- Ivone é Professora e Consultora em Educação, de Niterói/RJ.
Tem 16 livros publicados. Promove palestras, cursos e treinamento em todo o território nacional e no exterior.
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- Ivone é Professora e Consultora em Educação, de Niterói/RJ.
Tem 16 livros publicados. Promove palestras, cursos e treinamento em todo o território nacional e no exterior.
[...] que Pilatos, depois de outros infortúnios, foi finalmente levado ao suicídio. Por: Ivone Boechat Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa [...]
[...] ensinados do SENHOR; e a paz de teus filhos será muito grande.” Is 54:13 Por: Ivone Boechat Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa [...]
[...] O ANO NOVO sempre é uma caixa misteriosa de oportunidades, dias, novidades, lágrimas, esperanças, guardada com 365 papéis, longe da curiosidade humana. Por mais que se esforcem para olhar, além dos minutos que os rodeiam, a visão está nublada por empecilhos das noites e das dúvidas. Somente as horas se encarregam de abrir as páginas da vida. A eternidade do tempo, sem medida nem conta, caiu na balança dos homens e desbotou-se na ferrugem de sua limitação. O ano ficou velho! É uma vingança deste ser, consciente da mortalidade, sobre o imorrível ANO NOVO, sempre. Não importam os calendários velozes e passageiros. A peregrinação pela estrada da vida conduz ao intransferível fim. Morre-se com os segundos. É necessário, portanto, repensar o tempo e recriar a vida. Ambos caminham imprevisíveis e horizontais. Quando as flores se curvam ao peso do orvalho ou se cansam do colorido jardim; quando os pássaros se confundem na revoada e nos cantos, há prenúncios de transformações e mudança. Nada ficou velho: os vôos se reabastecem na distância, as vozes se afinam em lágrimas, e as flores adormecem em pétalas, junto aos caules, para alimentar o resplandecer dos botões. Neste ANO NOVO, que se faça o balanço das atitudes, subtraindo, na contabilidade da vida os fatores geradores de débitos para com o próximo. Na prestação de contas deste ano, que os prejuízos sejam pagos em doze novas prestações de amor. Por: Ivone Boechat Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa Colunista [...]
[...] vida espiritual, ou seja, você precisa atualizar o programa da sua tv a cabo. Por: Ivone Boechat Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa [...]
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[...] Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa Colunista : Familia [...]
[...] do livro Educar para a Felicidade- 1999) Por: Dra.Ivone Boechat PhD – Psicologia da educação Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa [...]
[...] morreu, evidentemente, sem receber a extrema unção, abandonado pelo clero. Por: Ivone Boechat Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa [...]
[...] que o Natal seja uma oportunidade de profunda reflexão sobre o momento atual. Por: Ivone Boechat Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa [...]
[...] NATAL! Pra comemorar sua iniciativa audaz, cante bem alto: “tudo é paz”. Por: Ivone Boechat Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa [...]
[...] pensar: – no cemitério. Ela também passou a frequentar os velórios! Por: Ivone Boechat Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa [...]
[...] Foi por inveja que a primeira família que se tem notícia foi parar na manchete policial do Éden. É um poderoso vírus que desarmoniza o cérebro e o homem pode perder o rumo de sua história, se não souber usar, desde muito cedo, o antivírus da educação. Na coleção de ensinamentos do livro da sabedoria, em Provérbios 14:30, há uma advertência: “O sentimento sadio é vida para o corpo, mas a inveja é podridão para os ossos”. Os ossos do invejoso não são resistentes. O invejoso não pára em pé, tropeça o tempo todo no sucesso dos outros! Segundo o dicionário Aurélio, “A inveja é o desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem. Desejo violento de possuir o bem alheio”. Como educar para administrar a inveja? A inveja atua no ramo das paixões. As paixões desnorteiam. Segundo Crabb “O ciúme teme perder o que possui; a inveja sofre ao ver o outro possuir o que quer para si”. Já a psicanalista austríaca Melanie Klein (1882-1960) diz que “As origens da inveja derivam da agressão constitucional”. O ser humano traz no seu kit de sobrevivência fatores de enfraquecimento da self. São os chamados pontos fracos. É preciso aprender a administrá-los. Klein diferenciou inveja, ganância e ciúme como manifestações do instinto agressivo. A ciência descobriu que há um lugar no cérebro onde atua a inveja. Pela primeira vez uma pesquisa científica mostrou onde ela e o shadenfreude – palavra alemã que dá nome ao sentimento de prazer que o invejoso experimenta ao presenciar o infortúnio do invejado – são processados na mente humana. Então, quanto mais cedo se educar, melhores poderão ser os resultados. A criança chega à escola, quase um bebê, e ai da humanidade que não tem uma escola que educa: aquela que só ensina a procurar o valor de X. As músicas, as histórias e as atividades lúdicas abrem espaço para aulas admiráveis sobre a arte de viver. É só planejar. Mãos à obra! A inveja provoca a cegueira e desperta a ganância. Conta-se que um dia a inveja e a ganância passeavam de mãos dadas. De repente, tropeçaram numa lâmpada maravilhosa e de lá saiu um gênio. Ele foi logo perguntando: – Quem são vocês? A inveja bateu no peito e disse: – Sou a inveja. Estou caminhando com minha amiga ganância. E o gênio pergunta? – Quem é a mais velha, você ou a ganância? – Eu, disse a inveja, eu nasci primeiro. E o gênio virou-se para a inveja e disse: – Você pode pedir tudo o que você quiser. Entendeu? Tudo. Só que eu darei em dobro para a ganância aquilo que você pedir. A inveja pensou, pensou, pensou e disse: – Fura um olho meu. Muita gente perde ótimas oportunidades pela vida afora, porque ficou o tempo todo contabilizando o que o outro tem. Fica imaginando um jeito de prejudicar, explorar, de tomar, de se comparar. O invejoso não é só invejoso! É fingido também. Para não despertar tanta inveja nos outros, evite contar suas vitórias retumbantes, conte suas lutas diárias! O invejoso ficará mais aliviado com suas dores na sobrevivência. Há um ditado popular que diz: “Não grite sua felicidade tão alto, a inveja tem sono leve.” Não dê relatório do seu patrimônio financeiro nem cultural, seja simples. Inveja de rico talvez seja pior do que inveja de pobre. O rico finge que não viu e sofre, porque você conseguiu o seu charme. Aí começa a esnobar, contar vantagem. Fantasia-se para o carnaval social e vai cheio de brilhos e paetês na comissão de frente! O pobre não disfarça, vê e sofre, empina o nariz, cultiva complexos. Ambos perturbam, desgastam, estressam. Comece agora mesmo um novo jeito de viver! Nunca compare o que você tem hoje com o que o outro tem. Compare o que você tem hoje com o que você não tinha ontem. Nunca olhe para as conquistas alheias e se esqueça das suas. Nunca finja que não viu os talentos, dons e virtudes do outro. Comece agora a treinar para elogiar o próximo vitorioso. Planeje sua vida para melhorar, pelo menos, 1% todo dia! Tire a lupa de cima dos defeitos e erros do seu vizinho, do amigo, do colega de trabalho. Faça um balanço diário, com avaliação de suas atitudes por onde você caminha e influencia. Por: Ivone Boechat Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa Colunista [...]
[...] Os maiores dragões do Século XXI – a informação e o som, mal usados, já começaram a refletir na educação do imaginário da humanidade: os homens pensam que o mundo está um caos, tornam-se retransmissores de tudo o que é ruim e aí os transtornos de comportamento vão se instalando e interferindo, profundamente, na harmonia e no bem estar da sociedade global. O jornalismo de grande parte do Planeta especializou-se em selecionar notícias trágicas. Há muitas pessoas viciadas na droga da violência. O século XXI chegou distribuindo: senhas, controle remoto, sites, games, pílulas da felicidade, reposição hormonal… Este é o tempo. As pessoas que aí estão, são as pessoas deste tempo. Os valores, os paradigmas, os parâmetros, os conceitos, as definições são como o caleidoscópio: depende de quem o movimenta. Os cientistas prometem abrir o “livro da vida”, curar a maioria das doenças e melhorar sensivelmente a qualidade de vida. Já foi descoberto o segredo de contra-ataque aos radicais livres e criada a dieta antiferrugem. Pode-se viver melhor e mais, porém, o avanço da ciência permitiu que se globalizasse o mal, com exclusividade, em tempo real. As neuroses – resultado da leitura equivocada das experiências vividas – evoluíram com o homem. Nunca, como hoje, em toda a história da vida no Planeta, as emoções humanas foram tão evidentemente tocadas. No momento da seleção da notícia, optou-se por ver o mal, o feio, o indigno. Tudo isto sempre existiu, só que, hoje, em segundos, vê-se em cores, luzes e movimento. O mundo não está pior, está mais informado do pior. A humanidade vê exposta a pobreza, fruto de analfabetismos. A pior guerra e a que mais prejuízos traz à saúde humana, é a guerra de informações. Infelizmente, a seleção do fato obedece à prioridade das tragédias: quanto pior, melhor como notícia. As pessoas viciadas, tomam e fazem questão de tomar uma overdose diária de notícias péssimas e há aquelas que já sofrem da síndrome de ausência da violência. Sofrem com a sociofobia desta nova Era. O educador não tem como acabar com a violência, o que a educação pode fazer é ajudar a reduzir o gosto por ela. O homem conquistou tudo o que sonhou e vive assustado com a dimensão da própria obra. A sociedade necessita de alfabetizadores para os múltiplos analfabetismos, urgentemente. É preciso ensinar ao homem desta Era, que ousa brincar tão ardentemente de deus, a ler, interpretar e administrar as próprias emoções. Procuram-se digitadores da informática humana, técnicos capazes de ensinar a autoestimulação dos hormônios que formam o padrão químico do bem estar. Fazer a leitura correta do momento em que se vive é inteligência. Os analfabetos virtuais se confundem na multidão com todo tipo de analfabeto. São pessoas que não se adaptaram às mutações e não fizeram delas seu universo de felicidade. O futuro é hoje, amanhã não existe e passado não é o que passou, é o que ficou do passado. As depressões e decepções daqueles que foram educados para viver, num tempo que já não existe, vão contaminando os que chegam à procura de paradigmas, de caminhos e soluções. Aqueles interferem e fazem tropeçar a geração atual. Tudo hoje é rápido, perto e quase perfeito. Isto requer, lógico, pessoas preparadas para comandar as clonagens, a agricultura transgênica, o turismo espacial, as empresas transnacionais, as universidades virtuais, os transmercados da globalização, os transplantes. A comunicação já implantada e os que se prepararam para serem melhores, mais rápidos e perfeitos não têm do que reclamar. O perfil do educador que pode implantar a EDUCAÇÃO PARA UM MUNDO POSSÍVEL é: competente emocional, gestor do tempo, gestor de informações, sentinela da verdade, líder, empreendedor, guardião das tradições brasileiras. Além, evidentemente, de estar sempre pronto para mudar, aprender, ousar, correr riscos e moderar. Por: Ivone Boechat Conheça nossa Colunista Confira mais artigos da nossa Colunista [...]
O artigo Ética do Cristão no Século XXI, é muito oportuno, faz-se cada vez mais necessário que cuidemos de viver mais, de sermos mais cautelosos em nossas ações e palavras, a fim de que, nossa pregação tenha eco.