Jesus no meio dos ciganos

Os ciganos preservam sua própria cultura, ainda que estejam espalhados ao redor do mundo.  Por isso sempre foram considerados corpos estranhos nas sociedades onde vivem. Eles estão no Brasil desde os tempos coloniais.
Os primeiros que vieram haviam sido banidos porque eram alvos constantes da Inquisição e havia contra eles uma forte legislação em toda a Europa.
Embora tivessem sido perseguidos pela Igreja Católica, os protestantes brasileiros partilharam os preconceitos dos portugueses católicos contra os ciganos, que sempre foram encarados como místicos. Só muito recentemente a situação começou a mudar.
“Deus tocou os nossos corações. Nós vimos que os ciganos são ovelhas sem pastor”, resume o seminarista Gilmar Barbosa. Ele e a esposa Jadima são missionários transculturais pela Junta de Missões Nacionais (JMN) e trabalham com a evangelização de ciganos há quase sete anos.
Eles são membros da Primeira Igreja Batista do Itaim Paulista e perceberam da situação dos ciganos quando foram convidados a ajudar na organização de um almoço num dos acampamentos da zona leste de São Paulo. O curioso é que a iniciativa de promover um almoço com os ciganos do Itaim foi dos curitibanos que integram a Missão Amigos dos Ciganos.
Atualmente, o casal está em missão no acampamento cigano de Itaquaquecetuba, extrema zona leste paulista, onde existem 60 famílias e quase 200 pessoas. Gilmar revela que assembleianos e fiéis de outras denominações já trabalham com os ciganos há mais de uma década e os batistas despertaram há pouco tempo. Por isso, hoje são tão engajados.
A Missão Amigos dos Ciganos, que a Junta de Missões Nacionais formou em 2002, está presente em acampamentos do Paraná, Bahia, Paraíba, São Paulo e até participa de esforços de evangelização de ciganos em Buenos Aires.
Uma das frentes de trabalho em todos os acampamentos é a alfabetização já que a cultura cigana é baseada em tradições orais.
A Bíblia na tenda
No acampamento de Itaquaquecetuba o casal missionário ergueu uma tenda pra evangelização.
Lá eles ministram cultos que contam com uma média de 40 pessoas. “Quando alguém olha as roupas coloridas, a leitura de mão, acha que tudo é misticismo. Os ciganos têm uma identidade própria, mas não do jeito que os evangélicos imaginam, como se tudo fosse místico”, resume Jandira.  Apesar das diferenças culturais. O Evangelho tem prosperado entre eles.
“Com muitas conversões a Cristo, agora estamos conscientizando os convertidos sobre a importância do batismo. Eles enxergam isso com uma seriedade que até mesmo os crentes não demonstram. Dizem que uma vez batizados abandonarão todos os seus vícios”, conta Gilmar.
Jadima explica que os ciganos, em sua maioria, se consideram católicos e entendem que a Bíblia é a Palavra de Deus, mas nunca tiveram acesso direto a ela. “Eles tem fé em Deus, mas não tem conhecimento bíblico. Há o problema do analfabetismo”, acrescentou.
O casal tem o apoio de igrejas que se disponibilizaram a celebrar cultos  aos domingos e ministrar os estudos bíblicos nas tendas. “A gente louva a Deus porque igrejas da região tem abraçado esse trabalho”, diz Gilmar.
“Nós esperamos que no futuro os próprios ciganos se evangelizem e não precisem de missionários”, destacou Jadima. Isso não está tão longe de acontecer. Famílias inteiras já se converteram no acampamento de Itaquaquecetuba e há muitas crianças entre elas.
“As crianças até sentem falta quando não tem culto. Não se falava sobre Deus, agora tudo que saí da boca dos ciganos é palavra de Deus”, comemora Laura, que casou com um cigano e havia perdido a oportunidade de ir à igreja.

Fonte:  Exibir Gospel / Jornal Gospel News

Boa estreia de ‘Três Histórias, Um Destino’ é destacada por colunista da Veja

Na última sexta-feira, 2 de novembro, aconteceu a estreia de ‘Três Histórias, Um Destino’, nos cinemas de todo o Brasil.
O filme, baseado no livro do missionário R.R. Soares, conta as histórias de Frank, Elizabeth e Jeremias, três personagens que conhecem a Deus, mas em determinado ponto de suas vidas se esquecem dEle.
Lauro Jardim, colunista do Radar On Line, da veja.com, destaca o bom alcance de público que o filme já teve nos primeiros dias de exibição nas telonas. O título da nota escrita por Jardim é ‘Melhor que 007’:
“Três Histórias, um Destino, filme baseado em romance do missionário R.R. Soares, teve uma estreia excelente se levada em consideração a quantidade de salas em que foi exibido.
Em 52 salas pelo Brasil, o filme produzido pela Graça Filmes, de Soares, teve público de 50 180 pessoas.
A média de 965 espectadores por sala de cinema foi superior, por exemplo, ao de 007 – Operação Skyfall, campeão de bilheteria do fim de semana com 936 espectadores por sala”, escreveu.
Em entrevista ao GUIAME, no pré-lançamento do filme, Ygor Siqueira, produtor da Graça Filmes, afirmou que “esse filme é o pontapé para colocar o cinema a serviço de Deus”.

Fonte: GUIAME / Jornal Gospel News

Uma nova era de milagres

Nunca antes, na história da Igreja Evangélica, milagres e curas estiveram tanto em evidência. Relatos de sinais e prodígios operados por Deus surgem a cada dia, mas o que eles realmente significam?
Vivemos em uma era pentecostal, e onde quer que existam igrejas crescendo, relatos de maravilhas operadas por Jesus são cada vez mais frequentes. Diversos grupos cristãos, inclusive, constroem suas plataformas teológicas e litúrgias justamente sobre as promessas de que os milagres não apenas continuam acontecendo hoje, como estão à disposição de todo aquele que crer. Para inúmeros crentes, os milagres são extremamente importantes – mas, mesmo entre o povo de Deus, há aqueles que veem a suposta repetição dos sinais relatados no Novo Testamento com desconfiança. Os médicos cristãos, particularmente, costumam se dividir entre a crença na ação divina e o ceticismo típico de quem costuma ver muitos doentes e sabe que o que acontece com eles é difícil de prever e explicar. Alguns pioram inesperadamente e morrem. Outros apresentam surpreendente melhora. E não se sabe exatamente o porquê.
Para muitos profissionais de saúde, este é realmente um paradoxo difícil de explicar. Médicos de fé piedosa não negam que, por vezes, certas reabilitações seriam melhor explicadas como resultado da intervenção divina. Contudo, têm a certeza, comprovada pela ciência, de que a ligação entre mente e corpo é incrivelmente forte. Por isso, nenhum deles aposta totalmente no argumento de que a cura é proveniente de um milagre. Gente assim representa uma tradição no protestantismo que pode ser encontrada desde a Reforma. Eles creem no poder de Deus para realizar milagres, mas não os veem acontecer muito nos dias de hoje – e nem os consideram tão importantes assim, quer aconteçam ou não.
Bíblia não usa exatamente a palavra milagre. Em vez disso, o termo mais comumente empregado nas Escrituras em relação a esses acontecimentos espetaculares é “sinal”. Existe todo um mundo dentro dessa única palavra. Crentes modernos costumam pensar em milagres como “prova” – uma prova de que Deus é real e poderoso, de que ele pode invadir o mundo natural com poder sobrenatural. Mas o sinal aponta para outra direção. Numa comparação simplória, eles são semelhantes às placas que, na estrada, indicam a direção dos destinos. Elas são importantes quando estamos perdidos ou, pelo menos, inseguros quanto o rumo a tomar. Quando nos deparamos com uma placa indicando nosso rumo, sentimo-nos imediatamente aliviados e mais seguros – afinal, sabemos onde estamos e para onde vamos. Curiosamente, depois, nem nos lembramos mais da placa que nos ajudou. Ela apenas serviu para nos indicar o caminho, e nada mais.
O teólogo Colin Brown compara os milagres a esses sinais de aviso. “Eles mostram a presença de uma ordem de realidade diferente da que está presente em nossa vida cotidiana”, ele diz. Sinais nunca são um fim em si mesmos. Eles não apontam em sua própria direção, nem são prova de nada neles mesmos. Tampouco existem para nos fazer pensar que já chegamos a determinado lugar, mas para nos guiar para um novo lugar.
SINALIZAÇÃO
Entender os milagres como sinais ajuda a suavizar as incongruências do Novo Testamento a respeito deles. Jesus era, sem dúvida, um operador de milagres, mas à primeira vista ele parecia ter ideias contraditórias sobre eles. O Filho de Deus criticou, por exemplo, os fariseus e saduceus quando exigiram que ele provasse quem era fazendo milagres. “Uma geração má e adúltera pede um sinal”, disse Jesus a eles. (Mateus 12.39). As multidões também queriam ver um sinal para que cressem no Messias, e lembraram a Jesus que Moisés havia provido o maná. Cristo, certamente, poderia ter feito isso também; porém, como resposta, falou que Deus dava a eles “o verdadeiro pão do céu”. Quando lhe inquiriram mais a respeito, ele disse com todas as letras: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome” (João 6.35). O Salvador não lhes daria o maná milagroso, apesar de poder fazer isso. Ele preferiu dar a si mesmo. E, no entanto, quando confrontou os líderes religiosos a respeito de sua relutância em crer, Jesus falou de milagres, dizendo que as obras que faziam em nome do Pai testificavam a seu respeito. E, diante da iminência de ser apedrejado por blasfêmia, limitou-se a questionar seus algozes: “Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte do Pai; por qual delas me apedrejais?” (João 10.32). João comentou: “E, embora tivesse feito tantos sinais na sua presença, não creram nele.”
O próprio Jesus, muitas vezes, também tentou abafar seus milagres, dizendo àqueles a quem havia curado para que não contassem a ninguém a respeito. Como entender essa postura aparentemente tão estranha? A resposta diz respeito à natureza dos sinais. Os milagres de Jesus apontavam para o anúncio do Reino de Deus. Qualquer um (como os fariseus) que visse isso e fingisse não entender a mensagem era hipócrita. Eles podiam dizer que procuravam pela luz, mas a verdade é que não queriam vê-la. Simplesmente, viram a sinalização indicando o caminho, a verdade e a vida e decidiram tomar outro rumo.
O apóstolo Paulo demonstra a mesma incongruência de maneira diferente. Assim como Jesus, ele era conhecido por seus milagres. Depois de sua conversão milagrosa, ele começou a viajar com Barnabás. Atos 14.3 diz que Deus “confirmava a palavra da sua graça, concedendo que, por mão deles, se fizessem sinais e prodígios”. Paulo e Barnabás foram até Jerusalém para defender seu ministério perante um conselho da igreja, e lá contaram “os sinais e pródigos que Deus fizera por meio deles entre os gentios”, conforme o relato de Lucas. Ele ainda registra que, em Éfeso, “Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários, a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam das suas vítimas, e os espíritos malignos se retiravam” (Atos 19.11-12).
Paulo escreveu aos Coríntios que eles haviam visto em seu ministério as credenciais do apostolado, com toda a persistência, por sinais, prodígios e poderes miraculosos, conforme II Coríntios 12.12. Ele escreveu aos romanos a respeito do que Cristo fizera por seu intermédio para conduzir os gentios à obediência, “por palavras e por obras, por força de sinais e prodígios, pelo poder do Espírito Santo”. É evidente que, para Paulo, assim como para Jesus, a obra do Evangelho era acompanhada por sinais e maravilhas – ainda assim, suas cartas às igrejas nunca mostram que ele esperava que os cristãos curassem enfermos e expulsassem demônios. Ele instrui sobre casamento e família, sobre comunidade e oração, sobre vários aspectos práticos da vida; mas nunca oferece instrução a respeito do ministério de milagres.
Argumentos a respeito de seu silêncio sobre essa questão não são confiáveis. Só porque ele não lhes disse para fazer não é prova de que não queria que fizessem. É impressionante, no entanto, como suas prioridades eram diferentes das prioridades das pessoas que praticam a cura e o exorcismo nos dias de hoje. Elas falam sobre realizar milagres a cada oportunidade que têm. Já Paulo não fazia isso.
O Novo Testamento certamente nos conta fatos cruciais a respeito dos milagres. O ministério cristão é marcado por eles, mas não coloca seu foco neles. Trata-se de um equilíbrio delicado, que muitas pessoas não conseguem encontrar. Muitas não abrem espaço algum em suas vidas para milagres. Outras agem como se estivessem mais interessadas nos milagres do que em Jesus. Os sinais do Reino, que ele exibiu ao longo de sua vida entre os homens, prepararam o caminho para aqueles que o viram ser ressuscitado dos mortos. O mesmo acontece conosco. Os sinais que vemos preparam o caminho para a plenitude desse Reino, quando teremos uma vida ressurreta.
É nossa responsabilidade estarmos abertos para os sinais da maravilhosa presença de Deus, e orarmos por eles. É nossa responsabilidade louvarmos ao Senhor quando vemos milagres acontecerem, e meditarmos a respeito da mensagem que ele tem para nos dar através deles. Da mesma forma, é de nossa responsabilidade não corrermos atrás de sinais e maravilhas, como se fossem o bem supremo planejado por Deus. Somos responsáveis por não exigir milagres como prova de que o Todo-poderoso está presente. Eles não são o conteúdo do Reino; são sintomas do Reino. O conteúdo desse Reino é Jesus, que sofreu, morreu e foi sepultado, sendo depois trazido de volta à vida.
FASCÍNIO x CETICISMO
Muito da confusão a respeito de milagres – tanto o fascínio exagerado quanto o ceticismo – vem de um pensamento desenvolvido durante o Iluminismo e que agora está profundamente enraizado nas mentes ocidentais. A confusão está na separação entre natural e sobrenatural.
No final do século 17, um cristão devoto, Isaac Newton, aplicou sua mente brilhante em desvendar os segredos do universo. Sua descoberta da gravidade e das leis do movimento o ajudou a analisar as órbitas planetárias. O gênio inventou um cálculo capaz de tornar as contas mais precisas, permitindo que os astrônomos acompanhassem cada planeta com tanta precisão que é possível sabermos com exatidão, por exemplo, quando uma das muitas luas de Júpiter estará em seu equinócio. Tudo estava perfeitamente colocado em seu lugar, e era totalmente previsível. A imagem de um universo mecânico e silencioso cresceu – o cosmos passou a ser visto como uma máquina.
Mais tarde, outras ciências fizeram suas contribuições ao acúmulo de saber humano. A biologia, em particular, com a descoberta da genética. Agora, não apenas o sistema solar e as galáxias, mas também uma simples árvore podia ser completamente estudada através das “leis da natureza”, que explicavam como seu mecanismo funcionava – e tinha que funcionar. As doenças, antes consideradas obra de espíritos malignos, podiam ser explicadas como resultado de falências naturais de órgãos ou resultado de infecções por organismos minúsculos e nocivos. E, o melhor de tudo – podiam ser tratadas! Naturalmente, muitas pessoas que passam a acreditar em um universo tão mecânico acabam se tornando céticas em relação a Deus. Ficou célebre uma frase atribuída ao astrônomo francês Pierre-Simon Laplace quando questionado pelo general Napoleão Bonaparte a respeito do lugar do Criador em seu trabalho: “Eu não precisava dessa hipótese.”
Ainda assim, muitos ainda mantêm sua crença em um Deus ativo. Eles reconhecem o aspecto maquinal da criação, mas insistem que o Criador intervém ocasionalmente no mundo, de maneira sobrenatural.
Eles dividem o mundo em “natural” e “sobrenatural” – um universo girando por conta própria, como uma máquina, sofrendo intervenções ocasionais do Todo-poderoso. Newton, por exemplo, achava que Deus tinha que, de vez em quando, intervir para ajustar os planetas em suas órbitas, a fim de que não saíssem de sincronia. Eventos sobrenaturais, por esse modo de pensar, são momentos em que Deus interfere na máquina natural. Ele entra em cena e transforma água em vinho. De outra feita, ergue um aleijado, ou restitui a vista a um cego. Enfim, o Senhor se permite colocar, vez por outra, seu dedo em uma engrenagem do “equipamento” da natureza, fazendo-o funcionar de outra maneira. As pessoas que separam o natural do sobrenatural chamam essas intervenções de Deus de “milagres”.
AVANÇO DO REINO
Ao pensarmos um pouco, no entanto, podemos perceber que essa separação entre natural e sobrenatural é antibíblica. Não é Deus o Criador e sustentador de tudo o que existe? O clima, por exemplo – as Escrituras falam sobre como as nuvens são as carruagens de Deus e que fenômenos naturais são atos de seu poder. A chuva, por exemplo, que segundo as Escrituras cai sobre justos e injustos. Esses fatos não estão em conflito com a ciência da meteorologia. De fato, tudo o que acontece na criação está cheio do poder e da presença de Deus. Não existe nenhum lugar para onde possamos ir a fim de escapar de sua presença. Nada do que acontece ocorre fora de sua vontade. Tudo é natural e sobrenatural ao mesmo tempo.
Seria recomendável que retornássemos à sabedoria de Agostinho, que entendia os milagres não como uma violação da lei natural, mas como momentos em que o Senhor anda por caminhos incomuns. Eles não são mais inspirados por Deus do que o nascer do sol todas as manhãs; são apenas um rompimento incomum da maneira como o Senhor costuma operar – e, portanto, constituem um sinal de algo importante. A questão é que milagres são tão incomuns que ficamos perplexos. Por serem raros, chamam nossa atenção. É isso que os sinais fazem: eles sobressaem em seu ambiente e, então, nós os notamos. Caso contrário, poderíamos percebê-los?
O evento em que Jesus alimentou aqueles milhares de pessoas foi, de certa forma, bem menos significativo do que um fato corriqueiro que quase ninguém comenta: a colheita do trigo. Ano após ano, sementes de trigo se transformam nas plantas que vão proporcionar um grão que é a base da alimentação da humanidade. Ou seja, é o poder de Deus que faz germinar aquelas sementes, nutrindo geração após geração, e ninguém se maravilha com isso. Mas deixe Jesus multiplicar o almoço de alguém uma única vez, para uma pequena multidão, e todos irão se maravilhar. Não que isso seja mais significativo ou sinalize mais o poder de Deus do que a colheita do trigo: o espanto acontece porque aquela situação foi algo jamais visto. Mas tanto um como outro milagre são sinais de que Jesus – através de quem o trigo foi feito, e é quem sustenta e permite seu crescimento – está se movendo de maneira incomum, e que seu Reino, há muito prometido, está avançando.

Fonte: Cristianismo Hoje / Jornal Gospel News

Rivaldo agradece a Deus por período em que esteve na Angola

“Financiei a construção de uma igreja para esta nação, aonde tenho certeza que será lugar de adoração e de milagres”, escreve o jogador
O pentacampeão Rivaldo está em clima de despedida de Angola, país da costa ocidental da África.
Apesar de Campeonato Angolano Girabola 2012 em quarto lugar, o jogador diz que o ano foi positivo para sua carreira e chegou a ser escolhido como o melhor jogador estrangeiro do campeonato.
Mas o que realmente o marcou em 2012 foi a construção de uma nova igreja no país.
“Com todo o meu coração, financiei a construção de uma igreja para esta nação, aonde tenho certeza que será lugar de adoração e de milagres, muito feliz por ter deixando minha marca aqui.
Angola entrou em minha vida de uma forma muito especial, estou fazendo outros projetos, fora de campo aqui. E quero ter um vínculo com essa nação”, escreveu Rivaldo em seu blog.
Em foto com as crianças angolanas, o atleta também se despediu pelo twitter: ” Momentos especiais com as crianças hoje. Obrigado Deus, por este ano mais que especial”.
No texto publicado no blog, Rivaldo conta que está tentando um visto de residência e que também está tentando comprar uma casa lá.
“Angola foi um marco em minha vida, posso dizer que aprendi muito neste lugar e estou indo embora feliz, com uma grande bagagem na minha vida profissional e espiritual. Este propósito foi cumprido, e sei que viram muitos outros. Pois hoje tenho uma aliança com essa nação”, acrescenta.

Fonte: Guiame / Jornal Gospel News

Lei “anti-conversão” na Índia perde força e os cristãos/evangélicos comemoram e pedem oração

Os que professam a fé em Jesus Cristo na Índia tem por parte da população composta de seguidores de milhares de “deuses” uma perseguição dura a ponto de matar os cristãos/evangélicos por crer no evangelho do Senhor. Mas Deus está trabalhando nesta nação, uma lei “anti-conversão” está sendo enfraquecida no país.
Uma lei “anti-conversão” sancionada no Estado de Himachal Pradesh, comumente usada por extremistas hindus para impedir que pessoas se convertessem ao cristianismo, foi parcialmente derrubada, após uma contestação legal promovida pelos cristãos.
A Associação Evangélica da Índia alegou que as disposições da Lei Religiosa de Himachal Pradesh, de 2006, são desiguais. Por exemplo, aqueles que querem se converter ao cristianismo são listados em um registro público. Esses dados foram verificados por extremistas hindus, que rastreiam, perseguem e até assassinam novos cristãos. Mas, se outros cidadãos querem se tornar hindus não precisam, no entanto, divulgar sua escolha.
Evangelistas também enfrentaram falsas acusações conversões forçadas de hindus e que, devido às alegações foram presos e brutalmente agredidos.
Agradeça a Deus pela decisão da alta corte do Estado que, considerando tais aspectos da lei, julgou-a inconstitucional. O caso agora vai para o Supremo Tribunal indiano, onde se espera que extremistas hindus exerçam forte pressão para que a ação seja anulada. Ore para que isso não aconteça, e para que os direitos dos novos cristãos na Índia prevaleçam. Interceda pela liberdade de cada servo do Senhor, em meio à perseguição.
-Veja um dos milhares de testemunhos do que Deus através do seu filho e amado Jesus já operou e continua operando na vida dos cristãos e no país da Índia e comente…

Com informação Portas Abertas

Fonte: Jornal Gospel News

31 outubro – “Dia da Reforma Protestante”. Conheça a história

A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, protestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas.
Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeus provocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, e estendendo-se pela Suíça, França, Países Baixos, Reino Unido, Escandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.
O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e os reformados ou protestantes, originando o Protestantismo.
Pré-Reforma
A Pré-Reforma foi o período anterior à Reforma Protestante no qual se iniciaram as bases ideológicas que posteriormente resultaram na reforma iniciada por Martinho Lutero.
A Pré-Reforma tem suas origens em uma denominação cristã do século XII conhecida como Valdenses, que era formada pelos seguidores de Pedro Valdo, um comerciante de Lyon que se converteu ao Cristianismo por volta de 1174. Ele decidiu encomendar uma tradução da Bíblia para a linguagem popular e começou a pregá-la ao povo sem ser sacerdote. Ao mesmo tempo, renunciou à sua atividade e aos bens, que repartiu entre os pobres. Desde o início, os valdenses afirmavam o direito de cada fiel de ter a Bíblia em sua própria língua, considerando ser a fonte de toda autoridade eclesiástica. Eles reuniam-se em casas de famílias ou mesmo em grutas, clandestinamente, devido à perseguição da Igreja Católica Romana, já que negavam a supremacia de Roma e rejeitavam o culto às imagens, que consideravam como sendo idolatria.
No seguimento do colapso de instituições monásticas e da escolástica nos finais da Idade Média na Europa, acentuado pelo Cativeiro Babilônico da igreja no papado de Avignon, o Grande Cisma e o fracasso da conciliação, se viu no século XVI o fermentar de um enorme debate sobre a reforma da religião e dos posteriores valores religiosos fundamentais.
No século XIV, o inglês John Wycliffe, considerado como precursor da Reforma Protestante, levantou diversos questionamentos sobre questões controversas que envolviam o Cristianismo, mais precisamente a Igreja Católica Romana. Entre outras idéias, Wycliffe queria o retorno da Igreja à primitiva pobreza dos tempos dos evangelistas, algo que, na sua visão, era incompatível com o poder político do papa e dos cardeais, e que o poder da Igreja devia ser limitado às questões espirituais, sendo o poder político exercido pelo Estado, representado pelo rei. Contrário à rígida hierarquia eclesiástica, Wycliffe defendia a pobreza dos padres e os organizou em grupos. Estes padres foram conhecidos como “lolardos”. Mais tarde, surgiu outra figura importante deste período: Jan Huss. Este pensador tcheco iniciou um movimento religioso baseado nas ideias de John Wycliffe. Seus seguidores ficaram conhecidos como Hussitas.
Razões políticas na Reforma
– A Reforma protestante foi iniciada por Martinho Lutero, embora tenha sido motivada primeiramente por razões religiosas, também foi impulsionada por razões políticas e sociais os conflitos políticos entre autoridades da Igreja Romana e governantes das monarquias européias, tais governantes desejavam para si o poder espiritual e ideológico da Igreja e do Papa, muitas vezes para assegurar o direito divino dos reis;
– Práticas como a usura eram condenadas pela ética católica romana, assim a burguesia capitalista que desejava altos lucros econômicos sentiria-se mais “confortável” se pudesse seguir uma nova ética religiosa, adequada ao espírito capitalista, necessidade que foi atendida pela ética protestante e conceito de Lutero de que a fé sem as obras justifica (Sola fide);
– Algumas causas econômicas para a aceitação da Reforma foram o desejo da nobreza e dos príncipes de se apossar das riquezas da igreja romana e de ver-se livre da tributação papal que, apesar de defender a simplicidade, era a instituição mais rica do mundo, se ainda não o é. Também na Alemanha, a pequena nobreza estava ameaçada de extinção em vista do colapso da economia senhorial. Muitos desses pequenos nobres desejavam às terras da igreja. Somente com a Reforma, estas classes puderam expropriar as terras;
– Durante a Reforma na Alemanha, autoridades de várias regiões do Sacro Império Romano-Germânico pressionadas pela população e pelos luteranos, expulsavam e mesmo assassinavam sacerdotes católicos das igrejas, substituindo-os por religiosos com formação luterana;
– Lutero era radicalmente contra a revolta camponesa iniciada em 1524 pelos anabatistas liderados por Thomas Münzer, que provocou a Guerra dos Camponeses. Münzer comandou massas camponesas contra a nobreza imperial, pois propunha uma sociedade sem diferenças entre ricos e pobres e sem propriedade privada, Lutero por sua vez defendia que a existência de “senhores e servos” era vontade divina, motivo pelo qual eles romperam. Lutero escreveu posteriormente: “Contras as hordas de camponeses (…), quem puder que bata, mate ou fira, secreta ou abertamente, relembrando que não há nada mais peçonhento, prejudicial e demoníaco que um rebelde”.
Após a Guerra dos Camponeses os anabatistas continuaram sendo perseguidos e executados em países protestantes, por exemplo, a Holanda e Frísia, massacraram aproximadamente 30.000 anabatistas nos dez anos que se seguiram a 1535.
Reforma
Na Alemanha, Suíça e França
No início do século XVI, o monge alemão Martinho Lutero, abraçando as idéias dos pré-reformadores, proferiu três sermões contra as indulgências em 1516 e 1517. Em 31 de outubro de 1517 foram pregadas as 95 Teses na porta da Catedral de Wittenberg, com um convite aberto ao debate sobre elas. Esse fato é considerado como o início da Reforma Protestante.
Essas teses condenavam a “avareza e o paganismo” na Igreja, e pediam um debate teológico sobre o que as indulgências significavam. As 95 Teses foram logo traduzidas para o alemão e amplamente copiadas e impressas. Após um mês se haviam espalhado por toda a Europa.
Após diversos acontecimentos, em junho de 1518 foi aberto um processo por parte da Igreja Romana contra Lutero, a partir da publicação das suas 95 Teses. Alegava-se, com o exame do processo, que ele incorria em heresia. Depois disso, em agosto de 1518, o processo foi alterado para heresia notória. Finalmente, em junho de 1520 reapareceu a ameaça no escrito “Exsurge Domini” e, em janeiro de 1521, a bula “Decet Romanum Pontificem” excomungou Lutero. Devido a esses acontecimentos, Lutero foi exilado no Castelo de Wartburg, em Eisenach, onde permaneceu por cerca de um ano. Durante esse período de retiro forçado, Lutero trabalhou na sua tradução da Bíblia para o alemão, da qual foi impresso o Novo Testamento, em setembro de 1522.
Extensão da Reforma Protestante na Europa.
Enquanto isso, em meio ao clero saxônio, aconteceram renúncias ao voto de castidade, ao mesmo tempo em que outros tantos atacavam os votos monásticos. Entre outras coisas, muitos realizaram a troca das formas de adoração e terminaram com as missas, assim como a eliminação das imagens nas igrejas e a ab-rogação do celibato. Ao mesmo tempo em que Lutero escrevia “a todos os cristãos para que se resguardem da insurreição e rebelião”. Seu casamento com a ex-freira cisterciense Catarina von Bora incentivou o casamento de outros padres e freiras que haviam adotado a Reforma. Com estes e outros atos consumou-se o rompimento definitivo com a Igreja Romana. Em janeiro de 1521 foi realizada a Dieta de Worms, que teve um papel importante na Reforma, pois nela Lutero foi convocado para desmentir as suas teses, no entanto ele defendeu-as e pediu a reforma. Autoridades de várias regiões do Sacro Império Romano-Germânico pressionadas pela população e pelos luteranos, expulsavam e mesmo assassinavam sacerdotes católicos das igrejas, substituindo-os por religiosos com formação luterana.
Toda essa rebelião ideológica resultou também em rebeliões armadas, com destaque para a Guerra dos camponeses (1524-1525). Esta guerra foi, de muitas maneiras, uma resposta aos discursos de Lutero e de outros reformadores. Revoltas de camponeses já tinham existido em pequena escala em Flandres (1321-1323), na França (1358), na Inglaterra (1381-1388), durante as guerras hussitas do século XV, e muitas outras até o século XVIII. A revolta foi incitada principalmente pelo seguidor de Lutero, Thomas Münzer, que comandou massas camponesas contra a nobreza imperial, pois propunha uma sociedade sem diferenças entre ricos e pobres e sem propriedade privada, Lutero por sua vez defendia que a existência de “senhores e servos” era vontade divina, motivo pelo qual eles romperam, sendo que Lutero condenou Münzer e essa revolta.
O Muro dos Reformadores. Da esquerda à direita, estátuas de Guilherme Farel, João Calvino, Teodoro de Beza e John Knox.
Em 1530 foi apresentada na Dieta imperial convocada pelo Imperador Carlos V, realizada em abril desse ano, a Confissão de Augsburgo, escrita por Felipe Melanchton com o apoio da Liga de Esmalcalda. Os representantes católicos na Dieta resolveram preparar uma refutação ao documento luterano em agosto, a Confutatio Pontificia (Confutação), que foi lida na Dieta. O Imperador exigiu que os luteranos admitissem que sua Confissão havia sido refutada. A reação luterana surgiu na forma da Apologia da Confissão de Augsburgo, que estava pronta para ser apresentada em setembro do mesmo ano, mas foi rejeitada pelo Imperador. A Apologia foi publicada por Felipe Melanchton no fim de maio de 1531, tornando-se confissão de fé oficial quando foi assinada, juntamente com a Confissão de Augsburgo, em Esmalcalda, em 1537.
Ao mesmo tempo em que ocorria uma reforma em um sentido determinado, alguns grupos protestantes realizaram a chamada Reforma Radical. Queriam uma reforma mais profunda. Foram parte importante dessa reforma radical os Anabatistas, cujas principais características eram a defesa da total separação entre igreja e estado e o “novo batismo”  (que em grego é anabaptizo).
Enquanto na Alemanha a reforma era liderada por Lutero, Na França e na Suíça a Reforma teve como líderes João Calvino e Ulrico Zuínglio .
João Calvino foi inicialmente um humanista. Foi integrante do clero, todavia não chegou a ser ordenado sacerdote romano. Depois do seu afastamento da Igreja romana, este intelectual começou a ser visto como um representante importante do movimento protestante. Vítima das perseguições aos huguenotes na França, fugiu para Genebra em 1533 onde faleceu em 1564. Genebra tornou-se um centro do protestantismo europeu e João Calvino permanece desde então como uma figura central da história da cidade e da Suíça. Calvino publicou as Institutas da Religião Cristã, que são uma importante referência para o sistema de doutrinas adotado pelas Igrejas Reformadas.
Os problemas com os huguenotes somente concluíram quando o Rei Henry IV, um ex-huguenote, emitiu o Édito de Nantes, declarando tolerância religiosa e prometendo um reconhecimento oficial da minoria protestante, mas sob condições muito restritas. O catolicismo romano se manteve como religião oficial estatal e as fortunas dos protestantes franceses diminuíram gradualmente ao longo do próximo século, culminando na Louis XIV do Édito de Fontainebleau, que revogou o Édito de Nantes e fez de Roma a única Igreja legal na França. Em resposta ao Édito de Fontainebleau, Frederick William de Brandemburgo declarou o Édito de Potsdam, dando passagem livre para franceses huguenotes refugiados e status de isenção de impostos a eles durante 10 anos.
Ulrico Zuínglio foi o líder da reforma suíça e fundador das igrejas reformadas suíças. Zuínglio não deixou igrejas organizadas, mas as suas doutrinas influenciaram as confissões calvinistas. A reforma de Zuínglio foi apoiada pelo magistrado e pela população de Zurique, levando a mudanças significativas na vida civil e em assuntos de estado em Zurique.
No Reino Unido
O curso da Reforma foi diferente na Inglaterra. Desde muito tempo atrás havia uma forte corrente anticlerical, tendo a Inglaterra já visto o movimento Lollardo, que inspirou os Hussitas na Boémia. No entanto, ao redor de 1520 os lollardos já não eram uma força ativa, ou pelo menos um movimento de massas.
Embora Henrique VIII tivesse defendido a Igreja Romana com o livro Assertio Septem Sacramentorum (Defesa dos Sete Sacramentos), que contrapunha as 95 Teses de Martinho Lutero, Henrique promoveu a Reforma Inglesa para satisfazer as suas necessidades políticas. Sendo este casado com Catarina de Aragão, que não lhe havia dado filho homem, Henrique solicitou ao Papa Clemente VII a anulação do casamento. Perante a recusa do Papado, Henrique fez-se proclamar, em 1531, protetor da Igreja inglesa. O Ato de Supremacia, votado no Parlamento em novembro de 1534, colocou Henrique e os seus sucessores na liderança da igreja, nascendo assim o Anglicanismo. Os súditos deveriam submeter-se ou então seriam excomungados, perseguidos e executados, tribunais religiosos foram instaurados e católicos foram obrigados à assistir cultos protestantes, muitos importantes opositores foram mortos, tais como Thomas More, o Bispo John Fischer e alguns sacerdotes, frades franciscanos e monges cartuchos. Quando Henrique foi sucedido pelo seu filho Eduardo VI em 1547, os protestantes viram-se em ascensão no governo. Uma reforma mais radical foi imposta diferenciando o anglicanismo ainda mais do catolicismo romano.
Seguiu-se uma breve reação romana durante o reinado de Maria I (1553-1558). De início moderada na sua política religiosa, Maria procura a reconciliação com Roma, consagrada em 1554, quando o Parlamento votou o regresso à obediência ao Papa. Um consenso começou a surgir durante o reinado de Elizabeth I. Em 1559, Elizabeth I retornou ao anglicanismo com o restabelecimento do Ato de Supremacia e do Livro de Orações de Eduardo VI. Através da Confissão dos Trinta e Nove Artigos (1563), Elizabeth alcançou um compromisso entre o protestantismo e o catolicismo romano: embora o dogma se aproximasse do calvinismo, só admitindo como sacramentos o Batismo e a Eucaristia, foi mantida a hierarquia episcopal e o fausto das cerimônias religiosas.
A Reforma na Inglaterra procurou preservar o máximo da Tradição Romana (episcopado, liturgia e sacramentos). A Igreja da Inglaterra sempre se viu como a ecclesia anglicanae, ou seja, A Igreja cristã na Inglaterra e não como uma derivação da Igreja de Roma ou do movimento reformista do século XVI. A Reforma Anglicana buscou ser a “via média” entre Roma e o protestantismo.
Em 1561 apareceu uma confissão de fé com uma Exortação à Reforma da Igreja modificando seu sistema de liderança, pelo qual nenhuma igreja deveria exercer qualquer autoridade ou governo sobre outras, e ninguém deveria exercer autoridade na Igreja se isso não lhe fosse conferido por meio de eleição. Esse sistema, considerado “separatista” pela Igreja Anglicana, ficou conhecido como Congregacionalismo. Richard Fytz é considerado o primeiro pastor de uma igreja congregacional, entre os anos de 1567 e 1568, na cidade de Londres. Por volta de 1570 ele publicou um manifesto intitulado As Verdadeiras Marcas da Igreja de Cristo. Em 1580 Robert Browne, um clérigo anglicano que se tornou separatista, junto com o leigo Robert Harrison, organizou em Norwich uma congregação cujo sistema era congregacionalista, sendo um claro exemplo de igreja desse sistema.
Na Escócia, John Knox (1505-1572), que tinha estudado com João Calvino em Genebra, levou o Parlamento da Escócia a abraçar a Reforma Protestante em 1560, sendo estabelecido o Presbiterianismo. A primeira Igreja Presbiteriana, a Church of Scotland (ou Kirk), foi fundada como resultado disso.[48]
Nos Países Baixos e na Escandinávia
A Reforma nos Países Baixos, ao contrário de muitos outros países, não foi iniciado pelos governantes das Dezessete Províncias, mas sim por vários movimentos populares que, por sua vez, foram reforçados com a chegada dos protestantes refugiados de outras partes do continente. Enquanto o movimento Anabatista gozava de popularidade na região nas primeiras décadas da Reforma, o calvinismo, através da Igreja Reformada Holandesa, tornou a fé protestante dominante no país desde a década de 1560 em diante. No início de agosto de 1566, uma multidão de protestantes invadiu a Igreja de Hondschoote na Flandres (atualmente Norte da França) com a finalidade de destruir as imagens católicas, esse incidente provocou outros semelhantes nas províncias do norte e sul, até Beeldenstorm, em que calvinistas invadiram igrejas e outros edifícios católicos para destruir estátuas e imagens de santos em toda a Holanda, pois de acordo com os calvinistas, estas estátuas representavam culto de ídolos. Duras perseguições aos protestantes pelo governo espanhol de Felipe II contribuíram para um desejo de independência nas províncias, o que levou à Guerra dos Oitenta Anos e eventualmente, a separação da zona protestante (atual Holanda, ao norte) da zona católica (atual Bélgica, ao sul).
Teve grande importância durante a Reforma um teólogo holandês: Erasmo de Roterdã. No auge de sua fama literária, foi inevitavelmente chamado a tomar partido nas discussões sobre a Reforma. Inicialmente, Erasmo se simpatizou com os principais pontos da crítica de Lutero, descrevendo-o como “uma poderosa trombeta da verdade do evangelho” e admitindo que, “É claro que muitas das reformas que Lutero pede são urgentemente necessárias.”. Lutero e Erasmo demonstraram admiração mútua, porém Erasmo hesitou em apoiar Lutero devido a seu medo de mudanças na doutrina. Em seu Catecismo (intitulado Explicação do Credo Apostólico, de 1533), Erasmo tomou uma posição contrária a Lutero por aceitar o ensinamento da “Sagrada Tradição” não escrita como válida fonte de inspiração além da Bíblia, por aceitar no cânon bíblico os livros deuterocanônicos e por reconhecer os sete sacramentos. Estas e outras discordâncias, como por exemplo, o tema do Livre arbítrio fizeram com que Lutero e Erasmo se tornassem opositores.
Catedral luterana em Helsinque, Finlândia.
Na Dinamarca, a difusão das idéias de Lutero deveu-se a Hans Tausen. Em 1536 na Dieta de Copenhaga, o rei Cristiano III aboliu a autoridade dos bispos católicos, tendo sido confiscados os bens das igrejas e dos mosteiros. O rei atribuiu a Johann Bugenhagen, discípulo de Lutero, a responsabilidade de organizar uma Igreja Luterana nacional. A Reforma na Noruega e na Islândia foi uma conseqüência da dominação da Dinamarca sobre estes territórios; assim, logo em 1537 ela foi introduzida na Noruega e entre 1541 e 1550 na Islândia, tendo assumido neste último território características violentas.
Na Suécia, o movimento reformista foi liderado pelos irmãos Olaus Petri e Laurentius Petri. Teve o apoio do rei Gustavo I Vasa, que rompeu com Roma em 1525, na Dieta de Vasteras. O luteranismo, então, penetrou neste país estabelecendo-se em 1527. Em 1593, a Igreja sueca adotou a Confissão de Augsburgo. Na Finlândia, as igrejas faziam parte da Igreja sueca até o início do século XIX, quando foi formada uma igreja nacional independente, a Igreja Evangélica Luterana da Finlândia.
Em outras partes da Europa
Na Hungria, a disseminação do protestantismo foi auxiliada pela minoria étnica alemã, que podia traduzir os escritos de Lutero. Enquanto o Luteranismo ganhou uma posição entre a população de língua alemã, o Calvinismo se tornou amplamente popular entre a etnia húngara. Provavelmente, os protestantes chegaram a ser maioria na Hungria até o final do século XVI, mas os Esforços da Contra-Reforma no século XVII levaram uma maioria do reino de volta ao catolicismo romano.
Fortemente perseguida, a Reforma praticamente não penetrou em Portugal e Espanha. Ainda assim, uma missão francesa enviada por João Calvino se estabeleceu em 1557 numa das ilhas da Baía de Guanabara, localizada no Brasil, então colônia de Portugal. Ainda que tenha durado pouco tempo, deixou como herança a Confissão de Fé da Guanabara. Por volta de 1630, durante o domínio holandês em Pernambuco, a Igreja Cristã Reformada (Igreja Protestante na Holanda) instalou-se no Brasil. Tinha ao conde Maurício de Nassau como seu membro mais ilustre. Esse período se encerrou com a guerra de Restauração portuguesa. Na Espanha, as ideias reformadas influíram em dois monges católicos: Casiodoro de Reina, que fez a primeira tradução da Bíblia para o idioma espanhol, e Cipriano de Valera, que fez sua revisão,[61] originando a conhecida como Biblia Reina-Valera.
Consequências
Massacre de São Bartolomeu.
Imediatamente após o início da Reforma Protestante, a Igreja Católica Romana decidiu tomar medidas para frear o avanço da Reforma. Realizou-se, então, o Concílio de Trento (1545-1563), que resultou no início da Contrarreforma ou Reforma Católica, na qual os Jesuítas tiveram um papel importante. A Inquisição e a censura exercida pela Igreja Romana foram igualmente determinantes para evitar que as ideias reformadoras encontrassem divulgação em Portugal, Espanha ou Itália, países católicos.
O biógrafo de João Calvino, o francês Bernard Cottret, escreveu: “Com o Concílio de Trento (1545-1563)… trata-se da racionalização e reforma da vida do clero. A Reforma Protestante é para ser entendida num sentido mais extenso: ela denomina a exortação ao regresso aos valores cristãos de cada “indivíduo””. Segundo Bernard Cottret, “A reforma cristã, em toda a sua diversidade, aparece centrada na teologia da salvação. A salvação, no Cristianismo, é forçosamente algo de individual, diz mais respeito ao indivíduo do que à comunidade”, diferente da pregação romana que defende a salvação na igreja.
O principal acontecimento da contra-reforma foi o Massacre da noite de São Bartolomeu. As matanças, organizadas pela casa real francesa, começaram em 24 de Agosto de 1572 e duraram vários meses, inicialmente em Paris e depois em outras cidades francesas, vitimando entre 70.000 e 100.000 protestantes franceses (chamados huguenotes).

Fonte: Wikipédia / Jornal Gospel News

Em resposta à crise de violência, PMs de Cristo lançam campanha de oração

Campanha “Ore Pela sua Polícia” vixa estabelecer uma cobertura de oração e jejum pelo período de
52 dias em favor da vida dos homems e mulheres que integram a força policial
Um grupo de cerca de trinta pastores representando diversas denominações evangélicas esteve ontem no Quartel General da Polícia Militar, em São Paulo, para o lançamento da campanha “Ore Pela sua Polícia”, idealizada pela Associação PMs de Cristo em parceria com igrejas de São Paulo. O comandante geral da Polícia Militar, Coronel Hudson Camilli, também esteve presente.
A campanha, que coincide com a onda de ataques contra policiais militares, visa estabelecer uma cobertura de oração e jejum pelo período de 52 dias em favor da vida dos homens e mulheres que integram a força policial e pelo reestabelecimento da paz social no Estado.
“Neste momento de sobressalto, faremos o que Neemias fez quando da destruição dos muros de Jerusalém: 52 dias de jejum e oração. Nós vamos pedir a Deus pela vida dos policiais que se arriscam todos os dias para proteger a sociedade, que são como aquele muro que guardava Jerusalém. A palavra de Deus diz: se O buscarmos de todo o coração, Ele nos atenderá”, afirmou o presidente dos PMs de Cristo, Capitão Joel Rocha, durante o evento.
O subcomandante da Polícia Militar, Coronel Hudson Camilli, destacou a importância da iniciativa da associação. “Eu parabenizo os PMs de Cristo por mais este gesto de amor e solidariedade em favor dos nossos policiais. Por intermédio desta campanha, nós todos vamos nos colocar de joelhos para que Deus ajude cada policial em sua missão”, declarou Camilli.
“O homem sabe que toda autoridade vem de Deus, mas quando você atinge certo patamar na instituição, começa a acreditar que pode resolver tudo sozinho. Nós devemos considerar sempre nossa dependência do Criador. No evento de hoje fizemos um gesto simbólico que mostra que estamos entregando a Ele todos os nossos problemas”, completou.
Igrejas e pessoas que desejam interceder pela causa podem participar da campanha de oração se cadastrando por meio do site www.pmsdecristo.org.br.
Participação das igrejas
Os pastores presentes, que estiveram representando diversas denominações, também se colocaram à disposição para contribuir no fortalecimento da campanha e multiplicar a mensagem junto à comunidade evangélica, propagando seus objetivos de jejum e oração.
O pastor batista Márcio Alexandre de Moraes Santos, diretor de Ministérios da Rádio Trans Mundial, ressaltou que sua denominação já mobilizou igrejas em todo Estado para oração e jejum em favor da corporação, e que outras denominações estão fazendo o mesmo.
“A campanha de oração e jejum será a nossa resposta espiritual para a situação que vivenciamos hoje. Nós, enquanto povo evangélico, não podemos deixar a Polícia Militar desamparada, mas caminhar com ela segundo os princípios de Deus”, afirmou o Coronel Alexandre Terra, vice-presidente da associação PMs de Cristo.

Fonte: Jornal Gospel News

Cantor mostra ousadia Internacional: “Evangelizar em outras nações não é orgulho ou egocentrismo de minha parte”

Após 3 anos se dedicando a pregação além de ter cantado na banda Memuji, Manú Castro procura parceria com gravadora para mostrar seu Chamado e novo trabalho com amplitude internacional. O estilo musical será a música Cristã de louvor e adoração, através de um projeto exclusivo no meio gospel. A proposta é tornar mais que um Ministério de Louvor e Adoração, mas usar artifícios para chamar atenção de ateus e doutrinar conforme a Bíblia ensina.
“Evangelizar em outras nações não é orgulho ou egocentrismo de minha parte, mas sim confirmação do que Deus já falou através de Profetas”, disse o cantor, compositor e percussionista Manú Castro demonstrando o que recebeu desde seu batismo no Espírito Santo.
É com esta certeza que busca uma parceria sólida e estruturada com uma gravadora ou produtora gospel para um novo e diferenciado trabalho musical. Manú Castro já possui o nome do Ministério de Louvor, estratégias de evangelização, formas de trabalho e conceitos de mercado para este atual trabalho. Quando produzia e cantava na banda Memuji conseguiu obter conhecimento da área fonográfica sem perder o crescimento pessoal nos trabalhos seculares. “O nome já foi escolhido, a logomarca está em fase de criação, o site iremos fazer no início do próximo ano, toda a estratégia bíblica de evangelização já foi modelada e por último a base do trabalho de Marketing para a gravadora em relação à banda também está pronto, já que estamos falando, principalmente para que o parceir o tenha um retorno, de mercado gospel… A certeza de que Deus me usará até em outras nações não é pelo conhecimento adquirido, até porque foi Deus que deu para um propósito específico. Mas sim porque tive que me esvaziar do ‘Eu’ para deixar que Ele crescesse em mim, podendo participar de várias experiências espirituais com Deus alimentando minha Fé a cada dia”, completou o cantor que já recebeu convite até para participar da maior banda de “louvadeira” do Brasil, o Ministério LouvaDeus.
É com este ritmo diferenciado que em 2006 a banda Memuji nascia na cidade de Brasília, tendo tudo para crescer no mercado gospel nacional. O grupo de ritmo diferente teve seus trabalhos parados por direcionamento divino: “Pensei estar fazendo a coisa certa com a banda em funcionamento, mas Deus queria tratar meu caráter e minha alma para se tornar um adorador dele”.
Logo depois de ser batizado no Espírito Santo Manú investiu na pregação Bíblica, mas sem parar com trabalhos seculares. Em 2009 lançou os Ministérios O Começo do Fim e Revivart Ministry. “O Ministério O Começo do Fim foi criado para auxiliar meu Chamado de Pregação, Ministérios Evangelísticos e também ajudar missões e missionários. Já o Revivart Ministry foi através de um sonho desde 1996 quando vi o filme ‘Toy Story’ e decidi falar de Jesus algum dia através de filmes e games”, disse o cantor.
Mesmo com o passar dos anos o músico não esquecia os planos em voltar a cantar. “O desenho desta parceria já venho alimentando há muito tempo, mas sempre deixando Deus direcionar, pois o Chamado não é meu é de Deus… e é justamente por isso que vai acontecer no tempo Dele e não no meu tempo. Lembro-me quando um Profeta disse uma vez: ‘Não pare de cantar, não pare de adorar, pois é doce nos ouvidos de Deus’. Isso me marcou muito! Após este acontecimento Deus me deu uma música que fala sobre isso”.
Os principais alvos desta nova missão serão o evangelismo para pessoas que não acreditam na Bíblia, Ateus e Desviados do Evangelho. “Até para quem é desviado da Casa de Deus é necessário cuidado no re-evangelizar, pois muitos estão frustrados com a primeira experiência com Deus… mas infelizmente é porque a igreja de hoje esqueceu o que é o verdadeiro evangelismo bíblico e usa apenas artifícios e bênçãos materiais para atrair fieis” falou Manú Castro ao mostrar seu anseio nesta nova fase ministerial.
A gravadora parceira poderá entrar em contato com o cantor para receber mais dados sobre o Ministério de Louvor. Está sendo sugerido o início dos trabalhos de pré-produção para início do próximo ano.
Por: Nara Raquel Melo
Press Noticiando – Assessoria de Comunicação

Fonte: Jornal Gospel News

E ele passou a ver

 

“Imediatamente, algo como escamas caiu dos olhos de Saulo e ele passou a ver novamente. Levantando-se, foi batizado” (Atos 9:18 NVI)

…E ele passou a ver…

Saulo, perseguidor ferrenho de Cristãos, profundo conhecedor da Lei, no caminho de Damasco encontrou-se inesperadamente com a Glória do Senhor.

O Cristo brilhou para Saulo com tamanha intensidade que o mundo, para ele, se tornou escuro e sem vida. Saulo, literalmente, ao se encontrar com Cristo fechou seus olhos para todas as demais coisas.

Assim, com os olhos fechados, olhando somente para Cristo permaneceu até que o Senhor determinasse. E quando Ananias, impelido pelo Espirito o tocou, como que escamas caíram dos olhos de Saulo, que novamente podia ver.

Agora que seus olhos espirituais se tinham aberto; Agora que esses olhos já tinham contemplado a Glória de Deus. Seus olhos carnais poderiam ser restituídos.

Saulo que antes, desconhecendo a Glória de Cristo, não poderia olhar para o alvo. Agora, com seus olhos espirituais abertos, sabia exatamente para que lado voltar seus olhos carnais. Deus lhe abriu os olhos espirituais, e tão logo isso aconteceu, seus olhos carnais se voltaram para os campos missionários.

Saulo já não era mais o mesmo, agora ele havia sido comissionado pelo próprio Deus às nações.
Agora Paulo, agora preso, agora Livre. Agora, por fim, livre para ser preso. O Senhor o envia para levar a luz que cega os olhos a todos os cantos da Terra. O Senhor o envia como um vaso de barro que leva em seu interior o ofuscante ouro da mensagem do Evangelho da Salvação.

“Eu o livrarei do seu próprio povo e dos gentios, aos quais eu o envio para abrir-lhes os olhos e convertê-los das trevas para a luz, e do poder de Satanás para Deus, a fim de que recebam o perdão dos pecados e herança entre os que são santificados pela fé em mim”. (Atos 26:17, 18 NVI)

Que seus olhos espirituais, como os de Saulo, sejam abertos ao se depararem com a Glória de Cristo.
Que vejas os campos que já estão brancos para ceifa.

Em Cristo, vosso servo e correspondente da missão Portas Abertas,
Irmão William

 

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DEUS USA TAMBÉM E-MAIL

Deus, eu estou cansado de escrever e-mails aqui na terra para Pastores de Igrejas grandes pedindo Ajuda, assim que resolvi escrever este e-mail Direto para ti. Sei que nunca me deixaria sem resposta das minhas orações e agora deste e-mail que envio aqui do Chile para a Sala do Trono.
Estamos hoje Senhor completando 11 meses no Chile, dia 25 de Outubro, não estou lembrando nada ao Senhor, pois tu nunca tem se esquecido deste dia.
Sabe Deus, perdoa pelo que escrevi durante estes 11 meses aos homens aqui na terra, homens que se dizem serem teus servos, homens que dizem serem teus filhos, mas homens que não tem o teu coração na Missão, não adianta clamar a eles.
Senhor, nestes 11 meses tenho escrito e-mail a pessoas conhecidas e também a desconhecidas, algumas destas pessoas nos respondem com educação, aqui coloco as últimas palavras de uma grande igreja: “Caros irmãos, no momento não poderemos atender sua solicitação”. Mas tem outra coisa que doe na nossa alma Pai, são aqueles que nem respostas enviam. Não nos trate assim Senhor como estes homens que não amam a Obra Missionária.
Os homens aqui na terra estão muito ocupados Senhor com as coisas daqui, com areia e cimento, com prego e fio de luz, com cerâmica e azulejos. Eles estão fazendo lindas construções, mas não se importam de responder e-mails Missionários como os meus, não é que não sei escrever, eu sempre escrevo bem, mas o resultado tem sido nada, vazio, silêncio.
Pai, esses pastores também entram na internet, mas só conversam com o seus círculos fechados de amigos, outros entram colocando seu perfil off-line, para que ninguém os veja. Graças a ti Senhor, que tu nunca se esconde, nunca esconde teu rosto de nós, nunca estas oculto, nunca esta off-line, mas sempre online, sempre propicio, sempre disposto.
Deus Grande! Estou enviando este e-mail Direto para ti, no teu endereço eletrônico, obrigado por revelar a mim o teu e-mail pessoal. É tão bom escrever para ti, pois ao instante tu já vais lendo cada palavra à medida que vou teclando. Na tua Palavra encontro um texto sagrado que diz: “E será que antes que clamem eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei”. (Isaías 65.24)
Deus se alguém encontrar este e-mail circulando na internet, e ficar sabendo que nós precisamos de ajuda para nossa Missão, se tu não Enviar é o teu nome que esta em jogo, é a tua gloria que ficaria sem testemunho. O meu nome próprio não é nada, mas o teu nome é Grande. O tua Fidelidade é à base do teu trono. O meu nome no idioma grego significa “Amigo de Deus”, mas o que significa meu nome ai no teu trono?
Estou no Chile como Missionário por que tu me enviaste para aca, estava bem lá no Brasil, mas, tu achaste melhor que eu voltasse a esta terra, onde já havia vivido 6.333 dias. Agora eu quero saber Meu Deus a Formula para ganhar esta cidade de Padre Hurtado inteira para ti, são 51 mil habitantes? Não vou ler nenhum livro de outros pastores de como cresceram em outros lugares, queremos que tu nos revele a Formula especial para este lugar e para este tempo.
Oh, Senhor, escrever este e-mail para ti é como usar um Chat, já ouço a resposta, não quero apagar a frase que disse antes, nem posso, ela já foi, já esta diante do teu trono.
Sinto a tua resposta dizendo 51 mil é muito pequeno, pode colocar um zero na direita. 510 mil habitantes, isso? Sim, isso é o que ouvi de ti agora.
Deus, cada vez que escrevi para grandes catedrais e para grandes pastores eles não me responderam, assim são os homens aqui na terra.
Eles tiram os ombros fora de qualquer compromisso Missionários, eles fecham os ouvidos ao nosso clamor, eles fecham as mãos e se negam ajudar em nossas finanças. Eles dizem: Eu não o enviei, assim que se vire.
Mas tu oh Deus dos Céus e da terra não eres assim. Entrega para nós o nosso Sustento, não estabelecemos quantidade, pode ser como tu queres fazer. Tu podes usar aquelas pessoas pequenas e até mesmo pobres para nos ajudar aqui no Chile, dá-nos uma prova este final de ano de depósitos chegando à nossa conta, de pessoas que nem conhecemos Senhor. Mas também pode usar o empresário, aquele que pode nos doar um carro para a Missão, é a tua Obra que esta precisando. Queremos um Furgão H1 da Hyundai 2013.
Senhor, precisamos o pão nosso de cada dia e os recursos para a tua obra. Sim, tua Obra vem primeira. Precisamos um Terreno Espaçoso e se tiver alguma construção encima melhor ainda. Esse terreno amplo é para o Centro de Alegria. Já que tens aprovado este nome e dado tua Palavra gloriosa em cada culto, agora permita-nos receber da tua mão este Terreno amplo e no lugar estratégico que tu sabe onde é. Estaria bem para ti Senhor, um Hectare?
Oh, Deus toca nos corações de nossos compatriotas, sempre no Natal e no final de ano os Missionários são esquecidos dos homens. Mas eu não quero ser esquecido por ti.
Tudo o que tenho já, foi tu quem me deu. Tudo que sei fazer foste tu que colocaste no meu coração, a Palavra, a Sabedoria. Não deixa perder meu tempo com os homens, ensina-me a escrever e-mails para ti, me responde logo que chegar ai no trono da tua graça.
Quero ter esse lugar pertinho do teu Trono, quero que nos envie anjos, muitos anjos, aqueles que providenciariam o cordeiro para o sacrifício de Abraão. Quero aquele anjo que fez sair agua do osso da queixada, para Sansão. (Juízes 15.19) “Então Deus fendeu uma cavidade que estava na queixada; e saiu dela água, e bebeu; e recobrou o seu espírito e reanimou-se; por isso chamou aquele lugar: A fonte do que clama que está em Leí até ao dia de hoje”.
Deus querido envia aquela Provisão que mandasse para Elias e por causa daquele pão Elias caminhou 40 dias sem fatigar-se.
Deus eu quero que teu nome seja conhecido aqui em Padre Hurtado – Chile, mas não quero voltar de um culto e não pensar no que vou comer amanha, não pensar como vamos pagar nossas contas de aluguel, compras, luz, agua e internet. Não deixa faltar o nosso sustento hoje.
Meu Deus! Ontem compramos um frango de 2.600 Kg e paguei quase 20 Reais, Senhor esta tão caro aqui no Chile nossa alimentação, e o dinheiro até ontem era tão pouco, mas tu podes fazer Milagres e Maravilhas, tu podes enviar Carne como enviasse a Elias.
Hoje mesmo receberei resposta deste e-mail por que tu não tardas em responder, nem teus ouvidos estão fechados ao meu clamor.
Teófilo, teu filho Missionário. Ah! Teu amigo também.

Fonte: Jornal Gospel News