Joga Limpo mobiliza cristãos para os grandes eventos esportivos

38_logo_joga_limpoMovimento tem o objetivo de preparar igrejas e organizações cristãs interessadas em semear a Palavra de Deus durante as grandes competições esportivas que acontecerão no País, começando pela Copa das Confederações, a ser realizada em junho.
Mais de 100 igrejas e organizações cristãs já aderiram oficialmente ao Movimento Joga Limpo Brasil (MJLB), lançado em setembro de 2011 pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), em conjunto com a Coalizão Brasileira de Esportes (CBE), AMME Evangelizar, Atletas de Cristo e Rede Evangélica Nacional de Ação Social (Renas) –, que fazem parte do Comitê Gestor do MJLB. O objetivo é promover a mobilização da comunidade cristã para atuar na disseminação da mensagem e dos princípios bíblicos durante as grandes competições esportivas que vão ocorrer no Brasil: Copa das Confederações, Copa do Mundo, Jogos Olímpicos e Jogos Paralímpicos.
As ações vão ser iniciadas em junho deste ano nas seis cidades-sede da Copa das Confederações. “Estamos muito satisfeitos com o entusiasmo com que a comunidade cristã brasileira está se preparando para fazer da Copa das Confederações uma prévia da atuação que pretendemos ter nos demais eventos”, afirma o coordenador geral do MJLB, Eude Martins. “Todos os dias recebemos novas adesões de organizações que estão programando atividades variadas como mutirões sociais, grupos de oração e cultos temáticos, entre outras”, ressalta. A Copa das Confederações acontece de 15 a 30 de junho em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (Bahia).
Encontros em cidades-sede – O Comitê Gestor do MJLB mobiliza-se para dar suporte e preparar as igrejas e demais instituições interessadas em participar. Para tanto, promoverá, entre março e junho deste ano, uma série de Encontros de Pastores, Líderes de Jovens e Ministérios Esportivos nas doze cidades-sede da Copa de 2014: Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Cuiabá (MT), Natal (RN), Manaus (AM).
Na agenda, estão previstas apresentações sobre o Movimento Joga Limpo Brasil, da literatura bíblica missionária e subsidiada e do “Manual de Ações Evangelísticas para Eventos Esportivos Globais”, este último integrante do kit distribuído gratuitamente aos participantes.
Recém-publicado pela SBB, o Manual de Ações Evangelísticas foi preparado em conjunto com a CBE. Nele, são detalhadas estratégias que poderão ser usadas para mobilizar as comunidades a atuarem durante os jogos. “A ideia é que todos criem ações e possam compartilhar os valores do Reino de Deus com brasileiros e estrangeiros durante os eventos esportivos”, diz Martins.
O Manual traz, ainda, os nomes e endereços na Internet das organizações envolvidas no Movimento, além de uma lista de recursos, como DVDs e livros desenvolvidos especificamente para serem distribuídos durante os jogos. Muitas dessas publicações foram produzidas pela SBB, entre as quais a Bíblia Sagrada com capa esportiva e suplemento ilustrado sobre esportes e o livreto A Caminho da Vitória, que apresenta a vida como um campeonato, no qual quem tem fé em Jesus alcança a vitória. A SBB vai distribuir, ainda, dez folhetos evangelísticos na linguagem dos esportes.
Informações sobre as ações e materiais para download estão disponíveis no site do MJLB: http://www.jogalimpobrasil.com.br/
Sobre as organizações coordenadoras
§        Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) é uma entidade sem fins lucrativos, de natureza filantrópica, assistencial, educativa e cultural. Sua finalidade é traduzir, produzir e distribuir a Bíblia, um bem de valor inestimável, que deve ser disponibilizado a todas as pessoas. Além disso, por seu caráter social, desenvolve programas com o objetivo de promover o desenvolvimento espiritual, ético e social da população brasileira. Fundada em 1948, construiu sua trajetória com base na missão de “promover a difusão da Bíblia e sua mensagem como instrumento de transformação e desenvolvimento integral do ser humano”.
§        Coalizão Brasileira de Esportes (CBE): é uma rede de ministérios esportivos presente em todo o País, que reúne voluntários, igrejas e demais instituições cristãs comprometidas com a utilização sadia e ética do esporte como instrumento de inclusão e transformação social. Há muitos anos, a CBE e outras organizações parceiras, presentes em mais de 150 países ao redor do mundo, colaboram voluntariamente com os Comitês Organizadores de grandes eventos esportivos tais como Jogos Olímpicos, Jogos Pan-Americanos e a Copa do Mundo de Futebol, visando o uso destes eventos como palco para o atendimento e alcance de pessoas.
§         AMME Evangelizar: é a Associação de Missionários Mantenedores da Evangelização, uma missão brasileira, independente e não denominacional, fundada no ano 2000, com o propósito de ajudar as igrejas cristãs brasileiras a cumprirem sua tarefa de evangelizar todo o mundo. A AMME cumpre seu propósito através de quatro diretrizes: motivar, treinar, suprir e apoiar. Em 11 anos, a AMME se aproximou de 100 milhões de pessoas que receberam uma apresentação do evangelho a partir de seu ministério.
§        Atletas de Cristo (ADC) – Fundada em 1979, a organização surgiu numa época em que os atletas lutavam contra toda espécie de preconceito. A prática do esporte, especialmente profissional, era vista como “pecado” por muitos membros e líderes de igrejas cristãs. Hoje, graças ao empenho de vários atletas e seus testemunhos de vida cristã, o esporte já não é mais um tabu para a maioria dos cristãos. O movimento foi crescendo e a organização reúne atualmente milhares de atletas de várias modalidades esportivas espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Legalmente, a ADC é uma associação sem fins lucrativos, que sobrevive por meio de doações, realização de eventos esportivos e venda de produtos com a marca Atletas de Cristo.
§        Rede Evangélica Nacional de Ação Social (Renas): tem por objetivo ser uma ampla rede de relacionamento entre as organizações evangélicas que atuam na área social, proporcionando encorajamento, capacitação, articulação, mobilização, troca de experiências, informações, recursos e tecnologia social. Participa do MJLB com o foco específico no enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo, que tende a crescer em época de eventos internacionais esportivos e também está associado às grandes obras de infraestrutura. O projeto, denominado Bola na rede: um gol pelos direitos de crianças e adolescentes, começou a ser implantado em 2011, nas 12 capitais que receberão os jogos da Copa do Mundo. Paralelamente, o projeto da Renas realiza campanhas para incentivar as pessoas a denunciar a exploração sexual infantil e de adolescentes por meio do Disque 100, criando uma rede de proteção de crianças e adolescentes.
Informações para a imprensa:
Oficina da Palavra: (11) 3289-2139
Contatos:     Denise Lima: (11) 99611-7381
Luciana Garbelini: (11) 99292-2131

Fonte: Jornal Gospel News

Diretor da ANAJURE participa de debate sobre Liberdade Religiosa na Faculdade de Direiro da Universidade Mackenzie

anajureEvento promovido por Centro Acadêmico é marcado por clima hostil às opiniões do Dr. Guilherme Schelb contrárias à agenda gay.
Em respeito à liberdade de expressão e ao livre debate de ideias, aconteceu na Universidade Presbiteriana Mackenzie um debate com o deputado federal Jean Wyllys e o diretor honorário da Associação Nacional de Juristas Evangélicos – ANAJURE e Procurador Regional da República, Dr. Guilherme Schelb, com o tema “Liberdade Religiosa e Diversidade Sexual: Um casamento possível?”.
O debate fez parte de um amplo painel de temas políticos e econômicos dentro da I Semana Política “Jorge Americano”, organizada pela Faculdade de Direito da Mackenzie e promovida pelo Centro Acadêmico João Mendes, que incluiu temas como reforma política, panorama econômico atual, políticas de meio ambiente, entre outros. O Deputado Federal foi convidado especialmente pelo Centro Acadêmico. O Procurador da República foi convidado, ainda que de última hora, para exatamente fazer o contraponto e promover o debate de ideias.
Nas discussões, o Dr. Schelb abordou aspectos jurídicos a respeito da criminalização de opiniões e manifestações de pensamentos contrários ao movimento gay, questões contempladas pelo PLC 122/2006, mostrando cabalmente o aspecto inconstitucional e autoritário da proposição. Além disso, falou sobre o material conhecido como kit gay, que contem aspectos que promovem a erotização da infância, uma das bandeiras do movimento LGBT que é veementemente combatida pela ANAJURE.
Apesar do jurista – que atua no Ministério Público Federal e é um dos Procuradores da República mais respeitados do país – ter sido aberto ao debate equilibrado de idéias, enfrentou franca oposição, não só de argumentos, mas também de vaias em alguns momentos.  Apesar disso, o Dr. Guilherme Schelb manteve-se coerente com os princípios da ANAJURE que inclui a liberdade de expressão irrestrita mesmo àqueles que pensam contrários a associação, suas bandeiras programáticas e ao movimento evangélico em geral.
“Temos que respeitar as pessoas que têm idéias contrárias às nossas. Criminalizar opiniões contrárias – como querem o movimento gay e o PL 122 – só encontra respaldo histórico no direito nazista alemão. Não podemos aceitar a intolerância, ainda que para defender minorias. Como cristãos, agimos diferente: combatemos o pecado com vigor, mas respeitamos o indivíduo e sua dignidade humana (Gl 3,28), independente do que se faça ou fale“.
O presidente da ANAJURE, Dr. Uziel Santana, ressaltou o livre debate de ideias e a oportunidade que o segmento evangélico teve, através da ANAJURE, de contrapor pontos importantes da agenda gay – como é o caso do PL 122/2006 e da erotização infantil – de um modo equilibrado, respeitoso e sem ceder a provocações.
“A ANAJURE, através do Dr. Guilherme Schelb, deixou claro ao movimento gay que os respeita como movimento político, mas que combate veementemente algumas de suas propostas, como é o caso do PL 122 e da recente tentativa de implantar políticas educacionais e culturais de erotização infantil”.
A respeito do debate ter ocorrido numa universidade cristã, é preciso lembrar – ainda que seja óbvio – que a presença do Deputado e o debate do assunto não significam o apoio ou concordância da direção da universidade à agenda LGBT, uma vez que o evento foi organizado e promovido por um de seus muitos diretórios acadêmicos. Ao mesmo tempo, é preciso lembrar que uma das características da universidade, desde a idade média, é a possibilidade de se discutir todos os temas sociais.
A posição da ANAJURE, neste sentido, é a de sempre participar das esferas acadêmica, pública e comum, de modo a deixar clara qual a posição cristã, sem que isso signifique a imposição autoritária da nossa cosmovisão, como é o caso de certos segmentos e movimentos sociais.
Sobre a ANAJURE
A Associação Nacional dos Juristas Evangélicos – ANAJURE foi fundada com a missão de constituir-se uma entidade de promoção e defesa das Liberdades Civis Fundamentais – em especial a liberdade religiosa e de expressão. Empenhada na defesa dos deveres e direitos humanos fundamentais, em especial o princípio da dignidade da pessoa humana, sua atuação está pautada nos pilares do Cristianismo e do Estado Democrático de Direito.
Em seu corpo diretivo constam nomes do mais alto gabarito da cena jurídica nacional. Cada região brasileira está representada por meio de juristas, procuradores, juízes e desembargadores, entre outros, que integram o Conselho Diretivo e Consultivo da associação.
Com domicílio na cidade de Campina Grande, Paraíba, possui seu escritório de representação em Brasília – DF.
Por: Jussara Teixeira
Assessoria de Imprensa

Fonte: Jornal Gospel News

Problemas de saúde mental é mais comum entre pessoas espirituais mas que não são religiosas

esquizofrenia2Estudo britânico diz que as pessoas que têm um entendimento espiritual da vida, na ausência de uma estrutura religiosa, ficam vulneráveis à doença mental.
De acordo com um estudo publicado no British Journal of Psychiatry, as pessoas que se identificam como “espirituais mas não religiosas” são mais propensos a sofrer de transtornos mentais ou aqueles que empregam um tipo religioso ou aqueles que não são nem religiosos, nem espirituais.
O estudo britânico examinou 7.403 indivíduos, 19% disseram que eles eram “espirituais mas não eram religiosos”. Outros 35% disseram que são religiosos, mas 46% disseram que não eram nem religiosos, nem espirituais.
Segundo a CNN, o novo estudo apoia a pesquisa americana sobre o tema feito anteriormente, incluindo estudos no passado feitos por Tanya Luhrmann, uma psicológica antropóloga da Universidade Stanford que descobriu que “a religião organizada oferece três saídas que são bons benefícios para bem-estar: o apoio social, um apego ao amoroso Deus, e a prática organizada de oração “.
“Quando você se torna espiritual, mas não religioso, você está perdendo os dois primeiros pontos e mais ainda a área espiritual, mas as pessoas não religiosas não estão participando do terceiro'”, disse Luhrmann à CNN. “”Não é apenas uma crença genérica em Deus que trabalha, são as práticas específicas de trabalho'”.
Em 2003, a Christianity Today informou que 33% dos americanos disseram que estavam espirituais, mas não religiosos. Mas esse percentual pode estar diminuindo: a Christianity Today informou, em novembro de 2012, que apenas 18% das pessoas descreveram-se dessa forma (incluindo 12% dos evangélicos). A revista também relatou extensivamente sobre questões de saúde mental, incluindo o suicídio, esquizofrenia e depressão.

Fonte: Cristianismo Hoje / Jornal Gospel News

Entrevista completa com Pr. Silas Malafaia em de frente com Gabi

400021-630x495Na noite deste domingo (3) foi ao ar o programa ‘De Frente com Gabi’, uma conversa franca e aberta entre a jornalista Marília Gabriela e o pastor Silas Malafaia, líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Sempre polêmico, o pastor condenou abertamente o homossexualismo e a tentativa de ridicularizar os pastores em relação a finanças. Ele também negou os dados veiculados pela revista Forbes sobre sua renda e mostrou a declaração de Imposto de Renda provando que seu patrimônio é de R$4 milhões.
O debate teve três blocos com assuntos distintos e gerou muitos comentários nas redes sociais. Enquanto o programa era exibido, a hashtag #MalafaiaDeFrenteComGabi liderou os Top Trending do Twitter.
Outras duas palavras que também entraram no Top 10 dos assuntos mais comentados do Twitter foram: “Silas Malafaia” e “Marília Gabriela”.
Nesta segunda-feira (4) a produção do “De Frente Com Gabi” informou que este programa superou todas as marcas anteriores, sendo o mais assistido em toda história da atração.
Pr. Silas comenta:
Quero ser bem sucinto.
Obrigado pelo apoio de todos e pela oração. Tenho convicção que minha ida ao programa da Gabi tem haver não comigo, mas sim com o povo de Deus que durante muito tempo sempre foi motivo de deboche, preconceito, e zombaria de grande parte da imprensa. Como Deus sempre usa alguém, na verdade é como se todo o povo evangélico estivesse ali debatendo com a Gabi.
O produtor do “De Frente Com Gabi” nos informou que este foi o programa de maior audiência em toda a história. Batemos o recorde! A Deus seja a honra e a glória!
Creio que apesar das minhas limitações, e nem tudo respondemos de maneira 100% como devia, tenho convicção que o evangelho não foi envergonhado, e o mais importante: Deus foi glorificado! Que venham outros!
Assista a entrevista e deixe o seu comentário:

Fonte: Verdade Gospel / Jornal Gospel News

Evangélicos lamentam mortes na boate em Santa Maria

73530_397545250335009_996165253_nCampanhas de oração e doação de sangue são algumas das manifestações de apoio
Evangélicos lamentam mortes na boate em Santa Maria Evangélicos lamentam mortes na boate em Santa Maria
Enquanto o Brasil inteiro lamentava a morte de quase 250 jovens por causa de um incêndio na boate Kiss de Santa Maria, RS, vários evangélicos se mobilizaram pela internet.
O Reverendo Hernandes Dias Lopes usou o Facebook para lamentar o episódio que ceifou centenas de vidas. “Um domingo de lágrimas no Brasil. A nação brasileira está consternada… É tempo de orarmos em favor das famílias enlutadas e nos colocarmos como instrumentos nas mãos de Deus para levarmos o Evangelho de Cristo, a única mensagem que preenche o vazio do coração humano e consola os aflitos”, escreveu.
Muitos evangélicos postaram pedidos de oração, anunciaram campanhas que suas igrejas iriam fazer e lamentaram que muitos dos mortos provavelmente não conheciam o Senhor Jesus. Também houve muita discussão se a imagem no site da banda “gurizada Fandangueira” que teria causado o incêndio por causa de um show pirotécnico, seria um prenuncio da tragédia.
O pastor Josué Gonçalves, do ministério Família Debaixo da Graça, postou na rede social: “Meus sentimentos aos nossos irmãos gaúchos pela tragédia acontecida na boate em Santa Maria. Que o Senhor ampare as famílias, esse é um momento oportuno para refletirmos sobre muitas coisas”.
Ailton Rodrigues de Moraes, que é pastor de uma igreja batista em Santa Maria, convocou os membros de sua igreja para montar “equipes de apoio”, e se dirigir ao hemocentro da cidade amanhã para doar sangue, anunciou que abrirá a igreja para abrigar parentes das vitimas que foram para Santa Maria e não tiverem onde ficar e fará uma distribuição de lanches diante do Hospital Universitário, onde estão muitos feridos.
Mas também houve muito debate sobre o que aconteceu na boate do ponto de vista espiritual.
Sergio Rafael da Silva divulgou a imagem e comentou “se você tiver um pouquinho de sensibilidade espiritual, olhe ao redor da caveira tocando, cheio de pessoas em meio ao fogo, isso já estava mais que avisado que alguma coisa iria acontecer. Meu Deus…”.
Um texto sem assinatura também foi reproduzido por muitos evangélicos, e dizia:
“Kiss, o beijo do diabo.
Essa madrugada perdemos 245 jovens em Sta. Maria, foi uma grande ceifa, e quem foi o ceifeiro? A verdade é que o campo estava florido e onde estavam os verdadeiros ceifeiros? Permitiram a ceifa do ladrão, o nome é proporcional a sedução, kiss ou beijo. A pergunta que não quer calar é: Será que havia alguém desviado? Um filho de um cristão? Amigo de um servo do Senhor? Como o jovial pensamento de sermos intocáveis 245 jovens seduzidos foram beijados, famílias desfalcadas e a pergunta é: como ouviram se não há quem pregue? Como se salvarão se ninguém se dispõe a ir?
Poderia ser uma grande ceifa mais o ladrão roubou nossa colheita. Que se levante a geração de Gideão que toma das mãos dos ladroes a colheita que é do povo de Deus. Talvez jovens vão ler esse texto e pensarem que estou radicalizando mais poderia ter sido você, e lá estaria morto(a) o ex adorador, pregador ou cristão. Beijados por satanás, estamos diariamente perdendo inúmeros jovens, e pq? Os campos estão floridos mais não há ceifeiros”.
Por:Jarbas Aragão

Fonte: Gospel Prime /  Jornal Gospel News

Pesquisa mostra que pastores não estão preparados para morrer

Igrejas e pastores sofrem consequências da perseguição na ÁsiaUma pesquisa realizada recentemente pela LifeWay Research indica que 37% dos pastores não possuem nenhum tipo de planejamento para suas famílias após a sua morte.
Isso significa que não deixariam nenhum testamento, seguro de vida, plano de prevenção, ou assemelhado. “Os pastores sabem que não podem controlar o que acontece com seus familiares quando eles morrem, mas falta planejamento”, acredita Warren Peek, presidente da Fundação que encomendou a pesquisa. “Um planejamento básico economiza muita dor de cabeça e garante tranquilidade para a família.”
A pesquisa foi realizada com pastores ligados à convenção batista, mas a Lifeway acredita que não é muito diferente entre as demais denominações. Scott McConnell, diretor da LifeWay Research, disse que um número significativo dos pastores simplesmente não estão preparados para morrer.
Os pastores mais jovens (até 44 anos) são os menos propensos a deixar a família preparada. Quase dois terços dos pastores pesquisados ​​concordam que seria melhor o pai deixar um testamento.
McConnell disse que deve ser uma questão preocupante o fato de muitos pastores não conversarem com sua família sobre o que pode acontecer quando eles morrerem. O objetivo da Fundação Batista do Sul, criada em 1947, é ajudar instituições e indivíduos a se planejarem para todo o tipo de situação adversa. Os resultados desta pesquisa serão usados para uma campanha visando ajudar pastores e suas famílias a planejarem melhor o futuro.

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

Entrevista – Advogada deficiente visual conta como superou desafios e construiu uma bem-sucedida carreira

aberturaemmanuelleEmmanuelle Garrido Alkmin é advogada formada pela PUC e secretária de Direito das Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida em Campinas
Aos seis meses de vida, Emmanuelle Garrido Alkmin foi diagnosticada com Retinoblastoma Bilateral, um tipo raro de câncer que se manifesta na primeira infância. Ela perdeu a visão e teve de, ao longo dos seus 33 anos, superar um desafio atrás do outro: “Escolhi viver com e apesar da deficiência”, conta.
Esta decisão conduziu Emmanuelle a uma bem-sucedida carreira no Direito, ela é advogada formada pela PUC, e também na vida pública. Hoje ela é secretária de Direito das Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida em Campinas, e em outras experiências no poder público exerceu o cargo de Assessora da Secretaria de Assuntos Jurídicos e Cidadania de Campinas, e Chefe de Gabinete.
Esta história de superação foi destaque na 31ª edição da revista Exibir Gospel. Em quatro páginas, ela conta o drama de sua mãe em educar uma menina cega, e a importância da fé nos momentos mais difíceis.
Segue abaixo a entrevista, liberada para reprodução.
Emmanuelle Alkmin: “Escolhi viver com e apesar da deficiência”
ENTREVISTA NA ÍNTEGRA:
Uma mulher de visão
A Secretária de Deficiência e Mobilidade Reduzida em Campinas, a deficiente visual Emmanuelle Alkmin enfrentou inúmeros desafios ao longo de sua trajetória, que ela construiu baseando-se na fé e na família
Emmanuelle Garrido Alkmin, Secretária de Direito das Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida em Campinas, tem uma história de vida marcada pela superação de desafios. Deficiente visual, ela sempre contou com dois importantes elementos para vencer todos os obstáculos: a fé em Deus e o apoio inestimável da família.
Aos seis meses de idade, Emmanuelle foi diagnosticada com Retinoblastoma Bilateral, um tipo raro de câncer que se manifesta na primeira infância. Para sua mãe, a enfermeira Carmen Lúcia, o diagnóstico — que ela sabia implicar em deficiência visual — caiu como uma bomba. Carmen sabia das complicações que enfrentaria para cuidar de um filho em tais condições.
Porém, após o choque inicial, a enfermeira trocou o medo pela esperança e aceitou o desafio de lutar não apenas pelo bem-estar físico de sua filha, mas, principalmente, por sua independência. Essa decisão fez toda a diferença.
Emmanuelle cresceu sob a inspiração desafiadora de dona Carmen, que procurou lhe mostrar todas as possibilidades que ela poderia aproveitar se sua capacidade, determinação e força de vontade fossem maior do que a maioria.
O impulso materno foi fundamental para que a secretária conquistasse sua autonomia, fazendo uso da sua inteligência e empenho para galgar os patamares mais elevados da profissão.
Das dificuldades que quase a impediram de se graduar em Direito aos desafios de sua carreira na gestão pública, Emanuelle enfrentou tudo com fé e otimismo.
A secretária trabalhou na Prefeitura de Campinas de 2002 a 2005, ocupando o cargo de Secretária de Assuntos Jurídicos e Cidadania. Deficiente visual, de 2007 a 2008, assumiu a presidência da Pró-Visão, entidade para educação de crianças com este tipo de deficiência.
Emmanuelle é membro da Igreja Batista do Cambuí, em Campinas, e sempre destaca a importância da fé em sua vida durante as palestras e cursos que oferece para públicos de diferentes perfis e faixas etárias. Aliás, é uma das principais formas que ela encontrou de compartilhar com as pessoas as lições de entusiasmo e de perseverança.
O próximo desafio de Emmanuelle é a publicação de um livro que contará os episódios marcantes da sua vida e responderá a questões que muita gente faz ao testemunhar sutilezas da sua autonomia como, por exemplo, o fato de que ela se veste muito bem — e sozinha.
Como foi que sua família descobriu que você perderia a visão?
Aos seis meses de idade, minha mãe estava me dando a papinha do jantar e viu um brilho estranho em meus olhos, parecido com um “olho de gato”. No dia seguinte, fomos a um oftalmologista o qual nos enviou a Curitiba onde estava ocorrendo um congresso de medicina internacional. Ali, a junta médica constatou o câncer tipo Retinoblastoma Bilateral.
Qual foi o primeiro passo tomado diante da descoberta do câncer?
Quando tinha 6 meses e 20 dias de nascida passei por uma cirurgia em Curitiba, no Hospital de Olhos, um procedimento de alta complexidade e que durou cerca de seis horas. Minha mãe, Carmen Lúcia, por ser enfermeira, sabia que seria algo muito complicado e orou a Deus pedindo Sua intervenção.
Como você e sua família lidaram com o desafio?
Eu me lembro que, após os 3 anos de idade, passei por rotineiros exames de sangue e radiografias de pulmão. No início foi muito difícil para minha mãe, porque uma semana antes do diagnóstico ela havia dito que não teria forças para ter um filho cego. Isso é compreensível porque as expectativas para uma criança cega há 33 anos eram muito pequenas. Quando, no entanto, ela se deparou com a situação, buscou enfrentá-la, adquirindo conhecimento e formas de trabalhar comigo, de apresentar o mundo visível.  Minha mãe deixou de ser uma enfermeira para cuidar apenas de mim.
Como foi sua infância?
Minha infância foi muito gostosa. Sempre tive muitos amigos com e sem deficiência. Brinquei bastante de esconde-esconde, e cabra-cega, a brincadeira que eu sempre começava! E também andei de bicicleta, nadei, joguei “Banco Imobiliário”, sempre convivendo muito naturalmente com outras crianças, que, não se importavam em me fazer de “café com leite” em brincadeiras nas quais não dava pra participar, como a queimada (risos).
Você estudou em escolas especiais?
Eu comecei a estudar na escola regular, aos 2 anos e 8 meses. Paralelamente, fazia o acompanhamento na “escola especial/sala de recurso/estimulação precoce”, para aprender a desenvolver o tato, coordenação motora especial para leitura e a leitura pelo método Braille. Aos 6 anos já estava alfabetizada em Braille e continuava no ensino regular.
Como foi atravessar a adolescência na condição de deficiente visual?
Na infância é muito tranquilo. As crianças são naturais. Na adolescência, as diferenças já começaram a pesar. Meninos não queriam nada comigo porque eu era cega. Essa foi minha primeira crise com a deficiência e a superei com o apoio da família, com a fé e leitura da Bíblia que me mostrou que Deus me conhecia quando eu ainda era uma célula na barriga da minha mãe. Ali, vi que Deus tinha um plano para minha vida, mesmo sendo cega e consegui forças para continuar. Foi um baque, mas percebi que a deficiência continuaria ali, nada tinha para fazer em relação a isso, então, escolhi viver com e apesar da deficiência.
Quais foram os principais desafios que você enfrentou na juventude?
Eu creio que tenha sido de aceitação própria. Foi na juventude que tive as maiores crises comigo e, mesmo com Deus pelo fato de ter ficado cega. Eu, assim como todos os jovens, precisava encontrar meu lugar no mundo e aí precisei, de verdade, enfrentar a questão do quanto a limitação visual determinaria quem eu viria a ser. Então, às vezes tinha vergonha da bengala que tinha que usar para me locomover, às vezes achava que ninguém iria gostar de mim, que não namoraria nunca. Ás vezes achava que não teria uma profissão.
Você se recorda de alguma situação marcante?
Um desafio interessante foi quando, apesar de ter sido chamada para uma peça no colégio, acabei sendo substituída por outra garota. Isso me levou a pensar que “se enxergasse estaria na peça”. Jamais soube o porquê saí, é claro que poderia ser porque não era uma boa atriz (risos), mas naquele momento fiquei muito mal por ter a certeza — por mim fabricada — de que havia sido substituída por ser diferente. Resumindo, creio que meu maior desafio na juventude tenha sido minha formação de identidade e saber separar as limitações da ausência de visão daquelas inerentes a todos nós, simples seres humanos.
Como encarou o desafio de cursar uma faculdade?
Naquela época acreditei que não teria sucesso profissional, porque não tinha acesso aos mesmos materiais que meus colegas e veio uma imensa vontade de desistir, já que estava num curso que exigia principalmente leitura e, para mim, portanto, faltavam livros acessíveis — em Braille ou digitais. Nas duas fases, a confiança da minha família de que seria possível, de que eu seria alguém, de que a deficiência não determinaria o meu futuro, foi essencial para que eu pudesse superá-las. A família realmente precisa acreditar que o deficiente pode ultrapassar os limites, caso contrário, ele sucumbirá aos nãos do mundo. Minha família me ensinou, com atos e palavras, “A arte de sorrir, cada vez que o mundo diz não”. (Brincar de viver — Maria Betânia)
Por que você escolheu cursar Direito?
Queria ser juíza para modificar o mundo ao meu redor! Já na época sabia que não poderia “mudar o mundo”, mas acreditava que poderia mudar algumas pequenas coisas ao meu redor. Após concluir a graduação em Direito, resolvi me aperfeiçoar. Hoje estou concluindo duas ao mesmo tempo — MBA em Comunicação e Responsabilidade Social e MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores na FGV.
Como foi sua rotina na faculdade?
Foi muito parecida com a de meus colegas. Primeiro a sensação absoluta de estarmos perdidos e não conseguirmos dar conta de nada — agora estou me lembrando de um dia em que estávamos numa mesa enorme de estudos e a sensação geral era de que não mais sabíamos ler português (risos). O mais complexo foi a falta de material. Não existiam livros jurídicos em Braille e os recursos de informática para deficiente visual estavam em desenvolvimento. Então era muito difícil obter material para estudo.
Como foi seu ingresso no mercado de trabalho?
Entrei na faculdade de Direito para ser juíza, mas como a vida real sempre nos surpreende, acabei ingressando no mercado de trabalho, por um revés financeiro, como Assessora da Secretaria de Assuntos Jurídicos e Cidadania de Campinas. Após três meses, comecei a exercer funções de Chefe de Gabinete.
Você sofreu preconceitos?
Sim. Falando francamente, eu vim conhecer o que era preconceito real somente no mercado de trabalho. Antes não tinha experimentado o preconceito, aquele que por vezes imobiliza e exige de você uma força sobre-humana para prosseguir.
O que é mais embaraçoso ou irritante para um deficiente visual?
Vou falar por mim, ok? Sinto muita falta de trocar olhares porque esses eliminam barreiras de relacionamentos; não gosto desse culto à imagem — tudo hoje tem um vídeo com um monte de imagens e sem nenhuma fala! Isso é horrível! Eu fico lá sentadinha e as pessoas rindo, gritando e eu só fico “ouvindo” música! (risos). E o pior de tudo é que uso essas técnicas em minhas palestras também! (risos).
Qual é a natureza do cargo para o qual você foi nomeada em Campinas?
Essa nomeação ocorreu em virtude de meu histórico profissional anterior e de vivências que acumulei até aqui. A nossa missão é a de promover melhorias das condições de vida de pessoas com deficiência que possuam mobilidade reduzida fazendo com que os direitos já garantidos sejam colocados em prática. É um momento especial porque poderei juntar minha vivência profissional com a vivência pessoal.
Você manifestou interesse em escrever um livro. Do que ele se trata?
Ah, é verdade! Eu gostaria de escrever um livro contando algumas de minhas histórias, mas com humor, para mostrar que sempre é possível ter um novo olhar sobre as nossas circunstâncias. Esse livro é destinado a todas as pessoas que querem rir um pouco e ver que a vida pode ser melhor, plena, abundante, mesmo quando as circunstâncias dizem “não”. O livro falará sobre como Deus faz o impossível quando decidimos fazer o que nos é possível.
Como é sua rotina como palestrante e para quais públicos você fala?
As palestras são destinadas ao público cristão em geral e ao corporativo e educacional. Posso dizer pelos depoimentos no final das palestras, que as pessoas saem efetivamente impactadas, melhorando o clima organizacional e facilitando a tomada de decisões.
O que você teria a dizer a outros deficientes visuais que também buscam seu espaço na sociedade?
Não desista! Lute! Qualifique-se! Acredite em você! Transforme os nãos em degraus de uma escada que te leve a conseguir um emprego e, acima de tudo, lembre-se que obstáculos são feitos para serem contornados e não para serem retirados do seu caminho, porque vencendo-os você será uma pessoa extremamente feliz! Creia que Cristo conhece suas limitações, porque Ele mesmo se limitou por amor a você e, com essa certeza, continue!

Fonte: Exibir Gospel / Jornal Gospel News

S.O.S AJUDA PARA VÍTIMAS DO TEMPORAL DE XERÉM RJ

Doação1O Pastor Valdirlei Martinghi, Embaixador da Paz, em parceria com o CIPBAS – Conselho Internacional de Pastores Bispos e Apóstolos, em continuação à campanha para atender ao pedido de socorro às vítimas do temporal em Xerém, distrito de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.
Nossos Irmãos e Igrejas da região precisam muito da nossa ajuda neste momento, são mais de cinco mil desabrigados e muitas necessidades. Sabe-se que o depois disso vem os problemas em relação à saúde e a moradia. Por isso, estamos arrecadando alimentos não perecíveis, cestas básicas, roupas e produtos de higiene para enviarmos para nossos irmãos.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro ainda falta muito para se normalizar esta situação e tudo o que pudermos fazer para ajudar será bem vindo.
Estamos em contato com o Exército Brasileiro e com empresas privadas para levar as arrecadações para o Rio de Janeiro. Para facilitar esta operação, pedimos para que as doações em dinheiro sejam realizadas através do BANCO BRADESCO AG. 046-9 e CONTA CORRENTE 612-327-9 Conselho Internacional de Pastores Bispos e Apóstolos.
Nossos irmãos e parceiros e CAPELÃES que lá se encontram estão nos enviando fotos e informações, mas a comunicação continua muito difícil.
O presidente do CIPBAS – Conselho Internacional de Pastores Bispos e Apóstolos está muito confiante na ajuda que está chegando para a região e com certeza em breve estaremos cantando o hino da vitória naquele lugar.
Lembre-se que somos UM EM CRISTO, o mesmo corpo e por isso quando uma parte do corpo é afetada todo o corpo sente. Ajude-nos e o Senhor os recompensará.
“Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desceu sobre a barba, a barba de Arão, que desceu sobre a gola das suas vestes; Como o orvalho de Hermom, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordenou a bênção, a vida para sempre. Salmos 133”.
Em Cristo Pr Valdirlei Martinghi
Presidente do CIPBAS
19-3012-4044
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Por: Equipe CIPBAS

Fonte: Jornal Gospel News

PRAZO PARA ATENDIMENTO MÉDICO AOS BENEFICIÁRIOS DE PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE PRIVADOS.

 

plano-de-saude-3Estou doente, preciso ir ao médico, tenho plano de saúde, vou procurá-lo, pois sei que serei atendido com velocidade…
Este é o primeiro pensamento de milhões de consumidores que mensalmente gastam fortunas com o pagamento de planos de saúde, quando lhes surgem problemas de saúde.
Entretanto, o desejo do consumidor está muito, mas muito longe de ser a realidade que percebemos todos os dias.
Em regra, todo consumidor beneficiário de plano de saúde quando necessita de alguma especialidade médica, entra numa espera interminável, que em muito se assemelha à fila dos hospitais públicos.
Aposto que você caro leitor está se questionando; Eu pago um plano de saúde e ainda assim não conseguirei ser atendido, não existe nenhum direito que me assegure?
Existe sim…
Em 17 de junho de 2011, a ANS – Agencia Nacional de Saúde Suplementar, publicou a resolução 259, que dispões sobre a garantia de atendimento dos beneficiários de planos privados de assistência à saúde.
Ao fazermos a leitura dos artigos 2º e 3º, temos as seguintes disposições:
Art. 2º A operadora deverá garantir o acesso do beneficiário aos serviços e procedimentos definidos no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS para atendimento integral das coberturas previstas nos arts. 10, 10-A e 12 da Lei n° 9.656, de 3 de junho de 1998, no município onde o beneficiário os demandar, desde que seja integrante da área geográfica de abrangência e da área de atuação do produto.

Art. 3º A operadora deverá garantir o atendimento integral das coberturas referidas no art. 2º nos seguintes prazos:

I – consulta básica – pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia: em até 7 (sete) dias úteis;
II – consulta nas demais especialidades médicas: em até 14 (quatorze) dias úteis;
III – consulta/sessão com fonoaudiólogo: em até 10 (dez) dias úteis;
IV – consulta/sessão com nutricionista: em até 10 (dez) dias úteis;
V – consulta/sessão com psicólogo: em até 10 (dez) dias úteis;
VI – consulta/sessão com terapeuta ocupacional: em até 10 (dez) dias úteis;
VII – consulta/sessão com fisioterapeuta: em até 10 (dez) dias úteis;
VIII – consulta e procedimentos realizados em consultório/clínica com cirurgião-dentista: em até 7 (sete) dias úteis;
IX – serviços de diagnóstico por laboratório de análises clínicas em regime ambulatorial: em até 3 (três) dias úteis;
X – demais serviços de diagnóstico e terapia em regime ambulatorial: em até 10 (dez) dias úteis;
XI – procedimentos de alta complexidade – PAC: em até 21 (vinte e um) dias úteis;
XII – atendimento em regime de hospital-dia: em até 10 (dez) dias úteis;
XIII – atendimento em regime de internação eletiva: em até 21 (vinte e um) dias úteis; e
XIV – urgência e emergência: imediato.

Ou seja, de acordo com as normas da ANS, não existem motivos para tamanha demora no agendamento dos procedimentos médicos.
Portanto não fique parado, faça valer seus direitos, reclame!

 

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Pesquisa liga bebidas diet a maior risco de depressão

1110_viloes_dieta_f_014Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos verificou uma possível ligação entre o consumo de bebidas diet e um maior risco de depressão.
O estudo realizado com 250 mil pessoas verificou que pessoas que consumiam quatro latas ou copos de refrigerantes ou sucos dietéticos por dia aumentavam o risco de depressão em até um terço.
A pesquisa, apresentada na reunião anual da Academia Americana de Neurologia, não indicou a causa dessa ligação.
O estudo também analisou o efeito do consumo diário de café e verificou que os consumidores contumazes da bebida tendem a sofrer menos de depressão.
Segundo os pesquisadores, as pessoas que bebiam quatro copos de café por dia tiveram 10% menos chance de serem diagnosticados com depressão ao longo dos dez anos do estudo do que aqueles que não bebiam café.
“Nossa pesquisa sugere que cortar ou reduzir o consumo de bebidas com adoçante ou trocá-las por café não adoçado pode reduzir naturalmente seu risco à depressão”, afirma o coordenador do estudo, Honglei Chen, do Instituto Nacional de Saúde da Carolina do Norte.
Ele disse, porém, que mais estudos são necessários para explorar as causas dessa relação.
Os pesquisadores advertem ainda que os resultados se aplicam aos objetos do estudo – pessoas acima de 50 anos vivendo nos Estados Unidos, mas podem não ser repetidos em outras amostras.
Críticas
Os resultados da pesquisa americana são contestados pela Associação Dietética Britânica. Para a nutricionista Gaynor Russell, porta-voz da organização, o estudo não significa necessariamente que adoçantes provocam depressão.
“Para começar, as pessoas que sofrem de depressão podem se ligar mais à ideia de que suas bebidas adoçadas provocam o problema e então adicionar uma inclinação em seus relatos de consumo passado, especialmente porque os refrigerantes nos Estados Unidos são muito demonizados. Além disso, pode ser que o consumo de bebidas dietéticas esteja ligado à obesidade e ao diabetes, o que podem ser em si mesmos causas para a depressão”, afirma.
Segundo ela, “os adoçantes não caloríficos têm um papel importante em dietas para as pessoas que tentam perder peso ou que têm diabetes, e certamente não é recomendável que elas substituam suas bebidas dietéticas por mais café”.
Russell afirma que a segurança dos adoçantes, como o aspartame, já foi extensivamente estudada por pesquisadores e é certificada por agências reguladoras.

Fonte: G1 / Jornal Gospel News