Vídeo: Entrevista completa Pr. Silas Malafaia no programa ‘SuperPop’

O pastor Silas Malafaia participou na segunda-feira (15) do ‘SuperPop’, da RedeTV!. O programa, sob apresentação de Luciana Gimenez, começou ás 22h30. Onde pelo índice de audiência,  foi explorado todo horário em entrevista com o Pastor. A participação do pastor Silas Malafaia no ‘SuperPop’ foi recheado de polêmicas.
A apresentadora perguntou sobre:
Direito dos homossexuais;
Legalização do Aborto;
Dizimo e Religião (Lei da recompensa);
Frase que marcou a entrevista ” Casamento é homem e mulher, o resto é par”
Veja vídeo abaixo com a entrevista completa:

Fonte: Jornal Gospel News

Marco Feliciano participa do Programa do Ratinho – Veja o vídeo

videoi-marco-feliciano-participa-do-programa-do-ratinho-d17d1101126e4c07f095f82ea04cfa2d.pngO parlamentar se explicou a respeito das polêmicas e manifestações contrárias ao seu mandato da Comissão de Direitos Humanos.

Marco Feliciano participa do Programa do Ratinho Marco Feliciano participa do Programa do Ratinho

O deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC-SP) esteve nesta segunda-feira (15) no Programa do Ratinho, no SBT, comentado sobre as críticas que ele tem recebido por ter assumido a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

O apresentador Carlos Massa tentou entender o que há de tão importante na CDHM para haver tanta confusão em torno dela. “Essa comissão foi usada por quase 18 anos para beneficiar um grupo”, respondeu Feliciano citando o grupo LGBT.

Além de ser questionado pelo apresentador, o deputado também respondeu a perguntas dos internautas e de telespectadores que foram entrevistados pela equipe do Ratinho.

A questão sobre religião e homossexualismo permeou o programa, por diversas vezes Feliciano precisou explicar qual a sua posição sobre este tema e deixou claro que não incentiva o ódio contra homossexuais.

A respeito da sua declaração sobre o continente africano, Feliciano se defendeu dizendo: “Não se pode julgar um homem por 140 caracteres”. Ele lembrou que a frase foi retirada do contexto com a intenção de criminalizá-lo.

Feliciano também comentou que existe uma tendência da mídia para distorcer suas falas a fim de prejudicá-lo. E disse que ele seria mais prejudicial ao grupo LGBT se estivesse no colegiado da Comissão de Direitos Humanos do que como presidente, que é apenas um mediador do grupo.

Assista:

Por Leiliane Roberta Lopes

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

Isso é democracia, diz Joaquim Barbosa sobre o caso Feliciano

Joaquim BarbosaEssa foi a primeira vez que um representante do STF comentou a polêmica em volta da eleição do deputado do PSC ao cargo de presidente da CDHM

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, disse durante sua participação em um evento na Universidade de Brasília (UnB) que a eleição do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minoria é legítima e que as manifestações contra ele fazem parte da democracia.

O presidente do STF foi questionado por uma aluna da UnB sobre a polêmica que já dura mais de 20 dias e disse que a tal pergunta o colocava em uma “saia justa” já que o assunto divide opiniões em todo o país.

Mesmo assim Barbosa deu sua opinião: “O deputado Marco Feliciano foi eleito pelos seus pares para assumir um determinado cargo dentro do Congresso Nacional, na Câmara. Os deputados assim o fizeram porque está prevista regimentalmente essa possibilidade”.

O ministro também comentou sobre os protestos dizendo que “a sociedade tem também o direito de se exprimir, como vem se exprimindo, contrariamente à presença dele neste cargo”. Para Joaquim Barbosa essas ações fazem do Estado Democrático de Direito. “Isso é democracia”, disse ele. Com informações da VEJA.

Por: Leiliane Roberta Lopes

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

ANAJURE atua na liberdade provisória de missionários brasileiros presos no Senegal

Habeas Corpus foi concedido com a instrução jurídica da entidade, juntamente com a RLP e a Advocates International, em associação com corpo de advogados senegaleses.

libertados

Foi concedida hoje, 5 de abril, por volta das 7h30 da manhã, a liberdade provisória dos missionários brasileiros José Dilson da Silva e Zeneide Moreira Novais que estavam detidos em uma prisão na cidade de Thiès, no Senegal. No Habeas corpus, julgado pela Corte de Apelação de Dakar, foi concedida a liberdade provisória para os missionários pelo prazo de 30 dias, período este no qual acontecerá o julgamento definitivo do processo. A ação teve a participação decisiva da Associação Nacional de Juristas Evangélicos – ANAJURE, que instruiu e forneceu documentação necessária ao advogado local, Dr. Mbaye Dieng, designado para cuidar do caso.

A ANAJURE foi acionada pelo presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil reverendo Roberto Brasileiro da Silva, que solicitou apoio jurídico total para a libertação dos missionários. Em conjunto com a Religious Liberty Partnership, entidade que reúne organizações jurídicas do meio cristão internacional, e com a Advocates International, que atua no meio jurídico internacional em defesa das causas cristãs, a ANAJURE efetivou contatos com familiares e providenciou os meios jurídicos necessários para a libertação dos brasileiros.

José Dilson e Zeneide cumprirão a partir de agora os ritos obrigatórios decorrentes de sua liberdade provisória, como se apresentar todos os dias na prisão de Thiès. A partir desse momento, um advogado cristão senegalês nomeado pela ANAJURE, Dr. Sylva Brice Magna, estará fazendo o acompanhamento processual do caso no país africano juntamente com o Dr. Mbaye Dieng e os demais advogados, em uma somatória de esforços na defesa dos missionários.

Missionário engajado na causa dos pobres, necessitados e crianças na África, José Dílson criou a Escola ABC, que apoia e beneficia centenas de famílias através da educação de seus filhos. A escola tem atualmente 200 alunos inscritos, da pré-escola até o quarto ano, que recebem diariamente alimentação, e são inseridos socialmente por meio do esporte, na forma de escolinhas de futebol em Dakar. Também por meio do projeto Obadias, fundou um orfanato-escola para meninos em situação de abandono social. O projeto contribui decisivamente para o desenvolvimento humano e social de menores que viviam nas ruas do Senegal, oferecendo abrigo, alimentação e ensino.

Atuando em um país no qual 95% da população é muçulmana, os missionários brasileiros foram presos após a queixa do pai de um dos jovens apoiados pelo projeto desenvolvido no Senegal, descontente de ver o filho tornar-se cristão. Segundo ele, seu filho passou a recusar participar dos rituais religiosos do islamismo.

Os missionários estavam presos desde novembro de 2012. Na prisão, se depararam com condições desumanas de encarceramento: superlotação, falta de ventilação, falta de higiene, presença de ratos e baratas, entre outras coisas. Os espaço para os dois era um pequeno colchão estendido no chão.

Os missionários foram pegos de surpresa com a ordem de prisão e foram obrigados a assinarem documentos cujo conteúdo não puderam conhecer. As acusações, de formação de quadrilha, exploração de menores, desvio de menores,  revelaram-se posteriormente pela próprias autoridades locais como infundadas.

Os próximos passos na atuação da ANAJURE em favor dos missionários são o acompanhamento processual, a instrução do processo com provas da inocência e a regulamentação e assistência jurídica completa ao Projeto Obadias.

“A ANAJURE agradece a todos pelas orações em favor do bom termo desta missão de primordial importância na defesa das Liberdades Civis Fundamentais e da liberdade religiosa e de expressão. É para ações deste tipo que os juristas brasileiros estão engajados, dependendo sempre da graça e da misericórdia do Senhor. Vamos continuar agora até o julgamento final da causa. Foi apenas uma primeira vitória. O caminho é árduo, mas se o Senhor é por nós, quem será contra nós?”, concluiu Uziel Santana, presidente da ANAJURE.

Fonte: Jornal Gospel News

Maior genocídio da história foi contra os cristãos na ex-União Soviética

Documentário quer mostrar o terrível custo humano do “ateísmo militante”.

Maior genocídio da história foi contra os cristãos na ex-União Soviética Maior genocídio da história foi contra os cristãos na ex-URSS

A história do mundo está repleta de mostras da violência dos seres humanos contra o seu próximo. Entre os grandes genocídios das últimas décadas estão as guerras étnicas em Ruanda, com 800.000 mortos, da Armênia com 1 milhão e o Holocausto, que exterminou mais de 6 milhões.

Porém, um novo projeto está em andamento para contar uma história que nunca recebeu a atenção que merece: a campanha dos “ateus militantes” contra a fé na ex-União Soviética. Estima-se que o número de cristãos mortos pelo regime socialista ateu chega a 12 milhões. Esses dados são mostrados em detalhes no documentário “Martirizados na URSS”, que mostra as atrocidades dos regimes de Lênin, Stalin, Kruschev e outros.

“O objetivo da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas”, explica o produtor do filme “era eliminar a religião. Para atingir esse objetivo, eles destruíram igrejas, mesquitas, sinagogas, e todos os monumentos religiosos, bem como o envio em massa de pessoas religiosas para campos de trabalho forçado da Sibéria”.

A Liga de militantes ateus, fundada em 1929, ajudou o governo soviético no assassinato de milhares de crentes e de seus líderes.  Muitos templos foram convertidos em celeiros, depósitos e “museus do ateísmo”, enquanto eram realizados com frequências manifestações que promoviam o escárnio da religião e dos fieis. Ao longo da década de 1960, por exemplo, metade das igrejas ortodoxas russas foram fechadas, além de cinco de seus oito seminários. Os ortodoxos são a maior denominação cristã da região, mas também foram perseguidos os batistas, presbiterianos, metodistas e luteranos.

Além do martírio de cerca de 12 milhões de cristãos, centenas de milhares de judeus, muçulmanos e budistas também foram mortos por causa de sua fé.

Kevin Gonzalez, produtor e diretor do documentário disse que o projeto surgiu quase que por acaso. Ele conheceu uma mulher em sua igreja, que veio da Rússia, e ela contou algumas das atrocidades que ocorreram por lá. Gonzalez se interessou e decidiu entrevistar os avós, os pais e alguns amigos dessa senhora e decidiu que tudo aquilo precisava ser exposto.

Gonzalez disse ao WND que as gerações mais jovens nos países da ex-União Soviética não sabem muito sobre essa época, porque o governo decidiu eliminar esses relatos dos livros de história.

Sob a doutrina soviética, de separação entre Igreja e Estado, as igrejas foram proibidas de doar comidas aos pobres e de realizar atividades educativas. Era uma tentativa de fazer a população “curvar-se apenas ao governo soviético”.

Os fiéis não podiam publicar literatura religiosa e muitas igrejas foram impedidas de realizar cultos com a presença de crianças e jovens. O sistema escolar e universitário foi tomado pelos ensinamentos ateístas e antirreligiosos. Gonzalez acredita que existe o perigo de esse tipo de perseguição voltar a ocorrer em pleno século 21.

“A nossa esperança é que as pessoas aprendam com a história da perseguição dos cristãos na URSS para reconhecer o dano causado pelo movimento ateu militante, algo que ainda existe e está decidido a ridicularizar e proibir toda forma de religião na sociedade.”

Os criadores do filme estão lançando o DVD este mês nos EUA, e já anunciam que pretendem mostrar as consequências dos regimes ateus na Revolução Francesa, na República Popular da China, na República Socialista da Albânia, na Coreia do Norte e outros. Com informações WND.

Por Jarbas Aragão

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

Líder do PMDB diz que é preciso deixar Feliciano mostrar seu trabalho

As três primeiras sessões da CDHM foram marcadas por protestos e confusões.

Líder do PMDB diz que é preciso deixar Feliciano mostrar seu trabalhoAo contrário de muitos líderes partidários que querem forçar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) renunciar o cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha defende a permanência do parlamentar evangélico.

Para ele “não há o que fazer” para que Feliciano aceite renunciar e por isso é preciso deixá-lo trabalhar. “Protestam contra a permanência dele, mas nem deixam que ele se manifeste”, disse.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se reuniu com outros líderes partidários para tentar encontrar uma alternativa para o caso. Nos últimos 20 dias Marco Feliciano tem sido alvo de diversos protestos contra a sua eleição como presidente da CDHM.

Em entrevistas o parlamentar evangélico já deixou claro que não pretende renunciar do posto e pede para que as pessoas deixem ele conduzir as pautas da comissão como o caso da cidade baiana onde a população está sofrendo com a contaminação de chumbo e o caso dos corintianos presos na Bolívia, um deles estaria com sérios problemas de saúde e correndo risco de morte. Com informações Folha de SP.

Por Leiliane Roberta Lopes

Fonte: Gospel Prime / Jornal Gospel News

Pastor do Uzbequistão, pôde abraçar sua família novamente através da ajuda da Portas Abertas

CampanhaPr. Markset e famíliaMakset Djabbarbergenov, Pr. Markset e famíliapastor do Uzbequistão, pôde abraçar sua família novamente através da ajuda da Portas Abertas. Ele foi preso por pregar a Palavra de Deus. Sua libertação é um marco de vitória na luta contra a perseguição religiosa em todo o mundo.

Projetos de ações institucionais da Portas Abertas auxiliam cristãos como Djabbarbergenov em diversos países. Apoie projetos em prol da liberdade de nossos irmãos! Para doar, use o boleto que acompanha a revista ou acesse o site.

Participe desta campanha você também,
clicando aqui!

Deus abençoe sua vida!
Portas Abertas

A VIDA DE JESUS CRISTO

JesusCristo (2)O Novo Testamento conduz-nos ao clímax da obra redentora de Deus, porque nos apresenta o Messias, Jesus Cristo, e nos fala  do começo da sua igreja. Os escritos de Mateus, Marcos, Lucas e João falam-nos do ministério de Jesus. Esses escritores foram testemunhas oculares da vida do Mestre, ou registraram o que testemunhas oculares lhes contaram, todavia não escreveram dele uma biografia completa. Tudo quanto registraram, realmente aconteceu, porém concentraram-se no ministério de Jesus, e deixaram aqui e acolá algumas lacunas na história da vida do Divino Mestre. Os homens que escreveram os evangelhos tinham em mira explicar a pessoa e a obra  de Jesus, registrando o  que ele fez e disse. E cada autor apresenta uma perspectiva ligeiramente diferente acerca de Jesus e de suas obras. Os autores dos Evangelhos não tentaram relatar todos os eventos da meninice de Jesus, porque não era esse o motivo de escreverem. Não procuraram dar-nos, tampouco, registro da vida cotidiana. Eles se ativeram ao que é pertinente à salvação e ao discipulado.
O NT é a única fonte de informação substancial do primeiro século que temos a respeito da vida de Jesus. A literatura judaica ou romana daquele tempo quase não o menciona. Flávio Josefo, historiador judeu do primeiro século, escreveu um livro sobre a história do judaísmo, procurando mostrar aos romanos e gregos que essa religião não não se distanciava muito do estilo de vida deles.  Disse ele:  “Ora, havia por esse tempo Jesus, um homem sábio, se for legítimo chamá-lo de homem, pois ele era um operador de obras maravilhosas, um mestre de quem os homens recebem a verdade com prazer. Atraiu para si muitos dos judeus e muitos dos gentios, ele era [o] Cristo. E quando Pilatos, por sugestão dos principais homens entre nós, condenou-o à cruz, os que o amavam a princípio não o abandonaram; pois ele apareceu-lhes vivo de novo no terceiro dia; conforme haviam predito os profetas divinos essas e dez mil outras coisas maravilhosas concernentes a ele. E o grupo de cristão assim chamado em virtude de seu nome, não se extinguiu até hoje.”  ( Flavius Josephus, Antiquities of the Jews,  Livro XVIII, cap. iii, Sec 3.)
Os judeus dos dias de Jesus viviam na expectativa de grandes acontecimentos. Os romanos os oprimiam, mas eles estavam seguramente convictos de que o Messias viria em breve. Os variados grupos retratavam diferentemente o Messias, mas seria difícil, naquele tempo, encontrar um judeu que vivesse sem alguma forma de esperança. Alguns tinham a verdadeira fé e aguardavam ansiosos a vinda de um Messias que seria seu Salvador espiritual.
Por volta do ano 6 aC, o sacerdote Zacarias oficiava no templo em Jerusalém. Queimava incenso no altar durante a oração vespertina quando lhe apareceu um anjo anunciando para breve o nascimento do primeiro descendente do sacerdote, um menino. Esse filho prepararia o caminho para o Messias; o espírito e o poder de Elias repousariam sobre ele (Lc3.3-6). Seus pais deviam chamar-lhe João. Zacarias era um homem verdadeiramente piedoso, mas foi difícil crer no que ouvira; como conseqüência, ficou mudo até que Isabel (sua esposa) deu à luz. Nasceu o filho, foi circuncidado, e recebeu o nome segundo as instruções de Deus. Depois disso Zacarias readquiriu a voz e louvor ao Senhor.
Três meses antes do nascimento de João, o mesmo anjo (Gabriel) apareceu a Maria. Esta jovem era noiva de José, carpinteiro descendente de Davi (Is 11.1). O anjo disse a Maria que ela conceberia um filho por obra do ES, e que ela daria ao menino o nome de Jesus (Lc 1.32-35; Mt 1.21). Ela aceitou a mensagem com grande mansidão, contente por estar vivendo na vontade de Deus (Lc 1.38).
Gabriel também lhe disse que sua prima Isabel estava grávida, e Maria apressou-se a partilhar o júbilo mútuo. Ao encontrarem-se, Isabel saudou a Maria como a mãe de seu Senhor (Lc 1.39-45). Maria irrompeu num cântico de louvor (Lc 1.46-56), ela ficou três meses com Isabel.
José, o marido prometido a Maria, ficou totalmente chocado com o que parecia ser fruto de um terrível pecado (Mt 1.19) e resolveu abandoná-la secretamente. Então, em sonho, um anjo lhe explicou a situação, e instruiu-o a casar-se com Maria, sua pretendida esposa, como planejado.
Herodes o Grande reinava na Judéia quando Jesus nasceu (Mt 2.1).  Em suas Antigüidades,  Josefo escreve que houve um eclipse da lua pouco antes da morte de Herodes (Livro XVII, cap xiii, Séc. 2). Esse eclipse poderia ser qualquer um dos três ocorridos nos anos de 5 e 4 aC; mas provável alternativa é 12 de março de 4 aC. Além do mais, o historiador judeu declara que o rei morreu pouco antes da Páscoa (Livro XVII, cap vi, Séc. 4) e a Páscoa ocorreu no dia 11 de abril do ano 4 aC. Assim, devemos concluir que Herodes morreu nos primeiros dias de Abril deste ano.
Os magos do Oriente vieram adorar o Messias de Deus, mas uma vez que voltaram sem dar informação alguma a Herodes, ele mandou que seus soldados matassem todos os meninos de Belém de dois anos para baixo (Mt 2.16).  Isto quer dizer que Jesus nasceu no ano 6 ou 5 aC, e foi levado para o Egito no ano 4 aC.
Não sabemos com exatidão em que mês e dia Jesus nasceu. A data 25 de dezembro não é muito provável. A igreja de Roma escolheu esse dia para celebrar o nascimento de Cristo, já no segundo ou terceiro século, a fim de obscurecer um dia santo de origem pagã, comemorado tradicionalmente neste dia. Anteriormente, a igreja Ortodoxa Oriental decidira honrar o nascimento de Cristo no dia 6 de janeiro, a epifania. Mas por estabelecer a data no inverno? As probabilidades de que os pastores cuidassem de seus rebanhos à noite, nas colinas, são mínimas. É mais provável que Jesus tenha nascido no outono ou na primavera.
Conhecemos cinco eventos da infância de Jesus, são eles:
1) Circuncisão – De acordo com a lei judaica, ele foi circuncidado ao oitavo dia e recebeu o nome de Jesus (Lc 2.21).
2) Apresentado no templo – Ele foi apresentado no templo para selar a circuncisão e também foi “redimido” pelo pagamento dos cinco ciclos. Para efeito de sua purificação, Maria fez a oferta dos pobres (Lv 12.8; Lc 2.24).
3) Visita dos Magos – Um grupo de “sábios” apareceu em Jerusalém, inquirindo acerca do nascimento de um “rei dos judeus”. (Mt 2.2).
4) Fuga para o Egito – Deus disse a José que fugisse para o Egito com toda a família. Após a morte de Herodes, José voltou, e fixou residência em Nazaré.
5) Visita ao Templo – Quando tinha aproximadamente 12 anos (Lc 2.41-52) foi com os pais ao templo em  Jerusalém e oferecer  sacrifício. Enquanto estava ali, Jesus conversou com os dirigentes religiosos sobre a fé judaica. Ele revelou extraordinária compreensão do verdadeiro Deus, e suas respostas deixaram-nos admirados. Mais tarde, de volta para casa, os pais de Jesus notaram a sua ausência. Encontraram-no no templo, ainda conversando com os especialistas judaicos.
A Bíblia cala-se até ao ponto em que nos apresenta os acontecimentos que deram início ao ministério de Jesus, tendo ele cerca de trinta anos. Primeiro vemos João Batista deixando o deserto e pregando nas cidades ao longo do rio Jordão, instando com o povo a que se preparasse para receber o Messias (Lc 3.3-9). João nasceu no seio de uma família piedosa e cresceu para amar e servir fielmente a Deus. Deus falava por meio de João, e multidões acudiam para ouvi-lo pregar. Dizia-lhes que se voltassem para Deus e começassem a obedecer-lhe. Ao ver Jesus, ele anunciou que este homem era o “…Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). João batizou a Jesus; e ao sair Jesus das águas, Deus enviou o Espírito Santo em forma de pomba, que pousou sobre ele.
O ES guiou Jesus ao deserto, e aí ele permaneceu sem alimentar-se durante quarenta dias. Enquanto ele se encontrava nessa situação de enfraquecimento, o diabo veio e procurou tentá-lo  de vários modos. Jesus recusou as propostas do diabo e ordenou que ele se retirasse. Então vieram anjos que o alimentaram e confortaram.
A princípio Jesus tinha a estima do povo. Na região do mar da Galiléia ele foi a uma festa de casamento e transformou água em vinho. este foi o primeiro de seus milagres que a Bíblia menciona. Este milagre,  da mesma forma que os últimos, demonstrou que ele era verdadeiramente Deus. Da Galiléia ele foi para Jerusalém onde expulsou do templo um grupo de religiosos vendedores ambulantes. Pela primeira vez ele asseverou de público sua autoridade sobre a vida religiosa do povo, o que fez que muitos dirigentes religiosos se voltasse contra ele.
Um desses dirigentes, Nicodemos, viu que Jesus ensinava a verdade acerca de Deus. Certa noite ele foi ter com Jesus e lhe perguntou como poderia entrar no reino de Deus, que é o reino de redenção e salvação. (Jo 3.3)
Quando João Batista começou a pregar e atrair grandes multidões na Judéia, Jesus voltou para a Galiléia. Aí ele operou muitos milagres e grandes multidões o cercavam. Infelizmente, as multidões estavam mais interessadas nos seus milagres do que nos seus ensinos.
Não obstante, Jesus continuou ensinando. Ele entrava nos lares, participava das festas públicas, e adorava com os outros judeus em suas sinagogas. Denunciou os dirigentes religiosos do seu tempo porque exibiam uma fé hipócrita. Ele não rejeitou a religião formal deles; pelo contrário, Jesus  respeitava o templo e a adoração que aí se prestava (Mt 5.17-18). Mas os fariseus e outros dirigentes não viram nele o Messias e não cuidaram de ser salvos do pecado. Além do mais, não satisfeitos com o que Deus lhes revelara no AT, continuaram fazendo-lhe acréscimos e revisando-o. Acreditavam que sua versão das Escrituras, examinada nos seus mínimos detalhes, dava-lhes a única religião verdadeira. Jesus chamou-os de volta às primitivas palavras de Deus. Ele era cuidadoso na sua forma de citar as Escrituras, e incitava seus seguidores a entendê-las melhor. Ensinava que o conhecimento básico das Escrituras mostraria que a vontade de Deus era que as pessoas fosse salvas mediante a fé nele.
Perto da Galiléia, Jesus operou seu mais surpreendente milagre até então. Tomou sete pães e dois peixes, abençoou-os e partiu-os em pedaços suficientes para alimentar quatro mil pessoas! Mas este milagre não atraiu mais gente à fé em Jesus; na verdade, as pessoas se retiraram porque não podiam imaginar por que e como ele queria que elas “comessem” seu corpo e “bebessem” seu sangue ( Jo 6.52-66).
Os doze discípulos, porém, permaneceram fiéis, e ele começou a concentrar seus esforços em prepará-los. Cada vez mais ensinava-lhes acerca de sua futura morte e ressurreição, explicando-lhes que eles também sofreriam a morte se continuassem a segui-lo.
Esta atitude de Jesus o leva ao fim da sua vida na terra. Judas Iscariotes, um dos doze, traiu-o, entregando-o aos líderes de Jerusalém, que lhe eram hostis, e eles pregaram Jesus numa cruz de madeira entre criminosos comuns. Mas ele ressuscitou e apareceu a muitos de seus seguidores, exatamente como havia prometido, e deu instruções finais aos seus discípulos mais íntimos. Enquanto o observavam subir ao céu, apareceu um anjo e disse que eles os veriam voltar do mesmo modo. Em outras palavras, ele voltaria de modo visível e em seu corpo físico.

Fonte: O Mundo do Novo Testamento – Editora Vida / Jornal Gospel News

PASTOR MARCO FELICIANO RENUNCIA Veja o Vídeo.

Mediante grande pressão dos movimentos contrários a Presidência da Comissão de Direitos Humanos, apoiadores ao Pr. Marco Feliciano divulgam vídeo sobre renúncia, assista o vídeo:

Nas duas maiores cidades do Brasil, manifestantes pediram o afastamento do novo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o pastor Marco Feliciano (PSC).

Em São Paulo, mais de mil pessoas, segundo a Polícia Militar, caminharam até o centro da cidade com bandeiras, cartazes e a Constituição.

No Rio, a manifestação foi na orla de Copacabana, com música e dança. Um grupo feminista participou do protesto. O deputado é criticado por ativistas por declarações que fez no passado contra homossexuais e negros. Feliciano disse que está tranquilo e que não vai ceder a pressões.

Fonte: G1 /  Jornal Gospel News

O Domingo da Igreja Perseguida está chegando

Dip2013_topoDomingo da Igreja Perseguida: 26 de maio de 2013
Os cristãos perseguidos contarão mais uma vez com o envolvimento da Igreja brasileira. Há 25 anos, a Portas Abertas patrocina o Domingo da Igreja Perseguida, mais conhecido como DIP. O evento reúne milhares de igrejas em todo o Brasil e até em outros países, em um único dia, para lembrar a realidade de cristãos que enfrentam a hostilidade e a opressão por conta de sua fé.
O objetivo do DIP é fazer com que a Igreja no Brasil conheça, se interesse e divulgue a causa da perseguição religiosa. Os departamentos infantis, de teatro, de jovens e de louvor das igrejas preparam diversas atividades para mobilizar os membros de suas comunidades. Algumas igrejas separam o dia todo, repleto de ações e outras parte do culto, mas o importante é que cada vez mais os cristãos brasileiros estão tendo ciência das dificuldades que seus irmãos vivenciam diariamente e estão se envolvendo em oração. Em 2012, mais de 5.500 igrejas no Brasil participaram do DIP, levantando um clamor para que a Igreja Perseguida permaneça firme.
Para que o DIP aconteça, a Portas Abertas conta com organizadores voluntários. É necessário realizar o cadastramento no site www.domingodaigrejaperseguida.org.br para ter acesso aos materiais que a organização disponibiliza para download. São ideias de peças de teatro, pregações, atividades infantis, campanhas de oração, testemunhos, campanhas de doação e arquivos de imagens e vídeos que relatam a vida de milhares de cristãos ao redor do mundo. Há muitas opções de atividades no site para que o DIP seja o mais eficiente possível na tarefa de conscientizar a Igreja brasileira. Ele é completo e traz muitas informações sobre o que é o evento, como participar, como doar, além de permitir interação por meio de comentários
Além dos materiais disponíveis para donwload, quem se cadastrar (a quem chamamos de “organizador”), receberá em sua residência um kit com um passo-a-passo, cartazes, teasers e crachá.
Mobilização
O DIP não é considerado apenas mais um evento para as igrejas. Ele tem a importante função de mobilizar e fazer com que as pessoas se envolvam orando, doando e até mesmo indo visitar os cristãos perseguidos. A Igreja no Brasil está despertando para essa realidade, mas ainda há muito o que fazer.
Muitos cristãos brasileiros sequer ouviram falar sobre perseguição e quando passam a ter conhecimento, acreditam que é coisa da Igreja Primitiva. A mídia, entretanto, mostra cada vez mais situações que relatam guerras e opressão religiosa. Um exemplo atual é o que está acontecendo no Mali, país africano estreando na sétima posição da Classificação de países por perseguição, lista elaborada anualmente pela Portas Abertas Internacional que analisa os 50 países mais opressores ao cristianismo. O Mali nunca esteve nas classificações anteriores, mas devido a um golpe militar de Estado em março de 2012, o país está vivendo momentos de tensões e mudanças políticas, refletindo diretamente na perseguição à Igreja. O norte foi dominado por milícias islâmicas e, portanto, todas as igrejas dessa região foram destruídas e milhares de cristãos tiveram que fugir para o sul ou para países vizinhos.
“Eu entreguei minha vida a Cristo há dois anos, mas todos os membros de minha família são muçulmanos. É por isso que minha esposa e filha me desprezam”, disse Mohamed Habi, um refugiado do Mali.
A Portas Abertas, juntamente com a Igreja brasileira, pode fazer muito pelos cristãos perseguidos e o DIP é uma oportunidade para que os organizadores levem para suas comunidades a realidade de pessoas como Mohamed.
Tema: Mulheres
O DIP 2013 terá foco especial nas mulheres da Igreja Perseguida. Dependendo do país de origem, a mulher já é desprezada pela sociedade. Sendo cristã, esse desprezo aumenta e elas são consideradas “nada” para seus familiares e vizinhos.
Muitas dessas cristãs tiveram seus maridos presos e até mortos. Muitas ficam com a responsabilidade de continuar o trabalho da igreja na ausência dos maridos. Mas, além de todo sofrimento, elas continuam tendo suas tarefas como mães e precisam prover as necessidades dos filhos.
Ser mulher e aceitar Cristo como Senhor e Salvador pode trazer muitas consequências para essas cristãs, mas o DIP existe para que os cristãos brasileiros ajam em favor delas em oração.
Ajude-nos a divulgar!
Para que mais pessoas conheçam o que acontece ao redor do mundo com os cristãos que decidem ficar firmes em sua fé, precisamos de ajuda! Caso você esteja disposto a divulgar esse evento em suas mídias, prepararemos banners, materiais, artigos e o que for necessário para apoiá-lo nessa divulgação. Estou a disposição para atendê-lo e tirar suas dúvidas. Basta enviar um email para imprensa@portasabertas.org.br e retornaremos.
Juntos, vamos ajudar nossos irmãos que têm seu direito à liberdade religiosa negado. Envolva-se nesta causa!
Por: Ana Luíza Vastag
Jornalista – Portas Abertas Brasil

Fonte: Jornal Gospel News