope acima do fraco desempenho do programa da rainha dos baixinhos em 2012. Segundo dados prévios, o festival liderou a audiência com média de 10,4 pontos, contra 7,3 da Record e 5,3 do SBT.
Agora, a TV Globo respira aliviada.
Com informações do JB

Fonte: Guiame / Jornal Gospel News

Médicos americanos alertam para aumento de acidentes com brinquedos infláveis

Um novo estudo descobriu que nas últimas duas décadas mais de 64.000 crianças menores de 17 anos se machucaram com brinquedos infláveis em casa ou em instalações públicas de recreação.
Com um banco de dados nacional representativo que usa dados de mais de 100 hospitais, os pesquisadores encontraram um aumento de lesões de 111 por cento entre 2008 e 2010. No final desse período, 31 crianças por dia, em média, estavam sendo tratadas em salas de emergência por causa de distensões, fraturas e contusões sofridas em brinquedos infláveis.
“Isso é um aumento epidêmico”, disse o autor sênior, Dr. Gary A. Smith, diretor do Centro de Pesquisa de Lesões e Política do Hospital Infantil Nationwide em Columbus, Ohio. “Isso é algo de que temos que tomar conhecimento.”
O estudo, publicado online em 26 de novembro no periódico Pediatrics, descobriu que 90 por cento das crianças feridas tinham menos de 13 anos, e que 16 por cento de todas as lesões ocorreram em colisões com outro usuário. Fraturas e luxações foram as lesões mais comuns, e pouco mais de 3 por cento dos feridos tiveram de ser hospitalizados.
“Nós não estamos dizendo que não se deve usar brinquedos infláveis”, disse Smith. “Mas os pais devem considerar limitar o seu uso para crianças de 6 anos ou mais, reduzindo comportamentos de alto risco como girar ou dar cambalhotas no ar e, se várias crianças estiverem no brinquedo, garantir que elas tenham aproximadamente o mesmo tamanho e idade.”

Fonte: The New York Times / Jornal Gospel News

Revista destaca o avanço dos evangélicos no Brasil

A Revista de História da Biblioteca Nacional publica dossiê especial sobre o avanço dos evangélicos no Brasil, que esclarece como a religião chegou ao Brasil e os caminhos que percorreu para alcançar a abrangência que tem hoje.
Artigo do sociólogo Ricardo Mariano, da PUC-RS, analisa o surgimento de uma bancada evangélica no Congresso Nacional. Segundo ele, os políticos pentecostais dependem fortemente do apoio eleitoral de pastores:
“Essa dependência reforça o caráter corporativista e moralista de seus mandatos e seu compromisso de atuarem como despachantes de igreja”.
O dossiê traz ainda reportagem de Alice Melo que mostra como os evangélicos vêm se firmando na produção cultural brasileira. Um exemplo é o mercado gospel, que movimenta cerca de R$12 bilhões por ano. E ressalta, em artigo do historiador e antropólogo Marcos Alvito, da Universidade Federal Fluminense, que a corrente pentecostal é uma das grandes responsáveis pelo crescimento exponencial dos evangélicos no país.
No ritmo de Jesus
Segundo artigo de Alice Melo, diante da multidão, sob os holofotes coloridos, ela canta, pula e dança no ritmo do calipso paraense – gênero conhecido em alguns estados do Brasil como brega. Ao contrário do que acontece no espetáculo que ficou famoso na voz de Joelma e nos acordes estridentes da guitarra de Chimbinha, a performance de Mylla Karvalho dispensa o excesso de purpurinas e lantejoulas, shorts curtos e tops que mostram a barriga. Em suas apresentações atuais, a hoje pastora de uma igreja neopentecostal em Palmas (TO) canta apenas músicas de adoração ao Senhor. Nem sempre foi assim: antes de encontrar Jesus, ela fazia parte da banda secular Companhia do Calypso, sucesso no circuito de entretenimento do Norte. Em 2007, após a decisão de se converter ao Evangelho, tornou-se a primeira pessoa a adaptar a batida regional à música gospel, e rapidamente conquistou uma legião de fãs.
“Deus habita em meio a louvores. As pessoas podem até não gostar de religião, mas quem não gosta de música ou mensagens de amor?”, comenta a loura, que em 2013 vai lançar um DVD com seus mais recentes hits, como “Se joga, minha vida” e “Eu acredito em Deus”. Segundo ela, a maior estrela de seus shows é Cristo, e por isso se apresenta de forma mais comedida, sem o remelexo sensual característico de suas antigas aparições nos palcos. “Através da nossa música, muita gente tem sido liberta. Sempre ouço testemunhos de pessoas que achavam gospel careta, que não sabiam que tinham esses ritmos e que, por meio dos encontros, se sentiram tocadas e foram levadas para a igreja. A Bíblia diz que os ritmos são de Deus, o diabo é quem copia, que transforma, perverte”. Afinal, “na casa do Senhor não existe Satanás”, como alertava o famoso bordão baiano.
A ideia passada por Mylla Karvalho está cada vez mais presente no discurso de uma nova geração de evangélicos que vem se adaptando às necessidades específicas de algumas localidades e contribui para que dogmas, antes rigorosos, sejam modificados. Nesta esteira de transformação e assimilação cultural, bailes funk, rodas de samba e pagodes de Jesus começam a pipocar e a atrair multidões no Sudeste; festas de forró animam arrasta-pés de Cristo no Nordeste; e canções sertanejas em ode ao Senhor, tocadas no Centro-Oeste, se tornam cada vez mais comuns, principalmente em zonas pobres das cidades. Sucesso que dá lucro: o mercado gospel movimenta cerca de R$ 12 bilhões por ano, sendo 10% apenas com a indústria musical.
Para conhecer o discurso, o impacto cultural e religioso, e as estratégias utilizadas pelas igrejas evangélicas no Brasil e no mundo, leia o dossiê “Evangélicos, a fé que seduz o Brasil“, capa da Revista de História do mês de dezembro.

Fonte: Amigo de Cristo / Jornal Gospel News

Apenas 66% da população reconhece que Jesus é a figura mais importante da história

O pastor John Ortberg, da Igreja Presbiteriana de Menlo Park, na Califórnia, utilizou um estudo realizado pela Harris Interactive para a editora Zondervan para alertar as igrejas que as pessoas, em geral, “não conhecem a verdade sobre Jesus”.
Mesmo que 66% dos entrevistados digam acreditar que Jesus é a figura mais importante da história, o estudo mostra que poucos realmente entendem quem Ele é.
“Muita gente não sabe do papel de Jesus na criação de uma sociedade onde todos os seres humanos são reconhecidos, têm direito, devem ser incluídos e considerados iguais”, diz o pastor.
“Essa realmente era a ideia que começou em Israel e se espalhou pelo mundo, através dos seguidores de Jesus: todo ser humano foi criado à imagem de Deus, é amado por Deus, e consequentemente, deveríamos ter compaixão por todos”, acrescenta Ortberg.
Ele afirma que instituições como orfanatos e hospitais originaram-se com os seguidores de Jesus, que lembravam de Seus ensinamentos e compaixão e decidiram cuidar dos outros.
Ele também lembra que havia um desequilíbrio entre os sexos durante os tempos de Jesus, cerca de 1 milhão de mulheres para 1,4 milhões de homens. Uma grande quantidade de meninas morria durante o parto ou eram mortas ao nascer, por causa de seu sexo, considerado menos valioso.
“Foi realmente através dos ensinamentos de Jesus, e o caminho que Ele ensinou a mulheres, bem como a homens, que se reconheceu que elas também traziam a imagem de Deus em si. Elas foram as primeiras testemunhas da ressurreição e foram líderes na igreja primitiva, onde muito antes da sociedade ensinava-se sobre a grande dignidade, o valor, e a igualdade das mulheres se espalhou”, explica o pastor. “Então, os ensinamentos de Jesus melhoraram em muito a condição das mulheres.”
Ortberg reuniu vários dados da pesquisa promovida pela Harris/Zondervan em seu novo livro, lançado para ‘aquecer o Natal’: Who Is This Man?: The Unpredictable Impact of the Inescapable Jesus [Quem é este homem? O impacto imprevisível do inescapável Jesus].
Ele revela, por exemplo, que 89% das pessoas desconhecem que os seguidores de Jesus foram os pioneiros nos conceitos de alfabetização universal e educação. O pastor acha que é uma vergonha as pessoas não saberem mais sobre quem eles admitem ser a figura mais importante da história.
Após a divulgação recente de um fragmento de papiro onde Jesus supostamente diz que teria uma esposa, muitos historiadores e teólogos questionam o que as pessoas realmente sabem sobre a vida de Jesus.
A pesquisa da Harris/Zondervan revela que a maioria das pessoas não compreende a influência de Jesus na cultura, apesar de reconhecer sua imagem 2.000 anos depois de sua morte. A maioria dos entrevistados não foi capaz de responder corretamente a perguntas a respeito de sua influência e ensinamentos. Menos da metade (47%) reconhece que Jesus foi o primeiro homem a defender a ideia de uma sociedade inclusiva e igualitária.
“Do ponto de vista puramente humano, a maior surpresa é que Jesus conseguiu exercer alguma influência. Normalmente, o legado de alguém fica evidente no momento em que se morre. No dia em que Alexandre, o Grande, César Augusto, Napoleão, Sócrates e Maomé morreram, suas reputações já eram enormes. Quando Jesus morreu, seu movimento pequeno e frágil não dava indícios que resistiria ao tempo”, afirma Ortberg.
“Vivemos em um mundo onde o impacto de Jesus é imenso, mesmo assim seu nome não pode ser mencionado em vários países”, lembra.
A pesquisa foi realizada online entre 13 e 17 de setembro e entrevistou 2.339 adultos, entre os quais 1.062 afirmavam ser cristãos.

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

“Mulher montada na besta” estampará novas cédulas do Euro

 Imagem mitológica será visto em dinheiro europeu
“Mulher montada na besta” estampará novas cédulas do Euro “Mulher montada na besta” estampará novas cédulas do Euro
Segundo a mitologia grega, a princesa fenícia Europa foi raptada e estuprada pelo rei dos deuses, Zeus. Seu nome ficou eternizado por dar nome ao continente que agora usará sua imagem nas cédulas de dinheiro.
Essa foi a imagem escolhida para, a partir do próximo ano, substituir janelas e portas nas notas como um recurso decorativo e também de segurança. “Retratos são utilizados em notas de todo o mundo e a pesquisa mostrou que as pessoas tendem a se lembrar de rostos. Existe melhor figura do que Europa para servir como o novo rosto do euro?”, questiona o chefe do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi.
Ela aparecerá pela primeira vez nas notas de 5 euros, e deverá ser gradativamente vista nas outras notas nos próximos anos. O rosto de Europa será mostrado como uma marca d’água e um holograma.
O Banco Central Europeu revelou este mês como as novas notas incluirão elementos de segurança melhorados. De acordo com o site do Banco Central Europeu, “ao inclinar-se a nota, o número esmeralda apresenta um efeito luminoso de movimento ascendente e descendente. Dependendo do ângulo de observação, o número também muda de cor passando de verde-esmeralda a azul escuro”.
A primeira série de notas marca a maior mudança na circulação do euro em 10 anos.
Um dos motivos para a mudança é o crescente número de notas falsificadas de euro que passaram a circular no continente nos últimos anos. A Europol, agência de polícia da União Europeia, com sede em Haia, disse que as autoridades apreenderam mais de € 19 milhões em dinheiro falso desde 2006.
Alheio a questão estética, diversos sites cristãos especializados em profecias levantaram a hipótese de que trata-se da “mulher monta na besta”, citada no Livro de Apocalipse. Um dos motivos é a crescente secularização da Europa, que restringe a fé cristã, mas demonstra maior tolerância com as manifestações muçulmanas, lembra o Prophecy News Watch.
Segundo o fórum de debates Rapture in the air, assim como Zeus, Satanás terá a capacidade de tomar a forma humana e enganar a todos durante a tribulação.
A mulher também pode ser vista em frente à sede da União européia em Bruxelas. Recentemente, em meio à crise do Euro, ganhou força a proposta de um governo e um exército unificado em toda a Europa para evitar novas crises econômicas.
Outros lembram que a bandeira da União Européia e suas 12 estrelas também são alusões a elementos dos capítulos 16, 17 e 18 do Livro de Apocalipse. As informações são do jornal EU Observer, Rapture in the air, Prophecy News.

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

Pesquisa revela remédios mais consumidos pelos brasileiros

O que tem na sua caixinha de remédios? Descongestionantes, vitaminas, analgésicos à base de dipirona, pílula anticoncepcional, antigripais e calmantes, ao menos de acordo com pesquisas de mercado feitas pela consultoria IMS Health e pela Associação Brasileira de Medicamentos Isentos de Prescrição, que mostram os medicamentos mais vendidos nas farmácias do país.
A pedido da reportagem, especialistas comentam os riscos e os benefícios de algumas das categorias de drogas entre as mais procuradas pelos brasileiros.
ANALGÉSICO
Medicamentos à base de dipirona sódica, como o Dorflex, estão entre os mais populares no país.
O mecanismo de ação da dipirona, introduzida no mercado em 1922, ainda não é conhecido, mas estudos mostram que a droga faz seu trabalho de forma similar a outros analgésicos, inibindo a formação de substâncias envolvidas na inflamação e na sensação de dor.
Segundo o médico Anthony Wong, diretor do Ceatox (Centro de Assistência Toxicológica do HC de São Paulo), a dipirona baixa a febre com mais rapidez do que o paracetamol (Tylenol). Wong destaca que o paracetamol pode causar danos ao fígado e que a aspirina aumenta o risco de sangramentos e problemas no sistema digestivo.
“A aspirina, no entanto, é importante para quem tem problemas como trombose, infarto e artrite reumatoide, e estudos mostram que o uso preventivo pode evitar o surgimento de alguns tumores.”
Nos EUA, a dipirona foi retirada do mercado, na década de 1970, após estudos ligarem o uso do remédio à agranulocitose (redução da produção de células do sangue pela medula). Anos depois, esses estudos foram questionados. Outro efeito colateral da dipirona e de outros analgésicos é a síndrome de Stevens-Johnson, caracterizada por erupções nas mucosas.
CALMANTE
O Rivotril ou clonazepam foi o sexto medicamento mais vendido no país entre 2011 e 2012, isso apesar de exigir receita controlada.
A substância é da classe dos benzodiazepínicos, drogas que agem no cérebro, aumentando a ação de um neurotransmissor que inibe a atividade e a conectividade dos neurônios. Isso causa o efeito sedativo. No entanto, ainda há pontos nebulosos no mecanismo de ação da droga, vendida desde os anos 60.
As indicações principais do Rivotril são para tratar convulsões, transtorno de ansiedade e depressão, mas ele tem se tornado cada vez mais uma “droga social”, segundo o médico Anthony Wong, diretor do Ceatox do HC.
Para ele, a presença do medicamento entre os dez mais vendidos do país é “inadmissível”. “Ele tem grande potencial de criar dependência.”
VITAMINAS
No ranking de remédios isentos de prescrição que mais geram volume de venda, aparecem dois multivitamínicos: o Gerovital, que contém ginseng, vitaminas A, C, D, E e as do complexo B, além de minerais como ferro, e o Targifor C.
O uso de vitaminas como complemento nutricional é controverso. Segundo o nutrólogo Celso Cukier, só pessoas com deficiências precisam de uma dose extra. “A maioria das dietas já atinge as necessidades diárias.”
Entre os que podem precisar de suplementação estão os idosos. “Nesses casos, trabalhamos com vitaminas específicas em doses maiores.”
A ingestão exagerada pode causar efeitos colaterais. O excesso de vitamina A, por exemplo, pode causar danos ao fígado. Mas, segundo Cukier, problemas graves só vão acontecer se a pessoa usar altas doses por um período prolongado.
Segundo o médico, muitos dos efeitos esperados pelo consumidor de vitaminas não são comprovados. “Não há evidência de que vitamina C previna doenças, a não ser em caso de atletas de alta performance.”
Cukier afirma que o cansaço é um sintoma importante que leva à procura das pílulas. “O cansaço pode ser sintoma de uma cardiopatia, uma doença inflamatória. Tomar o polivitamínico pode retardar um diagnóstico.”
ANTIGRIPAL
O Neosoro, solução nasal contendo cloreto de sódio, cloreto de benzalcônio e cloridrato de nafazolina, foi o remédio mais vendido nas farmácias no último ano. Os “fãs” das gotinhas se reúnem em grupos no Facebook (“Neosoro” e “Clube dos viciados em Neosoro”), onde lamentam a rapidez com que dão cabo de um frasco.
Segundo o clínico Paulo Olzon, da Unifesp, o máximo que essa solução pode fazer é aumentar o conforto respiratório quando o ar está seco.
Além do sal, a fórmula tem um vasoconstritor e um antisséptico. Anthony Wong, do Ceatox, diz que o abuso da solução pode levar à hipertrofia da mucosa. “O nariz fica obstruído pela reação inflamatória, e não há remédio que vá desentupir.” Para Wong, é melhor usar soluções só com cloreto de sódio, para evitar efeitos colaterais.

Fonte: Folha de São Paulo / Jornal Gospel News

Cientistas tentam provar existência da alma

Em entrevista ao Daily Mail o médico americano Suart Hamerroff e o físico britânico Sir Roger Penrose explicaram a teoria levantada em 1996 que tenta provar cientificamente a existência da alma.
Os cientistas afirmam que dentro das células cerebrais existe uma estrutura chamada por eles de microtúbulos que gera uma gravidade quântica resultando nas experiências de consciência.
Na explicação dada ao jornal o cérebro humano funciona como um computador biológico com 100 bilhões de neurônios que agem como redes de informação.
No estudo da dupla eles notaram que em uma EQM (Experiência de Quase-Morte) os microtúbulos perdem seu estado quântico, porém a informação contida neles não é destruída.
“Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir, os microtúbulos percam seu estado quântico. A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída; ela não pode ser destruída; ela simplesmente é distribuída e dissipada pelo universo”.
Com esta conclusão eles afirmam que a alma não morre, mas volta para o universo. A teoria de Hamerroff e Penrose chegou a virar um documentário que recebeu o nome de “Through the Wormhole” (Através do Buraco de Minhoca). O programa foi narrado por Morgan Freeman e foi ao ar recentemente pelo Science Channel, nos Estados Unidos. As informações são da Band.

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

A Origem dos Anéis

O que diz a Bíblia:
Anéis para o dedo: sua antiguidade
“Tendo os camelos acabado de beber, tomou o homem um pendente de ouro de meio siclo de peso, e duas pulseiras para as mãos dela, do peso de dez siclos de ouro. Gênesis 24:22”

Obs: O pendente era um anel que se pendurava ao nariz. Tais dádivas deveriam ser reconhecidas pela jovem como presentes de noivado.

Anéis nas orelhas:
“Então vieram a ele todos os seus irmão, e todas as suas irmãs, e todos quantos dantes o conheceram, de todo o mal que o SENHOR lhe havia enviado; cada um deu dinheiro e um anel de ouro. Jó 42:11”

Dos Reis: usado para selar decretos:
“Chamaram, pois, os secretários do rei no dia treze do primeiro mês e, escreveu aos sátrapas do rei, aos governadores de todas as províncias e aos príncipes de cada povo; a cada província no se próprio modo de escrever, e a cada povo na sua própria língua. Em nome do rei Assuero se escreveu, e com o anel no rei se selou. Éster 3:12 “

Dados a favoritos, como sinal de honra:
“Então tirou o Faraó o seu anel de sinete da mão e o pôs na mão de José, fê-lo vestir roupas de linho fino e lhe pôs ao pescoço um colar de ouro. Gênesis 41:42. “

Ilustram: A Gloria de Cristo
“as suas mãos cilindros de ouro, embutidos de jacintos; o seu ventre como alvo marfim, coberto de safiras. Cantares 5:14 “

Posto na mãos :favor
“O pai, porem, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; vesti-o, pondo-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. Lucas 15:22 “

Historia do anel
Entre gregos e romanos o direito de usar o Anel era concedido apenas aos cidadãos beneméritos, o metal empregado era o ferro. Aristóteles mencionou o fato dos cartagineses oferecerem anéis aos seus oficiais a cada vitória alcançada, reforçando aí a imagem de nobreza que cerca o Anel desde os tempos mais antigos.

No ano de 330 D.C., no período do imperador Valentiniano, anéis eram pendurados sobre uma mesa que continha o alfabeto. Ao tocar determinadas letras eles revelavam o nome daquele que conspirava contra o imperador.

Mas além de bonito e esotérico o anel mostrou-se também uma peça de grande utilidade ao homem. Lembremo-nos do Anel de Sinete, geralmente herdado. Seus símbolos heráldicos possibilitam a autenticação de documentos importantes, além de reivindicar propriedades. Em muitos desses anéis os brasões têm símbolos que remetem à honra, fidelidade, firmeza entre outros.

O anel como símbolo de noivado e matrimônio surgiu entre os gregos e romanos, importado do costume hindu de usar um anel de casamento. A cultura romana acreditava que pelo quarto dedo da mão esquerda passava uma veia que estava diretamente ligada ao coração, por isso este foi o dedo escolhido para o uso da aliança, costume que perdura até os nossos dias. A partir do século IX a Igreja cristã adotou a aliança como símbolo de fidelidade entre os cônjuges. Na mitologia Japonesa, os anéis eram usados em todos os dedos. Outra particularidade sobre os anéis é que eles só podem ser tirados dos membros após sua morte.

Reis usam Anéis ou Sinetes (reis são constituídos por Deus)
Esse tipo (sinete), sendo valorizados por arqueólogos em museus, são frequentemente associados a civilizações como a romana e a grega, eram usados apenas pelas maiores castas como reis e imperadores. Os sinetes anéis eram os mais populares dos sinetes, tendo na maioria das vezes um brasão, que foi entalhado em metal ou pedra preciosa. Os mais usados eram feitos de ouro ou de ágata. Era uma tradição nobre na Europa, existindo na Alemanha, Itália e Inglaterra, indicava quando uma pessoa estava casada. O anel de sinete do papa é chamado Anel do Pescador, sendo usado desde o século XIII.

Anéis dado em Formaturas
O anel de formatura é caracterizado pelos emblemas nas laterais e a pedra central de cor. Na colação de grau, o anel marca a consagração de uma etapa, o desafio superado, a realização de um sonho e a representatividade da profissão.

Conotações para o mal
Tudo foi feito com ofertas do povo, “correntes, braceletes, anéis, brincos e colares.” Números 31: 50, 52, 54. Como o povo está vendo muito bem, se Deus aceitou que a obra do santuário fosse revestida com o ouro das jóias das filhas de Sião, é porque não contraria a palavra de Deus em nada, a cabeça de certos doutrinadores tem feito certa confusão ao uso de anéis.

O uso de joias como anel, na comunidade judaica era, e ainda é comum, e não vemos proibição da parte dos profetas e de Jesus Cristo. Os apóstolos também não proibiram, recomendaram apenas moderação. “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo Jesus Cristo a principal pedra da esquina” Efésios 2:20.

(Oscar Correia)
CT

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