O cristão pode ou não ouvir música secular?

A pergunta de se um Cristão deve ou não escutar música secular é uma que muitas pessoas fazem. Há vários músicos seculares que são imensamente talentosos. Música secular pode ser bastante divertida. Há muitas músicas seculares que têm melodias atrativas, conselhos bons e mensagens positivas. Ao determinar se um Cristão deve ou não escutar música secular, há três fatores que devemos considerar: (1) o propósito da música, (2) o estilo de música e (3) o contéudo da letra.
(1) O propósito da música. É música apenas para louvor, ou será que Deus criou a música para relaxar e entreter? O músico mais famoso da Bíblia, o Rei Davi, tinha como propósito principal usar a música para adorar a Deus (veja Salmo 4:1; 6:1; 54:1; 55:1; 61:1; 67:1; 76:1). No entanto, quando o Rei Saul estava sendo tormentado por espíritos perversos, ele chamava Davi para tocar a harpa para acalmá-lo (1 Samuel 16:14-23). Os israelitas também usaram instrumentos musicais para advertir contra o perigo (Neemias 4:20) e para surpreender os inimigos (Juízes 7:16-22). No Novo Testamento, o Apóstolo Paulo instrui os Cristãos a encorajarem uns aos outros com música: “falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais” (Efésios 5:19). Então, enquanto o propósito principal da música aparenta ser louvor, a Bíblia com certeza dá espaço para usá-la com outros propósitos.
(2) O estilo de música. Triste dizer que o estilo de música é um assunto que causa divisões entre os Cristãos. Há cristãos que inflexivelmente exigem que instrumentos musicais não sejam usados. Há outros Cristãos que só querem saber de cantar os hinos da antiguidade. Há Cristãos que querem música mais agitada e contemporária. Há Cristãos que afirmam que conseguem adorar a Deus mais em um ambiente parecido com um concerto de rock. Ao invés de reconhecer suas preferências como sendo pessoais e distinções culturais, alguns Cristãos declaram que seu estilo de música é o único “bíblico”, afirmando com isso que todos os outros estilos não agradam a Deus e são satânicos.
A Bíblia em nenhum lugar condena qualquer estilo de música. A Bíblia em nenhum lugar condena qualquer tipo de instrumento. A Bíblia menciona vários tipos de instrumentos musicais de corda e de sopro. Apesar da Bíblia não mencionar o tambor especificamente, ela menciona outros instrumentos de percussão (Salmo 68:25; Esdras 3:10). Quase todas as formas de música moderna são variações e /ou combinações dos mesmos tipos de instrumentos musicais, tocados em velocidades diferentes ou com ênfase elevada. Não há nenhuma base bíblica para declarar um estilo particular de música como sendo um estilo que desagrada a Deus ou que seja fora da vontade de Deus.
(3) O conteúdo da letra. Já que nem o propósito ou estilo de música é o que determina se um Cristão deve ou não escutar música secular, o conteúdo da letra deve ser levado em consideração. Mesmo que não falando especificamente de música, Filipenses 4:8 é um excelente guia quanto ao que devemos procurar na letra das músicas que escutamos: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”. Se essas são as coisas que devem ocupar nossa mente, então com certeza essas devem ser as coisas que devemos convidar às nossas mentes através de música e de sua letra. Pode a letra de uma música completamente secular ser verdadeira, respeitável, justa, pura, amável, de boa fama e de louvor? Se a resposta é sim, então não há nada de errado em escutar música secular dessa natureza.
Ao mesmo tempo, é bem claro que muito da música secular de hoje não segue o padrão de Filipenses 4:8. Música secular geralmente promove imoralidade, violência; enquanto ao mesmo tempo menospreza pureza e integridade. Se uma música promove tudo aquilo a que Deus se opõe, um Cristão deve evitar escutar esse tipo de música. No entanto, há muitas músicas seculares que não mencionam Deus, mas ainda promovem bons valores, tais como: honestidade, pureza e integridade. Se uma canção de amor promove a santidade do casamento e/ pureza de amor verdadeiro – mas não menciona a Deus ou a Bíblia – então não tem problema em escutar a tal canção.
Já é um fato provado que qualquer coisa que alguém deixe ocupar sua mente vai mais cedo ou mais tarde determinar sua linguagem e comportamento. Esse é o princípio por trás de Filipenses 4:8 e Colossenses 3:2-5: estabelecer pensamentos que agradam a Deus. 2 Coríntios 10:5 diz que devemos levar “cativo todo pensamento à obediência de Cristo”. Essas passagens deixam bem claro a que tipo de música não devemos escutar.
É claro que o melhor tipo de música que devemos escutar é aquela que adora e glorifica a Deus. Há vários músicos Cristãos talentosos em quase todo tipo de música, de clássica, ao rock, ao rap, ao reggae. Não há nada de errado com qualquer estilo de música. É a letra que determina se uma canção é aceitável ou não. No entanto, se um estilo de música secular, seja o ritmo ou a letra, causa você a considerar a se envolver em algo que não glorifique a Deus, então deve ser evitado.
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Fonte: Jornal Gospel News

Uma nova era de milagres

Nunca antes, na história da Igreja Evangélica, milagres e curas estiveram tanto em evidência. Relatos de sinais e prodígios operados por Deus surgem a cada dia, mas o que eles realmente significam?
Vivemos em uma era pentecostal, e onde quer que existam igrejas crescendo, relatos de maravilhas operadas por Jesus são cada vez mais frequentes. Diversos grupos cristãos, inclusive, constroem suas plataformas teológicas e litúrgias justamente sobre as promessas de que os milagres não apenas continuam acontecendo hoje, como estão à disposição de todo aquele que crer. Para inúmeros crentes, os milagres são extremamente importantes – mas, mesmo entre o povo de Deus, há aqueles que veem a suposta repetição dos sinais relatados no Novo Testamento com desconfiança. Os médicos cristãos, particularmente, costumam se dividir entre a crença na ação divina e o ceticismo típico de quem costuma ver muitos doentes e sabe que o que acontece com eles é difícil de prever e explicar. Alguns pioram inesperadamente e morrem. Outros apresentam surpreendente melhora. E não se sabe exatamente o porquê.
Para muitos profissionais de saúde, este é realmente um paradoxo difícil de explicar. Médicos de fé piedosa não negam que, por vezes, certas reabilitações seriam melhor explicadas como resultado da intervenção divina. Contudo, têm a certeza, comprovada pela ciência, de que a ligação entre mente e corpo é incrivelmente forte. Por isso, nenhum deles aposta totalmente no argumento de que a cura é proveniente de um milagre. Gente assim representa uma tradição no protestantismo que pode ser encontrada desde a Reforma. Eles creem no poder de Deus para realizar milagres, mas não os veem acontecer muito nos dias de hoje – e nem os consideram tão importantes assim, quer aconteçam ou não.
Bíblia não usa exatamente a palavra milagre. Em vez disso, o termo mais comumente empregado nas Escrituras em relação a esses acontecimentos espetaculares é “sinal”. Existe todo um mundo dentro dessa única palavra. Crentes modernos costumam pensar em milagres como “prova” – uma prova de que Deus é real e poderoso, de que ele pode invadir o mundo natural com poder sobrenatural. Mas o sinal aponta para outra direção. Numa comparação simplória, eles são semelhantes às placas que, na estrada, indicam a direção dos destinos. Elas são importantes quando estamos perdidos ou, pelo menos, inseguros quanto o rumo a tomar. Quando nos deparamos com uma placa indicando nosso rumo, sentimo-nos imediatamente aliviados e mais seguros – afinal, sabemos onde estamos e para onde vamos. Curiosamente, depois, nem nos lembramos mais da placa que nos ajudou. Ela apenas serviu para nos indicar o caminho, e nada mais.
O teólogo Colin Brown compara os milagres a esses sinais de aviso. “Eles mostram a presença de uma ordem de realidade diferente da que está presente em nossa vida cotidiana”, ele diz. Sinais nunca são um fim em si mesmos. Eles não apontam em sua própria direção, nem são prova de nada neles mesmos. Tampouco existem para nos fazer pensar que já chegamos a determinado lugar, mas para nos guiar para um novo lugar.
SINALIZAÇÃO
Entender os milagres como sinais ajuda a suavizar as incongruências do Novo Testamento a respeito deles. Jesus era, sem dúvida, um operador de milagres, mas à primeira vista ele parecia ter ideias contraditórias sobre eles. O Filho de Deus criticou, por exemplo, os fariseus e saduceus quando exigiram que ele provasse quem era fazendo milagres. “Uma geração má e adúltera pede um sinal”, disse Jesus a eles. (Mateus 12.39). As multidões também queriam ver um sinal para que cressem no Messias, e lembraram a Jesus que Moisés havia provido o maná. Cristo, certamente, poderia ter feito isso também; porém, como resposta, falou que Deus dava a eles “o verdadeiro pão do céu”. Quando lhe inquiriram mais a respeito, ele disse com todas as letras: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome” (João 6.35). O Salvador não lhes daria o maná milagroso, apesar de poder fazer isso. Ele preferiu dar a si mesmo. E, no entanto, quando confrontou os líderes religiosos a respeito de sua relutância em crer, Jesus falou de milagres, dizendo que as obras que faziam em nome do Pai testificavam a seu respeito. E, diante da iminência de ser apedrejado por blasfêmia, limitou-se a questionar seus algozes: “Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte do Pai; por qual delas me apedrejais?” (João 10.32). João comentou: “E, embora tivesse feito tantos sinais na sua presença, não creram nele.”
O próprio Jesus, muitas vezes, também tentou abafar seus milagres, dizendo àqueles a quem havia curado para que não contassem a ninguém a respeito. Como entender essa postura aparentemente tão estranha? A resposta diz respeito à natureza dos sinais. Os milagres de Jesus apontavam para o anúncio do Reino de Deus. Qualquer um (como os fariseus) que visse isso e fingisse não entender a mensagem era hipócrita. Eles podiam dizer que procuravam pela luz, mas a verdade é que não queriam vê-la. Simplesmente, viram a sinalização indicando o caminho, a verdade e a vida e decidiram tomar outro rumo.
O apóstolo Paulo demonstra a mesma incongruência de maneira diferente. Assim como Jesus, ele era conhecido por seus milagres. Depois de sua conversão milagrosa, ele começou a viajar com Barnabás. Atos 14.3 diz que Deus “confirmava a palavra da sua graça, concedendo que, por mão deles, se fizessem sinais e prodígios”. Paulo e Barnabás foram até Jerusalém para defender seu ministério perante um conselho da igreja, e lá contaram “os sinais e pródigos que Deus fizera por meio deles entre os gentios”, conforme o relato de Lucas. Ele ainda registra que, em Éfeso, “Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários, a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam das suas vítimas, e os espíritos malignos se retiravam” (Atos 19.11-12).
Paulo escreveu aos Coríntios que eles haviam visto em seu ministério as credenciais do apostolado, com toda a persistência, por sinais, prodígios e poderes miraculosos, conforme II Coríntios 12.12. Ele escreveu aos romanos a respeito do que Cristo fizera por seu intermédio para conduzir os gentios à obediência, “por palavras e por obras, por força de sinais e prodígios, pelo poder do Espírito Santo”. É evidente que, para Paulo, assim como para Jesus, a obra do Evangelho era acompanhada por sinais e maravilhas – ainda assim, suas cartas às igrejas nunca mostram que ele esperava que os cristãos curassem enfermos e expulsassem demônios. Ele instrui sobre casamento e família, sobre comunidade e oração, sobre vários aspectos práticos da vida; mas nunca oferece instrução a respeito do ministério de milagres.
Argumentos a respeito de seu silêncio sobre essa questão não são confiáveis. Só porque ele não lhes disse para fazer não é prova de que não queria que fizessem. É impressionante, no entanto, como suas prioridades eram diferentes das prioridades das pessoas que praticam a cura e o exorcismo nos dias de hoje. Elas falam sobre realizar milagres a cada oportunidade que têm. Já Paulo não fazia isso.
O Novo Testamento certamente nos conta fatos cruciais a respeito dos milagres. O ministério cristão é marcado por eles, mas não coloca seu foco neles. Trata-se de um equilíbrio delicado, que muitas pessoas não conseguem encontrar. Muitas não abrem espaço algum em suas vidas para milagres. Outras agem como se estivessem mais interessadas nos milagres do que em Jesus. Os sinais do Reino, que ele exibiu ao longo de sua vida entre os homens, prepararam o caminho para aqueles que o viram ser ressuscitado dos mortos. O mesmo acontece conosco. Os sinais que vemos preparam o caminho para a plenitude desse Reino, quando teremos uma vida ressurreta.
É nossa responsabilidade estarmos abertos para os sinais da maravilhosa presença de Deus, e orarmos por eles. É nossa responsabilidade louvarmos ao Senhor quando vemos milagres acontecerem, e meditarmos a respeito da mensagem que ele tem para nos dar através deles. Da mesma forma, é de nossa responsabilidade não corrermos atrás de sinais e maravilhas, como se fossem o bem supremo planejado por Deus. Somos responsáveis por não exigir milagres como prova de que o Todo-poderoso está presente. Eles não são o conteúdo do Reino; são sintomas do Reino. O conteúdo desse Reino é Jesus, que sofreu, morreu e foi sepultado, sendo depois trazido de volta à vida.
FASCÍNIO x CETICISMO
Muito da confusão a respeito de milagres – tanto o fascínio exagerado quanto o ceticismo – vem de um pensamento desenvolvido durante o Iluminismo e que agora está profundamente enraizado nas mentes ocidentais. A confusão está na separação entre natural e sobrenatural.
No final do século 17, um cristão devoto, Isaac Newton, aplicou sua mente brilhante em desvendar os segredos do universo. Sua descoberta da gravidade e das leis do movimento o ajudou a analisar as órbitas planetárias. O gênio inventou um cálculo capaz de tornar as contas mais precisas, permitindo que os astrônomos acompanhassem cada planeta com tanta precisão que é possível sabermos com exatidão, por exemplo, quando uma das muitas luas de Júpiter estará em seu equinócio. Tudo estava perfeitamente colocado em seu lugar, e era totalmente previsível. A imagem de um universo mecânico e silencioso cresceu – o cosmos passou a ser visto como uma máquina.
Mais tarde, outras ciências fizeram suas contribuições ao acúmulo de saber humano. A biologia, em particular, com a descoberta da genética. Agora, não apenas o sistema solar e as galáxias, mas também uma simples árvore podia ser completamente estudada através das “leis da natureza”, que explicavam como seu mecanismo funcionava – e tinha que funcionar. As doenças, antes consideradas obra de espíritos malignos, podiam ser explicadas como resultado de falências naturais de órgãos ou resultado de infecções por organismos minúsculos e nocivos. E, o melhor de tudo – podiam ser tratadas! Naturalmente, muitas pessoas que passam a acreditar em um universo tão mecânico acabam se tornando céticas em relação a Deus. Ficou célebre uma frase atribuída ao astrônomo francês Pierre-Simon Laplace quando questionado pelo general Napoleão Bonaparte a respeito do lugar do Criador em seu trabalho: “Eu não precisava dessa hipótese.”
Ainda assim, muitos ainda mantêm sua crença em um Deus ativo. Eles reconhecem o aspecto maquinal da criação, mas insistem que o Criador intervém ocasionalmente no mundo, de maneira sobrenatural.
Eles dividem o mundo em “natural” e “sobrenatural” – um universo girando por conta própria, como uma máquina, sofrendo intervenções ocasionais do Todo-poderoso. Newton, por exemplo, achava que Deus tinha que, de vez em quando, intervir para ajustar os planetas em suas órbitas, a fim de que não saíssem de sincronia. Eventos sobrenaturais, por esse modo de pensar, são momentos em que Deus interfere na máquina natural. Ele entra em cena e transforma água em vinho. De outra feita, ergue um aleijado, ou restitui a vista a um cego. Enfim, o Senhor se permite colocar, vez por outra, seu dedo em uma engrenagem do “equipamento” da natureza, fazendo-o funcionar de outra maneira. As pessoas que separam o natural do sobrenatural chamam essas intervenções de Deus de “milagres”.
AVANÇO DO REINO
Ao pensarmos um pouco, no entanto, podemos perceber que essa separação entre natural e sobrenatural é antibíblica. Não é Deus o Criador e sustentador de tudo o que existe? O clima, por exemplo – as Escrituras falam sobre como as nuvens são as carruagens de Deus e que fenômenos naturais são atos de seu poder. A chuva, por exemplo, que segundo as Escrituras cai sobre justos e injustos. Esses fatos não estão em conflito com a ciência da meteorologia. De fato, tudo o que acontece na criação está cheio do poder e da presença de Deus. Não existe nenhum lugar para onde possamos ir a fim de escapar de sua presença. Nada do que acontece ocorre fora de sua vontade. Tudo é natural e sobrenatural ao mesmo tempo.
Seria recomendável que retornássemos à sabedoria de Agostinho, que entendia os milagres não como uma violação da lei natural, mas como momentos em que o Senhor anda por caminhos incomuns. Eles não são mais inspirados por Deus do que o nascer do sol todas as manhãs; são apenas um rompimento incomum da maneira como o Senhor costuma operar – e, portanto, constituem um sinal de algo importante. A questão é que milagres são tão incomuns que ficamos perplexos. Por serem raros, chamam nossa atenção. É isso que os sinais fazem: eles sobressaem em seu ambiente e, então, nós os notamos. Caso contrário, poderíamos percebê-los?
O evento em que Jesus alimentou aqueles milhares de pessoas foi, de certa forma, bem menos significativo do que um fato corriqueiro que quase ninguém comenta: a colheita do trigo. Ano após ano, sementes de trigo se transformam nas plantas que vão proporcionar um grão que é a base da alimentação da humanidade. Ou seja, é o poder de Deus que faz germinar aquelas sementes, nutrindo geração após geração, e ninguém se maravilha com isso. Mas deixe Jesus multiplicar o almoço de alguém uma única vez, para uma pequena multidão, e todos irão se maravilhar. Não que isso seja mais significativo ou sinalize mais o poder de Deus do que a colheita do trigo: o espanto acontece porque aquela situação foi algo jamais visto. Mas tanto um como outro milagre são sinais de que Jesus – através de quem o trigo foi feito, e é quem sustenta e permite seu crescimento – está se movendo de maneira incomum, e que seu Reino, há muito prometido, está avançando.

Fonte: Cristianismo Hoje / Jornal Gospel News

Consumidas com moderação, nozes, castanhas e amêndoas ajudam a emagrecer

Várias pesquisas vêm comprovando os benefícios que as oleaginosas podem trazer para a saúde e apontam que uma porção diária dessas frutas garante um coração mais protegido, combate o envelhecimento precoce a até contribui para a perda de peso.
Estudo realizado este ano pela Universidade Loma Linda, nos Estados Unidos, afirma que a ingestão diária de castanhas, nozes e amêndoas pode reduzir o LDL (conhecido como mau colesterol) em até 7,4% e os triglicérides em até 10%. Isso acontece por causa da grande quantidade de gorduras monoinsaturadas presentes nesses alimentos, que “limpam” as moléculas de colesterol das artérias.
As gorduras monoinsaturadas das oleaginosas contribuem para controlar a taxa de açúcar no sangue. E castanhas, nozes e amêndoas também são ricas em gorduras poli-insaturadas, como o ômega 6, que ajudam a manter o nível do HDL (o colesterol bom).
“As oleaginosas são ricas em proteína, potássio, fósforo, vitaminas do complexo B, vitamina E, gorduras boas (mono e poli-insaturadas) e selênio. Quando aliadas a uma dieta saudável, ajudam no controle da glicemia do sangue, na diminuição do LDL e na manutenção do HDL, além de terem ação antioxidante que combate o envelhecimento celular e contribuir para a perda de peso”, aponta a nutricionista Michelle Ferreira de Simone, especialista em nutrição esportiva.
Por tudo isso, especialistas recomendam que diabéticos e hipertensos consumam uma porção de nozes, castanhas e amêndoas por dia.
Para emagrecer
Além de todos os benefícios para a saúde, as oleaginosas também podem contribuir para a perda de peso e combater aquela gordurinha localizada na barriga. Os ácidos graxos ajudam a deixar a silhueta mais fina, ativando o metabolismo da queima de gorduras e eliminando o tecido gorduroso que se acumula na região abdominal.
Isso sem contar que essas sementes e frutas também aumentam a sensação de saciedade. Ou seja, você come menos, mas se sente satisfeito. Além de perder a vontade de comer doces e outros lanches pouco saudáveis e muito calóricos entre as refeições – o que, por si só, já é uma grande contribuição para o emagrecimento.
Uma boa dica é ingerir as oleaginosas antes das refeições, pois como as gorduras demoram mais para ser digeridas pelo organismo (e assim prolongam a sensação de saciedade), a tendência é consumir porções menores.
Mas Simone alerta que os benefícios das oleaginosas (tanto para a saúde como para o emagrecimento) só podem ser alcançados se elas fizerem parte de uma dieta saudável. “O recomendado é comê-las no lugar de outro alimento, e não apenas acrescentá-las à dieta, senão essa pode se tornar muito calórica”.
Práticas e versáteis
Outra vantagem das oleaginosas é que elas equivalem a um lanche prático e versátil. Elas podem ser consumidas puras ou em iogurtes, barras de cereais, mix de frutas secas, batidas em sucos e vitaminas, acrescentadas em bolos e pães, ou ainda salpicadas em saladas e sopas. Desta forma vão deixar os pratos mais saborosos e saudáveis.
Castanhas, nozes e amêndoas em saquinhos também são uma ótima opção de lanche para se consumir entre as refeições, especialmente no trabalho. Isso porque são fáceis de armazenar e transportar, e também por aumentar a saciedade, controlando a fome por períodos mais longos.
Cuidado com o sal
Mas é importante prestar atenção ao acréscimo de sal ou açúcar. Se você for ingerir castanhas cobertas com chocolate, por exemplo, as porções precisam ser bem menores. “Deve-se sempre observar a composição nutricional para garantir que não tenha outras fontes de gorduras e excesso de sódio”, alerta Mariana Exel, nutricionista do Hospital Samaritano de São Paulo.
O acréscimo de sal é muito comum nas oleaginosas vendidas em saquinhos e o sódio (presente no sal) é o maior causador da hipertensão arterial. Além disso, quando essas frutas são torradas e salgadas, suas estruturas são alteradas, não fornecendo todos os benefícios já apontados.
Na hora de comprar oleaginosas, é preferível adquiri-las com a casca, sempre que possível. “Desta forma evita-se acelerar o processo de oxidação e envelhecimento”, explica Exel. Mas se isso não for possível, escolha as sem sal e armazene na geladeira para evitar a oxidação.
O armazenamento dessas frutas e sementes também merece cuidado. “Os grãos inteiros devem ser guardados em recipientes impermeáveis e mantidos em locais frios e secos. Não devem ser guardados por mais de seis meses, para não se tornarem rançosos”, aponta Exel. Basta lembrar que a conservação inadequada do amendoim pode desenvolver fungos e, com eles, uma substância cancerígena chamada aflatoxina.
Porém, o principal é consumir castanhas, nozes e amêndoas com moderação. Afinal, apesar de todos os benefícios que trazem à saúde, elas são altamente calóricas. Um pacotinho de 100 gramas de castanha de caju, por exemplo, tem o mesmo valor calórico que um hambúrguer.
“Para se obter todos os benefícios citados, elas devem ser consumidas diariamente, uma porção de 20 a 30 g por dia (quatro a cinco unidades)”, explica Simone. Mais do que isso pode ter o efeito contrário, promovendo ganho de peso e outras consequências negativas para a saúde.

Fonte: UOL  / Jornal Gospel News

Jogos e internet dominam a rotina de crianças e jovens e podem viciar

Notebooks, celulares, tablets, e outros eletrônicos tornam-se os principais companheiros de algumas crianças, adolescentes e jovens.
Serviço de mensagens instantâneas, jogos e redes sociais também viciam, é isso que mostrou o Profissão Repórter desta terça-feira, 22 de outubro.
Na reportagem, a mãe de um garoto viciado em jogos eletrônicos chega a dizer que sofreu como a mãe de um dependente químico.
Nas lan houses, garotos passam horas na frente do computador diariamente.
Pior que os adolescentes e jovens são as crianças. Desde muito novos, os celulares e tablets tomam lugar de brincadeiras entre amigos e estudos.
Confira o que mostra a reportagem.

Profissão Repórter 23-10-2012 Parte 1 Conectados por J4C4R3JP2

Profissão Repórter 23-10-2012 Parte 2 [FINAL]… por J4C4R3JP2

Fonte: Guiame / Jornal Gospel News

Perseguição contra cristãos aumentou 309% na última década

 Cerca de 350 milhões de cristãos sofrem perseguição no mundo hoje
O Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo, divulgado nesta terça-feira (16), indica que cerca de 350 milhões de cristãos em todo o mundo sofrem algum tipo de perseguição ou discriminação.
Os ataques contra cristãos aumentaram 309% entre 2001 e 2010, segundo o estudo apresentado pela organização Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).
Este documento é relevante para analisar a violação deste direito fundamental em mais de 196 países. O diretor do escritório da AIS na Espanha, Javier Menendez Ros, disse que “a falta de liberdade religiosa e as ameaças só aumentaram”.
As nações do Oriente Médio, especialmente as que passaram pela “primavera árabe” são as que representam as maiores ameaças para os cristãos.
“No Egito, Tunísia e Líbia a insegurança dos cristãos aumentou ainda mais”, disse Menendez. Além disso, sofrem com o problema países africanos como Quênia, Mali, Nigéria, Chade e Sudão, especialmente depois da radicalização do Islã.
A China também é parte dessa longa lista de países onde cresce a discriminação religiosa. É “um país que preocupa”, pois o governo tem um “controle global” dos membros da igreja, explica Javier Ros. Em 133 dos 196 países analisados pelo estudo, piorou o direito à liberdade religiosa, de acordo com o relatório.
Ainda segundo a AIS, 75% da perseguição religiosa nos dias de hoje é contra as comunidades cristãs.

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

Comer frutas e verduras melhora o bem-estar mental

Um estudo desenvolvido pela Warwick Medical School, no Reino Unido, descobriu que comer muitas frutas e vegetais aumenta a satisfação com a vida, o bem-estar mental e a felicidade. Os resultados serão publicados essa semana no Social Indicators Research.
Os pesquisadores colheram informações sobre os hábitos alimentares de 80 mil homens e mulheres na Grã-Bretanha, que responderam perguntas sobre o consumo diário de frutas e vegetais, a rotina de exercício físico, a situação no emprego e a incidência de hábitos como beber e fumar. Além disso, eles preencheram com notas de 1 a 10 os seus níveis de satisfação com a vida, o bem-estar mental, a felicidade, o nervosismo e a autoestima.
Analisados os resultados, os cientistas verificaram que quem comia cerca de sete porções de frutas e vegetais por dia era três vezes mais satisfeito com a própria vida, se comparado com aqueles que comiam menos. Quanto menos desses alimentos os indivíduos comiam, menos satisfeitos eles eram. O grupo das sete porções ou mais foi o que atingiu o pico de felicidade. A pesquisa não fez distinção entre os tipos de frutas e vegetais.
Os pesquisadores afirmam que os resultados já eram esperados, uma vez que o consumo de frutas e verduras tem sido relacionado em estudos a diversos benefícios, como um menor risco de doença cardíaca e câncer, além de auxílio no controle do peso e da pressão arterial. Para os autores da pesquisa, as vitaminas e outros nutrientes presentes nas frutas ajudam o organismo a funcionar melhor, influenciando as funções cognitivas e áreas do cérebro responsáveis por combater o mau humor.
Inclua mais frutas e verduras na dieta com esses hábitos
Fontes de vitaminas e minerais, vegetais e frutas deveriam ser consumidos todos os dias em pelo menos cinco porções. Se essa regra ainda não faz parte da sua rotina, preste atenção às dicas das nutricionistas:
Peça suco
A maioria dos restaurantes já oferece opções de sucos naturais no cardápio. Por outro lado, não pense que beber sucos é uma alternativa ao consumo do alimento sólido, já que a bebida é muito mais calórica – por utilizar muitas frutas para fazer um copo – e você não aproveita as fibras presentes no bagaço e na casca.
Carregue na bolsa para o lanche
“Transportar frutas ou pequenos legumes para o trabalho deve ser encarado como um ato de cuidado com a saúde e com o corpo e não como um fardo ou sacrifício”, aponta Amanda Epifanio Pereira, do Citen. Para o transporte, existem no mercado desde potinhos plásticos até recipientes no formato de cada fruta. Na ausência de protetores, invista na maçã ou nas cenouras do tipo mini, que são muito resistentes.
Crie vitaminas
Quanto maior a variedade, melhor. Assim, não tenha medo de criar combinações e misturar sabores. O único problema é que o alimento perde parte de suas fibras ao ser batido no liquidificador. Fique atento também para não deixar a bebida muito tempo parada. Ela deve ser consumida imediatamente após o preparo.
Faça combinações
Tem quem diga que as saladas e frutas não têm gosto. Contra isso, uma dica é combiná-las com alimentos que você gosta de comer: frango desfiado, atum, ovo, queijo branco, peito de peru e salmão. Segundo a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, são opções saudáveis que deixam a refeição mais completa. Nozes, castanhas, sementes de gergelim, ervilha, grão de bico e soja também podem entrar na mistura.
Inove no preparo
Alguns legumes apetecem mais quando cozidos ou refogados. Pense nisso antes de decidir o que vai ser servido cru na salada. “Mas não vale adicionar manteiga ou óleo demais no preparo”, afirma a nutricionista Paula Castilho, da Sabor Integral Consultoria.

Fonte: Minha Vida – UOL / Jornal Gospel News

Faça o teste e veja como está a sua saúde antes de iniciar atividade física

Saiba quais são os sintomas que exigem um exame no coração antes de decidir jogar futebol com os amigos ou começar a correr.
Feriado, fim de semana e muita gente que é sedentária aproveita para fazer exercícios, mas isto pode ser perigoso. Saiba quais são sintomas que exigem um exame no coração antes de você decidir jogar futebol com os amigos ou começar a correr por aí.
O coração bateu mais acelerado e o engenheiro de produção Leonardo Ribeiro de Almeida foi ao cardiologista fazer vários exames. “Acordei e simplesmente eu senti um batimento diferente no caso do meu coração”.
Pelos resultados, o médico apresentou o diagnóstico e prescreveu como Leonardo deve se exercitar. “Pode realizar as atividades competitivas como, por exemplo, o futebol ou menos a corrida. O ideal é que você trabalhe em torno de uma frequência cardíaca em torno de 162 batimentos por minuto”, diz o cardiologista Marcos Bolívar.
Exercícios físicos prescritos da mesma forma que remédios. É a orientação da Sociedade Brasileira de Cardiologia, a partir de agora. O paciente deve sair do consultório sabendo o objetivo da atividade física quantas vezes por semana ela precisa ser realizada e com qual intensidade.
A recomendação da Sociedade Brasileira de Cardiologia é fazer pelo menos 30 minutos de exercícios por dia, mas se você já sentiu dores no peito durante a atividade física, tonturas, é fumante, está com mais de dez quilos acima do peso ou tem colesterol alto, atenção: a reposta sim a dois dos sintomas e um alerta para que você faça um exame antes de começar a se exercitar. Quem tem pressão alta também deve tomar cuidado.
“O exercício físico não deve ser iniciado quando a pressão está acima de 16 por 10.5. O melhor exercício para a hipertensão e o exercício aeróbico. O exercício de musculação, numa pessoa que já tem uma pressão muito alta, pode sim elevar subitamente a pressão e trazer risco”, orienta o cardiologista.
Por isso o empresário Edison Gonçalves Sales nada e anda na bicicleta antes de fazer musculação. A pressão baixou, ele diminuiu os remédios e emagreceu cinco quilos. “Estou muito feliz com a situação com o meu metabolismo, com a minha atividade, com a minha disposição principalmente. Me renovei 10 anos”.
Teste 1 – pessoas com menos de 30 anos
Responda sim ou não para as questões abaixo:
1. Seu médico já disse que você possui um problema cardíaco e recomendou atividades físicas apenas sob supervisão médica?
2. Você tem dor no peito provocada por atividades físicas?
3. Você sentiu dor no peito no último mês?
4. Você já perdeu a consciência em alguma ocasião ou sofreu alguma queda em virtude de tontura?
5. Você tem algum problema ósseo ou articular que poderia agravar-se com a prática de atividades físicas?
6. Algum médico já lhe prescreveu medicamento para pressão arterial ou para o coração?
7. Você tem conhecimento, por informação médica ou pela própria experiência, de algum motivo que poderia impedí-lo de participar de atividades físicas sem supervisão médica?
Resultado
Caso você responda “sim” a alguma das questões, não inicie a atividade sem antes consultar um médico.
Teste 2 – pessoas com mais de 30 anos: fatores de risco para doença coronariana
Responda sim ou não para as questões abaixo:
1. Idade: homem acima de 45 anos ou mulher acima de 55 anos?
2. Colesterol – acima de 240 mg/dl ou desconhecida (não sabe)?
3. Pressão arterial – acima de 140/90 mmhg, desconhecida ou usa medicamento para a pressão?
4. Tabagismo – fuma?
5. Diabetes – tem diabetes de qualquer tipo?
6. História familiar de ataque cardíaco – pai ou irmão antes de 55 anos ou mãe ou irmã antes dos 65 anos?
7. Sedentarismo – atividade profissional sedentária e menos de 30 minutos de atividade física pelo menos três vezes por semana?
8. Obesidade – mais de 10 kg de excesso de peso?
Resultado
Duas respostas positivas ou mais são a senha para você consultar um médico antes de iniciar seus exercícios.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia / Jornal Gospel News

Homens gays e mulheres até 19 anos apresentaram maior aumento de infecção pelo HIV

No Brasil, há 630 mil pessoas com Aids, e o maior aumento de casos é entre as mulheres jovens e o público gay masculino, informou o Ministério da Saúde.
“O maior aumento foi entre jovens gays, das jovens travestis. E da mulheres de 13 a 19 anos. Isso chama muito atenção para nós”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Segundo o estudo, a probabilidade de homens gays, de 18 a 24 anos, é 13 vezes maior do que rapazes heterossexuais. Por isso, eles serão um dos focos das campanhas, como a do dia 1º de dezembro.
A preocupação com as jovens de 15 a 24 anos se deve ao aumento dos casos e proximidade com a incidência encontrada entre os homens da mesma faixa etária. A relação de mulheres infectadas, em 2010, é de 1,6 casos a cada 100 mil habitantes, enquanto o de homens é de 2 casos a cada 100 mil habitantes, nesta faixa.
A tendência do crescimento da doença entre o público jovem é mundial. Relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, divulgado na última segunda-feira (21), que, apenas em 2010, houve mais de 7.000 novas infecções por dia em todo o mundo, dos quais 34% entre jovens de 15 a 24 anos.
Maior incidência
Apesar de a campanha identificar a maior vulnerabilidade entre jovens e gays, a maior taxa de incidência da doença em 2010, foi na faixa etária de 35 a 39 anos, em ambos os sexos.
A pesquisa mostrou ainda que a diferença entre homens e mulheres infectados é cada vez menor. Em 1989, eram seis homens para cada mulher infectada. Em 2010, a razão é de 1,7 homem para cada mulher.
Somente em 2010, a taxa de incidência entre homens infectados foi de 22,9 por 100 mil habitantes e nas mulheres, a taxa é de 13,2 por 100 mil habitantes.
Queda em transmissão de mãe para filho
Um dos resultados apontados do aumento das campanhas governamentais foi a diminuição da transmissão vertical – aquela que a mãe infectada passa para o filho. Houve uma queda de 41%, segundo o Ministério da Saúde, entre 1998 a 2010.
“Observamos a redução da transmissão da mortalidade e da transmissão vertical. O acesso das mulheres no pré-natal fazer o diagnóstico foi fundamental”, afirmou o coordenador da Unaids no Brasil, Pedro Chequer.

Fonte: UOL / Jornal Gospel News

Waguinho supera a crise e tem expressão de votos em Nova Iguaçu!

Mesmo enfrentando a falta de apoio do partido somada com a falta de recursos financeiros, o Candidato Waguinho conseguiu um excelente desempenho na corrida eleitoral no primeiro turno para as eleições em Nova Iguaçu.
Certamente se não fosse a parceria firmada com a ADUD do Pr. Marcos Pereira, que colaborou direta e eficazmente dando total apoio, não apenas financeiro mas também com logística, transporte, mão de obra, espaços físicos, estruturas, etc; não teríamos conseguido esse ótimo desempenho. Além disso, fomos muito felizes em termos apostado no marketing digital, e contando com a experiência de Raquel Hanukah. Afirma o candidado Waguinho.
“Raquel Hanukah é graduada em Marketing, Pós graduada em gestão de pessoas, especializada em assessoria de imprensa e produção executiva de eventos.”
Já tive oportunidade de trabalhar com ela, e a competência e comprometimento são as palavras que pra mim definem esse profissional de comunicação. Afirma Rafael Marinho.
Acredito que o marketing viral e o contato da imprensa são fundamentais para que as pessoas participem intensificadamente das atividades diárias do candidato,” As iserções e fotos durante o dia, geravam análises de quais eram o nosso público alvo e a melhor maneira de alcançá-los cada dia mais, foi um sucesso, realmente um efeito viral digamos que sobrenatural”. Afirma Raquel Hanukah .
Segundo a assessora e coordenadora de campanha do Waguinho, outro fator que também foi uma grande barreira enfrentada, foi o pouco tempo disponibilizado nos programas de rádio e televisão, mas em contrapartida, as redes sociais tiveram um resultado acima do esperado, pois em apenas 3 meses de utilizacao tiveram mais de 338.681 mil acessos (ate 09/10/12).
O compromisso com a ética foi o princípio com o qual mais tivemos cuidado em manter, pois nos baseamos em apresentar propostas e identificar as necessidades urgentes da população dos bairros afastados do centro, que há anos parecem não serem vistos pelos candidatos anteriores, prova disso foi a expressiva votação nos bairros e sub bairros de Cabuçu, onde o candidato Waguinho teve mais votos que a candidata Sheila Gama(Zona Eleitoral 84ª) vide site do TRE, link apuração e resultados por zonas eleitorais.
Entramos na campanha subestimados mas saímos consagrados, pois conseguimos quase 60 mil votos, equivalente a quase 13% dos votos válidos, deixando pra trás nomes já bastante conhecidos na política, foi uma grande vitória, decorrente claro, de uma grande batalha. Afirmou a assessora
A assessoria de impressa do Waguinho também acredita que com a Aliança a Equipe Sheila Gama 12, poderá contribuir de forma direta e eficaz para alcançar o objetivo principal que é a reeleição, pois além de ter experiência em marketing digital, têem vivência com o mesmo, isso proporciona maior possibilidade de identificar cenários e tendências.
Observando o desempenho das redes sociais dos demais candidatos no primeiro turno, identificamos uma diferença gritante, como podemos conferir abaixo:
Bornier teve média de 6.525 visualizações semanais,
Sheila gama 710
Rogério Lisboa 371
Ja o Waguinho obteve 13.325, ou seja, mais que o dobro da media do adversário da Sheila no segundo turno
Obs. Estes dados foram atualizados de acordo com informações no dia 10/10/12 disponibilizada em cada perfil.
Por: Rafael Marinho – Pesquisador de comportamento político
Tels.: 9456-8367 / 2768-3645
twitter.com/RafaoMarinho
facebook.com/RafaoMarinho
“Marketing não é uma batalha de produtos, é uma batalha de percepções”

Fonte: Jornal Gospel News

A Fundação Procon de São Paulo encontrou diferença de até 179% nos preços de brinquedos e outros itens

Entidade pesquisou itens procurados para presentear no Dia das Crianças. Em média, brinquedos estão 4,97% mais caros este ano.
A Fundação Procon de São Paulo encontrou diferença de até 179% nos preços de brinquedos e outros itens procurados para presentear no Dia das Crianças.
Segundo o Procon, a maior diferença foi encontrada em São José dos Campos, onde a boneca Bebê Meus Sentidos custa R$ 50 em um estabelecimento e R$ 139,90 em outro. A entidade diz que foram pesquisados jogos, bonecas, bonecos, bicicletas e massas de modelar, entre outros.
Na capital paulista, a maior diferença de preço foi encontrada no brinquedo Acqau Brink Pia R$ 89,90 em um estabelecimento e R$ 38,90 em outro, uma variação de 131,11%.
O Procon também constatou que, em média, os preços dos brinquedos tiveram uma alta de 4,97% em relação ao Dia das Crianças do ano passado – acima da inflação de 4,11% no período, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

Fonte: G1 / Jornal Gospel News