Danilo Franco assina contrato com a Fluve/Som Livre e já anuncia novo single

O cantor está de casa nova! Recentemente, ele assinou contrato com a Fluve/Som Livre, distribuição digital das Organizações Globo. Danilo diz que isso aconteceu em um momento muito especial da sua vida e carreira: “A vida é feita de ciclos e eu vivo um novo ciclo, quando começo a experimentar novas oportunidades, me reposicionando para viver plenamente o que Deus tem projetado para mim. Fazer parte do cast da Fluve é uma oportunidade incrível para alçar voos mais altos, viver novas experiências e realizar novos sonhos.”

Danilo compartilha que sua expectativa é que cada projeto e cada música que for lançada leve uma mensagem de encorajamento e fé para as pessoas.

Durante os três anos de carreira, são seis músicas lançadas, sendo dois feats. Uma das músicas mais marcantes foi “Meu Milagre” título do EP que Danilo gravou com a amiga e cantora Michelle Nascimento. Seu último lançamento foi “Resposta de oração”, feat. Ton Carfi, que traz uma mensagem especial sobre a oração dos pais em favor dos filhos.

Para Danilo Franco, trabalhar com pessoas que acreditam no seu ministério é um privilégio e uma grande honra. “As pessoas que, de algum modo, fazem parte da minha história, e as experiências que tive foram fundamentais para que eu estivesse preparado para este novo tempo. Eu sou muito grato a Deus pela oportunidade de trabalhar com tantos profissionais competentes, que me colocam sempre nos melhores lugares, que me impulsionam a ser melhor a cada dia. Eu me dedico com profissionalismo e amor para corresponder à altura a esta confiança”, declara o cantor.

O Brasil conheceu o talento do baiano Danilo Franco quando ele participou da quinta temporada do The Voice Brasil (2016), reality show exibido pela Rede Globo. Com sua voz marcante, ele conquistou o júri na terceira noite de audições às cegas. Os jurados, Lulu Santos, Carlinhos Brown, Michel Teló e Claudia Leitte, viraram as cadeiras para o talento do baiano que, naquela ocasião, escolheu ficar no time de Claudia Leitte.

O cantor ainda tem muita coisa boa para mostrar. Dia 27 de março será o seu próximo lançamento, agora, pela Fluve/Som Livre, “Confio em Deus”, em todas as plataformas digitais. Aguardem! 

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Por Ana Paula Costa
Jornalista e Assessora de Imprensa Al Agenciamentos
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Raony Farsura participou do programa Tribo Melodia

Em entrevista à rádio Melodia, do Rio de Janeiro, cantor falou sobre os vários aspectos da sua vida

No sábado, 15 de fevereiro de 2020, o cantor e compositor Raony Farsura foi o convidado especial do Tribo Melodia, um dos programas de maior audiência da rádio Melodia 97,5 FM (RJ) que é presentado pelo locutor Renato Bruno.

Raony, que faz parte do cast da gravadora Central Gospel Music, está há mais de oito meses consecutivos entre as TOP 10 na programação da rádio, com a canção “Chegou a Minha Vez”, o que lhe valeu o convite para participar do programa: “Esta foi uma oportunidade incrível que Deus me abriu para falar e cantar sobre Ele alcançando assim ainda mais vidas”, ressalta Raony.

Desde a sua inauguração em 1986, a Rádio Melodia lidera as pesquisas de audiência entre todas as emissoras evangélicas do Rio. A rádio está localizada na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ) e, atualmente, é a mais ouvida do Rio de Janeiro e também uma das mais ouvidas do Brasil, segundo dados do Ibope (www.melodia.com.br).

Conversando com o locutor Renato Bruno, Raony deu o seu testemunho, que é muito forte, e falou sobre seu ministério pastoral, sua carreira, vida com Deus, vida pessoal e gravadora. “Além de falar um pouco sobre mim, ministramos a Palavra de Deus por meio das canções e com exclusividade gravamos três músicas. Isso mesmo! Duas delas estão no álbum ‘Um novo tempo, um novo tudo’. São elas: ‘Chegou a minha vez’, ‘Me prostro aos Teus pés’ e um medley com músicas já conhecidas do público. Gravamos essas três versões acústicas, tudo com exclusividade para a rádio Melodia. Ao longo da entrevista, essas três músicas foram tocadas e foi uma bênção, pois recebemos muitas mensagens de ouvintes de toda parte do país testemunhando que contemplaram a presença de Deus pela Palavra e louvores.”

Raony contou sobre os preparativos para o lançamento de um novo single em março e disse que está muito feliz por já ter feito tantas coisas neste curto espaço de tempo de 2020: “Graças a Deus, começamos o ano com tudo! Ser entrevistado em uma das maiores emissoras de rádio do país com milhares de ouvintes não só pelo Brasil, mas também pelo mundo, por meio das redes sociais, foi algo muito significativo para mim. Justamente por ter essa oportunidade de alcançar vidas com essa mensagem que tenho vivido e experimentado no Senhor, seguimos firmes e focados nEle, cumprindo o IDE ”, o cantor compartilha com alegria.

Raony Farsura disse que a sua participação foi uma oportunidade que Deus lhe deu para que, por meio do seu testemunho e das suas músicas, milhares de pessoas pudessem ouvir sobre o amor incondicional que Ele tem por todos e que tivessem a oportunidade de estar mais perto dEle.

“Agradeço primeiramente a Deus por esta missão que Ele me deu. Tenho imenso prazer em servi-lo. Vejo que tudo valeu a pena, os desafios, os obstáculos, as lutas para chegarmos onde estamos hoje com mais maturidade e mais enraizados na visão de Cristo. Fiquei muito feliz mesmo por ter participado do Tribo Melodia como indivíduo, profissional da música, cantor e ministro da Palavra. Agradeço à direção da rádio nas pessoas do Fábio Silva, do Marcelo Silva, ao querido locutor Renato Bruno, e todos que integram a equipe desta rádio. Que Deus os abençoe cada dia mais. E que estejamos sempre juntos nesta missão em JESUS. Vocês são especiais para mim.” (Raony Farsura.)

Confira os últimos lançamentos em videoclipes de Raony Farsura:

Chegou a minha vez” (curta-metragem e clipe oficial):

Traz o céu aqui”: 

Ouça via streaming: http://smarturl.it/RaonyFarsura

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Por Ana Paula Costa
Jornalista e Assessora de Imprensa Raony Farsura
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Camila Campos lança single autoral e videoclipe “Culto de Fogo”

Culto de Fogo” é uma canção autoral que faz parte do projeto “Camila Campos Live”, com 11 faixas, gravado ao vivo na noite de 24 de outubro de 2019. A gravação aconteceu na Comunidade Evangélica Nova Vida, bairro Bandeirantes, Belo Horizonte (MG), onde Camila e sua família congregam. Com entrada franca, o evento lotou a igreja com admiradores do trabalho ministerial e profissional da cantora.

Camila enfatiza que a chave desta música é a busca pelo Espírito Santo, algo extremamente importante em sua vida. “Nessa canção, eu queria mesmo retratar um culto de pentecostes (Atos 2.1-3). É cheia do poder de Deus que estarei apta para adorar, profetizar e ministrar. Deus é tudo em mim. Eu gosto de celebrar o Senhor quando estou cantando, porque entendo que a presença do Espírito Santo nos enche de muita alegria e energia. Ele é grandioso, maravilhoso e incrível!”

O single tem uma pegada pop rock, o estilo musical de Camila Campos, valorizando a composição e as artes da gravação, para que “o produto final oferecido a Deus e ao público tenha excelência”. A cantora conta que um dos seus cuidados e pedidos a Deus para este trabalho foi que ela conseguisse manter o entrelaço entre o espiritual e o profissional de modo totalmente harmônico e completivo. E o que se pode constatar é que o objetivo foi alcançado.

Culto de Fogo” é uma música cheia de energia, que mexe com o coração das pessoas de modo contagiante, levando-as a um louvor vibrante: “É o Espírito Santo que nos enche deste prazer de celebrar a Deus nas diversas nuanças da música. As pessoas sentem uma energia alegre, animada, que lhes impulsiona a dançar e pular enquanto louvam. E esta canção mostra que a presença do Senhor em nós afasta qualquer tristeza. Quando permitimos a ação do Espírito Santo em nós, a alegria está sempre presente. Por isso, temos de celebrar”, pontua a cantora.

O videoclipe mostra uma plateia totalmente participativa e envolvida com a canção e sua intérprete. Com todo seu carisma e entusiasmo, sua alegria e seu timbre, Camila contagiou os participantes, que cantaram e dançaram “Culto de Fogo” do começo ao fim com a mesma disposição e alegria.

Marcos Roberto assina a produção musical do álbum “Camila Campos Live”, que contou com participações muito especiais de Weslei Santos, Juninho Afram, Regis Danese e Pregador Luo, amigos da cantora que abrilhantaram esse trabalho.

 Ouça via streaming: https://orcd.co/eekjmee

Conecte-se com Camila Campos por meio dos canais:
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Loja: www.camilacampos.com/loja
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Por Ana Paula Costa
Jornalista e Assessora de Imprensa Camila Campos
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Rafaela Baptista lança seu segundo single intitulado “Glória nas alturas”

Canção glorifica a Deus reconhecendo toda a sua soberania e majestade 

Com muito talento, determinação e carisma, Rafaela Baptista, a menina que cantou pela primeira vez aos sete anos de idade, lança seu segundo single nos primeiros dois meses de 2020. Depois de “Flui em mim”, lançado no dia 10 de janeiro em todas as plataformas digitais e no YouTube com um videoclipe, agora é a vez de “Glória nas alturas”, também nas plataformas digitais, pela Fluve/Som Livre, em parceria com a AL agenciamentos, da qual Rafaela é agenciada. Vale ressaltar, que até o fechamento desta edição, a faixa “Flui em Mim”, alcançou mais de 9 mil audições na plataforma Spotify. (Confira: https://tinyurl.com/rl3o3r5.)

Rafaela e a canção “Glória nas alturas” é um caso de amor à primeira vista, ou, ao primeiro ouvir. Ela conta que assim que a ouviu, em espanhol, “Glória en lo alto”, na voz de Christine D’Clario, logo pensou: “Tenho de versionar esta canção em português. O Brasil precisa cantar isso!” Ela diz que a melodia combinada com a mensagem traz uma atmosfera de gratidão e alegria que contagia e completa: “Já consigo imaginar a igreja reunida dando glória ao nome do Senhor com esta música!

A composição é de Andy Squyres, músico, ministro de louvor e compositor da Carolina do Norte (EUA), cuja primeira versão foi de Christine D’Clario, uma das mais expressivas vozes da América Latina. Rafaela explica a mensagem de “Glória nas alturas”: “Esta é uma canção maravilhosa, que toca o nosso coração profundamente ao falar do quanto Cristo foi humilhado para nos dar a Salvação. A música fala do privilégio que, nEle, temos de nascer de novo, em espírito, para desfrutar uma vida que somente Ele pode nos dar, plena aqui e eterna no porvir. Fala do quanto Deus nos amou, da vitória de Jesus sobre o pecado e da sua graça derramada sobre nós. ‘Glória nas alturas’ também, ou principalmente, é um tributo a este Deus de amor, por isso, é um cântico de gratidão, que glorifica a Deus reconhecendo toda a sua soberania e majestade. É uma canção alegre, de boas-novas e celebração!

A voz melódica, limpa e harmoniosa de Rafaela alcança as pessoas levando-as para um lugar de adoração e entrega a Deus muito particular. Embora seja uma canção para milhares de pessoas, cada uma sente esse toque a seu modo. E Rafaela diz que isso acontece porque cada adorador se aproxima de Deus a seu modo. “A música é um condutor, um instrumento de aproximação, mas as pessoas se deixam levar e são conduzidas a Deus conforme a própria personalidade. Temos o mesmo Pai, mas cada filho tem sua identidade.”

Como direção geral de Ângelo Luiz, da AL Agenciamentos, “Glória nas alturas” teve as vozes gravadas no Studio Oficina de Louvor, de João Marcos Lopes, em Niterói, e os arranjos no Studio Judá, de Marcelo Rocha, ambos no Rio de Janeiro (RJ). A Produção musical e o backing vocal teve a excelência de João Marcos Lopes. Arranjos e teclados ficaram com Marcelo Rocha e violões e guitarras com Felipe Rosa; mixagem e masterização, a cargo de Marcelo Rocha. Fotografia: Saullo Moreira.

Eu desejo ardentemente que ao ouvir e cantar ‘Glória nas alturas’, você celebre sua vida e sua Salvação em Jesus dando a Ele toda glória e honra. E que aqueles que ainda não experimentaram este amor e esta graça imensuráveis sejam contagiados e atraídos a Jesus. Que, assim, vivam a alegria plena do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, nosso resgatador esperado! O desejado de todas as nações!” (Rafaela Baptista.)

Foto by Saullo Moreira

A canção já está em destaque na playlistNovidades Religiosas” do Spotify: https://open.spotify.com/playlist/37i9dQZF1DX7ROOw5S4Xdq?si=r_uIGXg-T1eGV7mBF4gkiQ

Ouça via streaming: https://fluve.lnk.to/GloriaNasAlturas

 

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Por Ana Paula Costa
Jornalista e Assessora de Imprensa Al Agenciamentos
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Em feat. com Bruna Karla, Ton Carfi lança “Eu Sou” – definindo a filiação dos que creem

 

Ton Carfi lança, pela Som Livre, “Eu Sou”, com a participação muito especial da cantora Bruna Karla. Este é mais um single, com o respectivo videoclipe, do Projeto “Tríade”. Composta por Tiago Cardoso, a canção traz uma mensagem sobre a filiação em Deus e o desafio de nunca perdê-la. “O tema central é o resgate dessa filiação que, às vezes, a religiosidade tirou de muitos por algum erro que cometeram, mas o erro não anula a nossa filiação. É levar todos a entenderem e tomarem posse do que a Palavra de Deus diz sobre essa filiação: todo aquele que crer em Jesus Cristo recebe o poder de se tornar filho de Deus (João 1.12); a partir daí, ele vai se comportar como filho. E filhos erram, mas o Pai perdoa e não os lança fora”, explica Ton Carfi.

A produção geral deste single é de Eduardo Prado, A&R Som Livre. Os integrantes da banda são: Cleverson Silva (bateria), Ted Furtado (baixo), Andy Morais (teclado), Ed Oliver e Jesiel Oliveira (guitarras e violões);  Karina Carfi, Rodrigo Mozart e Jéssica Augusto (vocalistas). A produção musical é de Ed Oliver e do vídeo ficou com Anselmo Troncoso.

Ton Carfi diz que a repercussão do “Tríade” tem sido excelente, tanto de comentários nas redes sociais quanto das pessoas mais próximas dele, que comentam sobre o  estilo mais congregacional que ele imprimiu nesse trabalho. “Esse foi o nosso propósito desde o início. Sempre buscamos mostrar músicas que nos levem para próximo de Deus em um estilo bem igreja mesmo, mas, claro, sem perder a identidade artística que o trabalho também exige. A Som Livre é uma empresa respeitada e estar com ela é um privilégio. O segredo é unir o profissionalismo e o espiritual, mesmo porque, para honrar a Deus, temos de fazer o nosso melhor a cada dia”, declara Ton.

Sobre a participação de Bruna Karla em “Eu Sou”, Ton Carfi se diz honrado pelo fato de a cantora ter aceitado o seu convite para gravar com ele e confessa ser admirador do trabalho dela. Eles se encontraram quando ambos participavam de uma missão no Sertão do Piauí. Ela lhe disse o quanto admirava o trabalho dele e era abençoada pelos seus louvores. Como a recíproca é verdadeira, ele viu a oportunidade para o convite, embora ele não tenha ocorrido naquela ocasião. “Bruna Karla é uma cantora cujo ministério tem alcançado muitas nações e eu sou um admirador dela, da sua voz, sua música e seu ministério. Como nos falamos naquele dia no Piauí, aproveitei esse gancho e depois lhe enviei uma mensagem falando sobre o Projeto Tríade e perguntei se ela aceitava gravar uma canção comigo. Bruna topou de imediato e eu fiquei muito honrado de poder tê-la gravando comigo. E a canção está muito, muito linda”, conta o cantor.

Além dos seus trabalhos em língua portuguesa, Ton Carfi pretende gravar algo em espanhol, visto que, na América Latina, somos o único país cuja população, como um todo, ainda não fala espanhol. “Eu acredito que, se gravar em espanhol, vou alcançar pessoas de vários países, até do Sul dos Estados Unidos, onde muitos falam espanhol”, compartilha entusiasmado.

A carreira de Ton Carfi tem sido muito elogiada. Por sua voz, performance, sonoridade e qualidade, ele é considerado um dos artistas mais completos do segmento gospel. Ele agradece os elogios e declara: “Eu agradeço a todos que me incentivam. Sei que faço um bom trabalho porque sei QUEM me capacita. Eu busquei muito exercer os meus talentos com excelência, pois tudo o que nos vem à mão para fazer, temos de realizar como para o Senhor. Então, estudei e me dediquei muito, mas todo talento vem de Deus. Não podemos nos gloriar em nossas próprias capacidades. Por isso, porque reconheço que todo dom perfeito vem de Deus, elevo a Ele a honra, a glória e o louvor.”

O desejo de Ton é que todos que ouvirem a canção “Eu Sou” possam entender o real significado da filiação em Deus: “Você foi comprado por alto preço; é filho de Deus! Entenda a sua filiação em Jesus Cristo, não se venda por nada e nunca deixe ninguém tirá-la de você. Entenda quem você é em Deus e tudo vai dar certo em sua vida. Deus te abençoe!” 

Confira a canção “Eu Sou” feat. Bruna Karla nas plataformas digitais: https://voceadora.lnk.to/Eu_Sou_Ao_Vivo

 

Por Ana Paula Costa
Assessoria Gospel Som Livre – Você Adora
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Em seu segundo single, Ministério Essence canta a fundamental presença de Deus

O segundo lançamento do Ministério Essence, intitulado “Tu és o meu respirar”, foi gravado no dia 11 de dezembro de 2019 e lançado no dia 31 de janeiro de 2020, pela Fluve/Som Livre. O single foi gravado no Estúdio Riomar, Barra da Tijuca (RJ), com a participação especial do coral da Igreja Shema. A produção musical ficou a cargo de Wagner Derek; Josias Medrado cuidou dos arranjos vocais e da regência do coral.

A composição de Lucas Moruchi fala do momento em que uma pessoa se dá conta de que está tentando viver de modo independente de Deus, pensando que administra a própria vida, mas que, na verdade, está apenas seguindo a multidão como mera repetidora de rotinas e modismos. “Sem Deus, a vida perde o brilho e a alegria. Tudo se torna repetitivo e cansativo. Nessa hora, entendemos que devemos abandonar nosso orgulho e correr para os braços do nosso Pai, para o lugar de onde jamais deveríamos ter saído: sua presença. Afinal, somos filhos e Deus é o nosso respirar! Ele nos deu o sopro da vida e habita em nós”, explica Moruchi.

Lucas conta que eles ficaram muitos satisfeitos com o resultado do primeiro single, “Me faz um contigo”, lançado em novembro de 2019, entretanto, percebendo que poderiam ir além, buscaram um novo nível técnico de execução com as escolhas dos acordes e dinâmica da música, ressaltando ainda mais todo o potencial de voz da Rebeca. “Contudo, do ponto de vista da profundidade da letra e da entrega durante a execução da música, entendo que mantivemos a mesma essência de ‘Me faz um contigo’. A nossa essência é Jesus”, afirma Lucas. Ele ainda diz que acrescentaram um momento especial no final da canção, captando uma adoração mais espontânea e íntima da banda durante a gravação em estúdio.

O primeiro single do Essence alcançou 100 mil visualizações em menos de uma semana de lançamento. Essa repercussão foi e continua sendo algo extraordinário para a banda e a igreja. Até o momento, o primeiro clipe “Me faz um Contigo”, ultrapassou mais de 266 mil visualizações (www.youtube.com/watch?v=ShJQ6jin45U). Lucas frisa que, quando iniciaram esse projeto para atender ao chamado de Deus, não tinham a dimensão do que Ele faria. Sorrindo, ele externa grande alegria e diz que estão como quem sonha, mas que também entendem o crescimento proporcional da responsabilidade que isso implica. “Precisamos manter a essência da nossa adoração intocada e vibrante mesmo em meio a tantas atividades e compromissos. Estamos certos de que mantendo os olhos em Cristo, nossa essência, viveremos todos os sonhos de Deus para o nosso ministério”, assegura Lucas.

Os integrantes da banda foram unânimes em dizer o quanto se sentem capacitados por Deus para exercerem os seus dons. Eles contam que a gravação dos instrumentos foi realizada sem praticamente qualquer correção ou repetição e que as ideias fluíam naturalmente: “A execução transcorreu sem percalços e todos nos maravilhamos com o resultado. Cada execução era uma surpresa maravilhosa! Sentíamos o Senhor nos surpreendendo a cada gravação. Louvado seja o Senhor!”, diz Alyson Silva, o pastor da banda.

O clipe teve produção de Daniel Lima e equipe e foi gravado na Igreja Shema, onde os integrantes congregam. De acordo com Moruchi, a ideia foi “transportar as pessoas para dentro do nosso culto, para que pudessem experimentar a intensidade da adoração demonstrada pela banda e pelas pessoas presentes”.

Não importa a circunstância que você esteja passando. Mesmo que a rotina o esteja consumindo, há uma solução, a única capaz de levá-lo a um lugar de descanso, de paz e alegria. Deus, o Todo-Poderoso que nos deu o sopro da vida e que habita em mim e em você está no controle de tudo. Você não precisa caminhar sozinho. Corra para os braços do Pai e admita que precisa dEle. Volte para o lugar da Sua presença e seja feliz.” (Ministério Essence.)

Ouça via streaming: https://Fluve.lnk.to/TuEsOMeuRespirar

Por Ana Paula Costa
Jornalista e Assessora de Imprensa Ministério Essence

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MÚLTIPLAS INTELIGÊNCIAS OU MÚLTIPLOS DONS?

 

Resultado de imagem para múltiplas inteligências

RESUMO
A finalidade deste trabalho é apresentar a Bíblia como referência e conclusão de qualquer assunto em discussão na pauta científica.
Mesmo respeitando a Teoria das Inteligências Múltiplas por sua contribuição pedagógica, outros importantes pesquisadores ganharam espaço e credibilidade, principalmente, aqueles que se aproximaram dos ensinamentos bíblicos. Nesta Era, vive-se um kit de Eras que se condensaram para confirmar: “O que é já foi; e o que há de ser também já foi…” Ec 3:15.
A humanidade continua reproduzindo e recriando a eterna Era do conhecimento que se iniciou no Jardim, sob recomendação: “Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” Gn 2:17. Parece não ser condenação, mas advertência. A árvore do conhecimento do bem e do mal poderia ser traduzida como “árvore da inteligência”. O ser humano estava na classe de alfabetização emocional do Jardim da Infância do Éden, soletrando as primeiras letras para fazer a tarefa do lar sobre o uso da inteligência. A incompetência emocional o impediu de escolher racionalmente entre o bem e o mal. Foi reprovado. Contextualizando o diálogo Criador-criatura: no dia em que produzires a bomba atômica, o avião, o carro, a guerra, as drogas, a violência… certamente morrerás… O aluno Adão matou a aula, fugiu da escola e foi conferir a Internet do mal. O analfabeto virtual digitou rápido, escondido, a palavra desobediência, a senha do inimigo. Caiu a conexão com o Provedor, porém, o celular tocou: “Adão, onde estás?” Adão já estava “fora da área… do bem”.
A Bíblia ensina: “A sabedoria é árvore da vida para os que dela lançam mão”. Pv 3:18 “Uma língua suave é arvore de vida”. Pv 15:4. “O desejo cumprido é árvore de vida”. Pv 13:12.
Etz significa “árvore”, mas também “estrutura”. Portanto, etz chaiym pode também ser entendida como “estrutura da vida”. A estrutura da vida são as emoções. As emoções são frutos da árvore da vida. “O fruto do justo é árvore de vida” Pv 11:30.

PALAVRAS-CHAVE: inteligência ? aprendizagem ? Bíblia – árvore do conhecimento – emoções, dons, ciberespaço.

1- INTRODUÇÃO
Etimologicamente a palavra inteligência vem do latim inter (entre) e legere (escolher). Inteligência é a habilidade de realizar de forma eficaz uma determinada tarefa. No Dicionário Aurélio , ser inteligente é: “… qualidade ou capacidade de compreender e adaptar-se facilmente”.
A Bíblia refere-se inúmeras vezes, de uma maneira muito clara à inteligência: “Como um homem pensa em seu coração assim ele é”. Pv 23:7. Davi conversou com Deus e suplicou: “As tuas mãos me fizeram e me formaram; dá-me inteligência para aprender os teus mandamentos”. Sl 119:73.
Sócrates (469?399 a.C), teve uma visão prevalente de inteligência como um raciocínio abstrato no campo da linguagem e da matemática. Platão ? (428 ou 427 a.C), e Aristóteles (384 ? 322 a.C) entenderam a inteligência como uma habilidade na lógica, na geometria e na argumentação.
Na sua Didática Magna, João Amós Comênio (1592-1670) propõe ensinar “tudo a todos, totalmente” (Omnes Omnia Omnimo). Isto encantou o filósofo René Descartes (1596-1650).
A partir da obra de Francis Bacon (1561-1626) Locke desenvolveu uma teoria para aperfeiçoar o uso do intelecto. Para Bacon: “A mente é o homem, e o conhecimento é a mente; um homem é apenas aquilo que ele sabe.”
John Locke (1632-1704) ao escrever o Ensaio sobre o entendimento humano, dizia que “o homem nascia sem dominar nenhuma forma de conhecimento e, somente com o passar dos anos, teria a capacidade de acumulá-lo”.
O conceito de inteligência foi aperfeiçoado pelo filósofo Herbert Spencer (1820-1903), pelo estatístico Karl Pearsone, e pelo primo de Darwin, gênio mundialmente conhecido, Sir Francis Galton. Eles introduziram as noções de mensuração, evolução e genética experimental no estudo da inteligência. Herbert Spencer falava de uma hierarquia das funções neurais em que um tipo básico de atividades se desenvolve através de estágios regularmente definidos, em formas mais altas e mais especializadas.
Em 1968, Benjamin S. Bloom publicou na Universidade da Califórnia o artigo “Aprendizagem para o domínio”, mostrando que de 90 a 95% dos alunos têm possibilidades de aprender tudo o que lhes for ensinado, desde que se lhes ofereçam condições para isso, e que preencham os pré-requisitos mínimos.
Para Bloom o tempo não importava, pois cada pessoa aprende num ritmo próprio. Pela primeira vez foi quebrado o dogma da velocidade, típico do conceito de inteligência. Pessoas vagarosas agora podiam ser incluídas entre os inteligentes, desde que atingissem os objetivos de aprendizagem. Surgiu a década do movimento chamado “Ensino baseado em competências” Esse movimento introduziu o conceito de modulação no processo instrucional.
Jean Piaget (1896-1980) é o fundador de uma nova área do saber, a epistemologia genética, cujo objetivo passa pela compreensão da natureza e da origem do conhecimento. Piaget abre uma nova perspectiva sobre o conhecimento e o pensamento humanos: “Inteligência é o mecanismo de adaptação do organismo a uma situação nova e, como tal, implica a construção contínua de novas estruturas”.
Para explicar o desenvolvimento intelectual, Jean Piaget, diz: “Os atos biológicos são atos de adaptação ao meio físico e organizações do meio ambiente, sempre procurando manter um equilíbrio”. Piaget – pressupõe que todas as crianças de uma determinada faixa etária, têm, em geral, as mesmas características.
Robert Sternberg (1949) assegura que:
“A inteligência antiga privilegia pessoas que se adaptam ao ambiente em que vivem, recebem boas notas na escola, fazem tudo o que pedem a elas, são muito obedientes, seguem as regras, colorem dentro das linhas do desenho. Os empreendedores de sucesso serão capazes de transformar o ambiente em que vivem para atingir seus propósitos de vida…”.

Outras formas de revelar a inteligência vão desabrochando no universo da humanidade. Ao finalizar seu livro “O milênio da Inteligência competitiva” (2002), Jerry P. Miller e o Business Intelligence Braintrust, são descritas previsões e projeções, indicando rumos da profissão de inteligência para os próximos anos. Assim, Miller sublinha a atual fase: “A empresa que está preocupada com a competição, provou Inteligência Competitiva”. Nos Estados Unidos, Competitive Intelligence é o significado para a maioria das utilizações de Inteligência no mundo corporativo.
Hoje, nesse ambiente ecossistêmico, já se vê claramente a inteligência coletiva. O pesquisador, filósofo, sociólogo e escritor francês, Pierre Lévy diz que “os seres humanos são incapazes de pensar só e sem o auxílio de qualquer ferramenta”: “É do equilíbrio entre a cooperação e a competição que nasce a Inteligência Coletiva”. O conceito de inteligência coletiva (IC) é, basicamente: “A partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado por todos os meios de comunicação”. Para Lévy, inteligência coletiva não é um conceito novo, pois desenvolveu?se à medida que a linguagem evoluiu. “O mundo das idéias é o ciberespaço, que permite a interconexão”.
A Bíblia registra um diálogo entre Jesus e Pedro que o educador traduz como uma linguagem muito atual no ciberespaço: “Pedro, tudo o que ligares na Terra, será ligado no céu…” Mt 16:19.

3 – INTELIGÊNCIA OU INTELIGÊNCIAS?
A inteligência emocional, alicerce da vida, está relacionada a habilidades tais como: reconhecer e administrar as próprias emoções; reconhecer as emoções dos outros também; motivar-se; ultrapassar as frustrações; perdoar-se para perdoar os outros; controlar impulsos; praticar gratificação prorrogada; incentivar pessoas, ajudando-as a serem eficazes e a produzir frutos… “Pois será como a árvore plantada junto às correntes das águas que dá seu fruto na estação própria…” Sl 1:3.

A expressão “Inteligência Emocional” cresceu popularmente com a publicação do livro Inteligência Emocional, de Daniel Goleman, em 1995, mas esse conceito já é alvo de pesquisas desde a década de 90, com a publicação de dois artigos em jornais acadêmicos, por Peter Salovey e John D. Mayer. (Bar-on, Parker, 2002 p.81)
Salovey e Mayer definiram a inteligência emocional em termos de: “ser capaz de monitorar e regular os sentimentos próprios e os de outras pessoas e de utilizar os sentimentos para guiar os pensamentos e as ações”.
A idéia de definir e mensurar a inteligência tem pouco mais de um século. Alfred Binet (1857/1911), – médico francês, e seu assistente Simon, classificaram dois tipos de inteligências: a lógico-matemática e a linguística ou verbal.
O teste do Q.I., criado por Binet e Simon testava a habilidade das crianças nas áreas verbal e lógica, já que os currículos acadêmicos dos liceus franceses enfatizavam, sobretudo, o desenvolvimento da linguagem e da matemática. Esse instrumento deu origem ao primeiro teste de inteligência, desenvolvido por Terman, na Universidade de Standford, na Califórnia: o Standford-Binet Intelligence Scale.
Os testes de Q.I. provêm de uma concepção de que o ser humano tem dimensões afetivas e cognitivas inatas que se mantém por toda vida como um software básico. Mesmo com a intervenção de Piaget (educador suíço, 1896-1980), ao afirmar que testes de Q.I. não permitiam pesquisa consistente sobre o desenvolvimento da mente. Durante anos e anos educadores discriminaram e privilegiaram inteligências.
Para o psicólogo americano, Howard Gardner, um dos mais importantes precursores da pesquisa sobre as inteligências múltiplas, a predisposição genética e as experiências vividas na infância podem favorecer os “computadores mentais”.
Gardner ? diz que crianças de uma determinada faixa etária podem estar em diferentes níveis de desenvolvimento, nas diversas áreas do conhecimento. Professor da Universidade Harvard, Gardner é considerado um dos “demolidores” do conceito de quociente de inteligência ? QI, de Alfred Binet. Gardner iniciou a formulação da idéia de “inteligências múltiplas” com a publicação da obra “The Shattered Mind”, 1975. Mais tarde conceituou a inteligência como: “Um potencial biopsicológico para processar informações que pode ser ativado num cenário cultural para solucionar problemas ou criar produtos que sejam valorizados numa cultura”.
Acompanhando o desempenho profissional de pessoas que haviam sido alunos fracos ou medíocres, Gardner se surpreende ao verificar que muitos obtiveram sucesso e viviam muito bem, o que não acontecia necessariamente com aqueles que haviam sido estudantes aplicados e tirado boas notas. Questionando o tipo de avaliação feita nas escolas, ele verificou que elas não incluíam capacidades que eram essenciais para a realização e a felicidade das pessoas.
Gardner demonstrou que as demais faculdades, desprezadas pela escola, também são produto de processos mentais. Para ele, “inteligência é uma capacidade de resolver problemas e elaborar produtos de valor num ambiente cultural ou comunitário”. Ele próprio, na ocasião, identificou as inteligências:
1. lógico-matemática – capacidade de realizar operações numéricas e de fazer deduções;
2. lingüística – habilidade de aprender idiomas e de usar a fala e a escrita;
3. espacial – disposição para reconhecer e manipular situações que envolvam apreensões visuais;
4. corporal-cinestésica – potencial para usar o corpo com o fim de resolver problemas ou fabricar produtos;
5. interpessoal – capacidade de se relacionar bem em sociedade;
6. intrapessoal – habilidade para se conhecer e usar o entendimento de si mesmo;
7. musical – aptidão para tocar, apreciar e compor padrões musicais;
8. naturalista – traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os objetos, fenômenos e padrões da natureza.

O professor Nilson José Machado, doutor em educação pela Universidade de São Paulo, onde leciona desde 1972, inclui a inteligência pictórica, presente em pessoas, como grandes pintores e artistas, que se comunicam com uma linguagem não-verbal.
Em 1964, Professor Luiz Machado, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), foi convidado a realizar estudos e pesquisas, na Universidade de Colúmbia, em Nova York, na categoria de visiting scholar (Professor/Pesquisador). Verificou o professor Machado que:
“A Bíblia, como outros livros sagrados para os religiosos que os seguem, pode ser encarada como um manual de uso do cérebro, ou melhor, de como mobilizar potencialidades humanas”. Podemos até dizer que são prescrições como, modernamente, a Emotologia, ? que é a verdadeira ciência do Ser Humano, ? faz para aqueles que a seguem. Assim, desse ponto de vista, a interpretação do conceito bíblico de fé é: firme fundamento das coisas que se esperam ? indica que precisamos ter objetivos claramente definidos e não duvidarmos que eles se transformarão em resultados; a prova das coisas que não se vêem ? temos aqui que os resultados esperados devem ser visualizados, sentidos, tocados com os sentidos da mente, pois o cérebro não distingue entre algo real de alguma coisa emotizadamente imaginada, isto é, empolgada com os sentidos da mente, com emoções”.

Luis Machado afirma que “Gardner parece ter confundido habilidade com inteligência”. Machado diz que “na verdade, o que Gardner chamou de inteligências são habilidades que estão englobadas nos dois grandes tipos de inteligência, a lógico-racional e a emocional, mas, não constituem, por si mesmas, tipos de inteligência”.
“A inteligência não é algo que existe pronto e, por isto mesmo, não tem sede. A inteligência é uma virtualidade, um virtualismo do organismo.”
Luiz Machado, Ph.D, Cientista Fundador da Cidade do Cérebro , pesquisador da inteligência, há mais de 40 anos, afirma que:
“Se fôssemos aceitar múltiplas inteligências, estaríamos regredindo às idéias do médico alemão Franz Joseph Gall (1758-1828), que criou a frenologia, segundo a qual o formato do crânio indicaria, logo abaixo, certas circunvoluções cerebrais (bossas) que dariam condições especiais de inclinações para determinados assuntos: lingüísticos (bossa para línguas), para matemática (bossa para matemática), para música (bossa musical) e assim por diante. A teoria de Gall foi bem aceita e, à época, eram poucos os médicos que não tinham em seus consultórios uma cabeça frenológica de porcelana. Essa teoria é mencionada hoje apenas para relato histórico, sem nenhuma validade científica.”

Daniel Goleman concorda com Machado e diz que temos dois tipos de inteligência: racional e emocional e que o desempenho na vida é determinado por essas duas. … Goleman faz uma crítica:
“Gardner e os que com ele trabalham não investigaram com muitos detalhes o papel do sentimento nessas inteligências (Inteligências Múltiplas), concentrando-se mais na cognição sobre o sentimento” …deixa por sondar tanto o sentido em que há inteligência nas emoções quanto o sentido em que se pode transmitir inteligência às emoções”. (Goleman, 1995 p. 52).

Quando Jesus contou a parábola dos dez talentos (Mt 25:14-18) Ele estava sublinhando a importância da educação e do esforço próprio para a mobilização das potencialidades humanas. São incontáveis! O homem pode desenvolver habilidades, valores individuais, dons, vocação, aptidões,… A contribuição fundamental da teoria das Inteligências Múltiplas, segundo Najmanovich (2001), foi a mudança da pergunta: “Quão inteligente você é?” para a indagação “De que modo você é inteligente?”.
Para Gardner (1994, p. 278): “Não deveríamos pensar nas inteligências como envolvidas numa situação de soma zero: nem deveríamos tratar da teoria das inteligências múltiplas como um modelo hidráulico, onde um aumento em uma inteligência necessariamente impõe o decréscimo em outra”. Gardner (2000), com base em sua perspectiva da multiplicidade da inteligência humana, organizou uma proposta educativa em torno de sete rotas de acesso:
a) narrativa – caracteriza-se pela aprendizagem por meio de histórias ensinadas por quaisquer veículos midiáticos;
b) quantitativa e numérica – quando as pessoas respondem com maior facilidade aos aspectos de um tema que convidam a uma consideração de ordem numérica;
c) lógica – está relacionada diretamente a capacidade de dedução, tradicionalmente por meio de silogismos e interpretações complexas de situações, fatos e conhecimentos;
d) existencial – examina as facetas filosóficas e terminológicas de um conceito ou assunto. Este enfoque é apropriado para aquelas pessoas que gostam de fazer perguntas fundamentais sobre o mundo, a vida e a humanidade;
e) estética – por meio desta rota as pessoas respondem a qualidades formais e sensoriais como: a cor, a linha, a expressão e a composição de uma pintura ou a métrica de um poema. A ênfase recai sobre os aspectos sensoriais ou superficiais que atraem e favorecem uma postura artística ou contemplação das experiências de vida;
f) experiencial – responder com o próprio corpo, numa atividade em que a pessoa possa se envolver completamente, construindo um projeto, manipulando materiais diversos ou em múltiplas vivências de movimento;
g) social – mais adequado às pessoas que aprendem melhor em grupo do que sozinhas. As linguagens utilizadas são variadas, exploradas e reconstruídas em equipe.

Nista-Piccolo (2005, p. 6-7) se apóia na orientação de Howard Gardner, para explicar o ato de ensinar um movimento, esclarecendo que:
“Ensinar alguém a fazer algo que ele ainda não sabe implica em diversos fatores, como por exemplo: partir do que ele já sabe fazer; descobrir o que ele sabe fazer com mais facilidade; perceber o seu nível de motivação para execução daquela tarefa; estar num ambiente apropriado para estimulá-lo a essa aprendizagem; saber quais são os meios facilitadores para ensinar tal fundamento” etc.

De acordo com Macedo (2005), a escola está pautada num modo de pensar calcado nas semelhanças. Para o autor, a “lógica das semelhanças” é a “lógica da classe”, e a “lógica das diferenças” é a “lógica das relações”. Na lógica da classe, explica o mesmo autor, “somos redutíveis ao critério que nos define. Na lógica da relação, somos irredutíveis no sentido de que não somos reduzidos a uma coisa ou outra, porque quem nos define é a relação” (MACEDO, 2005, p. 25).
Ranciere (2002, p. 72) provoca-nos, quando alerta que o nosso problema não é provar que todas as inteligências sejam iguais, mas: “ver o que se pode fazer a partir dessa suposição”. Defendemos que no processo de ensino-aprendizagem é preciso saber ver o que nos escapa. Aquilo que os nossos alunos emanam, “tudo aquilo que não se estampa no imediato” (PEIXOTO, 1992, p. 305), algo que não se deixa facilmente retratar. “O enfoque reside, então, no ato de aprender e não no de ensinar” (BICUDO, 2006, p. 96).
Como esclarece Najmanovich (2001, p. 23):
“Só podemos conhecer o que somos capazes de perceber e processar com nosso corpo. O corpo também pode revelar conhecimentos indizíveis. Para aprender, não podemos ignorá-lo. Assim, é importante que os professores percebam seus alunos em sua corporeidade para poderem ver outros sinais que anunciam a multiplicidade da inteligência humana”.

Estão, hoje, em pauta, inteligência (StvenJohnson) – “coletivos inteligentes” (Howard Rheingold) – “cérebro global” (Francis Heylighen) – “sociedade da mente” (Marvin Minsk) – “inteligência conectiva” (Derrick de Kerckhove) – “redes inteligentes” (Albert Barabasi) -“inteligência coletiva” (Pierre Lévy), são cada vez mais recorrentes entre teóricos reconhecidos. Todos eles apontam para uma mesma situação: estamos em rede, interconectados com um número cada vez maior de pontos e com uma frequência que só faz crescer.
O conceito de inteligência proposto por Gardner (1994), inicialmente, era a “capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos, importantes em determinado ambiente ou comunidade cultural”. Duas décadas após a publicação de sua teoria, ele reformulou este conceito substituindo o termo capacidade por potencial biopsicológico, querendo distanciar-se da concepção mais biológica e ressaltar que as influências culturais e psicológicas desempenham um papel determinante. Segundo Marina (1995, p. 277): “A inteligência inventa novos problemas e procura resolvê-los”.

4- O ENSINAMENTO BÍBLICO SOBRE INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL E DONS.
Os filósofos gregos antigos, desde Anaxágoras (500-426 a.C) a Proclus (412-487 a.C) sempre apontaram para a intuição como inteligência espiritual, segundo eles “é algo que atua no interior para o exterior”, corresponde ao noús.
Plotino (205-270) distinguia três modos de percepção: “opinião, ciência e contemplação. A opinião é própria da inteligência passional; a ciência, da inteligência discursiva; a contemplação, da inteligência espiritual”.
A inteligência espiritual, também chamada de QS – do inglês spiritual quocient) já fora sublinhada no texto bíblico. Deus é o Pai das luzes (a palavra luz é usada também como sinônimo de inteligência). “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação, ou sombra de mudança”. Tg 1.17. A Bíblia se antecipa e ensina de forma clara: “Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual” Cl 1:9. ? “Há no teu reino um homem que tem o espírito dos deuses santos; e nos dias de teu pai se achou nele luz, e inteligência, e sabedoria, como a sabedoria dos deuses…” Dn 5:11 – “Foi Ele quem deu dons às pessoas, escolheu alguns para serem apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e ainda outros para pastores e mestres da Igreja…” Ef 4:11-12 ? “Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo…” I Co 12:4-6.
Segundo a Filósofa americana, Danah Zohar: “a consciência é a bússola moral que nos leva às escolhas certas e positivas da vida”. Autora do livro Inteligência Espiritual, lançado no Brasil, ela afirma que a inteligência espiritual produz:
“essa capacidade que se caracteriza pelos seguintes traços: capacidade de ser flexível; grau elevado de autoconhecimento; capacidade de enfrentar a dor; capacidade de aprender com o sofrimento; capacidade de se inspirar em idéias e valores; relutância em causar danos aos outros; tendência para ver conexões entre realidades distintas; tendência a se questionar sobre suas ações e seus desejos, com perguntas como “por que agir de tal maneira”? “Ou, o que aconteceria se agisse de outra maneira”?

4.1 – A BÍBLIA ESCLARECE E NOMEIA MÚLTIPLOS DONS ESPIRITUAIS:
“E repousará sobre ele o espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de inteligência, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor” Is 11:2
O Apóstolo Paulo escrevendo aos Gálatas (5:19:25) assegura que as obras da carne são conhecidas:
“prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.”
“Mas o Fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, caridade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivermos no Espírito, andemos também no Espírito”.

A palavra carne é também usada na Bíblia como sinônimo de emoções. Paulo relaciona as emoções sem administração e controle e as chama de frutos da carne. O Fruto do Espírito identifica a inteligência espiritual.
Nicodemos, mestre em Israel, príncipe dos judeus, mostrou-se analfabeto espiritual e foi aprender o a-e-i-o-u na Escola Supletiva de Jesus. Foi advertido.

4.2 – MÚLTIPLOS DONS
– emocional
Pv 4:23 – Sobretudo o que se deve controlar, controle as emoções, porque delas procedem as saídas da vida.
– visual
Mt 6:22 ? A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz.
– auditivo
Hb 3:7 ? Portanto, como diz o Espírito Santo, se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações (emoções).
– musical
Sl 47:7 – Pois Deus é o Rei de toda a terra; cantai louvores com inteligência.
– cinestésico-corporal
I Co 9:24 ? Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.
– espiritual
Pv 2:3 – E se clamares por entendimento, e por inteligência alçares a tua voz…
– espacial
Ef 3:17-19 ? Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações a fim de, estando arraigados e fundados em amor, poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade…
– olfativo
II Co 2:14 ? E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar o cheiro do seu conhecimento.
– táctil
Isaías 64:8 ? Mas agora, ó Senhor, tu és nosso Pai; nós o barro, e tu o nosso oleiro; e todos nós obra das tuas mãos.

– linguístico
Lc 21:15 ? Porque eu vos darei boca e sabedoria a que não poderão resistir nem contradizer todos quantos se vos opuserem.
– lógico-matemática
Mt 10:30 ? E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados.”
– naturalista
Mt 6:28 ? E, quanto ao vestido, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem: não trabalham nem fiam.
– intrapessoal
Gl 5:23 ? A mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei.
– interpessoal
Rm 12:10 ? Amai-vos cordialmente uns aos outros, com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.

5 – A GRANDE INTELIGÊNCIA
A Bíblia esclarece definitivamente o assunto: Deus é a grande inteligência e dele emanam todas as manifestações de conhecimento e sabedoria: – “Encheu-o de um espírito divino para dar-lhe sabedoria, inteligência e habilidade para toda sorte de obras…” Ex 35:31. – “Dá-me, agora, sabedoria e conhecimento para que eu possa sair e entrar perante este povo”. II Cr 1:10. – “… e todos os homens prudentes que o Senhor dotou de inteligência e habilidade, para saberem executar todos os trabalhos necessários ao serviço do santuário, conformaram-se inteiramente às instruções recebidas do Senhor” Ex. 36:1. Na experiência de Salomão ficou, mais uma vez, explícito o poder de Deus para aqueles que ainda tinham qualquer dúvida sobre a outorga de dons: Pelo que Deus lhe disse:
“Porquanto pediste isso, e não pediste para ti muitos dias, nem riquezas, nem a vida de teus inimigos, mas pediste entendimento para discernires o que é justo, eis que faço segundo as tuas palavras. Eis que te dou um coração tão sábio e entendido, que antes de ti teu igual não houve, e depois de ti teu igual não se levantará”. I Reis 3: 10-12

Segundo a Bíblia, Deus é um Ser Triúno, perfeito, imutável. O homem foi criado à Sua semelhança, mas seu comportamento é mutável, imperfeito. O cérebro humano é triádico. Obedecendo à organização celestial, a Trindade se apresenta com Deus-Pai, Deus-Filho, Deus-Espírito Santo.
O homem se parece com Deus, mas o cérebro do homem é uma “máquina” composta de três computadores biológicos: a razão (hemisfério esquerdo) emoção (hemisfério direito) e o cerebelo, base do cérebro (ação).

“A teoria do cérebro triádico idealizada pelo neurocientista Paul MacLean, postula que o ser humano tem três cérebros formados por camadas sobrepostas, ou seja algo no formato, contemporaneamente pode-se dizer, três em um”. (Lambert, 2003).
Paul D. Mac Lean, Diretor do Laboratório de Evolução Cerebral e Conduta do Instituto Nacional de Saúde Pública de Califórnia, 1970 – concluiu que: “o cérebro do homem é triádico, complexo reptiliano: hipotálamo, sistema límbico e neocórtex, resultado da evolução do homem”, todavia, a Bíblia já revelara, muito antes de qualquer teoria, que à imagem de Deus, o homem tem três cérebros que se interagem com inteligência. Cada qual com suas potencialidades e funções interdependentes.
A Bíblia já revelara, muito antes de qualquer teoria, que à imagem de Deus, o homem tem três cérebros que se interagem com inteligência. Cada qual com suas potencialidades e funções interdependentes, Em Hebreus 4,12, está escrito: “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”. – “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. I Ts 5:23. Alma, coração, carne, são palavras usadas constantemente na Bíblia, como sinônimos de emoção. – “Sobretudo o que se deve guardar, guarda o teu coração…” Pv 4:23. Contextualizando: Sobretudo o que se deve controlar, controle as tuas emoções… porque da administração das emoções básicas o homem depende para ser feliz: medo, amor, raiva, tristeza, alegria…
Jorge Cury, autor de vários livros sobre Inteligência Multifocal, garante que “Administrar a emoção é mais difícil que gerenciar uma grande empresa”. Em Dez Leis para Ser Feliz, o autor apresenta princípios para que a vida se torne um grande show. Um espetáculo de felicidade e sabedoria, a exemplo do que fez Jesus, ao escrever a tese da felicidade no Sermão da Montanha ? Mt 5, 6 e 7.

6 – CONCLUSÃO
Tudo que o homem descobrir ou inventar, já está patenteado na Bíblia. As “muitas inteligências”, as que já foram nomeadas ou aquelas que o homem identificar, à medida que for se conectando na divina fonte, são concessões. “Deu também Deus a Salomão sabedoria, grandíssimo entendimento e larga inteligência como a areia que está na praia do mar” Rs 4:29. Sublinha-se o termo larga inteligência e não múltiplas inteligências, conforme o que já foi apontado neste trabalho. Na era das máquinas, dos computadores, da inteligência artificial, da pílula da inteligência, quando se estuda a expansão da consciência e do cérebro global, o ser humano pergunta: onde está o temor do Senhor? Quando Jó questionou a inteligência, perguntou também a Deus: – “Porém onde se achará a sabedoria, e onde está o lugar da inteligência?” E Deus respondeu: “Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência”. Jó 28:28.
Cada educador deve apresentar recursos, técnicas e métodos diferenciados para alcançar estilos de aprendizagem. Isso implica em diversas atitudes e procedimentos por parte dos professores, a fim de desenvolver currículos criativos, tais como usar de maneira inteligente as informações; aperfeiçoar os procedimentos de avaliação; incentivar técnicas de comunicação; estimular a produção do conhecimento; assumir lideranças; reforçar o treinamento e o aperfeiçoamento profissional. Na era da informação, em tempo real, a importância do educador se amplia, porque ele pode ajudar a organizar melhor as idéias e transformá-las em habilidades, para o homem conectar-se ao Portal da Graça e navegar na mídia celestial.

Ivone Boechat

PhD Psicologia da Educação

Declararei apresenta “Reinas”, uma canção sobre permanecer sob o cuidado de Jesus

O Ministério Declararei lança o singleReinas” nas plataformas digitais. A mensagem do seu mais novo trabalho musical missionário é “o governo de Deus sobre tudo, nossa mente, nossas emoções e nossa história como um todo”, explica Fábio Almeida, autor da canção.

Fábio é vocalista e líder da banda, que é de Brasília (DF), e também tem Ale Gomes (baixo), Cleber Cruz (guitarras), Layssa Bruna (vocal) e Vinicius Silva (bateria) como integrantes. Produção, mixagem e masterização de “Reinas” ficou a cargo de Jonathas Pingo.

Fábio conta que a letra e a melodia da música conduzem as pessoas a um lugar muito especial, ao colo de Deus: “É uma canção de adoração, de entrega e, ao mesmo tempo, de súplica ao Senhor para que todo o nosso ser seja governado por Ele. Nossa essência é o Senhor e a nossa real felicidade só é alcançada quando estamos totalmente sob o governo dEle, o que significa ser cuidado e protegido por Ele durante as 24 horas do dia, pelos 365 dias (e 366 nos anos bissextos) de todos os anos da nossa vida!”

A criação de “Reinas” foi durante o devocional de Fábio. Em certa manhã, uma nova canção começou a nascer nos seus lábios e ele passou a manhã inteira cantando-a. Ele conta que, ao sair do quarto, imediatamente ligou para Jonathas Pingo, produtor e amigo, e já começaram a produção no mesmo dia. “Foi nos estúdios da Sara Music que ‘Reinas’ ganhou vida”, compartilha.

A discografia do Ministério Declararei consta de sete álbuns: “Declararei” (2008), “Confiança” (ao vivo, 2009),  “Jesus é o Senhor” (2011), “A Palavra Final” (2015), O EP “Teu Chamado” (janeiro de 2016), “Teu Chamado ao Vivo” (novembro de 2016) e “Reinas” (2020).

Que Jesus reine em sua vida e a governe em todos os seus dias. Deixe que Ele escreva o roteiro da sua história e viva cada dia sob o total controle dEle. Que enquanto você ouve e canta esta canção, um altar de adoração seja erguido em sua vida, para honra e glória dEle e para o seu próprio bem.” (Fábio Almeida.)

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O Ministério Declararei
A banda, além de levar a mensagem do Evangelho a milhares de pessoas que ainda não experimentaram o amor incondicional de Deus, tem o propósito de aliviar o sofrimento do povo nordestino e dar-lhes o direito à dignidade humana. Fábio Almeida explica que, em 2018, eles perceberam a necessidade de institucionalizar os seus projetos, suas ações. Então, criaram o Instituto Solidarius, que abrange três projetos: o Declararei, que é uma plataforma musical para apoio a projetos missionários; o Solidarius, uma conferência anual para despertarmento de Missões; e o Avanço Missionário Sertão, um projeto que faz viagens missionárias em cidades com menos de 5% de cristãos evangélicos. O Instituto Solidarius cuida de tudo isso. É um guarda-chuva que abraça esses três projetos.

Ouça “Reinas” via streaminghttps://Fluve.lnk.to/Reinas

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Por Ana Paula Costa
Jornalista e Assessora de Imprensa Declararei
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Gladson GP lança “Fé Inabalável”, uma mensagem essencial para os dias atuais

O pastor, cantor e compositor Gladson GP, lança “Fé Inabalável” nas plataformas digitais, seu terceiro trabalho na área musical. Natural de Brasília, Distrito Federal, ele iniciou sua trajetória musical em 1996 com bandas de pop rock na Igreja, uma experiência que durou dez anos e produziu três trabalhos gravados. Seu primeiro CD solo, “Eu sou Teu”, aconteceu em 2009, mesmo ano em que foi consagrado ao pastorado, especializando-se em aconselhamento bíblico. Atualmente, é Pastor Presidente da Igreja Batista da Fé. Retomando sua carreira musical, hoje pela Fluve/Som Livre, lançou o single “Lugar Seguro” (2019) e, agora, “Fé Inabalável”, o seu mais recente lançamento. 

Gladson conta sorrindo que a primeira versão de “Fé Inabalável” foi quase unanimente aprovada por seu produtor e seus amigos: “Então, colocamos a ‘mão na massa’ e aí está uma música de letra bonita e edificante, que contagia as pessoas tanto pela mensagem quanto pelo rítmo.” Tudo muito rápido, mas com dedicação máxima, e ele garante que “vem um clipe aí também!”

Gladson diz que esta música é muito especial por sua essência, por falar de fé e força apesar das circunstâncias adversas às quais todos estamos sujeitos. “Esta canção, como todas de minha autoria, nasceram de experiências na caminhada. Fé Inabalável é o resultado da minha confiança em Deus, das minhas convicções que permanecem firmes, inabaláveis, apesar de todas as dores e lutas que enfrentei e que ainda enfrentarei, com certeza”, explica GP.

Com um ritmo vibrante, alegre e que leva as pessoas a cantarem, “Fé Inabalável” tem os ingredientes certos para agradar um público bem eclético. Letra e melodia se completam em uma mensagem que eleva a autoestima ao mostrar que aquele que crê em Jesus tem tudo para vencer obstáculos e prosseguir rumo à vitória.

Gravado no Ronan Barros Studio, Brasília, a canção tem Ronan Barros assinando a produção musical, a mixagem e a masterização. Charles Cardoso como coaching vocal e Ilton Cordola e Evelyn Rodrigues atuaram como backing vocals.

Em breve será lançado o videoclipe desta canção com a direção do produtor Ângelo Luiz, da Al Agenciamentos.

“Manter uma Fé Inabalável a despeito de todas as adversidades que enfrentamos é um grande desafio. Apesar de todas as dores e tristezas que tenhamos de vencer, precisamos nos manter equilibrados, com pés no chão e olhos para os Céus, pois é de lá que sempre vem o socorro. Deus é o nosso socorro bem presente na hora da angústia. E Ele também está conosco nas alegrias! Firme-se nos princípios e valores que recebemos do Senhor e seja firme e inabalável neles, e, principalmente, em sua fé.” (Gladson GP.)

 Ouça Fé Inabalável” via streaming: https://fluve.lnk.to/FeInabalavel

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Por Ana Paula Costa
Jornalista e Assessora de Imprensa Al Agenciamentos
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Rafaela Baptista transmite paz e serenidade em “Flui em Mim”

Uma canção levando as pessoas a um relacionamento íntimo com Deus

 

O single “Flui em mim” foi lançado no dia 10 de janeiro de 2020 em todas as plataformas digitais e no YouTube com um Lyric Video pela Fluve/Som Livre digital em parceria com a AL agenciamentos, da qual Rafaela é agenciada.

Flui em mim” é uma versão da música “Como rio em primavera” da cantora Marcela Gandara e aborda o relacionamento com Deus: Ela fala do preparo para ouvir a voz de Deus e do seu fluir como permitimos acontecer no primeiro amor com Ele. Fala de saciar a nossa sede de Deus e também de renovação e eu precisava falar deste amor que flui como rio inesgotável. Ela é também uma das canções preferidas do nosso diretor artístico, Ângelo Luiz, da AL Agenciamentos. O apoio e a assessoria dele têm sido fundamentais para o prosseguimento da minha carreira”, explica a cantora.

Rafaela sempre acompanhou os pais e avós paternos na igreja e, desde criança, envolveu-se com a música. Aos sete anos, cantou pela primeira vez, aos 15, passou a estudar canto. Aos 17, tornou-se ministra de louvor na igreja local e começou a estudar teclado. Uma cantora que marcou muito a sua infância foi Cristina Mel, com o CD “Dê carinho”. Um momento marcante na vida de Rafaela foi sua apresentação no Teatro Municipal de Niterói, no Rio de Janeiro, na noite do dia 27 de junho de 2014. Ali, Rafaela apresentou suas canções e todo o seu talento musical.

O vídeo de “Flui em mim” transmite com beleza e bom gosto a paz de quem se aquieta na presença de Deus. Imagens, letra e melodia em perfeita sintonia. Rafaela conta que algo lhe chamou muito a atenção: “Eu me lembro que, no dia da filmagem, as algas na areia da praia foram um presente de Deus para compor o cenário; eram muitas e estavam verdinhas! Elas eram naturais, assim como deve ser o nosso relacionamento com Deus!”

As cenas do vídeo foram gravadas na praia da Boa Viagem em Niterói (RJ). Rafaela diz que essa praia foi escolhida por ser calma e atender ao que a equipe procurava, um local que fizesse sentido com o contexto da música, “que passasse calmaria, quietude e fosse algo lindo de se ver”.

O single e o vídeo se completam em um casamento perfeito de som e imagem. A voz foi gravada no Studio Oficina de Louvor (João Marcos Lopes) em Niterói, e os arranjos, no Studio Judá (Marcelo Rocha), no Rio.

Ângelo Luiz, da AL Agenciamentos, assina a direção geral dos trabalhos. A filmagem e a fotografia ficaram a cargo da Equipe Will for God. A produção musical e o backing vocal, João Marcos Lopes; arranjos e teclados, Marcelo Rocha; violões e guitarras, Felipe Rosa; Marcelo Rocha, do Studio Judá, cuidou da mixagem e masterização.

O meu desejo é que, ao ouvir e assistir ‘Flui em mim’, você seja cheio da paz e do amor de Deus, deste amor que nos constrange de forma linda e doce. Que você seja saciado e renovado pela maravilhosa presença do Senhor e atraído intensamente por Ele ao ouvir a sua incomparável voz.” (Rafaela Baptista.)

A cantora já saiu em duas playlists. Uma do Spotify “Novidades Religiosas” e outra nos “Lançamentos da Fluve” que está tanto no Spotify quanto na Deezer. Ouça via streaming: https://Fluve.lnk.to/FluiEmMim

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Por Ana Paula Costa
Jornalista e Assessora de Imprensa Al Agenciamentos
anacostacomunicacao@gmail.com